sexta-feira, 21 de abril de 2017

C-130 E ALOUETTE NA AGENDA DO MINISTÉRIO DA DEFESA (M1892 - 29/2017)

Um dos actuais cinco C-130H Hercules da frota da FAP

A partir do artigo publicado pelo jornal online "Observador" no dia 19/04/2017, sobre a execução da Lei de Programação Militar no ano de 2016, é possível ficar a saber o ponto de situação relativamente a duas das frotas da Força Aérea Portuguesa (FAP): C-130 e  Alouette III.

A frota de aviões de transporte C-130H Hercules está identificada já há vários anos como necessitando de modernizações urgentes, nomeadamente ao nível do sistema de comunicações e navegação, que lhe permitam circular no espaço aéreo europeu sem restrições. Segundo o artigo do Observador, citando fonte do Ministério da Defesa (MDN), o programa sofreu um atraso de cerca de seis meses devido às negociações com os EUA, uma vez que “trata-se de um contrato Estado a Estado, através do mecanismo Foreign Military Sales (FMS)”. Os atrasos terão estado relacionados com a “mudança de gestor de projceto FMS nos EUA e da complexidade das negociações entre os diferentes intervenientes, nomeadamente com a OGMA [NR: que deverá executar os trabalhos]. Ainda segundo a mesma fonte do MDN, o contrato deverá ser assinado dentro dos "próximos meses de Maio e Junho".
Não está contudo claro se se mantém a intenção inicial de modernizar cinco células C-130, dado que, das seis que pertenceram ao inventário da FAP, uma (n/c 16802) se encontrava imobilizada na Base Aérea nº 6 sem intenção de ser modernizada. Devido ao acidente com perda total da célula n/c 16804 em  Julho de 2016, fica a dúvida se o objectivo continua a passar por manter cinco C-130 operacionais, o que implicará a recuperação do 16802 para condições de voo.


Os últimos SE-3160 Alouette III operacionais na FAP 

Já relativamente à frota de helicópteros SE-3160 Alouette III, cuja autorização para aquisição de substituto foi emitida recentemente, segundo o mesmo artigo citando o MDN “a necessidade de dotar o helicóptero ligeiro de valências de duplo uso, designadamente no que respeita à sua participação no dispositivo de combate a incêndios florestais como se pretende, obrigou a redefinir os requisitos do projecto”. Essa capacidade “implicou algum atraso no lançamento do procedimento; contudo, está a decorrer já neste momento a fase de consulta a fornecedores e o atraso não comprometerá a substituição do Allouette III no prazo previsto”.

Sobre a frota Alpha Jet, de treino avançado de pilotos de caça e com desactivação prevista para 1 de Fevereiro de 2018, parece não haver ainda desenvolvimentos.


quinta-feira, 20 de abril de 2017

THUNDERBIRDS & PATROUILLE DE FRANCE SOBRE O DESERTO (M1891 - 28/2017)

Foto: Christopher Boitz/USAF

Foto: Christopher Boitz/USAF

Foto: Christopher Boitz/USAF

Foto: Christopher Boitz/USAF

Foto: Christopher Boitz/USAF


Ao longo da digressão que a Patrouille de France está a fazer pelos EUA, tem sido possível ver os Alpha Jet da patrulha acrobática da Força Aérea Francesa (Armée del'Air), enquadrados em magníficos cenários, mais normais nos Thunderbirds ou Blue Angels "da casa", como foi a estátua da Liberdade (oferecida pela França) em Nova Iorque ou Washington.

Foto: Olivier Ravenel/Armée de LAir




Esta digressão pelos EUA, está enquadrada no centenário da participação dos EUA na I Guerra Mundial em França. Nesse mesmo âmbito, já no pretérito ano de 2016, um Mirage 2000N tinha sido pintado com as bandeiras e cocardes dos EUA e França, em homenagem à famosa Esquadrilha Lafayette do Armée de l'Air, em que foram integrados os aviadores estadunidenses em 1916.

