terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

LYNX MODERNIZADO DA MARINHA PORTUGUESA JÁ VOA [M2098 – 16/2020]

Foto: Marinha Portuguesa


O primeiro dos cinco helicópteros Lynx Mk.95 da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha, submetido a trabalhos de modernização, realizou em Yeovil, Reino Unido, o primeiro voo de experiência, no passado dia 14 de Fevereiro de 2020.

Foto: Marinha Portuguesa

Em operação pela Marinha Portuguesa desde 1993, a frota Lynx Mk.95 atingiu em 2015 a condição de meia-vida, tendo sido assinado um contrato no dia 21 de julho de 2016 com a Leonardo (ex-AgustaWestland, fabricante do modelo) com o objectivo da modernização dos helicópteros, tendo sido iniciados os trabalhos em Setembro do mesmo ano.

Os cinco helicópteros estão a ser sujeitos a trabalhos de modificação estrutural decorrentes da instalação de novos motores LHTEC CTS800-4N em substituição dos Rolls Royce Gem 42. Na área dos aviónicos encontram-se a ser efectuados upgrades aos sistemas de ajudas e navegação, sendo introduzidos sistemas actualizados de navegação inercial.

Foto: Marinha Portuguesa

No âmbito destas intervenções, decorrem ainda trabalhos de substituição do painel de instrumentos, para o conceito de glass cockpit, com três ecrãs multifunções e do guincho de salvamento hidráulico, por um guincho eléctrico de maior fiabilidade, bem como a instalação de um sistema de amortecimento de vibrações do rotor principal.



O primeiro helicóptero modernizado (n/c 19204) tem chegada prevista a Portugal para o final do primeiro semestre deste ano. O modelo passará a designar-se Lynx Mk.95A.






quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

OPERAÇÕES INTERNACIONAIS EM 2020 [M2097 – 15/2020]

Destacamento de F-16 na Polónia em 2019 ao abrigo do Enhanced Air Policing da NATO. Repetir-se-á em 2020

O Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) revelou ontem no sítio de internet da instituição, as operações internacionais previstas para o corrente ano de 2020.

Ainda segundo o EMGFA, os destacamentos de Forças Nacionais a empenhar em operações de cariz internacional, reflectem a materialização dos interesses nacionais no âmbito dos compromissos assumidos com as organizações internacionais que Portugal integra, designadamente a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a União Europeia (UE) e a Organização das Nações Unidas (ONU), bem como no quadro bilateral ou multilateral, com países aliados e amigos.

Estas acções foram planeadas de acordo com a orientação de política externa do país, com os seguintes objectivos definidos:

Reforçar presença no Atlântico como espaço prioritário de interesse estratégico nomeadamente através de missões de fiscalização conjunta e exercícios de segurança marítima no Golfo da Guiné.

Privilegiar missões e operações que contribuam para:
• a estabilidade da nossa vizinhança próxima, em particular, o Magrebe e Sahel;
• demonstrar o compromisso e solidariedade com a segurança e defesa dos Aliados NATO;
• implementar a Estratégia Global da União Europeia;
• assegurar papel activo e credível na produção de segurança no quadro da ONU.

Manter a presença no Mediterrâneo como espaço de interesse nacional nomeadamente através de missões de fiscalização conjunta e exercícios de segurança marítima.

Prosseguir a participação nacional no quadro do combate ao terrorismo transnacional.

Garantir um equilíbrio do contributo nacional para as missões e operações ONU, UE e NATO.

Participar em actividades de capacitação institucional no domínio da defesa.


