terça-feira, 22 de novembro de 2022

MOÇAMBIQUE ADQUIRE AVIÕES DE TRANSPORTE PARA AS FORÇAS ARMADAS [M2363- 79/2022]

CN265M das Forças Armadas de Defesa de Moçambique    Foto via @DefesaNoticias

As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) adquiriram recentemente dois aviões de transporte, para ampliar a capacidade de prontidão no combate ao terrorismo, no norte do país.

A notícia foi veiculada nas redes sociais e comunicação social local durante a passada semana. Trata-se de um CN235M e um L-410, adquiridos através da empresa sul-africana Paramount, que tem já colaborado com as forças moçambicanas em ocasiões anteriores, e em diversos campos.

As aeronaves têm capacidade para 30 e 17 lugares respetivamente, e segundo o Comandante da Força Aérea, MGen. Cândido Tirano, destinam-se ao segmento de Operações Militares e transporte de cargas, com possibilidade de utilização também por forças especiais, nomeadamente tropas paraquedistas. Ambos os aviões têm capacidade STOL (descolagem e aterragem curta) e de operar em pistas não preparadas.

Let L-410 também adquirido à Paramount por Moçambique      Foto via @DefesaNoticias

A Paramount, que segundo o sítio internet Carta de Moçambique, facultou já às FADM veículos blindados Marauder e helicópteros Mi-8/17, Mi-24 e Gazelle, é também responsável pela manutenção dos aviões agora fornecidos e treino de tripulação. Segundo a mesma publicação digital, o CN235M pertenceu anteriormente às Forças de Defesa do Botswana e Força Aérea de Madagáscar, além de outros registos civis, antes de receber as cores moçambicanas.

Notícias não confirmadas dão conta de que o Paramount Group está também, ou esteve a operar uma aeronave de Informação, Vigilância e Reconhecimento não armada, Mwari, ao serviço de Moçambique, nas ações de contrainsurgência na província de Cabo Delgado. O Mwari é um avião destinado a conflitos de baixa intensidade, para reconhecimento e/ou ataque leve.









CEMFA NO BRASIL [M2362- 78/2022]

 

O Gen. Cartaxo Alves em Brasília com o TBrig. do Ar Baptista Junior   Foto: Sargento Viegas / CECOMSAER       

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, General João Cartaxo Alves, esteve na passada semana em visita oficial ao seu homólogo brasileiro, o Comandante da Força Aérea Brasileira, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior.

O Gen. Cartaxo Alves, juntamente com o Chefe de Gabinete do EMFA, MGen Sérgio Pereia e o Adido Militar no Brasil, Capitão de Mar e Guerra Silveirinha Canané, foram recebidos na manhã do dia 17 de novembro em Brasília, com enorme satisfação pelo anfitrião, expressada nas palavras: “Somos Forças Aéreas que atuam de forma integrada e com muita amizade consolidada. Estamos 100% abertos para parcerias, não somente pelo KC-390 Millennium, mas para outras pautas, projetos, aviões e aviações”, disse o Comandante da FAB.

Em igual tom retorquiu o CEMFA que referiu sentir-se "em casa ao estar no Brasil" e garantindo ainda que a Força Aérea Portuguesa é "um parceiro disposto a voar e contribuir com os projetos".


O Gen. Cartaxo Alves na apresentação do primeiro KC-390 português em Beja

De realçar que principalmente durante a última década, a FAP e a FAB têm mantido cooperação, quer através da participação em exercícios, quer com programas de intercâmbio de pilotos. O programa KC-390 Millennium tornou-se contudo a face mais visível e extensa dessa parceria, com a discussão técnica dos requisitos durante a fase de desenvolvimento da aeronave, e com a qualificação da primeira tripulação portuguesa no avião. Mais recentemente ainda, durante a apresentação do primeiro KC-390 em Portugal, o Gen. Cartaxo Alves manifestou mesmo o desejo de prolongar essa parceria, com intercâmbio de pilotos durante a fase operacional do novo modelo na FAP.




quinta-feira, 17 de novembro de 2022

TREINO DE BUSCA E SALVAMENTO EM CASCAIS - horário atualizado [M2361- 77/2022]

EH101 Merlin da Esquadra 751

Integrado na 6.ª edição do Encontro de Recuperadores-Salvadores, a decorrer de 15 a 18 de novembro em Cascais, a Força Aérea Portuguesa irá realizar uma demonstração de capacidades com helicópteros. 

