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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

VENEZUELA PROCURA SUBSTITUTO PARA OS F-16 (M1359 - 02AL/2014)


A Força Aérea Venezuelana - Aviación Militar Bolivariana Venezolana - continua a estudar a substituição dos seus caças F-16A/B, (cada vez mais obsoletos e com crescente dificuldades de manutenção devido à falta de peças) segundo informações divulgadas,  uma das possibilidades em equação é a aquisição de caças Rafale, de origem francesa. Diversas fontes apontam que o interesse venezuelano no momento está apontado ao caça francês, talvez mais do que a outro concorrente.
O principal concorrente do Rafale neste negócio vem da Rússia a chama-se Sukhoi Su-35 - conforme aliás já demos aqui nota disso.
Além do Su-35 e do Rafale, a Venezuela também estuda outras opções como o caça chinês J-10, embora a fabricante Chengdu Aircraf Industry Corporation tenha informado que esta aeronave ainda não está disponível para a exportação e, portanto, esta intenção não passe por isso de um rumor.


quinta-feira, 7 de março de 2013

A CHINA REFORÇA POSIÇÃO NO MERCADO MUNDIAL DE ARMAS (M903 - 22AL/2013)

 O chinês J-10 está a assumir-se como uma alternativa mais barata ao F-16.

O mercado internacional de armas tem visto um número crescente de concorrentes de origem chinesa que estão a começar a desafiar a posição dominante no mercado, dos EUA e da Rússia, especialmente nas vendas para o Médio Oriente e alguns países da América Latina. A venda de armas chinesas inclui plataformas para o Exército, Marinha e Força Aérea  e estão lenta mas paulatinamente a tornar-se referências no mercado.
Uma boa relação custo-desempenho é um importante ponto favorável para a marca made-in China no que respeita a equipamentos de defesa. Exemplo claro disso são os Drones, também conhecidos como veículos aéreos não tripulados (UAV). Segundo os especialistas, os Drones chineses são bem conhecidos no que toca a desempenho e versatilidade e tem uma melhor relação custo-eficácia do que os projetos idênticos de países ocidentais.
Nos Estados Unidos, a RAND Corporation publicou um relatório sobre as exportações chinesas de armas, alegando que os caças J-10  são vendidos por menos de 40 milhões de USDollars, considerando, em nítido contraste, que nos EUA, o F-16, um avião de classe semelhante ao J-10, tem um custo de 65 milhões de USDolares.

O FC-1, um avião de treino e ataque ligeiro está também na lista de aquisições de vários países.

A China segue três princípios-base sobre venda de armas: melhorar os sistemas e a capacidade de auto-defesa dos compradores; manter uma política de não-interferência nos assuntos regionais; pautar-se pela não-interferência nos assuntos internos dos países/clientes. 
A gestão destes três princípios vem sustentar a crença na China como sendo uma "potência mundial responsável." 
Apesar da oportunidade de lucrar com a exportação de armas, a China tem sido bastante criteriosa na escolha de parceiros de exportação. A nação mais populosa do mundo cumpre todas as resoluções da ONU sobre as exportações de equipamentos de defesa, e acredita no "combate à violência como forma de dissuasão militar". 

Nota do editor: Esta nota não deixa, como se vê, de revelar um certo ar panfletário-propagandístico, no sentido em que apela para os "valores" que a China, alegadamente perfilhará no trato internacional, mormente naquele que lida com vendas de armamento. Fica sempre a pairar uma suspeição sobre esta situação. O mercado do armamento tem a sua "deontologia" e nenhum dos países líderes neste segmento dará lições de moral e eventual bom trato a nínguem.
Seja como for, encare-se esta postura como uma "estratégia" comercial... tão legítima como outra qualquer. (AL)

Fonte: China.org
Adaptação: Pássaro de Ferro
 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CAÇAS CHINESES SEGUEM AVIÕES AMERICANOS (M837 -20PM/2013)

Chengdu J-10 da RPC       Foto:afbase.com

Um P-3C Orion de patrulhamento marítimo e um C-130 Hercules de carga norte-americanos baseados no Japão, foram seguidos por caças J-7 e J-10 chineses na zona fronteiriça entre China e Japão. 
Segundo divulgou o jornal nipónico Sankei Shimbun, as ações de interceção chinesas ocorreram a 10 de janeiro, sendo entendidas como uma reação aos recentes movimentos japoneses no sentido de proteger as ilhas Senkaku/Diaoyu em disputa pelos dois países asiáticos.

No mesmo dia, caças chineses foram também localizados nas imediações das referidas ilhas alvo de contenda. Aviões P-3C, EP-3 e OP-3 de vigilância/reconhecimento das Forças de Auto Defesa Japonesas foram destacados para recolher dados sobre as atividades da aviação chinesa. Adicionalmente, dois aviões-radar E-2C Hawkeye foram também enviados, para prevenir um confronto direto entre aviões das duas nações.

Já no dia 11 de janeiro, o Ministro dos Negócios Estrangeiros chinês confirmou a propósito do sucedido, que as ações da Força Aérea da República Popular da China eram uma resposta à interceção de aviões chineses por caças japoneses, ocorrida anteriormente. Ainda assim, classificou as missões como sendo de patrulhamento de rotina, sobre território nacional, acusando as autoridades de Tóquio de serem culpadas de escalar o conflito territorial.

Desde a decisão de Tóquio em nacionalizar as ilhas no Mar da China oriental datada de setembro de 2012, que incidentes isolados têm ocorrido na região, tanto com vasos de superfície, como com aeronaves das duas nações.

Circularam entretanto rumores de que o Primeiro-Ministro nipónico Shinzo Abe terá autorizado o disparo de tiros de aviso contra aeronaves chinesas que entrassem sem autorização em espaço aéreo japonês. O General chinês Peng Guangqian fez depois saber através da agência noticiosa nacional que , "caso um avião chinês seja atingido nem que seja com um flare, isso significa guerra".
Ainda segundo o General Peng, o Primeiro-Ministro Abe desmentiu os rumores, face às suas declarações.

Fonte: Want China Times
Adaptação:Pássaro de Ferro


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