A parelha Ramex Delta em 2016 quando um dos Mirage 2000N envergou a pintura alusiva à Esquadrilha "Lafayette"


Assim, e após 31 anos desde a última presença da patrulha francesa no Novo Continente, o Armée de l'Air fez deslocar aos EUA, dez Alpha Jet, um A400M, 70 elementos (entre pilotos, mecânicos e pessoal de apoio) e 25 toneladas de equipamento, para uma dúzia de demonstrações acrobáticas, ao longo de cerca de um mês e meio, desde 17 Março a 6 de Maio.
Nas ligações entre exibições, a patrulha vai sobrevoando locais icónicos, como o Vale do Monumento no Arizona, onde foram registadas estas imagens vídeo:


Mecânico dos Thunderbirds recebe Alpha Jet da Patrouille de France     Foto: USAF

Pilotos da Patrouille de France e Thunderbirds  Foto: USAF

Na passagem por Pensacola, casa dos Blue Angels da US Navy, já tinha sido possível observar as duas mais antigas patrulhas acrobáticas em actividade no mundo, a voar em conjunto, numa rara visão ao por do sol.

Blue Angels e Patrouille de France       Foto: Dominick Cremeans/US Navy


Cientes de que a fasquia tinha sido colocado bastante alta pela patrulha "rival" da Marinha, os Thunderbirds não se ficaram atrás e realizaram uma sessão fotográfica sobre o deserto do Vale da Morte na Califórnia. É caso para dizer que, melhor que uma grande patrulha, só duas patrulhas acrobáticas.

Foto: Christopher Boitz/USAF





sábado, 15 de abril de 2017

F-16 NUCLEAR (M1890 - 27/2017)

A B61-12 a vermelho sob a asa do F-16C da 422th FTE       Foto: Brandi Hansen/USAF

Apesar de ser uma característica pouco conhecida, o F-16 tem de facto armas nucleares na sua panóplia de armamento.
Num momento em que se anuncia nos EUA o programa de extensão de vida do F-16, bem como na possibilidade de substituir a frota de F-15C pelos F-16 modernizados para as funções de superioridade aérea, foi testado também o lançamento da última versão da bomba nuclear de queda livre a B61-12 a partir de um F-16C.

A largada da bomba inerte B61-12, foi realizada no dia 14 de Março de 2017, mas apenas na passada quinta-feira, 13 de Abril foi revelado o teste, que decorreu no Campo de Teste e Treino de Nellis, Nevada.

O teste foi realizado dentro do programa de extensão de vida da bomba B61, que inclui modernizações da parte nuclear e dos componentes não-nucleares. A largada com sucesso a partir de um F-16C da Esquadra 422 de Teste e Avaliação da base aérea de Nellis, permitiu demonstrar tanto a capacidade da plataforma para o lançamento da arma, como testar os componentes não-nucleares da bomba, incluindo o sistema de armamento e controlo de fogo, radar-altímetro, motores foguete anti-rotação e computador de controlo de armas.

O novo modelo B61-12 irá substituir quatro versões diferentes anteriores actualmente no arsenal dos EUA, permitindo uniformizar a produção e a logística deste tipo de arma. A continuidade do modelo assegura a capacidade nuclear estratégica aérea para bombardeiros e aviões multi-role compatíveis da NATO, nomeadamente B-2A, B-21 (futuro), F-15E, F-16C/D, F-16 MLU, F-35 e Tornado.








sexta-feira, 14 de abril de 2017

PRIMEIRO DESTACAMENTO OPERACIONAL DO F-35 NA EUROPA - Actualizado (M1889 - 26/2017)

O F-35 em treino com caças europeus como os Typhoon da imagem, deverá vir a acontecer a curto prazo
Tal como tínhamos comentado recentemente no Pássaro de Ferro, depois do primeiro destacamento operacional do F-35B fora dos EUA (mais concretamente no Japão), aguardava-se para breve a mesma situação com o F-35A na Europa.