Assim, na baía de Cascais, a partir das 14h00 de sexta-feira, 18 de novembro de 2022, um AW119 Koala da Esquadra 552 e um EH101 Merlin da Esquadra 751, irão simular o resgate de um náufrago em alto-mar.

AW119 Koala da Esquadra 552

Este encontro bianual, realizado pela European Rescue Swimmers Association (EURORSA), tem, segundo a Força Aérea, "como objetivo a partilha de informação relacionada com a segurança de voo, partilha de conhecimentos e apresentação de novos equipamentos no contexto da busca e salvamento aeronáutico".

Com o patrocínio da Câmara Municipal de Cascais, entre outras entidades, estão presentes no evento cerca de 150 tripulantes internacionais, de 30 países que integram a EURORSA.


Quem puder deslocar-se ao local, irá por isso poder presenciar a sempre interessante atividade de busca e salvamento com meios aéreos.





quarta-feira, 9 de novembro de 2022

P-3 DA FAP NA OPERAÇÃO SEA GUARDIAN DA NATO [M2360- 76/2022]

Os "Lobos" destacados em Sigonella     Foto via MARCOM

O Comando Marítimo da NATO (MARCOM) destacou recentemente as atividades da Esquadra 601 (Lobos) da Força Aérea Portuguesa, em Sigonella, Itália, desenvolvidas para a Operação Sea Guardian de patrulhamento do Mediterrâneo, tal como o Pássaro de Ferro oportunamente noticiou.

O contributo dado pelo P-3C CUP+ da FAP e pelos trinta elementos destacados em Sigonella, foi classificando pelo MARCOM como "valioso apoio aéreo às operações de segurança marítima da NATO",  com a realização de onze missões de patrulhamento entre 8 de outubro e 4 de novembro, nos quais foram voadas um total de 17.255 milha náuticas (cerca de 32.000 km), em 75 horas de voo, cobrindo uma área de aproximadamente 940.000 milhas quadradas.

"Usamos o P-3C CUP+ até ao topo das suas possibilidades, as nossas missões multirole são diversas, mas alcançadas pela determinação de todos os meus aviadores.” disse o comandante do destacamento, Major Hélder Ferreira. “O P-3C CUP+ estará por muito tempo na Força Aérea Portuguesa e vamos continuar a operá-lo no máximo das nossas capacidades, ajudando a defender Portugal, a NATO e as  águas e terras do mundo", concluiu.

Já o Comodoro Illias Raptis, comandante da NATO Maritime Air (MARAIR) confessou que "não poderia estar mais satisfeito com o profissionalismo dos 'Lobos', durante o seu recente destacamento na Base Aeronaval de Sigonella.”, reforçando ainda que “a equipa deles teve um desempenho brilhante, fornecendo a consciência situacional de que precisamos, para tomar decisões oportunas e prudentes num ambiente dinâmico".

O P-3C CUP+ da Esquadra 610 em Sigonella       Foto via MARCOM

O MARCOM destacou a importância das aeronaves de patrulhamento marítimo para a vigilância e reconhecimento, ao ampliar consideravelmente a área de cobertura das unidades de superfície. Sublinhou ainda que o conjunto de sensores destes meios aéreos mantém uma boa consciência situacional marítima, o que leva à superioridade da informação e melhor tomada de decisão. "Esses são fatores críticos que permitem uma ação militar aliada oportuna, contra quaisquer ameaças específicas e potenciais à segurança marítima no Mediterrâneo", pode ler-se na nota de imprensa.

O destacamento da Esquadra 601 deverá ainda decorrer em Sigonella até sensivelmente ao início do mês de dezembro.




sexta-feira, 4 de novembro de 2022

ROMÉNIA FORMALIZA COMPRA DE F-16 NORUEGUESES [M2359- 75/2022]

F-16 da Força Aérea Romena adquirido a Portugal

O Ministério da Defesa Nacional da Roménia anunciou a assinatura no dia de hoje, 4 de Novembro de 2022, do contrato para a compra de caças F-16 à Noruega.

