segunda-feira, 14 de julho de 2014

20 ANOS F-16 EM PORTUGAL - III (M1653 - 84AL/2014)

O Luís Gonçalves, Presidente da Associação Portuguesa de Entusiastas de Aviação - APEA, enviou-nos o seu olhar sobre o que se passou ontem na BA5 - Monte Real, nas comemorações dos 20 anos do F-16 em Portugal. O Pássaro de Ferro agradece-lhe!
 O F-16AM 15108, da parelha QRA - Qick Reaction Alert, a descolar em full afterburner.

  Passagem do F-16AM 15113.

 Subida do F-16BM 15118.

Um dos F-16AM da parelha QRA "rompe" para a aterragem.

 O F-16AM 15122 em exposição estática com o armamento usado na operação do Viper.

 F-16AM 15131 em exposição na manutenção.

 Representante da Esquadra 103- Caracóis. Alpha Jet.

 TB-30 Epsilon - Pintura 25 anos.

O C295 foi a aeronave encarregue dos "batismos de voo".

domingo, 13 de julho de 2014

20 ANOS F-16 EM PORTUGAL - II (M1652 - 83AL/2014)


O ponto alto das comemorações dos 20 anos do Lockheed Martin F-16 Fighting Falcon  em Portugal e na Força Aérea Portuguesa (FAP) está acontecer, neste momento, na Base Aérea de onde operam, em Monte Real.
A FAP dispõe, presentemente, de 39 caças F-16, 33 monolugares e 6 bilugares, da versão MLU - MidLife Update, sendo que desses 39, 12 estão já "reservados" para a Força Aérea Romena.
Em 2016, a arma aérea nacional disporá, então de 30 caças F-16 - já integrando as 3 novas células que virão dos EUA - por forma a corporizar o contemplado na Lei de Programação Militar que prevê 30 caças F-16 a operar pelas duas esquadras que, presentemente já o fazem, no caso a Esquadra 201 - Falcões e a Esquadra 301 - Jaguares, como já se aludiu, a partir de Base Aérea nº5, em Monte Real.

Todos os aviões neste momento em operação foram modernizados em Portugal, nas OGMA e na própria Base Aérea de Monte Real, factos que permitem um excelente "know how" no que toca à manutenção e operação segura das aeronaves, assim como a sua rentabilização máxima com significativa redução de custos.
O F-16 e a versão MLU presentemente em operação na FAP é um caça multi-função, de excelente capacidade operacional e tática, dotado de enorme potência e capaz de executar um envelope alargado de missões, com particular destaque para a defesa aérea, uma vez que em prontidão permanente - com capacidade de resposta de 15 minutos - está uma parelha de aviões em alerta (QRA - Quick Reaction Alert), pronta para todo o tipo de operação que envolva a defesa do espaço aéreo nacional.

Os F-16 nacionais integram, também, o dispositivo de reação rápida da NATO e a sua operação acontece, frequentemente nesse quadro, seja em território nacional, seja no espaço europeu, do norte da Europa - Islândia, até aos países bálticos e em muitos exercícios militares de importância estratégica para a NATO.
 O Pássaro de Ferro, desde a sua génese, em 2006, tem acompanhado a evolução da operação deste sistema de armas em Portugal, através de inúmeras edições e, conforme se afere pelas ligações anteriores, na imprensa nacional e internacional da especialidade.
Em 2004, os editores deste projeto publicaram um primeiro "resumo" dos 10 anos iniciais do F-16 em Portugal e, mais tarde, em 2010, por ocasião do fim da operação da versão OCU, mais um trabalho/balanço desses anos de "Geração OCU".
Temos também acompanhado o percurso do primeiro F-16 MLU a operar na Força Aérea, o 15133, através de um amplo e em permanente atualização -  "Dossier 15133" - em que de forma paulatina se vão registando factos relativos à operação desta aeronave em particular.


