Sábado, 25 de Maio de 2013

OPEN GATE 76 (M1013 - 152PM/2013)

Nord N-2501 Noratlas

Após ter regressado de Angola, fui colocado na BA3, em Tancos. Continuei a voar no Noratlas.
Na sequência fui nomeado para me deslocar para o Montijo para integrar as Forças Orange do Exercício Conjunto da NATO denominado OPEN GATE 76.
No Montijo procurei saber qual a missão em termos concretos. Fui informado que efectuaria um voo diário com missões variadas. 
Verificou-se que o Nord não estava equipado com equipamento rádio adequado mas, mesmo assim, faríamos as missões, servindo a Região Aérea como “relay” das comunicações para a chefia de OPEN GATE. 

1º dia e 1ª missão

Mandaram-me algures, cerca de 150 milhas, a SW de Lisboa e, aí chegado executar reconhecimento tipo caixa e anotar o que visse. Por incrível que pareça, conseguimos avistar, (no mar):
•    Uma sonobóia das utilizadas na pesquisa de submarinos;
•    Um submarino a navegar submerso com periscópio. O mar estava um “espelho” e de repente uma pequeno borbulhar à superfície levou-nos a sobrevoar a área e, debaixo de água, uma máquina em movimento. Na altura só sabia que era um submarino mas, na reunião pós-missão quando me abriram o livro para indicar o que tinha visto e apontei, ouvi uma salva de palmas – era um submarino nuclear. Os nossos colegas da anti-submarina do Montijo reconheciam que nunca tinham visto nenhum submarino nuclear submerso.
•    Sorte e boas informações de quem nos indicou a área a pesquisar.

2º dia e 2ª missão

Fomos enviados para uma área parecida com o dia anterior mas mais para o largo. O tempo estava bom, sem vento, mar “espelhado” e nós voando a rasar o mar para não sermos detectados.
De repente, um espectáculo surpreendente, depara-se-nos uma Esquadra, em quadrado, em movimento. Não sei quantos navios seriam, mas talvez uns 20. Perto disso.
Aproximámo-nos e quando já estávamos a cerca de uma milha, a Esquadra começa a rodar para nós mas, pouco rodaram, pois alcançámos os navios rapidamente. Comecei a rodar junto aos primeiros e, de seguida abandonei a área.
No breafing após a aterragem alguém me pergunta se alguma coisa me chamou a atenção. A minha resposta foi: nos primeiros 2 navios vi içarem bandeiras. De que cor? Pretas e outras. Perguntaram-me se sabia o significado disso. Não sabia. Resposta: os navios deram-se como afundados.
Pressupunha-se que o avião levaria 2 misseis anti-navio.

3º dia, 3ª missão

Missão idêntica. O tempo estava totalmente nublado, com aguaceiros esparsos. No mar eram visíveis as colunas de chuva.
De repente, após circundar um aguaceiro, avisto um porta-aviões.
Mais uma vez atingia um alvo sem ser detectado. Mas aqui tive mais cuidado pois sabia que os porta-aviões não gostam de brincadeiras por questões de segurança. Dei a volta e afastei-me.
Foram um show estas missões. Diga-se que utilizava um avião com pintura anti-reflectora e ao voar a rapar o mar, tornava-se difícil a detecção.

Passado algum tempo entregam-me a mensagem seguinte:
 

NOTA: Alguns dos relatos que se seguem necessitam de algum esclarecimento para melhor enquadramento na época (1975).
Em Fevereiro sou enviado para Luanda para reforçar os NordAtlas na sua missão prioritária na época – colaboração na Ponte Aérea para os “retornados”. A nossa missão era a de retirar os refugiados de toda Angola para os aeroportos de Nova Lisboa e Luanda, onde funcionava a Ponte Aérea com meios aéreos para o exterior.
 Foi um período extraordinariamente complicado vivendo-se situações incríveis.
Tragédias humanas complicadas para se contar… O melhor será esquecer. Não falarei nisso.
Relatarei casos anormais mas susceptíveis de serem apreciados pelo ineditismo. Alguns até diria mesmo caricatos. 

