quinta-feira, 31 de maio de 2012

ROMÉNIA ADMITE INTERESSE EM F-16 PORTUGUESES (M658 - 53PM/2012)


15130 - um dos F-16 nacionais listado para venda

Após sondagens do Ministério da Defesa paquistanês, acerca das condições de venda dos 10 F-16 nacionais que estão no mercado para venda desde 2007, e que acabaria por gorar-se, surge na imprensa internacional, o interesse declarado da Roménia na aquisição de F-16 de Portugal e/ou Holanda.
Rumores deste interesse que circulavam já há alguns meses por comprovar, tiveram agora a confirmação do próprio Ministro da Defesa romeno, Corneliu Dobritoiu, que alega ainda preferir as aeronaves europeias às inicialmente consideradas de excedentes da USAF, embora salvaguarde que tudo está ainda em aberto.
Técnicos romenos estão já a avaliar as condições das aeronaves, as necessidades de atualizações, os custos e a viabilidade económica da operação.
O Estado Português tem à venda 10 unidades (despacho do Ministro da Defesa Nacional de 31 de outubro de 2007 definindo mesmo os números de cauda das aeronaves a alienar: 15125, 15126, 15127, 15139, 15128, 15129, 15130, 15137, 15131, 15138 ou 15140 - entretanto acidentado). Estas unidades pertencem todas ao programa de aquisição Peace Atlantis II, referente a modelos F-16A Bloco 15 com cerca de 3000 horas de voo cada, adquiridos em 1998 aos EUA a partir de excedentes da USAF e modernizados em Portugal para o padrão MLU, em condições vantajosas.
A Holanda por sua vez, que já vendeu 36 unidades usadas ao Chile e 6 outras à Jordânia, prepara-se para colocar no mercado mais 16 unidades das 68 que possui no ativo atualmente (todas MLU). Esta decisão inclui ainda o encerramento dos esquadrões baseados em Leeuwarden. A notícia que alegadamente só deveria ser revelada depois das eleições no país em setembro, acabou por transpirar para a comunicação social, tal como a razão para esta medida, que estará relacionada com os custos do programa F-35, a aeronave que deverá substituir gradualmente os F-16 na RNAF.
A vontade de alienar aeronaves F-16 por parte de Portugal e Holanda, vai por isso ao encontro dos interesses da Roménia, que as pretende adquirir até 2015, quando se esgota o potencial de voo das atuais aeronaves em uso nas mesmas funções naquele país.
O número avançado pelo MD romeno aponta para as 48 unidades, pelo que a confirmar-se o negócio, poderá eventualmente vir a estar envolvido um terceiro país com F-16 da mesma geração para venda.




quarta-feira, 30 de maio de 2012

PLÁCIDO AIR CUP 2012 - SANTARÉM (M657 - 52PM/2012)


Chegou de novo a época do ano em que em Santarém todos os olhos estão postos nos céus.
Já a partir de amanhã 31 de maio e até domingo 3 de junho, vai decorrer mais uma edição da Plácido Air Cup, que ditará os novos campeões nacionais de acrobacia aérea, nas diversas categorias em disputa por 15 piloto inscritos e 10 aeronaves (Extra 300L, Pitts, Citabria, Yak 52, Extra 330SC, CAP10, CAP231, etc).
Do programa consta ainda a exibição do ex-campeão mundial Ramon Alonso em Sukhoi 31 durante o sábado.
A entrada é gratuita.


Programa completo:

Dia 31, Quinta-feira
Início do campeonato
09:00 às 12:00 - Treinos Oficiais (livres para quem não tenha voado anteriormente)
14:00 às 19:00 - Programas obrigatórios Q1 de todas categorias

Dia 1, Sexta-feira
Continuação do campeonato
10:00 às 13:00 - Q2: Elemental e Livre Desportiva e Intermédio
14:00 às 18:00 - Livre: Avançado e Ilimitado

Dia 2, Sábado
Final do campeonato
O ex-campeão do Mundo de Acrobacia Aérea Ramon Alonso estará presente em Santarém no seu Sukhoi 31. Exibição Freestyle, Sábado de manhã, 2 Junho!
10:00 às 13:00 - Desconhecido: Avançado, Ilimitado e intermédio
14:00 - 19:30 - Conclusão dos programas (Back up meteo)

Dia 3, Domingo
Prova Freestyle
10:00 - Abertura da placa ao público
11:00 - Free style - Taça da cidade.
Entrega de prémios.
14:00 às 18:00 - Fim da prova, actividades várias.



