quarta-feira, 22 de março de 2017

OPERAÇÃO SOPHIA NO MEDITERRÂNEO - LOBOS CONDECORADOS (M1883 - 20/2017)

Militares da Esquadra 601 condecorados pelo seu empenhamento na Operação SOPHIA         Foto:João Espinho

Os militares da Esquadra 601 - “Lobos” que participaram na Operação SOPHIA foram condecorados em cerimónia presidida pelo Comandante Aéreo, Tenente-general Joaquim Borrego, no dia 21 de março, na Base Aérea N.º11.

A Força Aérea Portuguesa participou, entre 14 de abril a 16 de junho de 2016, na Operação SOPHIA de responsabilidade da União Europeia, centrada no desmantelamento das redes de introdução clandestina de migrantes e de tráfico de pessoas na zona sul do Mediterrâneo Central.

O destacamento português, que integrou a força internacional da EUNAVFOR MED, foi constituído por 54 militares e uma aeronave P-3C Cup+, tendo realizado 47 missões de vigilância, reconhecimento e recolha de informações, num total de 107 horas de voo. Estes homens e mulheres ajudaram a resgatar mais de 3000 migrantes, em colaboração com as várias forças envolvidas na Operação.

Os P-3C CUP+ operados pela Esquadra 601 desde 2010, são uma moderna e poderosa plataforma de Informação,Vigilância e Reconhecimento (ISR), sendo equipamento de topo, relativamente ao que existe actualmente na Europa.
As suas capacidades foram já sobejamente comprovadas em vários teatros de operações, como o Atlântico, Mediterrâneo, Índico ou Báltico.
Muito para além da luta anti-submarina para a qual foram inicialmente criados, podem hoje em dia executar missões muito mais diversas e abrangentes, como a Busca e Salvamento até às áreas mais remotas do Atlântico, ou servir de plataforma de Controlo e Comando de forças combinadas (aérea, terrestre e naval), entre outras.

Vídeo captado pela câmara de vigilância do P-3C dos "Lobos", da detecção de barcos de migrantes no Mediterrâneo em Junho de 2016:



Fonte: FAP
Adaptação: Pássaro de Ferro

terça-feira, 21 de março de 2017

ROMÉNIA PRETENDE MAIS VINTE F-16 (M1882 - 19/2017)

Piloto e F-16 romenos em Monte Real


Tal como o Pássaro de Ferro tem vindo a dar conta, o "mercado de usados" de F-16 está bastante activo nos dias que correm.

Enquanto a Bulgária pondera a aquisição de oito F-16 a fornecer por Portugal e EUA, a Roménia, através do seu ministro da Defesa, confirmou o interesse em incorporar mais uma vintena de Vipers, na sua Arma Aérea.

Falando ao Parlamento romeno a 13 de Fevereiro passado, Beniamin Les declarou: "é minha intenção finalizar este ano, a decisão de ter mais 20 caças F-16. A Força Aérea Romena tem nove agora e terá doze até ao fim do ano, mas necessitamos mais, para reforçar as capacidades da nossa Força Aérea. Por princípio, a Roménia pretende comprar estes 20 caças aos EUA. Mais pormenores serão anunciados no devido tempo".

aquando da entrega dos primeiros seis F-16 comprados a Portugal, era conhecido o interesse romeno, mas apenas agora ficaram a ser conhecidos mais detalhes. Face a estas declarações, não é ainda claro até que ponto o negócio poderá envolver mais uma vez Portugal, para modernizar as células vindas dos EUA, ou não.

O Ministério da Defesa romeno pretende alcançar a meta de 2% do PIB para gastos de Defesa, após largos anos de orçamentos vacilantes, dada a crescente importância estratégica da região para a NATO.




sexta-feira, 17 de março de 2017

TORNADO: ORDEM PARA RETIRAR (M1881 - 18/2017)



Os Tornado despediram-se hoje da Escócia, com a desactivação da Esquadra XV (R) de Lossiemouth.
Para marcar a efeméride, um último voo oficial foi realizado, numa formação de cinco aeronaves, que sobrevoaram entre outros, locais marcantes para o treino das tripulações deste caça-bombardeiro a partir de Lossiemouth, como Leuchars, Aberdeen e o campo de tiro de Tain.