Relativamente a actividades que envolvam o destacamento de meios aéreos, estão previstas por isso as seguintes operações:

MISSÕES NATO

Enhanced Air Policing (Polónia)
4 F-16AM e cerca de 95 militares (2 meses a designar)
Objectivos: Assegurar, coletivamente e de forma contínua, a capacidade de rapidamente reagir a violações do espaço aéreo da Aliança.
Ver missão de 2019

Operação Sea Guardian (Mediterrâneo)
1 P-3C CUP+ e cerca de 13 militares (1 missão/mês, até 8 meses a designar)
Objectivos: Contribuir para a segurança marítima no Mediterrâneo através do incremento do conhecimento situacional marítimo e da capacitação de parceiros.
Ver missão de 2014

NATO Response Force
1 fragata
6 F-16AM
1 P-3C CUP+
Prontidão a 7 dias no âmbito da Very High Readiness Joint Task Force (VJTF)
Ver artigo sobre a NRF

MISSÕES ONU

MINUSCA - United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic
De momento as Forças e Meios previstas pertencem ao Exército. Procura-se uma solução para o apoio por aeronaves de asas rotativas, que contudo já não deverá ocorrer durante 2020.
Objectivos: Apoiar a comunidade internacional na reforma do sector de segurança do Estado, contribuindo para a segurança e a estabilização do país.
Ver artigo sobre a MINUSCA

MINUSMA - United Nations Multidimensional Integrated Stabilization Mission in Mali
1 C295M e cerca de 75 militares (até 6 meses de Maio a Novembro)
Objectivos: Apoiar o processo de transição, contribuindo para a estabilização do país.
Ver artigo sobre a MINUSMA


Missões no âmbito dos acordos bilaterais e multilaterais

Grupo Aero-Naval do porta-aviões Charles de Gaulle (Mediterrâneo)
Fragata com helicóptero Lynx Mk.95 e cerca de 195 militares (1 mês, 1º semestre)
Objectivos: Contribuir para a segurança cooperativa e colectiva no Mediterrâneo. Apoiar a acção externa do Estado.

African Maritime Law Enforcement Partnership (Golfo da Guiné)
1 P-3C CUP+ e até 46 militares (até 15 dias em Junho)
Objectivos: Apoiar, no âmbito da iniciativa das Forças Armadas norte-americanas, as autoridades locais no desenvolvimento de capacidades de segurança marítima.
Ver artigo sobre o Obangame Express

Para informação acerca da totalidade dos meios técnicos e humanos das Forças Armadas Portuguesa envolvidas em operações externas em 2020, recomenda-se consultar a infografia do EMGFA.




DESTACAMENTO DA 480th FS EM MONTE REAL - [M2096 – 14/2020]


Continua, até 22 de fevereiro, o destacamento dos 18 F-16CJ/DJ da 480th FS de Spangdahlem, juntamente com os 350 militares que tornam possível a operação fora da sua MOB.
Tem sido cumpridas missões juntamente com os F-16 nacionais e partilhado know how em diversas áreas da operação do sistema de armas comum (F-16).








O Pássaro de Ferro agradece ao MC a cedência das fotografias.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

POLÓNIA COM O F-35 - [M2095 – 13/2020]

Delegação polaca na assinatura do contrato em Deblin, EUA

Foi hoje assinada a LOA - Leter of Offer and Acceptance para a aquisição do sistema de armas Lockheed Martin F-35A Lightning II.
A Polónia será, assim, o 14º país do mundo e o 10 º da NATO a operar este caça de 5ª geração.

Mockup de um F-35 com as insígnias polacas.

Numa primeira fase serão adquiridas 32 unidades cujas entregas começarão em 2024, sendo que se espera que uma esquadra destas aeronaves esteja operacional em 2026. Até 2030 a Polónia espera ter uma segunda esquadra de F-35.