A instituição romena acordou com os representantes noruegueses o contrato para a compra de 32 aviões F-16 na configuração M6.5.2, motores sobressalentes e apoio logístico. O valor do contrato assinado hoje com o Governo do Reino da Noruega é de 388M EUR e terá uma duração de três anos, com a primeira aeronave a ser entregue no final de 2023. A aprovação do Parlamento romeno para o negócio, existia já desde dezembro de 2021.

Entretanto, a Noruega, retirou de serviço operacional a sua frota de F-16 no início de 2022, tendo colocado à venda a quase totalidade das células remanescentes, com uma dúzia a ser adquirida epal Draken International, empresa privada norte-americana, ainda em 2021.

F-16 da Real Força Aérea Norueguesa

Segundo o comunicado do Ministério da Defesa romeno, o contrato ora assinado com a Noruega, será desenvolvido com o apoio do Governo dos Estados Unidos da América, tendo o Governo da Roménia enviada uma carta rogatória dirigida ao Governo dos EUA, à qual se prevê receber uma resposta até ao final do ano. Os aviões serão entregues à Roménia em condições operacionais, com recursos suficientes para  permitir a sua operação pela Força Aérea Romena, por um período de pelo menos 10 anos, tendo em vista a transição posterior para caças de 5ª Geração.

Atualmente, a Força Aérea Romena possui 17 aeronaves F-16, adquiridas a Portugal e recebidas entre 2016 e 2021 na configuração M5.2R, que serão alvo de atualização para a configuração M6.6

As missões de Alerta de Reação Rápida / Policiamento Aéreo são presentemente executadas com aeronaves F-16 e MiG-21 LanceR, mas a utilização deste último modelo é uma solução de curto prazo (um ano no máximo), tendo a frota inclusivamente estado parada por problemas de segurança de operação das aeronaves, na primeira metade de 2022.

MiG-21 LanceR romenos

O phase-out gradual das aeronaves MiG-21 LanceR e a necessidade da execução permanente do Serviço de Combate - Polícia Aérea com aeronaves F-16, aliados à evolução do ambiente de segurança regional, determinaram a necessidade de identificar uma solução que permitisse a defesa do espaço aéreo da Roménia e a execução do Policiamento Aéreo com aeronaves F-16, de acordo com os compromissos assumidos com a NATO.

"A compra dos 32 aviões ao Governo do Reino da Noruega representa, de facto, uma transferência de capacidade entre dois Estados membros da NATO, para aumentar a capacidade de defesa da Roménia e assegurar o contributo nacional para a defesa colectiva no seio da Aliança do Atlântico Norte" pode ainda ler-se no comunicado.



UMA PINTURA PARA OS 80 ANOS DA ESQUADRA 349 BELGA [M2358- 74/2022]

O 349 Squadron da Royal Air Force foi fundado em 1942, como uma unidade belga na RAF.

Comandado pelo "Duque" Ivan du Monceau de Bergendal, participou em todas as ações significativas durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo os primeiros voos sobre as praias da Normandia no Dia D e a subsequente libertação da Europa Ocidental.

Juntamente com a sua unidade irmã de língua francesa (350 Squadron), o 349 Squadron ajudou a lançar as bases para a moderna Força Aérea Belga em 1946.

As duas unidades permaneceram na 1ª Ala de Caças em Beauvechain até 1996, onde desenvolveram as suas capacidades em todas as facetas de combate aéreo, incluindo os célebres voos estratosféricos do F-104 Starfighter. Em 1979, o 349 Sqd tornar-se-ia a primeira unidade operacional de F-16 na NATO.

Em 1996, o 349 Sqd mudou-se para a Base Aérea de Kleine-Brogel, onde evoluiu para uma esquadra multirole. A mesma base recebeu o nome do ilustre comandante do 349 Sqd, Conde "Duque" du Monceau de Bergendal.

O 349 Squadron participou de todas as operações aéreas belgas ao longo dos anos; realizou os primeiros voos sobre a Líbia em 2011 e foi a primeira Esquadra da NATO destacada em Siauliai, na Lituânia, em 2004, para dar início ao Policiamento Aéreo do Báltico, a partir daí.

