quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
F-16 NACIONAIS PARTEM PARA DESTACAMENTO NA ISLÂNDIA [M2285 - 2/2022]
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022 às 18:45
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
PRIMEIRO ALERTA AÉREO DA NATO EM 2022 FOI PORTUGUÊS [M2284 - 1/2022]
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022 às 11:29
| F-16AM de alerta à descolagem na BA5 com mísseis AIM-9L Sidewinder reais Foto de arquivo |
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
PRIMEIROS F-16 EX-NORUEGA CHEGAM À ROMÉNIA EM 2022 [M2283 - 71/2021]
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021 às 12:54
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| F-16AM da Força Aérea Romena à aterragem em Borcea |
Segundo a revista romena especializada em aviação "Aviatia" revelou hoje 30 de Dezembro de 2021, na sua edição online, os primeiros F-16, a serem comprados pela Roménia à Noruega, poderão chegar ainda durante o próximo ano.
Apesar do contrato de aquisição de até 32 aparelhos ainda não ter sido assinado - estando marcado para a Primavera de 2022 - foi já avançada a informação de que as primeiras três células poderão chegar à Roménia até ao final de 2022.
"Os aviões vêm chave na mão, podem voar num segundo. Terão que ser adaptados aos padrões romenos, mas estamos a falar da aplicação do esquema de pintura nacional do F-16 romeno e dos sistemas de comunicação seguros, dos sistemas de reconhecimento amigo-inimigo, todos característicos de cada nação ", disse o General Viorel Pană, Chefe do Estado-Maior da Força Aérea à TVR.
Nas mesmas declarações, o Gen. Pană comentou a necessidade de formação de um grande número de pilotos e técnicos para poder operar os 32 aviões que virão da Noruega, a adicionar aos 17 adquiridos a Portugal, e sedeados na base aérea de Borcea. De realçar que o contrato de aquisição das células F-16M portuguesas previa a formação de pilotos e técnicos, inclusivamente já depois da entrega das aeronaves. Agora, as autoridades romenas parecem interessadas em prolongar a instrução de pilotos em Portugal, enquanto a formação dos técnicos será repartida entre a Noruega e a Roménia: “Continuaremos a treinar pilotos nos EUA, pelo menos quatro por ano. E, claro, temos soluções de formação em Portugal, não na Noruega. Assim, a parte da formação com Portugal continua em aberto, enquanto as soluções para a formação do corpo técnico são exclusivamente romenas e norueguesas ” referiu.
Apesar da formação de técnicos aparentemente não passar por Portugal desta vez, com a entrega da última célula ex-FAP, estava já definido o envolvimento luso na modernização das aeronaves já fornecidas.
Ainda segundo a revista Aviatia, o cronograma de entrega dos 32 F-16 ex-noruegueses, prevê a conclusão do processo até 2024, quando a Força Aérea Romena completará numericamente três esquadras de voo equipadas com F-16 MLU.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
BALANÇO DO DESTACAMENTO DE F-16 DA FAP NA LITUÂNIA [M2282 - 70/2021]
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021 às 19:01
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| F-16M com panóplia de armamento na cerimónia de recepção da FND na BA5 |
Na passada terça-feira 14 de Dezembro, realizou-se a cerimónia de recepção da Força Nacional Destacada (FND) em missão na Lituânia entre entre 1 de Setembro e 30 de Novembro de 2021.
A cerimónia realizada na Base Aérea nº5, em Monte Real, casa das Esquadras 201 e 301 da Força Aérea Portuguesa (FAP) que operam os F-16 destacados, foi presidida pela Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro, e contou com a presença do CEMFA Gen. Joaquim Borrego, do Comandante Aéreo TGen. Eurico Craveiro e do Comandante da BA5 Cor. João Vicente, entre outras individualidades militares.
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| À direita a Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro |
O destacamento na Lituânia, realizado ao abrigo das medidas de tranquilização aumentadas da NATO, para o policiamento das repúblicas bálticas, foi comandado pelo Maj. PILAV Paulo Silva até sensivelmente metade do período, altura em que foi realizada rotação dos 84 elementos que asseguraram a missão, passando depois o comando para o Maj. PILAV Emídio Fernandes até ao final.
