quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
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19:37

19:37

Paulo Mata
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| P-3C da Esq. 601 à descolagem na Praia Foto: Carlos Freitas |
A aeronave P-3C Cup+, da Força Aérea Portuguesa, foi ativada no dia 14 de janeiro para nova missão de busca e salvamento em Cabo Verde. É a segunda vez, em menos de uma semana, que a Esquadra 601 – “Lobos” é chamada a intervir no âmbito do protocolo que existe entre os dois países, para colaboração em missões deste género.
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| As longas horas de buscas Foto: Força Aérea |
O meio aéreo foi mobilizado para localizar uma embarcação com dois pescadores, que saiu no dia 13 de janeiro da Praia de Santa Maria, ilha do Sal, e terá ficado à deriva por causa da agitação marítima e da fraca visibilidade.
Tendo em conta que a Esquadra 601 se encontra em Cabo Verde também desde o dia 13 de janeiro – a participar numa operação multinacional contra a pesca ilícita, tráfico e pirataria (AMLEP) – houve possibilidade de integrar a aeronave portuguesa nas buscas pela embarcação.
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| P-3C no aeroporto da Praia na missão de 10 de janeiro Foto: Carlos Freitas |
Recorde-se que nos dias 10 e 11 de janeiro os “Lobos” já tinham estado envolvidos numa missão de busca e salvamento em Cabo Verde, na sequência do naufrágio do navio “Vicente”, ao largo da ilha do Fogo, a 08 de janeiro.
Fonte: Força Aérea
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
às
21:28

21:28

Paulo Mata
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Segundo notícia veiculada pela agência noticiosa oficial iraniana Fasr, Teerão iniciou a produção em massa do caça Saeghe (raio), desenvolvido localmente.
Apesar de claramente baseado no F-5 também em uso na Força Aérea do país, com algumas nuances de F/A-18, ao contrário do
Qaher F-313, é mesmo um avião a sério, tendo sido mostrado em voo de formação com um F-5F. Ainda segundo fontes oficiais iranianas, as performances em voo e de equipamentos, são mesmo equiparadas às dos F/A-18C, embora não seja possível para já avaliar a a veracidade destas afirmações.
Segundo a agência de notícias Fars, o país persa tem atualmente já "várias esquadras" operacionais equipadas com o novo caça. Revelado inicialmente em 2007, até à divulgação da notícia, acreditava-se que apenas três Saeghe estariam em operação, na Esquadra 23 sedeada em Tabriz no noroeste do Irão.
Embora não haja dados oficiais, a imprensa iraniana adianta que um total de 24 unidades dos 141 F-5E/F fabricados na década de 70 e entregues à FA Iraniana, deverão ser transformados para o novo padrão Saeghe pela HESA.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
às
20:35

20:35

Paulo Mata
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| O contingente nacional à partida na BA6 esta manhã Foto: FAP |
A Força Nacional Destacada que irá integrar, no quadro das Nações Unidas e por um período de quatro meses, a Operação MINUSMA (United Nations Multidimensional Integrated Mission in Mali), partiu esta manhã, 12 de janeiro de 2015, da Base Aérea Nº 6, Montijo, transportada por um C295 da Esquadra 502 - Elefantes.
Estiveram presentes à partida dos 47 militares que constituem a Força Nacional Destacada, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro.
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| O C295 com as marcas das Nações Unidas Foto: FAP |
Mas o dia começou ainda mais cedo para a Esquadra 502, com o transporte aeromédico de um bebé prematuro, dos Açores para o continente, Numa missão que teve uma duração total de 7:45 horas de voo.
O transporte do recém-nascido numa incubadora Fotos: FAP
O triângulo de atuação da Esquadra 502 no dia de hoje, ficou fechado com o acionamento do alerta do Porto Santo, para o transporte de três doentes do AM3 para o aeroporto do Funchal.
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| O embarque no AM3 - Porto Santo |
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| No aeroporto do Funchal as ambulâncias aguardavam a chegada dos doentes Foto: FAP |
domingo, 11 de janeiro de 2015
às
15:45

15:45

António Luís
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F-35. Foto: USAF
No âmbito de uma reorganização das unidades da USAF na Europa, o Pentágono planeia instalar duas esquadras, com 24 aeronaves F-35 cada, na Base Aérea (RAF) de Lakeneath, no leste da Inglaterra, onde hoje estão igualmente duas esquadras com aviões F-15C e E.
Os responsáveis militares norteamericanos dizem que Lakenheath, Inglaterra e o F-35 são perfeitos para operar as aeronaves "top" da 5ª geração e assegurar uma presença forte da USAF no velho continente.
sábado, 10 de janeiro de 2015
às
21:16