A comemorar oito décadas sobre a sua fundação, foi pintada a cauda de um dos seus F-16 MLU onde se evoca o nobre passado e o futuro da unidade, com o F-35 já no horizonte.

Texto e fotos: Andrew Timmerman

domingo, 30 de outubro de 2022

LAJES ANOS 90 (Vídeo) [M2357- 73/2022]

A-7P Corsair II na BA4 a 17 de Fevereiro de 1997       Frame do vídeo de João Rocha
Partilhamos hoje um vídeo disponibilizado na plataforma Youtube, com interessantes captadas na Base Aérea nº4 (BA4), nas Lajes, Açores.

Gravado a 16 e 17 de Fevereiro de 1997, nele é possível ver em movimento, raras e "deliciosas" imagens dos três caças então ao serviço da Força Aérea Portuguesa: A-7P, Alpha Jet e F-16, então operados pelas Esquadras 304 (Magníficos), 301 (Jaguares) e 201 (Falcões), respectivamente.

Visíveis ainda são P-3P, SA-330 Puma e C-212 Aviocar da FAP, além de C-130 dos EUA e Egipto e um Atlantique de registo não identificável.

Debalde todos os esforços do Pássaro de Ferro para apurar a ocasião que reuniu estes meios aéreos na BA4, ficam ainda assim as imagens, que cumpridos 25 anos podem ser já consideradas históricas, e o agradecimento ao autor por as ter partilhado.



sábado, 29 de outubro de 2022

O AIRSHOW do Portugal Air Summit 2022 [M2356- 72/2022]


Realizou-se no passado dia 15 de Outubro, o “Airshow” integrado na edição deste ano do Portugal Air Summit, o culminar de quatro dias intensos deste certame que pretende reunir num só certame todos os intervenientes da cena aeronáutica e aeroespacial nacional.

Não sendo meu objectivo desenvolver os temas deste certame na sua plenitude, toda ela muito interessante - trabalho que implicaria uma reportagem longa in situ - irei debruçar-me um pouco, fotograficamente, sobre alguns aspectos do Airshow, razão primeira para a deslocação a tais paragens longínquas, na busca de algumas das exibições que eram afinal cabeças de cartaz, num programa ao qual o Pássaro de Ferro deu devida nota antecipadamente.

Já tinha intenção de ir ao Air Summit desde o ano passado, em verdade, na busca de alguns dos aviões que estão baseados em Ponte de Sor, os “clássicos”, na persecução de um dos temas a que me dedico, os Military Aviation Wrecks & Relics, e que integram o projecto em livro European Military Out Of Service.  Aliado a esses, o programa que foi sendo dado a conhecer fez crescer vontade de não falhar este ano!

Tenho para mim como referências apenas os festivais da Força Aérea Portuguesa, sobretudo os maiores e quando os aniversários da Arma estão aliados a exercícios como por exemplo o Tiger Meet (ex. 1987, 1996, 2002, e Real Thaw 2022), bem como os festivais aéreos civis nos quais se inserem eventos como as últimas edições do Estoril Air Show e também os Portugal Air Show em que participei. Reconheço serem referências parcas de alguém que viaja pouco.

Ainda assim, a expectativa era alta.

O Airshow, que integrou um sem número de exibições muito interessantes, com especial enfoque nos diversos sectores da aviação civil na aviação desportiva, incluiu as corridas aéreas integradas no campeonato Air Race Championship (ARC), exibições aéreas dos acrobatas Ramón Alonso, Jorge Macias, e Cástor Fantoba, todos eles fantásticos, bem como, num outro registo, o nosso amigo Luís Garção.

Não esquecendo a participação mais pequena, de um girocóptero do Campo de Voo de Benavente, não foram só as participações a solo, registo também a parelha Ramón Alonso/Jorge Macias, os Yakstars (que integra pilotos portugueses e espanhóis), e também a Team Raven inglesa. Destaque ainda para a operação, pela primeira vez aeródromo de Ponte de Sor, de um Airbus A320 da SATA.