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| Entrega da bandeira da FAP usada pela FND pelo Maj. Fernandes ao Gen. Borrego |
Durante os três meses do destacamento, as aeronaves portuguesas alternaram prontidão de alerta de 15 e 180 minutos, com o destacamento dinamarquês em Siauliai. Totalizaram sete missões reais (Alpha scramble) de identificação e intercepção de aeronaves não identificadas e 19 missões de treino (Tango scramble), com 100% de eficácia.
Além de apoio no policiamento aéreo do Báltico ao destacamento da Real Força Aérea Dinamarquesa em Siauliai, o destacamento da FAP realizou ainda 161 missões de treino conjuntas e combinadas com forças aliadas na região, entre as quais se destacam a participação no exercício Ramstein Alloy, a escolta de bombardeiros estratégicos da USAF B-1B, integração com a força naval SNMG1 (que incluía a fragata da portuguesa NRP Corte-Real), além de exercícios de apoio aéreo próximo com tropas de várias nacionalidades, que serviram para aprimorar a interoperabilidade dentro da NATO e países parceiros.
A nível de manutenção, as aeronaves destacadas (15101, 03, 12 e 42) demonstraram uma disponibilidade de 98,8% durante o período do destacamento, tendo realizado um total de 440 horas de voo.
No seu discurso, o Gen. Joaquim Borrego enalteceu a dedicação, profissionalismo e espírito de missão dos elementos que asseguraram o destacamento, que permite ao país honrar os compromissos internacionais que assumiu e terminar com o sentimento de dever cumprido.
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| General CEMFA na alocução aos presentes na cerimónia na BA5 |
De igual modo, a Drª Catarina Sarmento Castro sublinhou o reconhecimento internacional do desempenho da FND e a importância da missão desempenhada com sucesso e em segurança, que demonstra o compromisso nacional com os seus aliados da NATO.Em 2022 está previsto a FAP realizar novo destacamento de F-16 num país aliado, desta feita na Islândia.
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| F-16AM Fighting Falcon |
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| Foto de grupo dos presentes na cerimónia na BA5 a 14 de Dezembro de 2021 |
sexta-feira, 26 de novembro de 2021
LOBOS PATRULHAM MEDITERRÂNEO PARA NATO E UE [M2281 - 69/2021]
sexta-feira, 26 de novembro de 2021 às 14:04
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| P-3C CUP+ da Esquadra 601 da FAP |
O Estado Maior General das Forças Armadas deu conta através da rede social Facebook de mais uma missão realizada no dia 11 de novembro pela Esquadra 601 - “Lobos” da Força Aérea Portuguesa (FAP), no âmbito da operação da NATO “Sea Guardian”, de patrulhamento e vigilância no Mar Mediterrâneo.
Nesta missão, a aeronave P-3C CUP+, a operar a partir da Base Aérea N.º 11, em Beja, patrulhou uma área superior a 300 mil Km2, durante 8h50 de voo, tendo realizado 3240 contactos, entre os quais se encontravam 19 embarcações relacionadas com o tráfico de estupefacientes e uma embarcação de imigração ilegal. A tripulação portuguesa identificou, assim, 14 migrantes e coordenou o seu resgate das águas do Mediterrâneo.
A operação “Sea Guardian” tem como objetivo promover a segurança marítima no Mar Mediterrâneo, garantindo a liberdade de navegação e o conhecimento situacional deste mar, com foco nas atividades de tráfico de estupefacientes, armas e pessoas, vigilância do tráfego marítimo e poluição marinha. Até ao final de 2021, os Lobos irão realizar mais 6 missões no âmbito desta operação.
A Esquadra 601 tem além disso, outra aeronave P-3C CUP+ destacada em Málaga, Espanha, a realizar patrulhamento do Mediterrâneo até ao dia 2 de dezembro, no caso atribuída à operação Índalo, da agência europeia FRONTEX.