21:16

Paulo Mata
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A foto apensa tem ao longo do tempo colocado muitas reticências acerca da sua veracidade. Mesmo se divulgada numa época em que as artes de "Photoshop" eram ainda arcaicas.
Além disso, mesmo que considerada verdadeira, a sua localização temporal e espacial tem sido várias vezes distorcida, bem como alegadas sequelas da realização da manobra, para a tripulação. A legenda integrada na imagem que apresentamos, está completamente incorreta e na verdade quando a foto foi captada, o porta-aviões USS John C. Stennis ainda nem tinha começado a ser construído.
"Fico admirado que depois de nove anos, esta foto ainda seja escrutinada com tanto fervor. A foto é de facto real. Foi tirada durante um airshow para familiares a bordo do USS America, no verão de 1988. Eu era Oficial Executivo do VF-33 e o Comandante do USS America era JJ Coonan. Foi a minha passagem de abertura para a demo de F-14. (...) Esta foto tem na verdade uma qualidade surrealística. Acredito que seja devido à distância focal da câmera usada. Não há dúvida que esta passagem foi uma manobra agressiva a baixa altitude, contudo foi briefada com o Comandante de Ala, que era o CMG JL Johnson. Atualmente [em 1998] é o Chefe de Operações Navais. Na verdade, o oficial no convés com as mãos atrás das costas é o Chefe de Operações Navais.
A foto foi tirada por Sean E. Dunn, que serviu a bordo do America de maio de 1987 a dezembro de 1989"
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
às
18:42

18:42

Paulo Mata
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| Foto: Ryan Callaghan/USAF |
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| Foto: Ryan Callaghan/USAF |
Imagens hoje reveladas pela Força Aérea dos EUA (USAF) dão conta das operações com o A-29 Super Tucano no 81st FS, a primeira esquadra a receber o modelo no país.
Depois de um longo e complicado processo que levou à escolha da aeronave brasileira para as funções de suporte aéreo ligeiro (LAS), tudo parece agora finalmente bem encaminhado na base aérea de Moody na Geórgia.
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| Foto: Ryan Callaghan/USAF |
O 81ª Esquadra de Ataque será reativada a 15 de janeiro, estando previsto receber um total de 20 A-29 Super Tucano. Começará a ministrar formação a um total de 30 pilotos e 90 mecânicos afegãos, que irão operar o Super Tucano naquele do Médio Oriente.
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| Foto: Ryan Callaghan/USAF |
Vídeo:
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
às
18:37

18:37

António Luís
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Como é habitual, no final/início de cada ano, deixamos
aos nossos leitores algumas curiosidades
estatísticas relativas ao desempenho do Pássaro de Ferro.
Apesar de, sobretudo a partir do último trimestre do ano agora findo o número médio de edições ter diminuido de forma notória, estes números representam, ainda assim, um aumento de mais 33 442 visulizações (+6,1%) e 50 814 visitas únicas (+19,6%), relativamente a 2013.
No que respeita ao número de edições que publicámos, foi nferior a 2013 (como já referimos) nas nossas páginas, registaram-se 386 no Pássaro de Ferro; 138 no Porta de Embarque 04 e 43 fotografias no Iron Bird Photos.
Durante o passado ano foram também editados no Operações - Pássaro de Ferro/Arquivo de Imprensa, 9 trabalhos publicados na imprensa nacional e internacional através dos editores e colaboradores do Pássaro de Ferro.
A nossa página de
Facebook,
onde mantemos uma ligação mais mais direta com quem nos vê e lê, mantém um
ritmo de edição com várias ligações e atualizações diárias e que em
2014 registaram no total perto de
dois milhões de visualizações, sendo que, nesse período, alcançámos cerca de
2750 novos fãs.
O novo ano de 2015 entra com a vontade de continuar, mas com novas abordagens e diferentes rumos para este projeto ligado à aviação e que vos convidamos a verificar e a divulgar ao longo dos próximos 359 dias.
O nosso trabalho é vos dedicado e, por isso, agradecemos a vossa atenção, escrutínio e ajuda para mantermos o projeto a voar bem.
Contamos consigo.
Bom 2015 para todos!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
às
19:31