O fotógrafo do Pássaro de Ferro e um dos editores principais do Pássaro de Ferro - Paulo Mata, deu também forte expressão para a história do F-16, ao participar, em co-autoria, na elaboração do livro "F-16, Falcões e Jaguares", o primeiro do género concebido e elaborado em Portugal.
Assim, o Pássaro de Ferro orgulha-se de ter dado um importante contributo para a divulgação e conhecimento das operações com o F-16, seja no nosso país, seja em publicações de projeção internacional, para além de muitas e frequentes edições noticiosas no seu sítio eletrónico.

Parabéns à Força Aérea, às esquadras de voo, à Base Aérea nº 5 e a todos os que contribuiram e contribuem, com o seu esforço, dedicação e conhecimento para esta história de sucesso, que muito nos orgulha!

Pássaro de Ferro


sábado, 12 de julho de 2014

20 ANOS F-16 EM PORTUGAL - I (M1651 - 82AL/2014)


Amanhã, em Monte Real, na Base Aérea nº5, o ponto alto das comemorações dos 20 anos de F-16 em Portugal.
A Base estará aberta ao público com diversas atividades que visam marcar este importante aniversário.
Pelas 13:45h está prevista a saída de uma formação de 12 caças F-16, frente ao público, facto que representa sempre um enorme espetáculo em termos visuais e "auditivos". Esses mesmos 12 aparelhos voarão, depois, sobre a base, momento sempre muito "fotogénico!

Aconselha-se que sobretudo as crianças sejam protegidas com "supressores de ruído", uma vez que esta atividade da saída das aeronaves é muito ruidosa.
De resto, no recinto e conforme se vê no programa, não faltam motivos de interese para um dia bem passado, junto dos aviões.
O Pássaro de Ferro irá dando nota do que de mais relevante se vai passar em Monte Real.


quinta-feira, 10 de julho de 2014

CORSAIR II - 15 ANOS DE TEMPO - Parte II (M1650 - 81AL/2014)

Parte I 

 - Segunda parte -

O A-7P 15524, fotografado no regresso de uma missão operacional, em Dezembro de 1997.

Atualmente,o A-7P 15524 está preservado em monumento, junto à Porta de Armas da Base Aérea nº 5, em Monte Real. Créditos na imagem.

O A-7P 15537, em aproximação para aterragem, em 1994 (Holanda-Leeuwarden). Créditos na imagem.

A-7P 15537, presentemente junto à Porta de Armas do Campo de Tiro de Alcochete.

Imagem do TA-7P 15545, estacionado na placa Bravo da BA5, em 1995. Foto: Stuart Mitchell.


No presente, o TA-7P 15545 está no Pólo do Museu do Ar do AM-1 Maceda/Ovar. Foto: Rui Ferreira.

O TA-7P (1)5550, de regresso de uma missão operacional, na Base Aérea nº 11, em Beja em 1996.

Na atualidade, o TA-7P 15550 está presente no Museu do Ar, em Sintra. Créditos na imagem.

Para além destes oito exemplares, que persistem por inteiro e visitáves, existem mais dois aparelhos A-7P, no caso: o 15502 e o 15519, cuja localização é a seguinte:
O A-7P (1)5502 foi doado ao Museu de Cracóvia, na Polónia.

A-7P (1)5502 na Polónia. Créditos na imagem.

O A-7P 15519 está, neste momento, "armazenado" em Alcochete. O registo fotográfico que se apresenta reporta-se, contudo, à altura em que o aparelho esteve na Ota (até 2011).

A-7P 15519 num Hangar da Ota. Foto: Rui Ferreira.

Existe ainda a parte frontal da fuselagem do A-7P 15503 - que durante vários anos esteve em exposição (por inteiro) no Museu do Ar, em Sintra e que se encontra presentemente em Alverca.
Parte frontal do A-7P 15503. Foto: Rui Ferreira.

Junto às instalações da Esquadra 301 - Jaguares, na Base Aérea nº 5 em Monte Real, onde antes eram as da última esquadra que operou o A-7P, a 304 - Magníficos, está a deriva do A-7P 15517, como monumento.

