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sábado, 15 de abril de 2017

F-16 NUCLEAR (M1890 - 27/2017)

A B61-12 a vermelho sob a asa do F-16C da 422th FTE       Foto: Brandi Hansen/USAF

Apesar de ser uma característica pouco conhecida, o F-16 tem de facto armas nucleares na sua panóplia de armamento.
Num momento em que se anuncia nos EUA o programa de extensão de vida do F-16, bem como na possibilidade de substituir a frota de F-15C pelos F-16 modernizados para as funções de superioridade aérea, foi testado também o lançamento da última versão da bomba nuclear de queda livre a B61-12 a partir de um F-16C.

A largada da bomba inerte B61-12, foi realizada no dia 14 de Março de 2017, mas apenas na passada quinta-feira, 13 de Abril foi revelado o teste, que decorreu no Campo de Teste e Treino de Nellis, Nevada.

O teste foi realizado dentro do programa de extensão de vida da bomba B61, que inclui modernizações da parte nuclear e dos componentes não-nucleares. A largada com sucesso a partir de um F-16C da Esquadra 422 de Teste e Avaliação da base aérea de Nellis, permitiu demonstrar tanto a capacidade da plataforma para o lançamento da arma, como testar os componentes não-nucleares da bomba, incluindo o sistema de armamento e controlo de fogo, radar-altímetro, motores foguete anti-rotação e computador de controlo de armas.

O novo modelo B61-12 irá substituir quatro versões diferentes anteriores actualmente no arsenal dos EUA, permitindo uniformizar a produção e a logística deste tipo de arma. A continuidade do modelo assegura a capacidade nuclear estratégica aérea para bombardeiros e aviões multi-role compatíveis da NATO, nomeadamente B-2A, B-21 (futuro), F-15E, F-16C/D, F-16 MLU, F-35 e Tornado.








quarta-feira, 15 de maio de 2013

THUNDERBIRDS AINDA VOAM (M996 - 138PM/2013)


Longe dos olhares públicos e da ribalta, mas voam.
Apesar do cancelamento das demonstrações a partir de 1 de abril de 2013, a emblemática patrulha acrobática da USAF não desmobilizou.
De facto, o treino e as normais atividades do dia a dia da patrulha continuam a realizar-se na Base Aérea de Nellis, a casa dos Thunderbirds.
Embora com atividade de voo reduzida, a equipa continua a realizar treinos, "de modo a poder retomar as exibições assim que as restrições financeiras forem levantadas" ao orçamento da Força Aérea.
Um exemplo de profissionalismo.











Porque os treinos em terra ainda não cutam dinheiro, tripulações e equipas técnicas continuam os rituais da patrulha, como se um dia de espetáculo se tratasse.



Fotos: Manuel Martinez/USAF


quinta-feira, 25 de abril de 2013

F-22 DE LANGLEY PARTICIPAM NO RED FLAG (M963 - 36AL/2013)

Formação de caças F-22 Raptor - Foto: Senior Airman Matthew Lancaster, U.S. Air Force

Quarenta e dois pilotos da 192nd FW da Base Aérea de Langley, estado da Virgínia, viajaram para a Base Aérea de Nellis, em Las Vegas/Nevada para participar durante três semanas no exercício Red Flag."O Red Flag é uma oportunidade única de formação que se destina a preparar os pilotos para sobreviver aos primeiros dias de combate num teatro de guerra em larga escala", disse o Tenente-Coronel McAtee,   piloto da 192nd FW. 
As missões do Red Flag são realizadas durante o dia e também à noite e reúnem cerca de uma centena de aeronaves que lutam para ganhar o controle do espaço aéreo e cumprir suas missões. A Marinha dos EUA, Marinha e Força Aérea Real da Grã-Bretanha também participam com os seus meios, homens e aeronaves. Cada missão de combate é, por norma, efetuada com 40 a 50 aviões "inimigos/agressors". Estes "agressores" estão baseados justamente em Nellis  e operam permanentemente os caças F-15C e F-16C para se parecerem o mais possível com uma aeronave de tipo "ameaça".   

 Formação mista de F-16C e F-15C "Agressors" - Foto: Sgt. Kevin J. Gruenwald

A missão dos homens e caças da 192 nd FW no Red Flag é proteger as forças "amigas" destes agressores e estabelecer o "domínio do ar", com os seus caças F-22 Raptor.
"Com o advento do ambiente link e de dados, bem como de avançados sensores nos nossos aviões, temos a capacidade de manter elevados níveis de (SA - Situational Awarness) - Consciência Situacional  relativamente ao que está a acontecer em nosso redor, o que constitui uma grande mais valia já que o "inimigo" poderá não ter essa consciência, o que se torna numa enorme vantagem.", aludiu o Tenente-Coronel McAtee.
O TC McAtee voou missões mistas, isto é diurnas e noturnas, missões complexas que requeriam um dia inteiro para serem preparadas o que revela bem o grau de realismo que é posto em todo o exercício Red Flag e que faz dele o melhor e mais completo exercício militar do mundo.

