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domingo, 30 de outubro de 2022

LAJES ANOS 90 (Vídeo) [M2357- 73/2022]

A-7P Corsair II na BA4 a 17 de Fevereiro de 1997       Frame do vídeo de João Rocha
Partilhamos hoje um vídeo disponibilizado na plataforma Youtube, com interessantes captadas na Base Aérea nº4 (BA4), nas Lajes, Açores.

Gravado a 16 e 17 de Fevereiro de 1997, nele é possível ver em movimento, raras e "deliciosas" imagens dos três caças então ao serviço da Força Aérea Portuguesa: A-7P, Alpha Jet e F-16, então operados pelas Esquadras 304 (Magníficos), 301 (Jaguares) e 201 (Falcões), respectivamente.

Visíveis ainda são P-3P, SA-330 Puma e C-212 Aviocar da FAP, além de C-130 dos EUA e Egipto e um Atlantique de registo não identificável.

Debalde todos os esforços do Pássaro de Ferro para apurar a ocasião que reuniu estes meios aéreos na BA4, ficam ainda assim as imagens, que cumpridos 25 anos podem ser já consideradas históricas, e o agradecimento ao autor por as ter partilhado.



terça-feira, 30 de março de 2021

CAE E LEONARDO EM PARCERIA PARA ESCOLA DE TREINO AVANÇADO DE PILOTOS EM ITÁLIA [M2246 - 34/2021]

Leonardo M-346 da Força Aérea Italiana

A Leonardo e a CAE (Canadian Aviation Electronics) anunciaram em comunicado de imprensa, ontem 29 de Março de 2021, a criação de uma joint venture designada Leonardo CAE Advanced Jet Training Srl, para apoiar as operações da International Flight Training School (“IFTS”) em Itália. A joint venture fornecerá serviços de suporte ao treino, incluindo manutenção completa e operação das aeronaves M-346 e sistemas de treino no solo, bem como a operação das instalações na base da IFTS.

A IFTS, uma parceria única entre a Força Aérea Italiana (ItAF) e a Leonardo, foi criada para fornecer uma introdução abrangente ao treino de pilotos de caça para a Força Aérea Italiana e clientes estrangeiros. O programa de treino avançado da IFTS, baseado na Fase IV do syllabus da Força Aérea Italiana, pode contar com o sistema de treino no solo do M-346, incluindo o simulador avançado de missão completo, desenvolvido em conjunto pela Leonardo e a CAE.

A IFTS está atualmente localizada na 61ª Ala - Galatina (Região da Apúlia, Sul de Itália) Base da Força Aérea Italiana e será relocalizada, a partir de 2022, na Base da Força Aérea Italiana em Decimomannu (Sardenha) onde uma cerimónia de inauguração foi realizada em Dezembro de 2020, para iniciar formalmente a construção de um moderno campus de treino de voo. 

O nosso compromisso em fornecer aos clientes da IFTS a melhor capacidade de treino da classe é ainda demonstrado pela escolha da CAE como nosso parceiro na IFTS. A joint venture representa a estrutura ideal, para alavancar ainda mais a nossa colaboração bem-sucedida no sistema de treino no solo do M-346, ao mesmo tempo que nos garante a agilidade e a flexibilidade para atender aos desafiadores e personalizados requisitos dos clientes ”, disse o diretor administrativo da Leonardo Aircraft Division, Marco Zoff. “A Leonardo, a CAE e a excelência de renome mundial da Força Aérea Italiana, garantirão treino avançado de alto nível para as forças aéreas modernas, a um custo reduzido, a fim de satisfazer uma procura crescente no treino avançado de voo.” 

A parceria industrial entre a Leonardo e a CAE na forma de joint venture irá gerir e conduzir as operações do dia-a-dia da IFTS. A IFTS irá operar uma frota de 22 caças a jato avançados M-346, uma aeronave que apresenta uma gama de capacidades de treino integradas, permitindo extenso treino real, virtual e construtivo. A instrução será ministrada por pilotos do quadro da Força Aérea Italiana em serviço ativo e ex-pilotos instrutores militares internacionais altamente experientes.