O contrato ora assinado inclui:
-entrega de 32 aeronaves F-35A e 33 motores F-135 entre 2024-2030 com equipamento de tarefas, equipamento de assistência em terra e equipamento de pilotos
-entrega de elementos do sistema de treino às bases aéreas da Polónia, incluindo oito simuladores de missão completos
-fornecimento de suporte técnico e logístico como parte do sistema Global Support Solution (GSS), que garantirá o nível de operação necessário das aeronaves F-35A nas Forças Armadas Polacas até 2030
-entrega do sistema de TI ALlS - Sistema de Informações Logísticas Automáticas, necessário para gerir a operação de aeronaves F-35A,
-treino de pessoal técnico e de voo, ou seja, 24 pilotos e aproximadamente 100 técnicos.



quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

SAFRAN ASSEGURA MANUTENÇÃO DE MOTORES DA FROTA MERLIN DA FAP [M2094 – 12/2020]

EH101 Merlin da Força Aérea Portuguesa

A Safran Helicopter Engines assinou um contrato de dez anos com a Força Aérea Portuguesa (FAP) para apoiar os motores RTM322 da frota EH101 Merlin. Mais de 38 motores estão agora cobertos pelo Pacote de Suporte Global (GSP) da Safran.

A Esquadra 751 da FAP opera uma frota de doze EH101 Merlin, um helicóptero trimotor de médio/grande porte, que conheceu sempre muitas dificuldades operacionais ao longo dos anos de serviço com as cores portuguesas, em grande parte devido aos contratos de manutenção, que não foram devidamente assegurados, aquando da aquisição dos aparelhos.

Apesar de se tratar de um helicóptero com capacidade táctica, usado já em teatro de guerra por Reino Unido, Itália e mais recentemente Dinamarca, tem estado a ser usado praticamente apenas em missões de busca e salvamento pela FAP, quando as Forças Nacionais destacas na República Centro Africana necessitam urgentemente de aeronaves de asas rotativas.

Depois de há sensivelmente meio ano, a manutenção de 2º e 3º Escalão ter sido adjudicada à OGMA, este novo acordo com a Safran vem cobrir a manutenção dos motores, satisfazendo o requisito da FAP para uma óptima disponibilidade de aeronaves, durante as suas operações militares nacionais e internacionais.

O TGen. Cartaxo Alves, da Força Aérea Portuguesa, disse a propósito: "Ansiamos que este acordo garanta motores suficientes para apoiar as tarefas operacionais durante o período [de dez anos]. O contrato reafirma a excelente relação de trabalho que existe entre nós e o Safran".

Foto: Cyril Abad/Safran

Frederic Fourciangue, vice-presidente da Safran Helicopter Engines Support, França, referiu por sua vez: "este contrato representa um marco importante na nossa parceria com a Força Aérea Portuguesa. Estamos extremamente orgulhosos deste novo compromisso, de um contrato GSP para apoiar as aeronaves propulsionadas por motores RTM322. Estamos empenhados em oferecer apoio de classe mundial à Força Aérea Portuguesa ".

Sob o  contrato GSP, o cliente obtém o compromisso de ter manutenção de motores, sempre que necessário. Outros princípios do GSP incluem estabilidade orçamental, preço fixo por hora de voo do motor e uma parceria técnica com o fabricante original do equipamento (OEM).


C295 EM BUSCA DA LETRA K [M2093 – 11/2020]

Um dos contactos molhados entre aeronaves C295 durante a bateria de testes de Janeiro de 2020      Foto: Airbus Defence

O avião de transporte táctico Airbus C295 alcançou com sucesso os primeiros "contactos molhados" (ie: com transferência de combustível entre as aeronaves), durante uma campanha de testes reabastecimento em voo (AAR). Antes, os primeiros contactos secos desta bateria de testes, ocorreram em Dezembro de 2019 e foram alcançados usando uma configuração de rampa fechada, mangueira de 100 pés (30m) e sistema de supervisão remota. Os contactos molhados, realizados em Sevilha, Espanha, ocorreram em Janeiro de 2020, entre uma aeronave Airbus C295 em configuração de avião-tanque e um C295 da Força Aérea Espanhola, que serviu como receptor, em velocidades de voo entre os 100 e os 130 nós (185 a 240 km/h).



No total, a aeronave equipada com o kit AAR removível realizou cinco contactos molhados, transferindo um total de 1,5 toneladas de combustível. Os testes foram conduzidos durante o período diurno.