No que concerne às participações militares, registaram-se as passagens aéreas da Força Aérea Portuguesa que incluíram uma parelha de TB-30 Epsilon da Esquadra 101, e um DHC1 Chipmunk da Academia da Força Aérea. A abertura do Airshow propriamente dito esteve a cargo de um FTB-337G da Fundación António Quintana, mas as duas exibições que mais gostei foram a do Super Lynx Mk.95A da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha Portuguesa (ainda que curtinha), e um fantástico Supermarine Spitfire HF.IXc.

O evento aéreo terminou com duas outras exibições muito curiosas, já noite, uma a cargo dos AeroSPARX, e outra, um espectáculo com drones.

Confesso que tenho de voltar para assistir ao evento na sua totalidade, e ao Airshow sem dúvida nenhuma. Que surpresas trará a próxima edição?

Agora vamos às fotos.



Para além da participação da Força Aérea Portuguesa no evento, com stand e exposição estática, registou-se adicionalmente neste dia a participação da Esquadra 101 “Roncos”, baseada em Beja (BA11), com uma parelha de TB-30 Epsilon a executar diversas passagens.

Acalentei a esperança de ver este clássico Antonov An-2 em voo de formação com os Yakstars, à semelhança do treino e exibição que ocorreu no início do mês de Outubro, em que inclusivamente fizeram  um voo de formação deste An-2 com oito Yak-52 (!!!), algo que com muita pena minha não aconteceu aqui.

Aqui vemos os Yakstars a taxiar para mais perto do público em preparação para a sua exibição.

Em primeiro plano o Airbus A-320 da SATA, e em fundo o piloto Cástor Fantoba, durante uma das suas passagens da ARC.

Aqui vemos na exposição estática, este foi o primeiro dos nossos Super Lynx’s a serem modernizados (19204)que inclui a « (…) modificação estrutural decorrente da instalação dos novos motores LHTEC CTS800-4N em substituição dos Rolls Royce Gem 42, sistemas de ajudas e navegação, substituição do painel de instrumentos por um glass cockpit com três ecrãs multifunções, novo guincho de salvamento hidráulico e sistema de amortecimento de vibrações do rotor principal


Um Cessna O-1 Birdog, da Fundación António Quintana, com um esquema de pintura muito curioso e que apenas vimos numa curta demonstração de voo. Repare-se que o aparelho está restaurado imaculadamente, até rockets tem suspensos nas asas!


A abrir o airshow, o FTB-337G da Fundación António Quintana, naquele que foi um dos “puxa-empurra” da FAP e que de resto já tinha tido oportunidade de ver em S. Jacinto em Agosto último.



Numa passagem muito baixa, à larga, Ramón Alonso parece descansar depois de 




Com um conjunto de passagens em formação e manobras a solo, os Yakstars nunca nos deixam de surpreender, pela dificuldade e o rigor da sua actuação, a formação integrou pilotos e aviões dos Yakstars e Jacob 52. Os Yakovlev Yak-52 destas patrulhas são conhecidos pelos seus esquemas de pintura “à antiga”, alguns deles foram recentemente descaracterizados, para um modo “politicamente correcto” …



Um outro acrobata a solo, Jorge Macias em passagem muito baixa, mais uma exibição de se lhe tirar o chapéu!


Tomou poucos minutos, a demonstração do Super Lynx Mk.95A da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha, executando um "fast rope" com um grupo de Fuzileiros, e algumas passagens, foi fantástica, ainda que fosse desejo de todos ver uma demonstração de performance "à moda antiga"...


Um dos pontos altos do festival, a exibição do Team Raven, composta de uma formação de seis aparelhos Ran's RV-8.






Se não houvesse razões para ir a Ponte de Sor, a demonstração de voo deste Supermarine Spitfire HF.IXc, pilotado pelo seu actual dono, Niel Parkingson, era mais que bastante. Já não via por cá uma exibição de um Spitfire desde os idos do Portugal Air Show.





Pela segunda vez em Portugal, os AeroSPARX , uma parelha com dois Grob 109b, que em modo nocturno aliam a acrobacia aérea a um show de pirotecnia, numa composição visual espectacular.

 


Texto: Rui “A-7” Ferreira
Entusiasta de aviação

Fotografia:  – Fernando Sousa, Floriano Morgado, Jorge Ruivo, e Rui Ferreira.

Nota: O autor do texto/reportagem escreve na grafia antiga.








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