Texto: Cap. (Ref) Fernando Moutinho

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

TYPHOON DE ALERTA ESCOLTAM AVIÃO COMERCIAL (M1012 - 151PM/2013)


Parelha de Typhoon     Foto: RAF/Leuchars

Dois homens foram presos hoje no aeroporto de Stansted, Reino Unido, devido a suspeita de ameaça da aeronave em que viajavam, a partir do Paquistão para Manchester, revelou a Polícia de Essex.
O Ministério da Defesa confirmou que os Typhoon, de RAF Coningsby em Lincolnshire, acompanharam o voo da Pakistan International Airlines desviado de Manchester para o Aeroporto de Stansted. A companhia aérea disse que a decisão de divergir o voo para Stansted foi tomada por razões de segurança, enquanto do aeroporto chegaram informações de  que ninguém ficou ferido no incidente.

O voo da Pakistan International Airlines PK709 , vindo de Lahore para Manchester. O Aeroporto de Manchester confirmou que havia 297 passageiros a bordo.

Segundo se sabe, o incidente aconteceu cerca de 10 minutos antes da hora prevista para a aterragem em Manchester às 14:00 horas.

A aeronave seguia originalmente em direcção a Manchester, quando foi reencaminhada e enviado pelo  Mar do Norte antes de se dirigir finalmente para Stanstead (Londres norte). Após a aterragem em segurança, a aeronave foi isolada - uma medida que pode ser considerada de precaução.

Já a 7 de setembro de 2011, o mesmo avião, no mesmo voo - a partir de Lahore para Manchester - teve então que ser desviado para Stanstead, devido a uma ameaça de bomba.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse que o incidente era agora um caso de polícia e "o nosso envolvimento está concluído". Referiu ainda que os caças Typhoon de alerta podem ser ativados sempre que o piloto ou a tripulação de um avião de passageiros emitam um sinal de emergência.
"A intenção de colocar os caças no ar é investigar a situação", disse. "Muitas vezes, quando uma aeronave de Alerta Rápido é lançada, os detalhes não são conhecidas, mas sabe-se que um sinal de alerta foi emitido. "Parte do propósito de colocar um Typhoon no ar, é para dar uma olhadela e ver o que eles podem ver."

O Ministério da Defesa não confirma por enquanto qual a gravidade do incidente.

Fonte: Independent
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


INTERCEÇÃO SOBRE A AMAZÓNIA (M1011 - 150PM/2013)








Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) intercetou, na manhã de quinta-feira (23/5), um avião de pequeno porte não identificado pelos radares a cerca de 200 km da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O acionamento ocorreu por volta das 9 horas. O helicóptero de ataque AH-2 Sabre (Mi-35) do Esquadrão Poti (2º/8º GAV) descolou em menos de 10 minutos da Base Aérea de Porto Velho (BAPV).
“Fizemos um reconhecimento à distância e a foto-filmagem da aeronave para averiguação de dados, além de um acompanhamento por dez minutos. As informações foram repassadas para o controlo de defesa aérea e, depois de analisadas, a aeronave seguiu sua rota  normalmente, pois não foram constatadas irregularidades”, ressalvou o piloto do helicóptero.
“Esse tipo de missão, de policiamento aéreo, é rotineira para o Esquadrão Poti na Amazónia Ocidental. O Sabre já foi utilizado na Rio + 20 e será empregado também nos próximos grandes eventos programados para o Brasil”, explicou o chefe da secção de operações do esquadrão.
O policiamento do espaço aéreo brasileiro faz parte da Operação Ágata 7, do Ministério da Defesa, que tem o objetivo de combater o tráfico de ilícitos na região de fronteira.

No Brasil , país com extensas fronteiras com países tradicionalmente produtores de drogas ilegais, em grande parte localizadas em áreas remotas e de selva, a vigilância por meios aéreos é de primordial importância. Existem por isso unidades dedicadas a intercetar os designados slow movers (aeronaves de pequeno porte e baixa velocidade) em que se deslocam muitas vezes os traficantes, que de outro modo poderiam ser difíceis de intercetar por meios mais poderosos, como os caças a jato. As diferenças de performance para os comummente designados caças, obrigam por isso ao uso de aeronaves específicas, como helicópteros armados (no caso os Mi-35) ou aviões a hélice como os A-29 Super Tucano.
A legislação brasileira foi também adaptada para fazer face a este tipo de situações, através do que é conhecido com a "Lei do Abate", datada de 2004, que define os procedimentos a adotar.