A Esquadra XV (R) chega também ao fim, depois de uma história de 102 anos, dos quais os últimos 24 anos, foi uma unidade de conversão de tripulações para o Tornado, fornecendo pilotos e oficiais de armamento prontos para o combate, às unidades da linha da frente. Com o aproximar do final de vida da frota Tornado GR4 na Royal Air Force, os derradeiros cursos de piloto e de "refrescamento" no modelo terminaram no final de Fevereiro pretérito, sendo por isso desactivada a Esquadra de Conversão.



O Tornado continuará contudo a voar com as cores britânicas até 2019, estando a partir de agora todas as unidades concentradas na base aérea de Marham, em Inglaterra.

A base de Lossiemouth, no noroeste da Escócia, fica restringida às três esquadras de Typhoon FGR4 que asseguram o Alerta de Reacção Rápida (RQA) do norte do Reino Unido, às quais se juntará uma mais, nos próximos tempos.
A base irá ainda sofrer obras de melhoramento da pista e outras infraestruturas e será a casa dos Boeing P-8 Poseidon de patrulhamento marítimo, quando entrarem ao serviço da RAF.



Fotos:MoD/Crown

quinta-feira, 16 de março de 2017

GOVERNO AUTORIZA COMPRA DE HELICÓPTEROS LIGEIROS PARA A FAP (M1880 - 17/2017)

Pintura comemorativa dos 50 anos do Alouette III na FAP

Pode ler-se em comunicado do Ministério da Defesa Nacional de hoje 16 de Março de 2017, a decisão tomada, para a aquisição de helicópteros ligeiros, destinados a substituição dos veneráveis SE-3160 Alouette III, em serviço na ForçAérea Portuguesa desde 1963:

"O Ministro da Defesa Nacional, José Alberto Azeredo Lopes, autorizou a alienação dos Alouette III pelo seu crescente obsoletismo tecnológico e a aquisição de cinco novos helicópteros ligeiros monomotor para os substituir.  Este investimento na modernização da Força Aérea, inscrito na Lei de Programação Militar, será executado entre 2018 e 2020, não podendo exceder os 20.5M€.

O Ministro da Defesa Nacional autorizou a aquisição de cinco helicópteros ligeiros monomotor (com a opção de até mais dois), incluindo treino, sobresselentes e material de apoio, para garantir a continuidade das missões efetuadas pelos helicópteros ligeiros monomotor, atualmente os Alouette III, como instrução de pilotagem de helicópteros, busca e salvamento, evacuação sanitária militar.

Além de modernizar e reforçar a capacidade das Forças Armadas, e da Força Aérea em particular, o governo autorizou esta alienação pelo crescente obsoletismo tecnológico do helicóptero Alouette III, ao serviço de Portugal e da Força Aérea há mais de 50 anos. A súbita escassez de componentes no mercado, associada à inexistência de uma entidade reparadora de motores, assim como de centros autorizados para efetuar grandes inspeções destas aeronaves inviabilizam a sua operação para lá de 2018.

O Alouette III é um helicóptero muito manobrável e versátil utilizado em operações de transporte aéreo, evacuações médicas, busca e salvamento, resgate no mar, apoio tático e geral, mobilidade e assalto, reconhecimento visual, e garantem a instrução básica de pilotagem de helicópteros. Estes helicópteros apoiam também, sempre que solicitado, missões de interesse público, contribuindo designadamente no apoio ao dispositivo de combate a incêndios. A Força Área dispõe presentemente de 6 aeronaves Alouette III.

O Ministro da Defesa Nacional delegou, com faculdade de subdelegação, no Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o General Manuel Rolo, a condução do procedimento, designadamente a aprovação do Programa, o Caderno de Encargos, a nomeação do júri, a seleção e negociação das propostas."