19:31

Paulo Mata
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| A chegada a Monte Real de uma das parelhas de F-16 destacadas em Siauliai Foto: Marco Casaleiro |
O destacamento português na Lituânia terminou esta quinta-feira, dia 1 de janeiro de 2015, a missão de Policiamento Aéreo nos Países do Báltico (BAP), após quatro meses na liderança do Bloco 36 (complementado pelo Canadá, a Alemanha e a Países Baixos).
A cerimónia de Handover/Takeover (HOTO) realizou-se na Base Aérea de Siauliai, onde desde setembro seis aeronaves F-16 e 70 militares portugueses mantiveram um dispositivo de alerta 24 horas por dia. Portugal será substituído pela Itália, que vai liderar o bloco 37 a partir da Lituânia e operar ao lado da Polónia, que por sua vez estará no lugar do Canadá enquanto nação de aumento.
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| F-16 português, Typhoon italiano e CF-188 canadiano em Siauliai Foto: FAP |
Presentes na HOTO estiveram o Comandante Aéreo, Tenente-General Lopes da Silva, o Chefe do Estado-Maior do Comando Operacional Conjunto, Major-General Fernandes Miranda e outras altas entidades, militares e civis, de vários países envolvidos no BAP.
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| O contingente nacional na cerimónia HOTO em Siauliai Foto: FAP |
Sob a liderança da Força Nacional Destacada por Portugal, os quatro países da NATO efetuaram mais de 70 missões com vista à interceção de aeronaves desconhecidas, tendo o destacamento português assegurado cerca de 50 por cento dessas solicitações (scrambles). No total, os ‘caças’ nacionais voaram mais de 300 horas, entre missões operacionais e de treino, de dia, de noite e - por vezes - em condições meteorológicas adversas.
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| O C-27J lituano à chegada a Monte Real no final do destacamento nacional Foto: Marco Casaleiro |
Fonte: Força Aérea
Adaptação: Pássaro de Ferro
Agradecimento especial a Marco Casaleiro pela cedência de imagens
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
às
21:06

21:06

Jose Matos
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Tenho andado nos últimos tempos a investigar as relações aeronáuticas luso-britânicas durante a guerra colonial, nomeadamente o caso dos “Canberra”. Já em tempos pensei que teria sido uma boa opção para Portugal, pois teria dado jeito em África, mas depois de me inteirar do assunto já não tenho a mesma opinião, principalmente a versão em que estávamos a pensar o B.Mk2. E nós estivemos muito perto de o comprar em 1962/63, para substituir os antigos PV-2 Harpoon que tínhamos em África. No entanto, apesar do interesse inicial português, o negócio dos Canberra acabaria por não se concretizar devido ao preço apresentado pelos ingleses. Achamos o negócio caro demais, principalmente depois de termos ido à Rodésia ver os B.Mk2 deles e descobrirmos que tinham sido vendidos por um preço muito mais baixo. A partir daí perdemos o interesse. Mas é um assunto para publicar este ano, agora que acabei a investigação.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
às
15:26

15:26

Paulo Mata
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| C-130 Hercules |
Em Conselho de Ministros realizado ontem 23 de novembro foi aprovada a proposta de Lei de Programação Militar (LPM), para os próximos três quadriénios, que inclui diversas decisões relativamente à aviação militar e civil:
Assim e relativamente a diversos equipamentos da Marinha a adquirir e renovar, está também incluída a remotorização dos helicópteros Lynx Mk.95 da Esquadrilha de Helicópteros da Marinha.
Já relativamente ao reequipamento da Força Aérea, foram atribuídas verbas para a substituição da frota C-130 Hercules, bem como para a regeneração do potencial de voo das aeronaves atuais, permitindo que sejam usadas até à substituição, segundo foi adiantado por fonte oficial do Ministério da Defesa.
Ainda relativamente à Força Aérea, está contemplada a atualização do software operacional da frota F-16.
O Conselho de Ministros aprovou igualmente, a adaptação do Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P., (INAC, I.P.), ao regime estabelecido na lei-quadro das entidades reguladoras, passando agora a designar-se como Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC). A ANAC vê, como regulador, alargados os seus poderes normativos, bem como reforçados os poderes de supervisão e inspeção. Os estatutos do novo regulador reforçam ainda a autonomia, a flexibilidade de gestão e as responsabilidades da entidade regulador para a aviação civil, simplificando os processos de decisão, desburocratizando os procedimentos, designadamente no domínio financeiro e quanto à contratação externa de quadros especializados.
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