Ramon Alonso no seu Sukhoi 31

terça-feira, 29 de maio de 2012

O NASCIMENTO DE UM GIGANTE (M656 - 51PM/2012)

A última secção do casco é baixada na doca seca     Foto: US Navy/ Newport News/ Ricky Thompson

O porta-aviões USS Gerald Ford, que dará o seu nome à nova classe de super porta-aviões da Marinha americana, recebeu recentemente a última parte do casco, nos estaleiros da Newport News no estado de Virginia. Com esta fase, cerca de 70% do navio está agora completo, estando a sua entrada em serviço prevista para 2015.
Apesar de exteriormente bastante similar à anterior classe Nimitz, os porta-aviões da classe Ford, incorporam várias mudanças com vista a aumentar a funcionalidade, reduzir tripulação e consequentemente custos de operação.

Principais modificações da classe Ford                      Imagem: Newport News


Assim, a alteração mais notória é o recuo da ponte de comando, o que permitirá aumentar também o número de saídas diárias de aviões. Outras novidades incluem o sistema de catapulta, que substituirá o atual sistema a vapor por um eletromagnético, novo sistema avançado de cabos de travagem, sistema de mísseis de autodefesa RIM-162 Evolved Sea Sparrow, radar dual-band, novas turbinas nucleares e características stealth não reveladas. As dimensões são de 333m por 78m, terá capacidade para 90 aeronaves e  deslocação de cerca de 100.000 ton, portanto dentro da mesma ordem de grandeza da classe Nimitz.
Além do Gerald Ford (CVN-78), está já em construção o segundo porta-aviões da classe, (CVN-79) com entrada ao serviço para 2020, que receberá o mesmo nome do CV-67 USS John F. Kennedy, abatido ao serviço em 2007. Um terceiro está anunciado para entrada ao serviço em 2025, com nome ainda por definir, embora Enterprise se afigure como o mais provável.
Entretanto, o atual Enterprise (CVN-65), Nimitz (CVN-68) e Eisenhower (CVN-69) terão já sido retirados de serviço. 



segunda-feira, 28 de maio de 2012

O DIA EM QUE O KREMLIN PAROU (M655 - 50PM/2012)




Se isto fosse um dos programas da National Geographic sobre o top ten de um qualquer tema, tipo “os 10 animais mais venenosos” ou os “10 sítios mais inóspitos da Terra”, mas aplicado aos episódios insólitos ou bizarros da Guerra Fria, este asseguraria sem dúvida o primeiro lugar destacado.
Que me perdoem eventualmente aqueles que têm mais memória por se lembrarem de épocas em que eu ainda não era gente, mas dos 70s para a frente e do que conheço para trás, não me ocorre nada mais bizarro que descolar num pequeno avião monomotor a hélice, violar todo o espaço aéreo do Pacto de Varsóvia e aterrar bem no coração do império soviético: a Praça Vermelha bem na frente do Kremlin!
Precisamente a 28 de Maio de 1987, data sobre a qual se cumprem 25 anos, o mundo ficou mudo de espanto com a ousadia de Mathias Rust (que também se pode encarar como loucura), um jovem alemão de 19 anos que descolou de Helsínquia na Finlândia para só parar em Moscovo.
Alegou ser a sua iniciativa uma "tentativa de falar com o líder soviético Gorbachev, sobre  a paz mundial", mas valeu-lhe na verdade uma sentença de quatro anos de prisão.
A sua ação teve contudo consequências muito para além do ato em si e da sua punição: Gorbachev, perante a óbvia humilhação internacional, aproveitou para demitir várias chefias militares incómodas, o que muito lhe facilitaria as reformas em curso.
Mathias Rust, cumpriria apenas 14 meses na prisão de Lefortovo. De volta à Alemanha alegou objeção de consciência para não cumprir o serviço militar, pelo que cumpriu o tempo correspondente em serviço cívico num hospital. Apaixonou-se por uma enfermeira que apunhalou ao ser rejeitado. Cumpriu  de novo tempo na prisão por este incidente. De volta à liberdade teve vários outros problemas com a justiça por pequenos furtos, dívidas e burlas. Casou-se divorciou-se e voltou a casar-se. Criou uma organização de promoção à paz no mundo sem grande sucesso, uma empresa de investimentos na Estónia e foi jogador profissional de póquer.