Com o aumento de situações do tipo em Portugal, predominantemente com procedência do norte de África, seria talvez de ponderar também a adaptação da legislação e meios existentes no país, em concordância.

Outros casos similares ocorridos:

Vídeo de aeronave intercetada por Super Tucano da FAB e obrigada a aterrar


Vídeo de abate de aeronave por Tucano Colombiano
 

Fonte: Agência Força Aérea
Adaptação: Pássaro de Ferro


Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

ESTADOS UNIDOS AVANÇAM PARA FORNECIMENTO DE AVIÕES E PANÓPLIA À COREIA DO SUL (M1010 - 44AL/2013)


 F-35 (autor desconhecido)
O Departamento de Defesa dos EUA notificou formalmente o Congresso sobre a possível venda de armas à Coreia do Sul, tudo apontando para o Boeing F-15 Silent Eagle e Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter, que estão a responder ao "concurso" para o fornecimento de 60 aeronaves de combate.
O governo de Seul deverá tomar uma decisão muito provavelmente neste verão, naquele que será um dos grandes contratos para a aquisição de um avião de combate. O terceiro candidato neste concurso é o europeu Eurofighter Typhoon.

Eurofighter Typhoon

O envelope de armas para o F-15SE vai custar cerca de 823 milhões dólares, enquanto que para o F-35 se cifrará em 793 milhões dólares.
 Os elementos-chave de ambos os pacotes de armamento incluem 274 Raytheon AIM-120C-7 AMRAAM mísseis de médio alcance ar-ar, várias centenas de Joint Direct Attack Munition (JDAM) kits de cauda, ​​542 bombas Boeing GBU-39 / B de pequeno diâmetro e outras armas.

F-15SE - Silent Eagle (autor desconhecido)
A lista de armas para os dois tipos de aeronave é vocacionada para missões de ataque ao solo. Na hipótese de um conflito aramado na península coreana, força aérea da Coreia do Norte, tida como obsoleta seria, segundo os estrategas norte-americanos e sul coreanos, rapidamente destruída. 
Todavia, Pyongyang tem, tanto quanto se sabe, até 1.000 peças de artilharia em locais abrigados e na linha de fronteira com o inimigo do sul. A neutralização esta ameaça seria uma missão primordial da força aérea sul-coreana nos primeiros dias da hipotética guerra.

Fonte: Flightglobal
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

RED ARROWS: CLEARED TO TAKE-OFF! (M1009 - 149PM/2013)











A mítica patrulha acrobática da Royal Air Force (RAF), recebeu no dia 17 de maio de 2013,  Autorização de Apresentação Pública (PDA)  pelo Chefe do Estado-Maior, Air Chief Marshal Sir Stephen Dalton.

A PDA só é concedida quando a patrulha tenha preenchido os critérios para que o Chefe de Estado-Maior esteja convencido de que a exibição é segura e irá representar a velocidade, agilidade e precisão da Royal Air Force, de modo que seja motivo de credibilidade para o Reino Unido, bem como para a RAF.



Para se preparar, a patrulha treinou até três vezes por dia o programa da exibição, num treino exigente e intensivo conhecido como "Exercício da Spring Hawk". 
Nos últimos cinco treinos, juntaram-se a eles Sir Dalton, e e o Vice Chefe de Estado-Maior Mike Lloyd, Comandante do Grupo de Treino 22 (Formação)  da RAF. Os dois oficiais presenciaram ainda os briefings antes de cada treino, assistiram ou voaram nos treinos do programa de exibição, tendo participado também nos debriefings subsequentes. A visita culminou com a patrulha a  realizar dois programas completos, de modo a obter a Autorização de Exibição Pública.


Depois de ter conseguido a autorização para exibições públicas, a equipa de pilotos para a época de 2013 recebeu os seus famosos fatos de voo vermelhos, enquanto os elementos da equipa de terra ('The Blues') podem agora envergar os seu fatos azuis.