A CAE e a Leonardo têm um relacionamento industrial de longa data e temos o prazer de investir juntamente com a Leonardo e a Força Aérea Italiana, nesta parceria público-privada inovadora, para operar a Escola de Treino de Voo Internacional”, disse Marc-Olivier Sabourin, vice-presidente e gestor geral da  Defense & Security International, CAE. “A parceria entre a Leonardo e a CAE apoiará o Sistema de Treino Integrado M-346, que é um elemento central de um programa de treino de caças (LIFT) moderno e inovador, para pilotos da próxima geração.

A instalação de uma escola de treino avançado de pilotos na Base Aérea nº11 em Beja, é um projeto antigo em Portugal, sendo a CAE uma dos parceiros alegadamente em negociações com o Estado Português nos últimos anos. Com a concretização desta parceria da CAE com a Leonardo em Itália, não fica claro a influência que tal possa ter relativamente ao projeto português, que alegadamente poderá passar também por aeronaves A-29 Super Tucano com outros parceiros.

Desde o phase-out da frota Alpha Jet, que realizava o treino avançado de pilotos na Força Aérea Portuguesa, que os pilotos de caça portugueses vêm realizando esta fase de instrução nos EUA.



sábado, 31 de outubro de 2020

SIMULACRO DE ACIDENTE AÉREO NA BA11 [M2198 - 116/2020]

Realizou-se na Base Aérea nº11 em Beja, no dia 28 de Outubro de 2020,  um simulacro de queda de aeronave sobre uma tribuna, tendo sido postas em prática cuidados prestados em ambiente pré-hospital, nomeadamente em evacuações de sinistrados e respetivo helitransporte.

O simulacro foi a componente prática de um dos módulos do curso de Suporte Imediato de Vida (SIV), realizado na mesma base alentejana, ao abrigo de um protocolo entre a Força Aérea Portuguesa (FAP) e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).


Segundo nota de imprensa da FAP, o curso estaria inicialmente previsto para se realizar no Hospital de Beja, mas devido aos constrangimentos decorrentes da pandemia COVID-19 e de forma a minimizar o número de contactos e proporcionar um maior regime de controle do normativo de prevenção, a FAP disponibilizou as instalações da BA11 para acolher diversos módulos formativos do Curso SIV, que contou com a participação de 25 elementos, entre formadores e formandos. No Curso participaram também quatro enfermeiros da Força Aérea, bem como meios aéreos e de assistência e socorro daquela Unidade da FAP.


No simulacro participou um helicóptero AW119 Koala da Esquadra 552 da FAP, muito semelhante aliás aos AW109 em uso pelo INEM. Foi ainda utilizado um caça Alpha Jet (já desactivado), para simular a aeronave sinistrada e treino dos bombeiros.

Fotos: FAP



domingo, 30 de junho de 2019

SU-30 INDIANOS EM FRANÇA [M2040 - 27/2019]

Su-30 e Il-78 indianos em rota para Mont-de-Marsant                           Foto: IAF

A Base Aérea francesa 118 em Mont-de-Marsant, que recentemente acolheu o célebre exercício NATO Tiger Meet, irá agora ser anfitriã do exercício Garuda VI.

No passado dia 28 do corrente mês de Junho, viu por isso aterrar quatro Sukhoi Su-30MKI, aos quais se irão juntar Rafale, Alpha Jet, Mirage 2000, KC-135F, E-3F, C-130 e CN235 do Armée de L'Air, para participar no exercício franco-indiano, entre 1 e 12 de Julho de 2019.

As tripulações de Su-30 à chegada a Mont-de-Marsant           Foto: IAF

Il-78 em Mont-de Marsant                Foto: IAF

Il-78 e C-17 indianos em Mont-de-Marsant                Foto: IAF


Os Su-30 indianos pertencem à Esquadra 24 "Hunting Hawks", com base em Bareilly e foram acompanhados no destacamento por um Il-78 para reabastecimento aéreo e dois C-17 para transporte logístico de material e dos 120 militares que integram o destacamento.


O Garuda é um exercício táctico bilateral que visa "aprimorar a interoperabilidade das duas forças na defesa aérea e ataque ao solo". Realiza-se alternadamente em França e na Índia e dentro de um "processo global de cooperação". Apesar da primeira edição do Garuda se ter realizado já em 2003, no ano passado os dois países firmaram um acordo de cooperação que pretende aprofundar ainda mais a cooperação entre os dois países, que incluirá a utilização partilhada de instalações militares, incluindo bases navais. Está igualmente em análise a realização no futuro, de um exercício conjunto e composto com os três ramos das forças armadas de ambos os países.