Para as suas ações pouco dignas depois do episódio marcante aos seus 19 anos, que o levaram a ser conhecido em todo o mundo, Mathias Rust justificou-se com a pressão a que fora submetido pelos média e os distúrbios emocionais que lhe causaram.
Visto à distância, e voltando à teoria da loucura do ato comentada no início, parece tudo não ter sido mais do que um caso em que um acontecimento se tornou infinitamente maior do que quem o causou ou as suas motivações. Provavelmente pouco mais foram do que as de um adolescente a cometer um ato de loucura próprio da idade. Ou então os heróis não são perfeitos como imaginávamos.

sábado, 26 de maio de 2012

ATAC - "AGRESSORES CIVIS" (M654 - 21AL/2012)


Um Hawker Hunter da ATAC

Um caça privado “agressor” contratado pela USNavy  para exercícios de treino despenhou-se recentemente num campo agrícola do Sul da Califórnia, matando o seu único tripulante, um piloto civil.
O aparelho, um Hawker Hunter  caiu perto da Base Naval Ventura County, tendo o seu único tripulante, um piloto civil morrido no acidente.
Segundo as autoridades militares Norte-Americanas, o avião “estava na aproximação final e por razões ainda para apurar acabou por se despenhar no já referido campo agrícola, não muito longe de Point Mugu State Park, Aeroporto Camarillo a cerca de 50 quilómetros a noroeste de Los Angeles".
O Hawker Hunter, aparelho de origem britânica, pertencia à empresa ATAC – Airborne Tactical Advantage Company, fazia parte de uma frota que fornece serviços de treino à Navy Fighter Weapons School, nomeadamente, como “aviões  agressor”, usados para tornar o treino o mais real possível.

"Os nossos pilotos e aviões descolam e voam,  imitando o inimigo, desafiando os radares e testando as defesas e táticas dos militares, de forma a fornecer um serviço de alta qualidade e performance!”, disse Matt “Race“ Bannon, executivo da ATAC.

Um F-21 Kfir da ATAC.

Em Março passado, um outro aparelho, de origem israelita, do tipo F-21 Kfir colidiu com um prédio na Naval Air Station Fallon, Nevada, matando o piloto. ATAC disse na altura que muito provavelmente o acidente se terá devido a condições climatéricas extremas e não previstas.
A ATAC é, como já se disse, uma empresa que fornece “inimigos” para treino dos pilotos militares norte-americanos e “rompe” assim com o até então “exclusivo” das “Agressors Squadrons”, oriundas das USNavy e USAF, muito conhecidas do publico que se interessa pela aviação militar e que, entre outras particularidades, ficaram imortalizadas em filmes como o lendário Top Gun. Está equipada com aviões do tipo Hawker Hunter, F-21 Kfir e L-39 Albatroz.
Regista-se assim a entrada no mercado da ATAC que explora assim um segmento com potencial e tradição no treino dos pilotos militares, quanto mais não seja na enorme arma aérea norte-americana. Seguramente que tal facto se pode considerar, para as forças armadas daquele país, mais vantajoso, na medida em que as esquadras "agressors" serão bastante onerosas para o orçamento de defesa. E em tempo de "cortes", qualquer dólar poupado é sempre um dólar poupado...