De recordar que a após algumas temporadas conturbadas, devido a acidentes que vitimaram vários pilotos da patrulha, tendo atuado por essa razão com formações atípicas, os Red Arrows regressam esta época ao formato clássico de nove aviões Hawk T.1, pelo que a obtenção da Autorização de Apresentação Pública, se reveste este ano de especial significado.


Fonte: Royal Air Force
Imagens: Red Arrows/RAF
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

MESA REDONDA "40 ANOS DOS TRÊS Gs DA GUINÉ" (M1008 - 148PM/2013)



A Linha de Investigação “História do Regionalismo e do Nacionalismo, do Colonialismo e do Anticolonialismo”, do Grupo de História e Memória, do CEIS20/UC, vai realizar uma Mesa Redonda a ter lugar no dia 23 de Maio de 2013, pelas 14h, na Sala Francisco Sá de Miranda, na Casa Municipal da Cultura, em Coimbra.
Sob o tema “GUIDAGE (Cumbamori), GUILEDJE, GADAMAEL: 40 ANOS DOS 3 Gs DA GUERRA NA GUINÉ” o debate será moderado pelo Prof Dr. Luís Reis Torgal e contará com a presença das seguintes individualidades:
Coronel Coutinho Lima
Coronel Ferreira da Silva
Coronel José Calheiros
Coronel Raúl Folques
Tenente-Coronel Sandji Fati
Comandante Pedro Lauret
Dr. Osvaldo Lopes da Silva (PAIGC)


Terça-feira, 21 de Maio de 2013

PRIMEIRO BOEING P-8I ENTREGUE À ÍNDIA (M1007 - 147PM/2013)

Boeing P-8I à chegada a Rajali      Foto: Boeing

O primeiro Boeing P-8I, aeronave de reconhecimento marítimo e anti-submarino de longo alcance, foi entregue dia 15 de maio de 2013  na base aeronaval de Rajali, na Índia. 
Este P-8I é uma das oito aeronaves a construir pela Boeing para a Índia, no seguimento de um contrato celebrado em 2009.  
"A Boeing tem orgulho de entregar esta aeronave avançada para atender às necessidades exclusivas de patrulha marítima da Marinha indiana", disse Chris Chadwick, presidente da Boeing Military Aircraft. "A equipa do P-8I, que inclui o nosso cliente e fornecedores indianos, tem feito um trabalho fantástico em conjunto e estamos no caminho certo para entregar mais dois aviões P-8I, ainda este ano."
Com base nos aviões comerciais Boeing 737 Next-Generation, o P-8I é a variante para a Marinha indiana do P-8A Poseidon, que a Boeing está a desenvolver com a Marinha os EUA (US Navy). 
O P-8I incorpora não apenas recursos específicos e únicos para a versão indiana, mas também subsistemas construídos na Índia, adaptados às necessidades de patrulha marítima do país.

A Índia é assim o primeiro utilizador internacional do P-8, e o segundo apenas atrás da US Navy. A Austrália tem também encomendas de oito aeronaves do tipo pendentes, com entregas previstas a partir de 2016.

Fonte: Boeing
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

RÚSSIA OFERECEU CAÇAS SU-35 AO BRASIL (M1006 - 146PM/2013)


Para ver o Su-35 em paisagens mais quentes no futuro?    Foto:Sukhoi Company

O namoro entre Rússia e Brasil não é de agora, relativamente a material militar, com contactos ao mais alto nível entre os dois países, de há já algum tempo a esta parte.
Apesar do Sukhoi Su-35 ter sido retirado do concurso FX-2 para a aquisição de um caça avançado para a Força Aérea Brasileira, Sergei Ladygin CEO da Rosoboronexport adiantou em Lima, Peru, onde se deslocou à feira de defesa, que o caça foi oferecido ao Brasil paralelamente ao concurso a decorrer. Recorde-se que ao FX-2 concorrem Dassault Rafale, Boeing F/A-18 Super Hornet e Saab Gripen NG.
Segundo o mesmo gestor, a oferta inclui ainda o sistema de defesa anti-aérea Pantir-S e transferência total da tecnologia do Su-35 para a indústria brasileira: "Estamos preparados para transferir 100% da tecnologia de produção do caça Su-35, incluindo elementos de 5ª Geração".
O Sukhoi Su-35 é considerado uma caça de Geração 4++, incluindo tecnologia já de 5ª Geração. Está equipado com duas turbinas 117S (Saturn AL-41F1A) vetorizadas, combinando elevada manobrabilidade com a capacidade de lidar com múltiplos alvos aéreos simultaneamente, através de mísseis guiados e não guiados pelo próprio avião.
As primeiras unidades entraram ao serviço operacional da Força Aérea Russa no final de 2012.