Fonte: USAF
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


quarta-feira, 27 de março de 2013

O "THE AVIATION NATION 2013" FOI CANCELADO (M928 - 28AL/2013)

F-22 executa uma subida em alta performance no Aviation Nation de 2010. Foto: Master Sgt. Kevin J. Gruenwald

O comandante da 99th ABW, coronel Barry Cornish, anunciou o cancelamento do tradicional "Aviation Nation 2013" agendado para 09 e10 de novembro próximo, na Base Aérea de Nellis.  
"O Aviation Nation é um evento muito popular para a nossa comunidade, e lamento profundamente a nossa impossibilidade de acolher o habitual Nellis Open House este ano", disse Cornish. "No entanto, devido ao efeito da Lei de Controle de Orçamento de 2011, os cortes no Orçamento da Defesa para o ano fiscal de 2013 são de aproximadamente 46.000 milhões dólares e não dão margem de manobra. Para cumprir esta obrigação, a Força Aérea dos EUA assume a prontidão para as suas missões prioritárias, levando a que os festivais e exibições sejam cancelados." 

O Thunderbirds são presença obrigatória na sua casa. Foto: Airman 1st Class Daniel Hughes

"A população de Las Vegas tem prestado um apoio fenomenal à Base Aérea de Nellis e aos seus militares, e o 'Aviation Nation' era uma oportunidade de mostrar às pessoas que normalmente não têm a possibilidade de ver, o que fazemos aqui. A minha esperança é que possamos retomar este evento num futuro próximo", acrescentou o Coronel Cornish.

Os  L-39 Albatross voam sobre os milhares de pessoas que todos os anos demandam Nellis AFB para assistir ao "orgulho" do Aviation Nation Day. Foto: Airman 1st Class Daniel Hughes.

Fonte: USAF
Tradução/Adaptação: Pássaro de Ferro

quarta-feira, 6 de março de 2013

AINDA OS THUNDERBIRDS (M901 - 67PM/2013)

Foto: Larry Reid/USAF

Com suspensão das exibições a partir de 1 de abril de 2013, os Thunderbirds nem por isso relaxaram na "formatura".
As atividades normais da patrulha continuam por isso a ser cumpridas com o rigor e dedicação de sempre, como nos mostram as imagens dos bastidores e da mais recente demo da emblemática equipa acrobática da USAF.

Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Manuel Martinez/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Manuel Martinez/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Larry Reid/USAF
Foto: Manuel Martinez/USAF
Foto: Manuel Martinez/USAF


segunda-feira, 26 de março de 2012

F/A-18 AUSTRALIANOS NO RED FLAG (M622 - 14AL/2012)




A Royal Australian Air Force (RAAF), participou no Red Flag 12-3, um exercício de combate ar-ar realizado na Base Aérea de Nellis - Nellis Air Force Base - no Nevada, Estados Unidos, de 27 de Fevereiro a 16 de Março  passados.
O capitão Vincent Iervasi disse que a RAAF participa no Red Flag a cada dois anos, porque o treino é fundamental para o desenvolvimento da arma aérea australiana e para a sua capacidade para se juntar e operar junto com os aliados do país, especialmente os EUA e a Grã-Bretanha, em operações de combate em grande escala em todo o mundo.



Tal como acontece com outras forças aéreas participantes, Iervasi referiu que a RAAF traz propositadamente pilotos menos experientes de forma a poderem realizar aprendizagens válidas e úteis no seu dia a dia de pilotos de combate. O realismo do Red Flag permite que os pilotos enfrentem cenários que só são possíveis neste exercício e que contribuem de forma efetivamente válida para a sua progressão como pilotos.




O Red Flag reúne muitos ativos voadores e tecnológicos, que não estão habitualmente disponíveis para a RAAF em exercícios de menor porte em que participa. Vincent Iervasi alude ainda que a participação da RAAF neste exercício proporcionou, também, o início de uma transição mais fácil para o Joint Strike Fighter, o F-35 "Lightning II" no futuro próximo, na medida em que se começa a preparar chegada dessa nova geração de aviões de combate em que a Austrália está interessada e de todos os desafios a isso inerentes, seja nos conceitos de operação da aeronave, seja na familiarização com um aparelho de vanguarda e novos procedimentos de voo/operação.



Texto: USAF - Adaptação Pássaro de Ferro
Fotos: USAF

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