  
Fonte: Associated Press/ATAC, adaptação Pássaro de Ferro. 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O FIM DE UMA ERA (M653 - 20AL/2012)

 O Mystère Ouragan, a primeira aeronave no pós 1952 em Cambrai;

A França encerrou, em 30 de Março passado, a lendária Base Aérea de Cambrai-Epinoy que, apara além de ter sido durante muitos anos um bastião da defesa aérea francesa e da NATO, foi uma das bases aéreas mais históricas no que ao "espírito Tigre" diz respeito.
Cambrai-Epinoy está situada a norte de França e teve um papel primordial nas operações aéreas na 2ª guerra mundial, inicialmente aquando da ocupação alemã, que a utilizou para base de onde partia a sua aviação para bombardeamentos e posteriormente, depois de conquistada pelos aliados, usada contra a Alemanha.
Com o fim da segunda grande guerra, o seu potencial estratégico é aproveitado e em 1952, é totalmente remodelada pela NATO para os padrões da altura, estabelecendo-se como uma das mais importantes bases aéreas francesas e da NATO, papel que foi amplamente reforçado ao longo dos anos que durou a "guerra fria".

 Seguiu-se o Mystère IV;

Durante estes 60 anos, muitas aeronaves passaram por aquela base e das da "casa", digamos, vários nomes pontificaram como por exemplo: Mystère IV, Super Mystère B2, Mirage F-1C, até aos Mirage 2000C que inscreveram o seu nome como os porta-estandarte do fim de uma era.
Portanto, a marcha da história tratou de colocar um ponto final nesta como noutras bases aéreas não só na França, como em outros países, como por exemplo os próprios Estados Unidos.

 O Super Mystère B2;

O fim da ameaça de Leste e a dissolução do "inimigo" acabou por levar a profundas reformulações nas armas aéreas facto que, aliado às crescentes restrições orçamentais (auto)-impostas pelos/aos estados acabou, de uma forma algo "fatal", digamos, por redesenhar não só o posicionamento estratégico externo como organizacional e interno desses mesmos estados.
A Base Aérea de Cambrai-Epinoy, a BA 103 é, portanto, uma das faces mais visíveis desta nova realidade.

 Aqui o imponente, elegante e belíssimo Mirage F-1C;

Esta base aérea ficará na história da aviação militar mundial por muitas razões. Para nós, portugueses, permanecerá na memória pela participação da Esquadra 301- Jaguares em alguns "Nato Tiger Meet" por lá realizados, com destaque evidente para o último, o de 2011, onde os Jaguares e os F-16 nacionais conquistaram brilhantemente o Troféu Silver Tiger.

O Mirage 200C, sendo que esta formação é liderada por um dos aparelhos pintado especialmente para comemorar o encerramento da base,

Colocado o ponto final nesta história, os livros de História da Aviação, mas não só, tratarão de a perpetuar para todos os que gostam de aviões e de certa forma, dos seus "templos sagrados" como era, definitivamente, Cambra-Epinoy!

Um Rafale foi também pintado para comemorar o fecho de Cambrai-Epinoy.

Cambrai-Epinoy - 1952/2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

ESQUADRILHA DA FUMAÇA AOS 60 (M652 - 49PM/2012)


Os aniversariantes descolam para mais uma exibição

Vista geral do recinto que acolheu a festa

Patrulha Extreme

Bem conhecido em Portugal, um C295com as típicas cores brasileiras onde é denominado C-105

O caça italo-brasileiro AMX

Um Mirage 2000 da FAB espreita a barreira do som

A patrulha Halcones veio do Chile nos seus Extra 300L

O momento de wingwalking da festa

Um EMB-195 da companhia Azul, mas também com verde e amarelo

Um UH-60 Black Hawk do 5º/8º GAv/AFA

O CF-18 do Canadian Demo Team inicia a sua demonstração de performance

Se o tempo não foi o melhor pelo menos contribuiu para alguns efeitos espetaculares em voo