Deriva do A-7P 15517, hoje como monumento, junto à atual Esquadra 301-Jaguares, na BA5-Monte Real.
Existe igualmente a parte frontal do A-7P 15536, pertença da coleção particular de Miguel Teodoro.

Parte frontal do A-7P 15536. Foto: Miguel Teodoro.

Segundo as pesquisas efetuadas, é este o "ponto de situação" relativamente ao que resta da frota A-7P/TA-7P Corsair II.
Alguns colecionadores têm também em sua possa, pequenas partes dos aviões e que, de modo simples, ajudam a manter viva a memória ligada ao velho "SLUF" (Short Litle Uggly fellow).

Agradecimentos ao Rui Ferreira pelas notas e fotografias facultadas; e igualmente ao Nuno Freitas e Emanuel Alves pelas fotografias da sua autoria utilizadas nestas edições.

Pássaro de Ferro

CORSAIR II - 15 ANOS DE TEMPO - Parte I (M1649 - 80AL/2014)

Completam-se hoje 15 anos sobre o último voo oficial do Vought A-7P/TA-7P Corsair II, um dos aviões que mais sensações causou na Força Aérea Portuguesa (FAP).
15 anos depois do seu último voo em céu nacional - a 10 de julho de 1999 - sobrevivem alguns para os entusiastas poderem matar saudades, nomeadamente seis A-7P (monolugares), a saber: o 15504 na Porta de Armas do AM-1 Maceda/Ovar; o 15506 na OTA - no CFMTFA; o 15508, no Museu do Ar em Alverca; o 15521 (pintura especial das 64000 horas), preservado na BA5; também na BA5-Monte Real está o 15524, como monumento junto à Porta de Armas e o 15537, também como monumento, na Porta De Armas do Campo de Tiro de Alcochete.
Restam, também, dois TA-7P (bilugares), o 15545 preservado no Pólo do Museu do Ar do AM-1 Maceda/Ovar e o 15550 no Museu do Ar em Sintra.
Oito resistentes que, de certo modo, afagam as saudades de muitos militares que com ele conviveram e dos aficionados que cresceram sempre com o ensejo de poder ver estes aviões de perto e tocar-lhes ou poder admirá-los no seu inconfundível voo.
Através das imagens que se seguem, podemos ver o antes de cada um deles - quando ainda voavam - e o agora desses oito "quase" heróis que lograram resistir à tirania do tempo.

O A-7P (1)5504, aqui fotografado em meados da década de 80, na BA5 - Monte Real. Imagem não creditada.

O 15504, junto à Porta d'Armas do AM-1 Maceda/Ovar, atualmente    Foto: Laurent Heyligen

Imagem do A-7P (1)5506, na Bélgica/Florennes, em 1992. Créditos na imagem.

O A-7P 15506 está atualmente, no CFMTFA - Ota e é um avião usado na instrução de Mecânicos de Materia Aéreo. Créditos na imagem.

O A-7P 15508 na BA5-Monte Real, em 1996. Créditos na imagem. (Via Rui Ferreira)

Estado atual do A-7P 15508, no exterior do Museu do Ar - Alverca.

O A-7P (1)5521, na imagem taxiando depois de uma exibição de performance, em Alconbury (Inglaterra) , em 1991. Créditos na imagem.


O A-7P 15521 foi pintado em 1999 para assinalar o phase out da frota "Corsair II" na Força Aérea Portuguesa. Atualmente faz parte do acervo de "velhas glórias" da BA5, em Monte Real

(Continua)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

ISRAEL LANÇA OPERAÇÃO "PROTECTIVE EDGE" SOBRE GAZA (M1648 - 207PM/2014)

F-16C da esquadra "First Jet"           Foto: Guy Ashash

A Força Aérea Israelita (FAI) deu início no dia 7 de julho à Operação "Protective Edge", com vista a eliminar alvos "terroristas" na Faixa de Gaza. A operação foi despoletada pelo lançamento intenso de rockets contra comunidades israelitas no sul do país, incluindo Ashdod e Gan Yavne.