Ontem 13 de Abril de 2017, o Pentágono anunciou finalmente o primeiro destacamento "de um pequeno número" de F-35A, a versão de aterragem convencional do Joint Strike Fighter, para exercícios de treino com os Aliados NATO.

Os caças de 5ª Geração pertencem à 388 FW de Hill, Uta, e partirão ainda este fim-de-semana dos EUA, mas o "roteiro" que irão cumprir na Europa não foi revelado.

"Este destacamento de treino significa um marco importante na progressão natural do programa F-35, permitindo à Força Aérea [dos EUA] demonstrar as suas capacidades operacionais do caça de 5ª Geração. (...) Também irá ajudar no aperfeiçoamento dos requerimentos para eventualmente basear o F-35A na Europa, o que está marcado para o início dos anos 2020", pode ler-se no comunicado de imprensa do Departamento de Defesa dos EUA.

Apesar de, tal como referido, não ter sido revelado o destino dos primeiros Lightning II deste destacamento, através deste comentário permite deduzir que uma das paragens deverá ser na base britânica de Lakenheath, onde está previsto virem a ficar baseada a primeira esquadra permanente de F-35A da USAFE.
É possível, ainda assim, que o destacamento passe por mais países, para participar em exercícios que irão decorrer nas próximas semanas.

Actualização 15/04/2017

F-35A Lightning II do 34th FS na aterragem em Lakenheath, Reino Unido      Foto: Eric Burks/USAF
Foto: Matthew Plew/USAF

Tal como referido ontem, confirmou-se a base aérea de Lakenheath como o primeiro destino do primeiro destacamento operacional dos F-35A Lightning II na Europa. O comunicado oficial da USAFE confirma de igual modo a participação em vários exercícios a decorrer em países aliados, durante as próximas semanas, no âmbito das medidas de asseguramento da Defesa da Europa.


Foto: 100th ARW

Foto: 100th ARW

Fotos do reabastecimento em voo por um KC-135 da 100th ARW de Mildenall, USAFE       Foto: 100th ARW



Durante o voo ferry desde Hill no Utá, foram transferidos quase 200.000 kg de combustível pelos reabastecedores aéreos que apoiaram o voo.
Os destacamento, composto por seis F-35A foi ainda acompanhado por um C-5 Galaxy e um C-17 para transporte de equipamento e pessoal.


Vídeo da chegada a Lakenheath

quarta-feira, 12 de abril de 2017

F-16 SUCEDE AO F-16 (M1888 - 25/2017)

Célula de F-16 em testes de resistência estrutural nas instalações da Lockheed Martin       Foto: LMCO


No mesmo dia em que em Portugal se fala das opções que se colocam à Defesa Nacional, para a substituição do sistema de armas F-16, a Lockheed Martin (fabricante do modelo) divulga em comunicado de imprensa, a intenção da Força Aérea dos EUA (USAF) em ampliar o ciclo de vida da sua frota F-16, das 8000 horas de voo actuais, para as 12.000.

A dar razão ao documento de 2016 da Lei de Programação Militar referido no DN, que aponta a aquisição de caças de 5ª Geração como demasiado onerosa, relativamente ao "potencial de exploração ainda existente [na frota F-16 nacional]", está agora esta decisão da USAF, em ampliar a vida útil da sua frota de cerca de 300 células de F-16 em 50%  da vida útil e até ao ano-horizonte de 2048.