Um dos Su-30MKI que participaram no exercício Hindradhanush em Coningsby 2015

A última vez que os Su-30 indianos participaram em exercícios na Europa foi em 2015, então no exercício Hindradhanush em Coningsby, Reino Unido. Em França a última presença foi no já longínquo ano de 2010, na quarta edição do exercício Garuda, então na base de Istres.

Dois Su-30 deverão marcar presença no Meeting National de l'Air (FOSA) em Cazaux.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

FAP PONDERA M-346 ALUGADOS PARA TREINO AVANÇADO DE PILOTOS [M2015 - 02/2019]

Leonardo M-346

Faz no próximo dia 31 de Janeiro exactamente um ano, que o Alpha Jet - avião que cumpria o treino avançado de pilotos de caça - realizou o último voo. Desde então, a Força Aérea Portuguesa ficou sem uma aeronave capaz de realizar esta missão, passando a solução para a formação dos futuros pilotos de caça, por realizar o curso avançado de pilotagem nos EUA.

Para o Chefe de Estado Maior da Força Aérea, General Manuel Rolo contudo, esta situação está longe de ser ideal, tendo revelado na Comissão de Defesa Nacional no passado dia 16 de Janeiro, que a solução poderá passar por um contrato de utilização de aviões de treino modernos, alugados num regime de "power by the hour", sendo a aeronave preferida para este fim, o M-346 da Leonardo, apesar de salvaguardar existirem alternativas no mercado.

Segundo o CEMFA, a escassez de pilotos militares operacionais nos EUA, tem limitado as vagas para a formação de pilotos estrangeiros, o que tem para já a consequência de que dos quatro pilotos em média destinados às Esquadras de F-16 da FAP todos os anos, apenas um tem o curso assegurado em 2019, nos EUA.

Revelou por isso, que decorrem negociações avançadas com a empresa portuguesa Hi Fly - que adquiriria as aeronaves - e com as forças aéreas dos países EPAF (European Participant Air Forces) parceiros de Portugal na operação e manutenção do F-16 (Países Baixos, Dinamarca, Noruega e Bélgica) de modo a rentabilizar os custos de aquisição e operação das aeronaves M-346.

Esta situação permitiria criar uma escola de pilotagem avançada na Base Aérea nº11 em Beja, mantendo os standards de qualidade e exigência actuais deste grupo, que a Força Aérea Italiana - que fornece este mesmo serviço actualmente no M-346 - não proporciona, para além dos elevados preços que pratica.

Ainda em relação a aeronaves de treino, mas básico, referiu ainda o General CEMFA que para a substituição do Chipmunk - frota com 68 anos - estão reservados 2,5M EUR, para aquisição de aeronaves "quase ultra-ligeiras", mas que permitam pelo menos aos alunos da Academia da Força Aérea voar em aviões com um cockpit moderno.











quinta-feira, 22 de março de 2018

VENDA DE ALPHA JET À VISTA? - Delegação nigeriana visita BA11 (M1960 - 20/2018)

Delegação nigeriana acompanhada por elementos do Comando da BA11 junto ao monumento ao Alpha Jet      Foto: FAP

A Força Aérea Portuguesa  divulgou a notícia da visita de uma delegação militar nigeriana, em visita à Base Aérea nº 11 - Beja, que se encontra a decorrer desde ontem, 21 de Março de 2018.

Apesar de não terem sido revelados mais pormenores sobre a motivação da visita, àquela que foi a base do sistema de armas Alpha Jet, recentemente desactivado na Força Aérea Portuguesa, e sendo igualmente a Força Aérea Nigeriana um dos utilizadores do mesmo tipo de aeronave, será possível que ambos os factos estejam relacionados.

Aliás, o Estado Português colocou à venda em 2014, dez células de Alpha Jet A, já então retiradas de serviço activo na FAP.