F-16BM DE REGRESSO AOS CÉUS APÓS ACIDENTE DE 2013 (M1879 - 16/2017)

15119 fotografado na BA5 a 13/3/2017 numa visita de estudo proporcionada pelo Instituto de Defesa Nacional        Foto: IDN


O F-16BM da FAP numero de cauda 15119, que sofreu um acidente na aterragem, a 23 de Janeiro de 2013, foi observado de novo operacional em Monte Real.

Os trabalhos de reparação dos danos causados pela aterragem dura na pista da BA5 há quatro anos atrás, foram finalmente concluídos, regressando por isso este F-16 bilugar ao serviço das Esquadras 201 e 301.

De notar que a FAP chegou a possuir um total de sete F-16 bilugares (n/c 15118 a 20 e 15137 a 40). O 15140 contudo, não chegaria a envergar as cores da nacionais, devido a acidente com perda total a 28 de Janeiro de 2008. Ja as células n/c 15137 a 39, seriam incluídas no contrato de venda com a Roménia. 

Com a inactivação temporária decorrente do acidente do 15119, significou que a FAP apenas pode contar com duas células bilugares, para o curso de adaptação de pilotos ao F-16, desde a alienação das aeronaves romenas.

O regresso do 15119 é por isso, sem duvida, uma boa noticia para os lados de Monte Real.
É igualmente sinonimo da capacidade técnica nacional, pela recuperação de mais uma aeronave acidentada, à semelhança do que sucedeu com o 15133.

A titulo de curiosidade, o 15119 encontra-se a voar no momento em que escrevemos este artigo, tal como é possível observar no Flight Radar:







quarta-feira, 15 de março de 2017

KC-390 CADA VEZ MAIS PRÓXIMO DA FAP (M1878 - 15/2017)

Embraer KC-390                                                           Ilustração: Embraer

Segundo noticia veiculada pela prestigiada agência noticiosa de defesa Jane's, a aquisição de "até seis aeronaves" KC-390, está a ser considerada pelo Ministério da Defesa português, para substituir gradualmente a frota de C-130H Hercules, actualmente em uso na Força Aérea Portuguesa (FAP).

Portugal terá realizado em Outubro de 2016, um pedido de informação acerca do modelo, que está actualmente a ser analisada, refere ainda a informação veiculada pela Jane's, obtida junto do Ministério da Defesa Nacional.

Comparativo do KC-390 com C-130J-30 e A400M


A maior aeronave já fabricada pela brasileira Embraer, que inclui cooperação de várias empresas portuguesas, serviria para a realização de operações de transporte de carga e tropas, combate a incêndios e reabastecimento aéreo, ainda de acordo com citação do Ministério da Defesa.

A participação da indústria portuguesa no programa KC-390 é vista como um factor preponderante numa eventual escolha deste modelo, para operar na FAP.
Não há contudo, para já, qualquer contrato assinado.

Entretanto, o programa de desenvolvimento e certificação do KC-390 prossegue actualmente no Chile, tal como o Pássaro de Ferro oportunamente noticiou, onde um dos protótipos se encontra a realizar testes de ventos cruzados.


PORTUGAL OFICIALIZA PROPOSTA DE F-16 À BULGÁRIA (M1877 - 14/2017)

Um dos F-16 alienados por Portugal para a Roménia

A Bulgária recebeu três ofertas provenientes de Itália, Suécia e Portugal, para o programa de aquisição caças, destinados a substituir a obsolescente frota de MiG-29, 
O programa contempla uma verba de cerca de 820M USD, de modo a poder dotar a Força Aérea daquele país, de equipamento de acordo com os standards NATO e reduzir igualmente a dependência de material de origem russa.

O Parlamento búlgaro aprovou em Junho de 2016 a compra de oito caças novos ou em segunda mão, com perspectiva de recepção das aeronaves entre 2018 e 2020.

Na segunda-feira, 13 de Março de 2017 o Ministério da Defesa de Sófia abriu propostas de "Portugal (com pacote logístico dos EUA), Suécia e Itália" segundo foi veiculado em declaração oficial. 
De notar que, tal como já comentado anteriormente, a proposta portuguesa não significará a redução da frota da Força Aérea Portuguesa, sendo as células de F-16, provenientes de excedentes dos EUA, a ser modernizadas em Portugal para posterior fornecimento à Bulgária. A proposta lusa será por isso de aviões em segunda mão, incluindo ainda armamento de origem americana.  