Este episódio próximo que despoletou a Operação Protective Edge, vem no seguimento de várias semanas de tensão na região, que incluíram o assassinato de três adolescentes israelitas.

Todas as bases aéreas israelitas estão por isso em alerta e "preparadas para uma intensa campanha na Faixa de Gaza, se for necessário", segundo se pode ler no site oficial da FAI.

Ataque a um alvo visto pelo sensor do caça    Imagem: FAI

Desde o início da operação, mais de 550 alvos foram atingidos na Faixa de Gaza, incluindo 31 túneis, 60 lançadores de rockets e 11 casas de membros relevantes do Hamas, alegadamente centros de comando do grupo. Ainda segundo a FAI, não foram atingidos civis nos ataques, tendo os alvos sido designados de modo calculado, anteriormente ao início da operação.

Foto: Guy Ashash
Início de mais uma missão em Ramat David       Foto: Guy Ashash

A maioria das esquadras da FAI têm estado envolvidas nas missões de ataque: "durante o último dia, a Esquadra cumpriu oito missões, incluindo o ataque a lançadores de mísseis, túneis, infraestruturas terroristas e também casas" disse o TenCor Oren, comandante da esquadra "First Jet" da base aérea de Ramat David, que opera F-16C/D. "No que nos diz respeito, apenas usámos uma fração das capacidades operacionais potenciais, e mediante ordens recebidas, somos capazes de aumentar a nossa atividade. A nossa missão é parar o lançamento de rockets para o Estado de Israel, pelo que dependemos da política ditada pelo Governo, em resposta ao outro lado".

Armamento visível nas asas deste F-16C da Esq. First Jet             Foto: Guy Ashash
Também a esquadra "Hornet" de helicópteros de combate da base aérea de Ramon, tomou parte nos ataques a alvos na Faixa de Gaza:"recebemos os alvos que já conhecíamos, pelo que pudemos planear os ataques da melhor maneira" explica o 1ºTen Nadav, piloto de Apache Longbow. "Além disso sabemos os pontos exatos no alvo que temos que atingir e é desse modo que temos conseguido evitar baixas civis".

Foto: Guy Ashash

Muita dessa informação é fornecida pelos VANT Heron-1, que estão a operar 24 horas por dia, 7 dias por semana, a partir da base aérea de Palmachim, identificando e verificando os alvos, antes e depois dos ataques.

Imagens divulgadas durante o dia de hoje pela transmissora palestiniana Marah FM, ainda que sem fonte nem data confirmada, mostram vítimas mortais e feridos civis, contrariando a versão israelita de que apenas alvos militares têm sido atingidos.


F-16 NORUEGUÊS ESCAPA DE COLISÃO COM CABOS DE ALTA TENSÃO (M1647 - 206PM/2014)

Danos no F-16 que colidiu com linha de alta tensão      Foto: RNoAF


Um F-1AM da FA Norueguesa (RNoAF) numa missão de treino com três outros F-16, colidiu em voo com cabos de alta tensão em Grong, perto de Nord-Trondelag, a 7 de julho de 2014. O piloto logrou ainda assim aterrar o caça, após declarar emergência em voo.

O TenCor. Ivar Moen das FA Norueguesas informou que quando o piloto se apercebeu que havia colidido com cabos elétricos, declarou emergência e aterrou em segurança na base aérea de Oerland, pelas 13:30 horas locais, após o que forma avaliados os danos na aeronave. 
Pela foto divulgada, podem ver-se estragos no bordo de ataque da asas direita do aparelho e no depósito de combustível externo do mesmo lado.

Moen informou ainda que os cabos estavam numa zona de voo a baixa altitude, onde os caças estão autorizados a voar a altitudes tão baixas como 200 pés (60m), acrescentando contudo que uma comissão de inquérito irá avaliar os factos, de modo a tentar evitar situações idênticas no futuro.