Embora a Nigéria utilize maioritariamente o modelo E (de origem francesa), muitos dos sistemas são comuns também ao modelo A (de origem alemã). Em 2015 a Nigéria  adquiriu igualmente quatro células do modelo A, no caso a partir de um fornecedor nos EUA.


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

FORMAÇÃO AVANÇADA DE PILOTOS DA FAP NOS EUA [M1952 - 12/2018]

Os EUA proporcionam instrução avançada de pilotos de caça a muitos dos seus aliados    Foto: Kayla Newman/USAF
Em despacho publicado no Diário da República do passada quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2018, ficaram definidos os moldes da formação avançada de pilotos da Força Aérea Portuguesa (FAP), após a desactivação da frota Alpha Jet, na qual era ministrada, a 31 de Janeiro passado.

Na ausência de aeronaves que permitissem à FAP continuar a realizar por meios próprios, a instrução das fase III e IV da formação de pilotos de combate, a alternativa recaiu sobre a Força Aérea dos EUA (USAF), considerando o despacho nº1591/2018, ser "a única entidade atualmente apta a prestar os serviços em causa, em função da sua natureza específica, mantendo o alinhamento doutrinário, nacional e da OTAN, dos procedimentos e táticas que têm garantido a adequada interoperabilidade com países aliados".

Diga-se de passagem, esta situação vinha já a ocorrer parcialmente ao longo das últimas décadas, com vários pilotos de cada curso da Academia da Força Aérea (AFA) a receberem instrução nos EUA. A diferença de agora em diante, será que a totalidade dos pilotos destinados a caças, serão colocados os EUA após terminarem o curso na AFA.

Os pilotos nacionais irão por isso voar nos T-38C da USAF, pelo menos até à sua substituição, pelo vencedor do programa T-X, actualmente em avaliação.

O T-38C Talon estará no futuro próximos dos pilotos de caça portugueses. Isto significa que, depois da retirada do T-38A da FAP em 1993, substituído pelo Alpha Jet, o avião da Northrop será agora o sucessor do seu sucessor. 
O procedimento passará pelo programa de Foreign Military Sales dos EUA, estando as verbas a despender com a formação dos pilotos até 2026, igualmente já definidas no Diário de República, com a seguinte distribuição:

2018 - 1.7M EUR
2019 - 2.5M EUR
2020 - 2.5M EUR
2021 - 3.0M EUR
2022 - 3.0M EUR
2023 - 3.0M EUR
2024 - 3.3M EUR
2025 - 3.0M EUR
2026 - 3.0M EUR

No total, 25M EUR ficam reservados na Lei de programação Militar para a formação de pilotos, com destino às Esquadras de F-16 ou instrução elementar de pilotagem, durante os próximos nove anos,

Com o fim anunciado da frota Alpha Jet há já vários anos, os sucessivos executivos do Ministério da Defesa Nacional, assessorados pela Força Aérea,  levaram a cabo vários estudos, com vista a encontrar uma solução para o futuro da formação de pilotos de caça, para os quadros da FAP. Esses estudos incluíram cursos de voo noutros países além dos EUA, avaliação de novas aeronaves, bem como respectivas condições financeiras e comparação com o custo-benefício da alienação da actividade a uma entidade externa. Sobre a mesa esteve ainda, por duas vezes, a possibilidade de criar em Beja uma escola internacional de pilotos de caça, que contudo não se concretizariam.

O Ministério da Defesa não revelou até ao momento se a opção agora tomada, teve base nestes comparativos, ou acabaria por se tornar numa medida de recurso destinada apenas a ganhar tempo, face à ausência de uma decisão atempada sobre uma nova frota.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

FECHAR O LIVRO [M1941 - 01/2018]

Foto: Floriano Morgado

Amanhã, em Beja, é colocado o ponto final nas operações de mais um avião da Força Aérea Portuguesa.
Um quarto de século depois de os termos recebido dos alemães, os pequeno-grandes Alpha Jet deixarão de se ver e ouvir no céu e remeter-se-ão àquele estranho e vazio silêncio que fica suspenso no ar que nos rodeia, quando terminamos a leitura de um bom livro e ficamos, por isso, completamente órfãos de tudo o que nele existe - imagens, sons, cheiros, silêncios, lugares, personagens e enredos.
Para quem gosta de aviões, destes aviões, é (apenas?) mais um dia triste. Um livro - com asas e o dom do voo - que se fecha  O fim de uma obra única.
Resta, portanto, o consolador afago das memórias.
Das boas memórias!
 ***
Nota: O Pássaro de Ferro estará presente nas cerimónias que assinalarão o fim das operações do Alpha Jet na Força Aérea Portuguesa e apresentará aos seus leitores uma reportagem alargada do evento que terá lugar amanhã, na Base Aérea nº 11, em Beja.
AL