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
TRIPULAÇÃO DE C295M DA ESQUADRA 502 TERMINA ETAP EM ESPANHA [M2280 - 68/2021]
quarta-feira, 24 de novembro de 2021 às 12:27
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| C295M da Esquadra 502 durante o ETAP 21-4 em Espanha Foto: aviationphoto11 |
A Esquadra 502 da Força Aérea Portuguesa terminou a participação no curso ETAP (European Tactical Airlift Programme) realizado em Saragoça, Espanha, entre 7 e 19 de novembro de 2021.
Segundo o ETAC (European Tactical Airlift Centre) divulgou, no curso 21-4 participaram cerca de 160 militares com um total de oito aviões de transporte, de sete países diferentes: Alemanha e Espanha com A400M, Chéquia, Espanha, Portugal e Polónia com C295M, Noruega com C-130J e Lituânia com C-27J.
Participaram ainda dois pilotos búlgaros com observadores e uma equipa de Controladores Aérea Táticos polacos.
O programa do curso incluiu 20 horas de instrução teórica, seguidas de nove missões de voo por tripulação. A fase de voo do curso desenrolou-se principalmente na base aérea de Saragoça, aeroporto civil de Teruel, zonas de lançamento de Bardenas e São Gregório e zona de aterragem de Ablitas.
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| Momento da inversão de impulso dos motores do C295M durante uma aterragem tática em Ablitas Foto: aviationphoto11 |
As missões começaram pelo planeamento e tiveram tipologias abarcando as principais tarefas do transporte aéreo militar como a largada de tropas ou carga de paraquedas, voos táticos com presença de ameaças terra-ar e ar-ar, voo a baixa altitude, extrações e infiltrações de pessoal, manobras táticas de aproximação e aterragem, descarga de combate, ou operações de carga e descarga com motores em marcha. Segundo a estatística realizaram-se 43 EROs (Engine Running Operations), 6 COL (Combat Off Load), 6 SL (Static Line para-droppings), 3 ADGE (Air Delivery Gravity Extraction), 1 ADPE (Air Delivery Parachute Extraction), 20 SATB (Standard Air Training Bundle), 43 Assault Landings e Tactical Approaches, 53 Ground to Air Threat Reaction, distribuídos por mais de 60 voos e cerca de 120 horas.
Como resultado do curso, 37 tripulantes de oito tripulações graduaram-se com sucesso. Além disso, três loadmasters de Bulgária, Itália e Portugal qualificaram-se como instrutores.
A cerimónia de graduação teve lugar no dia 18 de novembro, na base aérea de Saragoça.
Agradecimentos: Esteban Maiza
terça-feira, 23 de novembro de 2021
ALEMÃES TREINAM EM PORTUGAL [M2279 - 67/2021]
terça-feira, 23 de novembro de 2021 às 17:08
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
CONCLUÍDO 7º CURSO DE INSTRUTORES DE TÁTICAS DE HELICÓPTEROS [M2278 - 66/2021]
segunda-feira, 1 de novembro de 2021 às 20:49
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| Os participantes da fase de voo do 7º HTIC Foto: EDA |
O 7º Curso de Instrutores de Tácticas de Helicópteros (HTIC) da Agência Europeia de Defesa decorreu ao longo de sete semanas repartidas pela Base Aérea nº1 em Sintra, Portugal e na Base Aérea de Pápa na Hungria.
Concluído a 22 de Outubro de 2021, o curso começou no dia 30 Agosto, com uma fase teórica de quatro semanas e treino em simulador na BA1 em Sintra. Seguiu-se depois um destacamento de três semanas na Base Aérea do Pápa na Hungria, onde os participantes realizaram a fase de voo do curso.
Apoiada por pessoal da Força de Defesa Húngara e da Base Aérea do Pápa, a fase de voo incluiu um cenário operacional complexo com realização de voos em formação com diferentes aeronaves, treino de evasão contra uma série de ameaças aéreas, Guerra Eletrónica (EW) contra sistemas terrestres e aéreos e toda uma panóplia de tarefas adicionais, tais como assalto de helicóptero, escolta de veículos terrestres e apoio mútuo.