A Bulgária chegou a manifestar interesse nos F-16 já vendidos por Portugal à Roménia, tendo contudo entrado numa fase em que as negociações se encontravam avançadas com o país vizinho. De notar ainda, que numa primeira fase, Portugal disponibilizou apenas nove F-16 para essa encomenda, tendo a oferta subido posteriormente para doze, face à insistência romena neste número. De modo a não comprometer a operacionalidade da Força Aérea Portuguesa, cuja frota mínima foi definida em 30 aviões, foram adquiridas três células adicionais aos EUA, para modernização em Portugal, permitindo assim satisfazer a encomenda romena e manter a frota portuguesa no número estabelecido.
Depois do sucesso deste processo de venda  à Roménia,  a actual proposta portuguesa prevê por isso o mesmo método, para o fornecimento dos oito caças à Bulgária, podendo ainda ser replicado numa segunda encomenda para a Roménia.

Já a Itália propõe à Bulgária oito Eurofighter Typhoon igualmente em segunda mão, enquanto a Suécia oferece Gripen C/D novos, mesmo sendo necessário para tal reiniciar a linha de produção deste modelo.

Após o grupo de trabalho do Ministério da Defesa analisar as propostas, até ao fim do mês, serão iniciadas as conversações para a redacção do contrato. É contudo pouco provável que este seja assinado antes da constituição de um novo Governo, que sairá das eleições de 26 de Março.


Actualizado 15/03/2017, 18:20



quarta-feira, 1 de março de 2017

F-16 ROMENOS EXECUTAM PRIMEIRO REABASTECIMENTO AÉREO (M1876 - 13/2017)


Na terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017, a Esquadra 53 que opera os F-16 na Força Aérea Romena, executou pela primeira vez o treino de reabastecimento aéreo, desde que os caças foram recebidos no país dos Cárpatos.

As operações de reabastecimento aéreo foram realizadas com um avião tanque KC-135 Stratotanker pertencente a 100ª ARW da USAFE  (Força Aérea dos Estados Unidos na Europa).



Os reabastecimentos decorreram a altitudes de entre os 7000 e os 10.000 m, tanto de dia como de noite. A autonomia de voo de um F-16 é de cerca de três horas, sendo ampliada em cerca de duas horas através do reabastecimento no ar, um processo que leva apenas alguns minutos.

Os pilotos romenos receberam a qualificação para tais procedimentos, durante o curso de voo em F-16, realizado em Portugal.







Ainda em vídeo:

F-16AM

F-16BM



Fotos: FA Romena

MIRAGE À LA JAGUAR (M1875 - 12/2017)

O Mirage 2000 pintado com as cores dos Jaguar do Armée de L'Air


O Armée de L'Air francês divulgou hoje as imagens de um Mirage 2000D pintado em cores "chocolate-baunilha", em homenagem aos Jaguar da Esquadra de Caça 3/3 Ardennes que realizaram os ataques a Ouadi Doum há 30 anos atrás.

A apresentação foi realizada ontem 28 de Fevereiro de 2017, numa pequena cerimónia realizada na Base Aérea 133 em Nancy-Ochey, para a qual foram convidados os antigos membros da Esquadra 3/3.

A pintura original dos Jaguar do raide a Ouadi Doum


Os raides a Ouadi Doum , em 16 Fevereiro de 1986 e 7 de Janeiro 1987, tiveram como objectivo inutilizar aquela base aérea no norte do Chade sob controlo líbio, após as forças de Kadaffi terem recusado retirar conforme o acordo de paz assinado.








Vídeo das operações francesas no Chade em 1986/87:



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BOMBA "PESCADA" NA NAZARÉ DESACTIVADA PELA MARINHA (M1874 - 11/2017)

O engenho apanhado nas redes do pesqueiro "Mal Salgado"        Foto:Marinha Portuguesa


Uma embarcação pesqueira da Nazaré trouxe esta segunda-feira uma surpresa nas redes. Uma bomba militar.
Apesar de se estar a atravessar o período carnavalesco, a bomba não era a brincar, motivo pelo qual o porto da Nazaré foi isolado num raio de 300m.

