| AW119M Koala Ilustração: Leonardo |
Este contrato prevê a entrega de 12 unidades da variante militar AW119M e duas da variante AW119Kx para o Ministério da Defesa Nacional de Angola. Além das aeronaves, o pacote inclui serviços essenciais de formação de pessoal, manuais técnicos, fornecimento de peças de reposição e assistência técnica contínua.
O AW119 Koala é um helicóptero ligeiro, monomotor, que está já em operação na Força Aérea Portuguesa e na Marinha dos EUA, além de muitas outras forças paramilitares e civis. A sua configuração permite o transporte de tropas, busca e salvamento, evacuação médica, comando e controlo, e escolta armada. A cabine dispõe de aviónica digital de última geração que permite operações por instrumentos, incluindo sistemas de visão sintética e sistemas de alerta de terreno, o que aumenta a consciência situacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos.
Esta aquisição consolida a presença da Leonardo nas forças de segurança angolanas. A Polícia Nacional de Angola já opera o modelo AW119Kx, tendo recebido as primeiras unidades entre o final de 2025 e o início de 2026. Este processo integra um plano mais vasto de modernização da frota do Ministério do Interior, que prevê a operação de 19 novos helicópteros das gamas AW119Kx e AW139.


18:08
Paulo Mata
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3 Comentários:
Muito bem.... mas e que tal pagar uns euros da divida externa que tem para com Portugal ? Sao efectivamente boas aeronaves ligeiras , mas Portugal so pssui metade (7) na sua frota tendo duas destas aeronaves sido financiadas pela UE .Angola que nos deve milhoes comprou 14 !!! Continuo a dizer Muito bem...
Sim o senhor tem toda a razão, através do BES Angola,muitos se aproveitaram do dinheiro fácil, foram os contribuintes portugueses chamados e a arcar com as consequências do colapso financeiro do ex BES
"O programa de aquisição dos caças F-35 da Dinamarca registrou um forte estouro de custos. Segundo relatório do Tribunal de Contas dinamarquês (Rigsrevisionen) divulgado em junho de 2026, o custo total do projeto ao longo de 30 anos (aquisição, operação, manutenção e treinamento) subiu para 71,2 bilhões de coroas dinamarquesas (cerca de US$ 11,2 bilhões).
Isso representa um aumento de aproximadamente US$ 2,2 bilhões (14 bilhões de coroas) em relação à estimativa inicial apresentada ao Parlamento. Os auditores criticaram o Ministério da Defesa por manter a previsão antiga por quase uma década, mesmo com sinais claros de que os gastos seriam bem maiores, especialmente com os altos custos de sustentação da frota.
A Dinamarca planeja operar inicialmente 27 aeronaves, com possibilidade de expansão para 43. O caso ilustra um problema recorrente no programa F-35 em vários países. A informação é confirmada por fontes como Bloomberg, Aviation Week e veículos especializados em defesa.
F: bruto dos ceus
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