Fase de voo do HTIC em Pápa
O curso foi conduzido pela equipa de instrutores-chefe de HTIC da EDA e ministrado a tripulações austríacas, checas, alemãs, húngaras, portuguesas e suecas, voando em seis tipos diferentes de helicópteros: AW109, EH101, H145M, Mi-171, OH-58 e UH-60.
Os instrutores vieram da Áustria, Alemanha e Suécia, juntamente com algum apoio contratado da Inzpire Ltd. O curso contou além disso, com o suporte de aeronaves de asa fixa dos L-159 ALCA checos e JAS39 Gripen húngaros, atuando principalmente como ameaças durante o treino dos helicópteros. Os equipamentos de Guerra Eletrónica foram fornecidos pela Áustria e pela Hungria.
No total, foram concedidas 18 qualificações de Bronze, 7 de Prata e 3 de Ouro, garantindo uma importante contribuição para o quadro internacional de Instrutores de Táticas de Helicóptero (HTI).
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| Tripulações portuguesas das Esquadras 552 e 751 participantes no 7º HTIC Foto: FAP |
Os três elementos principais do HTIC são o treino de evasão, guerra eletrónica e operações avançadas. São inicialmente ministrados como capacidades autónomas, antes de serem reunidos num ambiente complexo e não permissivo, no âmbito do planeamento e execução de Operações Aéreas Compostas (COMAO).
O Curso de Instrutores de Táticas de Helicópteros (HTIC) é uma atividade de treino avançado de helicópteros destinada a formar instrutores de táticas para helicópteros, que possam depois transmitir nacionalmente os procedimentos táticos padronizados aprendidos, de modo a promover a interoperabilidade entre as unidades de helicópteros europeias e facilitar a prontidão para atividades combinadas futuras. Isto é feito independentemente do tipo de helicóptero usado e vem sendo implementado desde 2013. A partir de 2021, a sua localização mudou para Base Aérea n.º 1 em Sintra (Portugal), onde é executada a fase teórica e simulador do curso, e para a Base Aérea do Pápa (Hungria), onde é realizada a fase de voo.
O HTIC fornece, às tripulações participantes, capacidades e conhecimentos para por sua vez ensinarem táticas avançadas às tripulações operacionais dentro de cada uma das suas próprias organizações nacionais. As tripulações graduadas devem ainda auxiliar na execução do Programa de Exercícios de Helicópteros (HEP) da EDA, o Curso de Táticas de Helicóptero (HTC) e em futuros HTIC. Os diplomados com êxito no curso recebem uma qualificação reconhecida por outros Estados-Membros.
Os cursos HTIC duram dois anos: no primeiro ano, os futuros instrutores refinam ao máximo os seus próprios conhecimentos de táticas avançadas de helicópteros e no segundo ano, a ênfase muda para desenvolver a capacidade dos participantes em ensinar essas táticas. Por sua vez, instrutores que tenham demonstrado capacidades excecionais ao ministrar o curso, são selecionados individualmente para regressar uma terceira vez e lecionar juntamente com os instrutores permanentes, para atingirem finalmente a qualificação Ouro de instrutor e tornarem-se instrutores de futuros HTIC e/ou integrar a Equipa de Instrutores Chefe do HTIC.
Fonte: EDA
domingo, 24 de outubro de 2021
PILOTO DA MARINHA PORTUGUESA CONDECORADO EM ESPANHA [M2277 - 65/2021]
domingo, 24 de outubro de 2021 às 13:13
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| Primeiro-tenente Pacheco Ricardo Foto: Marinha Portuguesa |
Na passada sexta-feira 22 de Outubro de 2021, o primeiro-tenente Pacheco Ricardo, da Marinha Portuguesa, foi condecorado com a Cruz del Merito Naval - Distintivo Blanco. A cerimónia teve lugar durante a Lectura de Leyes Penales, na Flotilha de Aeronaves da Aramada Espanhola, na Base Naval de Rota.
