terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"DUTCH SPECIAL ONE" EM 2004 - (M576-40AL/2011)

Mais uma série de fotografias obtidas durante o FWIT2004, ocorrido em Leeuwrden, Holanda e do qual o Pássaro de Ferro já deu conta em várias edições.
Desta feita, uma edição especial alusiva ao F-16AM holandês, um dos aparelhos já tradicionais naquela arma aérea e que, por norma, arranca fantásticas exibições aéreas, um pouco por toda Europa. Este aparelho iniciou as suas demonstrações em 2003 e manteve-se em ação como "embaixador" da Real Força Aérea Holandesa por mais alguns anos.



Várias aspetos da máquina, com destaque para o enorme bocal de exaustão que denuncia a também enorme potência do motor...







 Outros detalhes...

 O "posto de comando"!...

...E o merecido tributo ao autor destas fotos e de todas as já editadas no Pássaro de Ferro relativamente ao FWIT2004 e a NAM2003.

domingo, 25 de dezembro de 2011

QUANDO A AJUDA VEM DOS CÉUS (M571 - 44PM/2011)

Apesar das crenças populares, o Pai Natal na realidade viaja de Alouette III e é Recuperador-Salvador na Força Aérea!

Nesta época natalícia, nem só o Pai Natal chega dos céus. As equipas de busca e salvamento (SAR), Evacuação Aeromédica (MedEvac), e Patrulhamento Aéreo (QRA), continuam de prontidão para servir quando e onde necessário.
Só esta noite, duas missões de evacuação médica-sanitária foram efectuadas por aeronaves C295M Persuader da Força Aérea.

Esta é uma pequena homenagem do Pássaro de Ferro a todos os que passam o Natal longe da família para que o resto do país possa estar perto. 

Bem-hajam e Feliz Natal!


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PORTA-AVIÕES (M570 - 43PM/2011)


Foto: US Navy/John E. Woods

Foto: US Navy/Johnny Bivera

Foto: US Navy/John E. Woods

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/James R. Evans

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Kerryl Cacho

Foto: US Navy/Kenneth Abbate

Foto: US Navy/Kenneth Abbate

Foto: US Navy/Will Tyndall

Foto: US Navy/Jesse L. Gonzalez

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Os porta-aviões são porventura das estruturas mais complexas construídas pelo homem. É mesmo um lugar-comum dizer que são pequenas cidades flutuantes. Cidades com habitantes altamente especializados e organizados como colmeias.

Ir de missão num porta-aviões é algo como viver numa cidade que é também uma máquina, que suporta outra máquinas menores que é preciso cuidar e manter a funcionar. Os dias são longos e os meses ainda maiores durante os destacamentos. Deixa-se tudo o que se conheceu a vida inteira para viver na nave-mãe isolados do mundo exterior.

Há que dizer que não são lugares bonitos. São vasos de guerra onde cada espaço tem uma utilização, cada pessoa tem uma função a desempenhar. No convés de voo essas funções são identificáveis pelas cores dos uniformes de trabalho.

Reina um caos organizado por essas cores, que dão sentido  aos gestos e aos rituais que se desenrolam. Amarelo: movimentação de aeronaves. Branco: segurança e inspecção de aeronaves. Verde: catapultas e cabos de travagem. Roxo: combustíveis. Castanho: crewchief de aeronave individual. Azul: elevadores e parqueadores de aeronaves. Vermelho: armas e munições. Prateado: bombeiros.

Podia até dizer-se que um porta-aviões não é um lugar bonito. Mas haveria de certeza quem não concordasse.

Foto: US Navy/James Evans

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Histórias de aviões

Canadair F-86 Mk6 Sabre                                 Foto: Royal Canadian AF        

Em tempos Georges Duby escreveu que a história é, antes de mais nada, um divertimento, ou seja, que o historiador sempre escreveu por prazer e para dar prazer aos outros. Há alguma verdade nisto, mas a história é também uma forma de revelar o passado obscuro. Quando pegamos na história de um avião é isso que fazemos. Revelamos um pouco do seu passado daquilo que poucos sabem. E há depois a revelação de descobrirmos algo que se passou nos bastidores, que não veio a público e que foi apenas vivido pelos protagonistas. Por isso, gosto de escrever histórias sobre aviões, não só pelo prazer da história, mas também pela revelação.



