quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

ASSINALARAM-SE ONTEM OS 39 ANOS DA FORÇA AÉREA DE ANGOLA (M1773 - 03AL/2015)

Os caças Mig-21 da Força Aérea de Angola continuam a ser uma importante plataforma da projeção da arma aérea angolana. Foto: Chris Loftting

«No dia 21 de Janeiro de 1976 o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, visitou e proclamou, na então Base Aérea nº1, em Luanda, a fundação da Força Aérea Popular de Angola/Defesa Anti-Aérea (FAPA/DAA).
A FAPA/DAA nasceu do embrião da Força Aérea colonial portuguesa, num momento em que se impunham actividades permanentes para a recuperação dos meios abandonados pelos portugueses, com vista a responder as exigências inerentes à defesa da integridade territorial e independência do país, que acabava de ser proclamada a 11 de Novembro de 1975.
 À luz dos acordos de Bicesse, a FAPA/DAA foi redimensionada em Setembro de 2002 e passou a denominar-se Força Aérea Nacional (FAN).
 A Força Aérea é o ramo das Forças Armadas Angolanas (FAA) que tem como missão a protecção do espaço aéreo nacional, da Zona Económica Exclusiva e a realização de operações aero-terrestres e aero-navais.
Ela caracteriza-se como um sistema de armas de elevado poder combativo de fogo e alta capacidade dissuasora da zona do inimigo, pela velocidade, mobilidade, alcance e profundidade de emprego, quer sejam operações com meios exclusivos, quer sejam conjuntas.Desde a sua fundação, a Força Aérea desempenhou um papel de destaque em missões combativas, busca e salvamento (mar e na terra), no resgate de vidas face às calamidades naturais, assim como na consolidação da soberania, da reconciliação nacional e no alcance da paz definitiva, em estrita cooperação com outros ramos das FAA.
No contexto actual, em que a paz se considera um facto irreversível, o comando da FAN tem direccionada a sua principal atenção para os aspectos organizativos internos do ramo e da restauração das suas unidades.
Esses esforços têm sido complementados com a formação e capacitação de quadros, fundamentalmente oficiais, e asseguramento material e técnico, com vista a criação de melhores condições de trabalho e de aquartelamento dos militares.
 No âmbito organizativo e disciplinar, a FAN tem desencadeado uma campanha de mobilização e sensibilização dos militares a todos os níveis, para cumprirem com rigor o conceito organização/disciplina, dentro e fora do quartel.»

Fonte: Angop

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