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| O momento da condecoração na Base Naval de Rota Foto: Marinha Portuguesa |
Segundo explica a Marinha Portuguesa em notícia do seu sítio de internet, "a Cruz del Mérito Naval - Distintivo Blanco tem por objetivo recompensar e distinguir individualmente os membros das Forças Armadas por ações e feitos ou pela prestação de serviço de reconhecido mérito e importância para a Defesa Nacional."
Ainda segundo a mesma fonte, o primeiro-tenente Pacheco Ricardo encontra-se destacado na Armada Espanhola desde outubro de 2019, no âmbito de um acordo entre as duas Marinhas para a colocação de pilotos de helicópteros da Marinha Portuguesa em esquadrilhas congéneres internacionais. Está colocado na Sexta Escuadrilla de Aeronaves, na Base Naval de Rota, onde é piloto-comandante de helicópteros Hughes 500MD (de instrução de voo). Também ocupa o cargo de Oficial de Controlo de Material no Serviço de Manutenção.
A Marinha Portuguesa acrescenta ainda que "além de adquirir experiência de voo e de contribuir para a missão da sua unidade, o acordo celebrado permite reforçar as boas relações entre a Marinha Portuguesa e a Armada Espanhola."
quinta-feira, 14 de outubro de 2021
ROTAÇÃO NO DESTACAMENTO DO P-3 NA OPERAÇÃO ÍNDALO [M2276 - 64/2021]
quinta-feira, 14 de outubro de 2021 às 11:46
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| Destacamento da Esquadra 601 em Málaga Foto: Esq. 601 via EMGFA |
O Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) deu conta da primeira rotação no destacamento da Esquadra 601 (Lobos) da Força Aérea Portuguesa, na operação INDALO 2021 da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira – FRONTEX, que ocorreu no passado dia 6 de outubro, em Málaga.
O destacamento foi visitado na ocasião pelo Comandante Aéreo TGen Eurico Craveiro.
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| O Gen. Eurico Craveiro na visita ao destacamento em Málaga Fotos: FAP |
O EMGFA classifica a operação ÍNDALO, de apoio à agência Frontex, como uma das operações mais importantes da União Europeia, em matéria de combate ao tráfico de estupefacientes, controlo da imigração ilegal, poluição marítima e pesca ilegal e, ainda, como uma mais-valia para a salvaguarda da vida humana no mar, através das missões de busca e salvamento.
O primeiro contingente destacado foi constituído por 30 militares e uma aeronave P-3C CUP+, assim como por um oficial de ligação em Madrid, no “International Coordination Center (ICC)” da agência FRONTEX, que foram agora rendidos.
Durante cerca de um mês, os "Lobos" patrulharam uma área de 488.681 milhas náuticas quadradas, tendo efetuado 80 horas de voo e detetado 11199 contactos. Entre estes, encontravam-se 54 embarcações de imigração ilegal, 10 embarcações abandonadas e 146 embarcações relacionadas com o tráfico de estupefacientes. A tripulação nacional identificou, assim, 451 migrantes e coordenou duas missões de busca e salvamento, nas quais resgatou 13 migrantes das águas do Mediterrâneo.
Ainda segundo o comunicado do EMGFA, os "militares da Força Aérea demonstraram um elevado grau de prontidão, profissionalismo e dedicação, tendo o seu trabalho sido reconhecido pelas entidades da União Europeia."
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| Foto: Esq. 601 via EMGFA |
O segundo contingente de militares da Força Aérea, e a aeronave P-3C CUP+, irá operar durante mais um mês a partir de Málaga, no Mar Mediterrâneo Ocidental. A Força Aérea estará, ainda assim, empenhada nesta missão até ao próximo dia 2 de dezembro, havendo lugar a uma nova rotação antes do término da participação portuguesa em 2021.
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| Descolagem do P-3C da Esq.601 em Málaga Foto: Esq. 601 via EMGFA |
Portugal vem colaborando com a agência FRONTEX há já mais de uma década, seja com a plataforma P-3, seja com o C295M.
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18:45
António Luís


