NR: Publicada na revista Mais Alto de Nov/Dez 2011, a primeira parte de um artigo de José Matos sobre a aquisição do F-86 Mk6 para a Força Aérea Portuguesa nos anos 60, que nunca viria a concretizar-se. A não perder!

domingo, 18 de dezembro de 2011

GANHAR ASAS (M569 - M39AL/2011)

Recentemente, numa incursão a Monte Real, tive a oportunidade de fotografar algumas aproximações à pista, protagonizadas por dois aviões Epsilon TB-30  da Esquadra 101.
Aqueles pequenos grandes aviões que voam com a bandeira nacional e a Cruz de Cristo há mais de 20 anos são a base das aprendizagens do voo para os futuros pilotos da Força Aérea. São aviões que marcam os pilotos, que formam homens militares, porque é neles e por eles que se consubstancia uma vontade que tem o céu como limite. E o céu é infinito, pois claro!...
Portanto, muito antes de vermos aviões como os F-16 ou o C-130 ou helicópteros como o EH-101 em evolução e no cumprimento eficaz e tão importante das respetivas missões, nem sempre nos lembramos que antes de tudo isso, os candidatos a pilotos treinam o voo no pequeno Epsilon.
Por isso, vistas bem as coisas, ou vistas sob um ângulo não tão imediato, o Epsilon é dos aviões mais importantes da Força Aérea Portuguesa, bem como a Esquadra que o opera. Sem um e outra,  nada é possível da forma tão eficaz .

Aproximação à pista 19 de Monte Real, com o aluno no banco de trás, "cego e às voltas com as agulhas e os instrumentos", numa situação típica da instrução nos novos pilotos.

 Subida do 11418 aos céus, depois de um "low aproach Ronco" à pista 01 da BA5 de Monte Real.

Mais um "low aproach" à 19, com um céu entre o plúmbeo e o azul...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

NEGÓCIOS DA CHINA (M568 - 42PM/2011)


Três J-11B em voo     Foto: Associated Press

Um ano após o colapso da União Soviética, um Kremlin descapitalizado começou a vender à China grande parte do seu arsenal militar, incluindo a então jóia da coroa da Força Aérea Russa, o Sukhoi Su-27.
Durante os 15 anos subsequentes, a Rússia foi o maior fornecedor de armas da China, fornecendo 20 a 30 mil milhões de dólares em caças, contratorpedeiros, submarinos, carros de combate, mísseis e parte de um porta-aviões. Venderam ainda a Pequim uma licença para fabricar o Su-27, ainda que com componentes fabricados na Rússia.
Hoje em dia o filão militar da Rússia acabou e o Chinês foi recentemente descoberto.

Após décadas de importação e de desmontagem do armamento russo, a China atingiu o ponto de inflexão: Já consegue fabricar as suas próprias armas avançadas, incluindo caças de alta tecnologia como o Su-27 e o porta-aviões está em fase de conclusão.

Os engenheiros chineses não só clonaram os aclamados aviónicos e radar do Su-27, como já fabricaram a última peça do puzzle: um motor chinês.

O J-11B, clone do Su-27, colocou a Rússia perante um dilema: continuar a vender armamento à China e arriscar ser clonado também, ou parar e perder definitivamente um mercado ainda lucrativo. Inicialmente  a opção foi a segunda, ao cancelar a venda do Su-33, versão do Su-27 com asas dobráveis para utilização em porta-aviões. Entretanto contudo, as negociações foram reatadas, apesar da rejeição da proposta chinesa que contemplava a compra de apenas duas unidades e insistindo numa encomenda maior.