Segundo pode ler-se no comunicado da Lockheed Martin (LMCO), "este feito [extensão de vida das células F-16 em 50%] é o resultado de sete anos de testes, desenvolvimento, projecto, análise e parceria entre a USAF e a Lockheed Martin". Segundo Susan Ouzts, vice-presidente da LMCO para o programa F-16, o Service Life Extention Program (SLEP) no qual são realizados os reforços estruturais, que permitem aumentar as horas de voo das células, em conjunto com os programas de modernização de equipamento electrónico como o F-16V, demonstram que "o [F-16] mantém-se uma opção de 4ª Geração altamente capaz e acessível para a USAF e clientes internacionais", ao mesmo tempo que as frotas de combate vão incorporando o F-35 Lightning II.

Ainda relativamente ao artigo de hoje do DN, na verdade o caso português é distinto dos seus congéneres europeus que operam o F-16A/B MLU. Bélgica, Dinamarca, Noruega e Países Baixos, todos têm frotas bastante mais desgastadas que a nacional, em virtude de terem iniciado a sua operação quase uma década e meia antes. Depois, com excepção da Bélgica (que ainda não se decidiu pelo F-35) estes estão empenhados no desenvolvimento do F-35 desde o início, tendo por isso interesses económicos a acautelar, relativos ao envolvimento da sua indústria no programa. Não é, mais uma vez, o caso português.
Depois, há ainda a incógnita, sobre o "prazo de validade" da supremacia do F-35, sobre a qual falámos no artigo publicado na revista Take-Off Sirius de Fevereiro transacto.

A própria LMCO, que numa primeira fase desinvestiu no F-16, de modo a tornar mais apetecível o F-35, acabou por vir a apresentar novas alternativas para um mercado que, ou não pode, ou não quer comprar o F-35 e onde a concorrência (principalmente o Gripen da Saab, mas também F-18 da Boeing, Rafale da Dassault, Typhoon da Eurofighter) estava a conseguir entrar. Seja através dos kits de modificação F-16V para as células existentes, ou de aeronaves novas no padrão Bloco 70/72, a LMCO promete colocar os sistemas do F-16 totalmente compatíveis com os caças de 5ª Geração e com radar ao mesmo nível.
Apenas a furtividade (stealth) fica de fora. O que a médio prazo poderá até ser irrelevante, se alguns avanços na tecnologia anti-stealth se concretizarem.

Por tudo isto e algo mais, é extremamente provável que o sucessor do F-16 em Portugal seja.... o F-16.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

CF-18 DEMO TEAM TEMPORADA 2017 (M1887 - 24/2017)

Foto: Manuela Berger/RCAF

Foto: Manuela Berger/RCAF

Foto: Manuela Berger/RCAF

Foto: Manuela Berger/RCAF


A Real Força Aérea Canadiana revelou a pintura do CF-18 Hornet de demonstração de performance, para a temporada de 2017.
A pintura pretende comemorar os 150 anos da Confederação Canadiana, sendo por isso este ano especialmente vistosa.


Foto: Manuela Berger/RCAF

O Capitão Matthew Kutryk do 425 TFS será o piloto do CF-18 Demo Team.
A pintura foi realizada na base de Cold Lake, Alberta pelo pessoal da Esquadra 3 de Manutenção de Bagotville, Quebeque.
Foi oficialmente apresentada em cerimónia realizada a 4 de Abril em Cold Lake, tendo o Cap.Kutryk experimentado o "novo visual" em voo no dia 7.

Foto: HJL MacRae/RCAF

Foto: HJL MacRae/RCAF

Foto: Bryan Carter/RCAF

Foto: Bryan Carter/RCAF


Não há infelizmente demonstrações agendadas para a Europa, sendo as exibições marcadas entre 29 de Abril e 1 de Outubro, todas localizadas na América do Norte.




quinta-feira, 6 de abril de 2017

EXERCÍCIO BLUE SHIELD - SAUDITAS NO SUDÃO (M1886 - 23/2017)







Blue Shield é o nome de código do inédito exercício a decorrer na base aérea de Merowe no Sudão.
Inédito porque reúne em treino conjunto a Força Aérea local com a Real Força Aérea Saudita.