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

ALPHA JET: ÚLTIMOS CARTUCHOS (M1935 - 72/2017)

15236 em largada de bomba de treino BDU-33 com Mk.106 na asa esquerda  (Imagem de arquivo)

A anunciada despedida do Alpha Jet aproxima-se a passos largos e por essa razão vão-se encerrando capítulos na história da operação desta aeronave com as cores portuguesas.
Hoje foi o dia da última ida ao Campo de Tiro de Alcochete para os alunos do último curso de piloto de caça realizado em Alpha Jet, que largaram bombas de treino BDU-33 e Mk.106.
Da parte da tarde, a actividade de tiro foi encerrada definitivamente pelos pilotos instrutores, que efectuaram disparos de munição real com canhão Mauser BK-27.

Últimas munições carregadas no canhão Mauser  de 27mm

Derradeiro registo das munições usadas 
O Alpha Jet n/c 15236 municiado à partida para a última ida ao CTA

Após 24 anos e mais de 53.000 horas de voo a ostentar a Cruz de Cristo, o último curso ministrado em Alpha Jet será concluido no início de Dezembro de 2017, com a actividade aérea da aeronave na Força Aérea Portuguesa com fim marcado para as primeiras semanas de 2018.

Patch do último curso realizado em Alpha Jet na FAP

O Ministério da Defesa não definiu ainda uma solução para a sua substituição, passando para já a instrução complementar de pilotagem de aviões de caça a realizar-se no estrangeiro.



Vídeo dos últimos disparos no Campo de Tiro de Alcochete - Imagens Esq.103





quarta-feira, 1 de novembro de 2017

BASE AÉREA DE BEJA, 14 DE OUTUBRO (M1934 - 71/2017)



As fotografias desta edição são da autoria do João Guilherme, 13 anos de idade, aficionado por aviões.
Reportam-nos para o passado dia 14 de outubro, dia em que a Base Aérea nº11, em Beja, abriu as suas portas ao público, evento integrado nas comemorações do 65º aniversário da Força Aérea Portuguesa.
Num dia que foi, à sua maneira, histórico - com o aproximar do fim das frotas de ALIII e Alpha Jet - percebe-se pelas imagens que o futuro dos amantes da aviação continua firme e com asas para voar e que a paixão pelos aviões pode começar bem cedo a fazer parte da circulação sanguínea!











Fotografias: João Guilherme.

sábado, 8 de julho de 2017

65º ANIVERSÁRIO DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA (1910 - 47/2017)


No passado domingo dia 2 de julho e para além da estrela do dia - já aqui reportada - a tarde revelou os meios aéreos da própria Força Aérea, F-16, P-3C, Alpha Jet, ALIII, EH-101, C295, C-130, Epsilon e Chipmunk, em exposição estática, em passagens aéreas ou em demonstrações, a Força Aérea mostrou um pouco da sua capacidade operacional.

No meio da multidão, ouvem-se sempre as vozes que lamentam que a exibição aérea dos meios da Força Aérea é sempre muito "acanhada" e que é de fora que vêm os meios que mais se destacam, no caso o KC-390 (do Brasil) e a Patrulla Águila (de Espanha).


Não sendo falsas nem descontextualizadas, estas "frases soltas que se apanham" a sobrevoar as conversas dos que perscrutam o céu em busca da Cruz de Cristo, deverão encontrar explicações através da leitura do muito que se escreve sobre as forças armadas, das opiniões de fora e de dentro, de quem sabe e de quem não sabe, da análise dos orçamentos que as mantêm e da relação dos poderes políticos com a instituição militar.
No fim é fazer as contas e tirar as devidas conclusões...
...E... Não é costume pedir-se um gelado e uma sopa no mesmo prato.





Edição: António Luís
Fotografia: Rui Ferreira

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