O engenho encontrava-se em "elevado estado de corrosão", razão para cuidados redobrados, de modo a não despoletar inadvertidamente a sua carga explosiva.
Segundo o capitão do porto da Nazaré, Lourenço Gorricho, tratar-se-ia de "uma bomba semelhante às usadas pela aviação", tipo Mk.82, contendo 202 Kg de explosivo H6, equivalente a 600 Kg de TNT.


Bombas Mk.82 Snakeye de queda retardada com sistema aberto accionado na queda (esq.) e fechado (dir)


Observando o engenho com atenção, parece de facto tratar-se de uma Snakeye Mk.82, devido à forma da parte posterior, onde engataria o sistema de retardamento de queda. Não deverá trata-se de uma bomba da II Guerra Mundial, como chegou  a ser ventilado.
Estas bombas servem principalmente para bombardeamento a baixa altitude e foram extensivamente utilizadas principalmente pelos A-7P em Portugal, nesse tipo de missão.  Embora conste ainda do arsenal do F-16, caiu algo em desuso devido à preferência por munições e tácticas alternativas para o mesmo tipo de objectivos marítimos.
A sua procedência e idade não são certas contudo, devido à ausência de qualquer marcação que a identificasse positivamente, embora o estado de corrosão sugira poder ser de facto da época do A-7P Corsair II, ou até do Fiat G.91, que igualmente utilizou o mesmo tipo de bomba.
Outra possibilidade ainda, a não colocar de lado, é o P-3, que possui na sua panóplia quer as Snakeye Mk.82, quer a mina Mk.36, que não é mais do que uma Mk.82 modificada.


Mergulhadores da Marinha Portuguesa nos trabalhos preparatórios da detonação controlada     Foto:Marinha Portuguesa


Segundo informação da Marinha Portuguesa, após a comunicação da embarcação de pesca "Mar Salgado", esta manhã com as autoridades, informando que tinha a bordo um engenho explosivo, foi imediatamente activada, pela autoridade marítima local, a Polícia Marítima que se dirigiu para a área e estabeleceu o perímetro de segurança no porto.

A equipa de mergulhadores da Marinha analisou primeiro à distância, as imagens recolhidas do engenho, de 1,50 a 1,60 mts de comprimento, que pela tipologia aparentava ser uma Mk.82, suspeitando-se por isso do referido poder explosivo equivalente a 600 Kg de TNT.

Entretanto chegada ao local, a equipa de mergulhadores reavaliou a situação e elaborou o plano de acção, que passaria por sair para fora do porto da Nazaré - para uma área com um perímetro de segurança de mil metros, garantidos pela Polícia Marítima, estando também o Instituto de Socorros a Náufragos no local - afundar o engenho explosivo a 20 metros de profundidade e depois proceder à contra-detonação, garantido desta forma a segurança para pessoas e embarcações. De realçar a colaboração do Mestre do arrastão que devido ao peso da bomba prestou-se em transportar para o local onde foi afundada e contra-detonada pelos mergulhadores da Marinha.


 A equipa de mergulhadores destacados para a Nazaré, pertencem ao Destacamento de Mergulhadores Sapadores (DMS) Nº1 cujas áreas de actuação são essencialmente:
•Reconhecer e inactivar engenhos explosivos convencionais ou improvisados, na área de responsabilidade da Marinha e em áreas de conflito;
•Realizar acções de vistoria a cais de desembarque e obras-vivas de navios;
•Realizar o reconhecimento táctico de costa;
•Efectuar limpeza de obstáculos ou engenhos explosivos em canais de acesso, praias e locais de desembarque;
•Realizar acções ofensivas e defensivas de sabotagem submarina;
•Colaborar com as entidades responsáveis na repressão de actividades ilícitas;
•Apoiar os serviços de Protecção Civil em situações de catástrofe, calamidade ou acidente;
•Participar em exercícios nacionais e internacionais.



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