O sistema de defesa anti-aérea Pantsir-S produzido pela KBP, é um sistema móvel montado em camião, que inclui radar de controlo de fogo e sensor  eletro-ótico que comandam dois canhões de 30mm e até 12 mísseis 57E6 guiados por radar de curto alcance, projetados para fazer face a alvos a voar a baixa altitude. Segundo a KBP, o alcance útil do sistema é de 20km (mísseis) e 4 km (canhões) e já foi exportado para Emirados Árabes Unidos, Síria e Argélia.

Segundo Ladygin, a proposta está atualmente a ser examinada pelas autoridades brasileiras.

Fonte: RIA Novosti
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


PERU MODERNIZA FROTA MIG-29 (M1005 - 145PM/2013)


MiG-29 peruano   Foto: Sergio de la Puente via Wikipedia

A Rússia e o Peru vão assinar até o final de maio um contrato para atualização da frota de caças Mikoyan Gurevich MiG-29 Fulcrum daquele país sul-americano, anunciou ontem 20 de maio, Konstantin Biryulin, vice-chefe do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar da Rússia. 
O Peru adquiriu cerca de 20 MiG-29 à Bielorússia em 1997. Segundo o site defenseindustrydaily.com, dentre estes, oito terão sido modernizados do padrão MiG-29S em que foram adquiridos, para o modelo MiG-29SMT, através de contrato de 2008, concluído no decurso de 2012 pela UAC russa.
 Biryulin não especificou qual a empresa que irá realizar a próxima atualização, que melhorias incluirá, ou quantos aviões estão envolvidos. 
Ainda durante o ano transato, foi completado na Rússia um upgrade aos helicópteros de ataque peruanos também de fabrico russo Mi-25, no valor de 20M USD. 
A Força Aérea do Peru opera ainda um total de 16 Mi-25 e helicópteros Mi-35P e ainda 18 aviões Su-25 de fabrico russo. 

Fonte: RIA Novosti
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

F-35B COMPLETA PRIMEIRA DESCOLAGEM VERTICAL (M1004 - 144PM/2013)

Protótipo do F-35B s/n BF-01 que executou a primeira descolagem vertical   Foto: Lockheed Martin


A Lockheed Martin divulgou hoje imagens da primeira descolagem vertical realizada com sucesso por um F-35B. O voo teve lugar na base aeronaval de Patuxent River no estado de Maryland, EUA, a 10 de maio de 2013.
A capacidade de descolar verticalmente, é um dos requisitos necessários para a utilização operacional dos F-35B. Apesar de não se tratar de uma capacidade de combate, as descolagens verticais são necessárias para quando é necessário reposicionar a aeronave em ambientes em que as descolagens curtas não são possíveis. Em tais situações, a aeronave, com uma quantidade limitada de combustível, poderá executar uma descolagem vertical e deslocar-se dentro de um curto raio de ação.

O feito veio trazer alguma tranquilidade à gestão do programa de desenvolvimento do modelo mais complexo dos F-35, que atravessou sérios problemas devido à complexidade do sistema de sustentação vertical, e que tem maiores atrasos, relativamente à entrada prevista inicialmente em serviço.
De recordar que o modelo A é o de aterragem e descolagem convencionais , o modelo C é destinado ao uso em porta-aviões convencionais (de catapulta e aterragem com gancho) e o modelo B de descolagem curta e aterragem vertical (STOVL) para uso a partir de porta-aviões de rampa, ou pistas curtas.

O F-35B que executou a primeira descolagem vertical do programa, foi o protótipo BF-01, no seu 286º voo.

Vídeo:


Fonte: Lockheed Martin
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro



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