O capitão Gabiña, piloto da Força Aérea Espanhola que participou da campanha de testes, disse a propósito: "O grau de dificuldade nos testes de voo é sempre alto, pois envolve a realização de manobras que ninguém havia feito antes. De notar que, devido ao comportamento positivo da aeronave, a operação decorreu bem e de forma simples ".

Testes de proximidade com EF-18 do Ejército del Aire          Foto: Airbus Defence

A campanha de testes de voo também incluiu operações de voo nocturno e um bem-sucedido teste de proximidade em posição de pré-contacto, desta vez com um caça F-18 da Força Aérea Espanhola, a uma velocidade de 210 nós (390 km/h).

Estes testes bem-sucedidos ampliarão a versatilidade, que é já imagem de marca do C295 para operações tácitas, que poderá agora incluir missões de reabastecimento a helicópteros, aeronaves de transporte e caças, que utilizem o sistema.

O prefixo "K", utilizado para designar aeronaves com capacidade de reabastecer outras em voo, poderá agora, por isso, ser adicionado à família C295.







quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

SUECA SAAB VAI CO-PRODUZIR O BOEING T-7A RED HAWK - [M2092 – 10/2020]

Foto: Boeing

O gigante sueco vai participar na produção do novo jato de treino avançado para a USAF, ao abrigo de uma parceria com o construtor norte americano.
O trabalho de produção da Saab será realizado em West Lafayette, Indiana, nos Estados Unidos.
"Em pouco mais de um ano desde que assinamos o contrato de [desenvolvimento de engenharia e fabricação], estamos a iniciar a produção da nossa parte do jato T-7A", diz o executivo da Saab, Jonas Hjelm. E adianta: "Esta conquista é possível devido à grande colaboração entre a Saab e a Boeing, e é uma honra fazer parte desse programa para a Força Aérea dos Estados Unidos".
A Boeing ganhou um contrato de 9,2 biliões de dólares em setembro de 2018 para fornecer à USAF, 351 aeronaves T-7A, 46 simuladores e equipamento terrestre associado.
O motor que equipa estes aviões é o General Electric F-404.
Estas aeronaves e equipamento destinam-se a substituir a frota de Northrop T-38 Talon que, recorde-se, entrou ao serviço em 1961.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

F-16 DE SPANGDAHLEM JÁ ESTÃO EM MONTE REAL - [M2091 – 09/2020]


À semelhança do que aconteceu no ano passado, já está na Base Aérea nº 5, o destacamento de caças F-16CJ/DJ da 480th FS da USAF para, durante pouco mais de três semanas, executarem missões de treino operacional em céu nacional, aproveitando a meteorologia mais favorável da nossa latitude, em contraponto ao rigor dos céus alemães nesta altura do ano, além de menores restrições de espaço aéreo e acesso a um bom campo de tiro.
Até dia 20/21 de Fevereiro, 18 F-16 Bloco 50 com o código de cauda SP irão operar a partir de Monte Real.



Foto: 480Th FS
Foto: 480Th FS
Foto: 480Th FS

Este destacamento interagirá com a Força Aérea Portuguesa, particularmente com as duas esquadras de F-16 nacionais que operam a partir daquela importante unidade militar.



segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

ASSINADO CONTRATO DE VENDA DE NOVO LOTE DE F-16 À ROMÉNIA [M2090 – 08/2020]

F-16 do primeiro lote vendido à Roménia ainda em Monte Real 

Depois de aprovada no Parlamento romeno em Dezembro passado, a oficialização da venda do segundo lote de F-16 destinados à Força Aérea Romena decorreu esta manhã na Base Aérea nº 5 em Monte Real, com a assinatura do contrato no valor de 130M EUR, entre o Estado português e a Roménia.

À cerimónia estiveram presentes o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho e o ministro da Defesa da Roménia General Nicolae-Ionel Ciucă, além do CEMFA General Joaquim Borrego, entre outros convidados.