O A-29 Super Tucano ou "bad brother" da Esquadrilha da Fumaça

O T-27 Tucano que equipa a Esquadrilha da Fumaça

Futuros fumaceiros andam já por entre a multidão

Uma das exibições dos Fumaceiros ao fim do dia

Durante o fim-de-semana de 12 e 13 de maio, a Força Aérea Brasileira celebrou os 60 anos da sua Esquadrão de Demonstrações Aéreas (aka Esquadrilha da Fumaça) com uma festa a condizer.
Pelos céus de Pirassununga, São Paulo, onde está sedeada a Academia da Força Aérea e também a Esquadrilha, desfilaram não só aeronaves brasileiras, mas também vários convidados de honra, vindos de vários países do continente americano para abrilhantar a festa: CF-18 demo do Canadá,  Patrulha Halcones em Extra 300 do Chile e  F/A-18F dos EUA.
Aeronaves e patrulhas civis fizeram também parte da festa, tal como lançamento de paraquedistas e aeromodelismo.
A parte de leão foi como não poderia deixar de ser para a própria Esquadrilha da Fumaça,com duas exibições por dia.
Apesar do tempo não ter sido o melhor, o evento acolheu cerca de 100.000 espetadores nos dois dias que durou o festival.
O povo brasileiro pode orgulhar-se dos seus aviadores e a Esquadrilha da Fumaça é sem dúvida um seu fiel representante.



Agradecimentos: Mauro Donati e revista Webasas 

domingo, 20 de maio de 2012

PORTUGAL AIR MEETING 2012 - MAIA (o rádio modelismo) (M651 - 48PM/2012)

Verdadeiro ou brinquedo?

Se não podes ir ao Tiger Meet, o Tiger Meet vem até ti

O controlo absoluto de máquinas não tão pequenas quanto isso

Modelos históricos que deu gosto ver

A fila para as exibições de voo encabeçada por um Broussard de cores nacionais

Acreditem ou não é um paraquedista RC e um avião RC

Tal como os modelos apresentados os pilotos presentes foram brilhantes

Mais um modelo com muita história: um quadrimotor da II Grande Guerra, o Handley Page Halifax

As acrobacias com modelos foram dignas das melhores patrulhas "a sério"

Um F-86 passa sem receios pelos Yak-52 dos Smokewings

Até o Cdt Luís Garção ficou impressionado pela "concorrência" do mini Extra 300

Pormenores de classe puderam ser observados nalguns modelos

Seria de esperar que com tanto realismo também houvesse uma ejeção mas foi mesmo falha técnica

A necessária manutenção para colocar os jatos a voar

Um dos modelos de conceção do próprio piloto

No que aos modelos de rádio controlo diz respeito, o Portugal Air Meeting foi um verdadeiro desfile de aeronaves a variar entre o exótico e o histórico. Pinturas especiais (com especial incidência nas Tiger), aeronaves inventadas e muito talento, tanto na construção dos modelos como na pilotagem dos mesmos.
Presentes estiveram alguns dos pilotos mais conceituados a nível europeu e mundial e a mestria que demonstraram na exibição das suas aeronaves não deixou dúvidas a ninguém, quanto ao merecimento dos seus créditos.
Os paraquedistas telecomandados foram outro ponto curioso do evento, chegando mesmo a equivocar os menos atentos, se se tratava de modelos ou realidade, à semelhança aliás, de muitos dos aviões que desfilaram pelo aeródromo de Vilar de Luz.Os aviões movidos a turbina, além da rapidez que alcançam (mais de 300km/h) impressionaram também pelo próprio ruído, muito similar ao dos reais.
A nível nacional, destaque ainda para o F-16 com pintura especial dos 50 anos da BA5, conhecido como "o Sabre", agora imortalizado no modelo pertença de um dos elementos da organização e que embora ainda não estando pronto para voar, despertou o interesse do muito público que passou pelo átrio do edifício de comando do aeródromo.
Este tipo de eventos é sem dúvida interessante, tanto para modelistas como para aficionados da aviação, ou simples curiosos. E alguns dos modelos permitem mesmo uma "terapia de substituição" se os aviões reais não se podem ver todos os dias, ou mesmo já não existem.
A ilusão e divertimento que proporcionam, garantem algumas horas bem passadas.
A Organização está de parabéns e a fasquia colocada este ano vai tornar a próxima edição com certeza um desafio maior.

O stand de vendas do Pássaro de Ferro junto ao modelo à escala do "Sabre" da capa do livro "F-16 Falcões e Jaguares"


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