A Arábia Saudita parece querer estabelecer-se definitivamente como uma potência regional, ao estar activa militarmente tanto em operações reais, como empenhada em exercícios conjuntos com países vizinhos.




Desde 30 de Março e até 12 de Abril, vai ser possível ver a operar em conjunto F-15 e Typhoon sauditas, com MiG-29, Su-24 e Su-25 sudaneses. 


Fotos: RSAF


terça-feira, 4 de abril de 2017

BUSCA E SALVAMENTO: VÁRIAS MISSÕES E UM RECORDE (M1885 - 22/2017)

P-3C CUP+ Orion com kit de sobrevivência no porão

A Esquadra 601 “Lobos” da Força Aérea, que opera os P-3C CUP+ Orion a partir da  Base Aérea N.º11, em Beja, efectuou no dia 29 de Março uma missão de busca e salvamento (SAR) a cerca de 2200 quilómetros de Portugal Continental, com o objectivo de localizar um tripulante do navio cruzeiro “Costa Deliziosa” caído ao mar.
A missão, que levou a aeronave a cerca de 1500 quilómetros a sul das Lajes, nos Açores, durou um total de 12h30 de voo, sendo este o voo mais longo com a plataforma P-3C Cup+ até à data.

A coordenação da operação esteve a cargo do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo das Lajes (RCC Lajes), entidade responsável pelas operações aéreas, neste âmbito, na Região de Informação de Voo (FIR) de Santa Maria.

Costa Deliziosa                                     Foto: Força Aérea

O P-3C Cup + empenhado na missão, descolou de Beja pelas 11h55z (12h55 locais) e efectuou buscas no local durante várias horas, juntamente com o cruzeiro “Costa Deliziosa”. Às 20:30z, levados a cabo todos os esforços possíveis para encontrar o tripulante desaparecido, a aeronave regressou a Beja, onde aterrou às 00:25z (1h25 locais).

Desde então, a Força Aérea esteve já empenhada em várias  missões em que foram accionadas outras aeronaves de alerta, nomeadamente o helicóptero EH101 Merlin e o aviao C295M, dos destacamentos das Esquadras 751 e 502 respectivamente, na BA4, Lajes, Açores.
A última das quais constou do resgate de um tripulante do pesqueiro "IRIS DO MAR", na noite de 03 de abril, em coordenação com a Marinha, o INEM - Centro de Orientação de Doentes Urgentes no Mar e o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.





Esta embarcação, portuguesa, navegava a 456 quilómetros a Nordeste da Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores. O tripulante, um homem de 54 anos e de nacionalidade senegalesa, necessitava de assistência médica urgente. No local do resgate registavam-se de ondulações de 4 metros e ventos de cerca de 28 km/h.

Já na noite de 30 de Março a Força Aérea, em coordenação com a Marinha, o INEM - Centro de Orientação de Doentes Urgentes no Mar e o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, resgatou durante a madrugada, três pessoas do navio mercante New Pearl, quando esta embarcação, de pavilhão de Hong Kong, navegava a cerca de 445 quilómetros a Sul da Ilha Terceira, e os indivíduos, de 25, 35 e 40 anos, necessitavam de assistência médica urgente.
Os pacientes foram retirados da embarcação pela tripulação do EH101 Merlin e posteriormente transportados até ao Hospital do Santo Espírito, da Ilha Terceira, por ambulâncias desse mesmo centro hospitalar.

A Força Aérea mantém permanentemente em alerta um total de três C295M e EH101 no Montijo, Lajes e Porto Santo e um P-3C Orion em Beja, que constituem o sistema de busca e salvamento encarregue de uma das maiores áreas de busca do mundo. Em complemento estão ainda em Ovar e Beja dois SE3160 Alouette III para busca e salvamento costeira, durante o período diurno.

O P-3 é a aeronave com maior autonomia ao serviço da Força Aérea.


Fonte: Força Aérea
Adaptação: Pássaro de Ferro

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