Ministros da Defesa de Portugal João Gomes Cravinho (esq) e da Roménia General Nicolae-Ionel Ciucă (dir)    Foto: FAP

As cinco células deste lote (N/C 15122, S/N 82-0918; N/C 15132, 83-1073; N/C 15134, 83-1077; N/C 15135, 83-1080; N/C 15141, 82-0975), juntar-se-ão aos 12 já entregues ao país dos Cárpatos, entre 2016 e 2017. As entregas estão previstas decorrer a partir de Junho de 2020, com duas aeronaves, seguidas de outras duas em Outubro e a última já no inicio de 2021.

Individualidades presentes na cerimónia em frente ao F-16 n/c 15135, uma das células a alienar      Foto: FAP


O contrato prevê, além do fornecimento das aeronaves, a configuração das mesmas para o padrão OFP M5.2, a revisão geral dos motores, a formação, o apoio logístico e a permanência de uma equipa de apoio técnico na Roménia até 2023.

Após a venda, a Força Aérea Portuguesa irá ficar com 28 células operacionais (24 monolugares e 4 bilugares). Segundo comunicado do Ministério da Defesa ainda em 2019, os F-16 da FAP "continuarão a assegurar a capacidade operacional da Força Aérea até serem substituídos por uma aeronave de 5ª geração, o que deverá ser iniciado na próxima década." 



sábado, 25 de janeiro de 2020

VOOU NOVO F-16 MLU DA FAP - 15143 [M2089 – 07/2020]



Ontem, 24 de Janeiro de 2020, voou pela primeira vez o novo F-16AM da Força Aérea Portuguesa, com o número de cauda 15143, a partir das instalações da OGMA, em Alverca, mas com passagem por Monte Real.
O voo de experiência foi captado pelo Virtual Radar Server e partilhado na rede social Twitter pela conta LP_ADSB, com o callsign Risky11:




O  LP_ADSB é um perfil do Twitter criado primordialmente para partilhar os movimentos captados pelos descodificadores de ADS-B "caseiros", com especial atenção aos movimentos militares registados no espaço aéreo português.

Esta tecnologia baseia-se em captar o sinal dos transponders das aeronaves, usando uma placa USB de DVB-T (vulgo TDT) e o software “dump1090”.
Os dados obtidos podem ser: ICAO, Squawk, Alt., QNH, Lat/Lon, temperatura do ar, vento, etc. Estes podem depois ser encaminhados para os sites que conhecemos como o FlightRadar24, FlightAware, PlaneFinder e AirNav RadarBox, ou então, visualizados localmente, usando por exemplo, o “Virtual Radar Server”. Nos transponders mais antigos, que informam apenas a altitude, é feita uma triangulação, entre estações, para supor a posição e velocidade da aeronave (tecnologia MLAT)

Os aviões militares são maioritariamente filtrados nos sites públicos, não sendo normalmente "visíveis". Mesmo nos equipamentos "caseiros", apenas são visíveis os que querem (ou podem) deixar-se ver.



O 15143 da FAP corresponde à célula 82-1004, que  foi adquirida por Portugal, englobada no programa Peace Atlantis II.
Antes de chegar a Portugal em 1999, tinha já estado baseada na Europa, mais concretamente em Torrejón de Ardoz, Espanha, onde esteve ao serviço da 401TFW da USAFE, entre Abril de 1984 e Fevereiro de 1989. Depois disso, passou pela 309TFS (Flórida, EUA) e 170TFS (Illinois, EUA), antes de ser armazenada no AMARG no Arizona, em Dezembro de 1994.

Primeiro toque do 15143 na pista de Monte Real

A aeronave receberá ainda na OGMA em Alverca, a pintura táctica em três tons de cinza, comum ao resto da frota, antes de ser finalmente entregue na Base Aérea nº 5, em Monte Real.
O 15143, destina-se, tal como o 15144 e o 15142 (já entregue em 2019), a mitigar os efeitos na frota da Força Aérea Portuguesa, da venda de 12 F-16 realizada por Portugal à Roménia em 2013.








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