As FAs norueguesas têm estado em contacto com as autoridades locais, bem como com a empresa Statnett que gere a rede elétrica, para tentar perceber a totalidade dos danos causados pelo incidente.
De acordo com a porta-voz da Statnett Irene Meldal, a linha em causa conduz 300.000 volts entre Tunnsjodal e Verdal. Pode dizer-se que o piloto teve sorte em embater nos dois cabos do topo, que servem de pára-raios, conduzindo as descargas atmosféricas para o solo. As três linhas inferiores são as que possuem carga permanente e ficaram intocadas, não tendo por isso causado qualquer interrupção no abastecimento elétrico.

Fonte: F-16.net
Tradução: Pássaro de Ferro



VOAR SEM AVIÃO SOBRE MANHATTAN (M1646 - 205PM/2014)

Foto: Red Bull

Há experiências que não se vivem duas vezes e voar legalmente sobre Manhattan com mais quatro amigos, sem avião, é uma delas.

Felizmente, foi uma equipa da Red Bull que realizou o feito e, tal como com o maior salto de paraquedas da história realizado por Felix Baumgasrtner, no limite da atmosfera, certificaram-se de gravar tudo com câmaras GoPro no capacete dos saltadores, para que o resto do mundo também pudesse ver como é.


O vídeo aqui exibido dá essa oportunidade de ver como se fosse na primeira pessoa, de como os Red Bull Air Force Wingsuit Flyers voaram sobre Manhattan a cerca de 190 km/h, antes de aterrar em segurança numa barcaça no rio Hudson.

A Red Bull divulgou ainda um vídeo com o making of da operação, que mostra todo o planeamento necessário para o salto, acrescentando ainda algumas cenas incríveis, que mostram o quão perto passaram do One World Trade Center.


Ambos os vídeos contêm imagens que provavelmente não voltarão a ser vistas tão cedo. A julgar pelo vídeo, a complexidade do processo e o número de vezes que foi dito "não", até ao "sim" final, tornam pouco provável que a façanha seja aprovada novamente num futuro próximo.

Fonte: PetaPixel
Tradução: Pássaro de Ferro


terça-feira, 8 de julho de 2014

RNLAF TERMINA DESTACAMENTO NO AFEGANISTÃO (M1645 - 204PM/2014)

Foto: RNLAF

Os caças F-16 MLU da Força-Tarefa Aérea (ATF) da Real Força Aérea dos Países Baixos (RNLAF), efetuaram a 30 de junho o último voo operacional sobre o Afeganistão. Durante quase 12 anos estiveram a apoiar as tropas me terra da International Security Assistance Force (ISAF).

"Demos uma contribuição muito importante para um Afeganistão mais seguro e para garantir que as tropas no terreno fossem capazes de executar as suas funções eficazmente" disse o Ten.Gen Alexander Schnitger da RNLAF, em Mazar-e-Sharif.

Foto: RNLAF

A 30 de junho imediatamente após o  voo que selou o fim oficial da ATF,  todas as tropas destacadas estiveram presentes numa cerimónia na base aérea, que teve início com a habitual saudação com o canhão de água dos bombeiros, à última aterragem dos F-16 em Mazar-e-Sharif.

Apesar da ATF estar de regresso a casa, há ainda tropas dos Países Baixos no Afeganistão, nomeadamente unidades de logística e oficiais na sede da ISAF em Cabul.

Visão geral de implantação F-16 no Afeganistão

Manas, Bishkek (Quirguistão), outubro de 2002 - Outubro de 2003:
6 F-16, a partir da Primavera de 2003 4 F-16s
Manas, Bishkek (Quirguistão), setembro de 2004 - Novembro de 2004:
6 F-16
Aeroporto Internacional de Cabul, Cabul (Afeganistão), março de 2005 - novembro de 2006:
4 F-16, a partir de Maio 8, 2006 F-16
Kandahar Airfield, Kandahar (Afeganistão), Novembro de 2006 - Novembro de 2011:
6 F-16 (mais tarde quatro)
Mazar-e-Sharif (Afeganistão), novembro de 2011-junho 2014:
4 F-16 da ISAF


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