A posição da Sukhoi no entanto é firme e acredita que não só a China acabará por comprar um largo número de Su-33, como também de Su-35, a versão melhorada do Su-27 se o J-11B não se revelar fiável, tal como prevêem. Segundo Sergei Sergeev, director da Sukhoi, "Uma coisa é fazer uma cópia de boa qualidade de uma colher, mas outra muito diferente é fazê-la de um avião".

Uma coisa é certa, enquanto entre 2001 e 2008 a China comprou 16 mil milhões de dólares em armamento russo, representando 40% das exportações de armamento daquele país, nos últimos 3 anos de Pequim não chegou a Moscovo nenhuma encomenda importante. Agora a China começa a exportar muita da sua própria produção de armamento, ultrapassando a Rússia nos países em vias de desenvolvimento, e potencialmente alterando o equilíbrio militar em vários pontos nevrálgicos do mundo, como Taiwan, Sudão, Irão e todo o Sul da Ásia.

A China começa a mostrar-se em feiras de material militar em que nunca tinha comparecido antes. A diferença está em que há 15 anos não tinham nada para mostrar, enquanto actualmente oferecem tecnologia razoável a um preço razoável.
Em 2009, num concurso para aquisição de caças em Myanmar entre o JF-17 chinês e os Mig-29 russos, o Mig-29 acabaria por vencer mas por valores inferiores aos inicialmente pedidos pelos russos. Já em 2010, num concurso no Egipto com os mesmo concorrentes, a China ofereceu o JF-17 por menos 10 milhões de dólares que os Mig-29 russos. A partir deste episódio o Kremlin pondera suspender o fornecimento  de motores russos para o J-11B.

Entre os potenciais compradores de caças de fabrico chinês estão Sri Lanka, Bangladesh, Venezuela, Nigéria, Marrocos e a Turquia. Até ao momento a China tem cumprido os embargos de armas ao Irão, mas é impossível adivinhar o que o futuro trará.

A entrada em funcionamento do porta-aviões chinês para já, vai colocar à prova a supremacia dos EUA no Pacífico ocidental.

Porta-aviões chinês em testes de mar a 8/12/2011               Foto: AP Photo/DigitalGlobe



Fonte: The Wall Street Journal

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

MISSÕES DE SALVAMENTO 13/12/2011 (M567 - 41PM/2011)



A Força Aérea efectuou, no dia 13 de Dezembro, duas evacuações médicas de longa distância, empenhando o helicóptero EH-101 da Esquadra 751 e o C-295M da Esquadra 502, que percorreram mais de 2000 quilómetros em 15 horas de voo para salvar duas vidas.
A primeira, que decorreu durante a noite e terminou de madrugada, consistiu no resgate de um tripulante, com 31 anos de idade e de nacionalidade alemã, com diagnóstico de apendicite, que se encontrava a bordo do navio porta-contentores BONN EXPRESS, a cerca de 491 quilómetros a noroeste da cidade do Porto.
Devido à longa distância e aos ventos fortes, na ordem dos 75km/h, um helicóptero EH-101, descolou da Base Aérea Nº6 (BA6), Montijo, pelas 21H05, em direcção ao Porto para efectuar reabastecimento e seguir para a zona de operações em alto mar. Enquanto o EH-101 se aprontava para a operação de resgate, delicada e com fortes condicionantes a nível meteorológico, explorando as capacidades do helicóptero ao máximo, um C-295M descolou da BA6, para o encaminhar até à zona de operações e avaliar as condições do local para que o resgate se efectuasse rapidamente e com sucesso.
Sob condições adversas, com vagas de 4 a 5 metros, a operação de resgate em alto mar iniciou-se pelas 01H20. Após 15 minutos no local, o helicóptero regressou ao Aeroporto de Sá Carneiro, no Porto, onde aterrou pelas 03H05, transferindo depois o tripulante para uma ambulância do INEM que aguardava no local e o transportou para o Hospital de São João.
Ao início da tarde, uma segunda evacuação médica a navio, a cerca de 450 quilómetros a Sudeste da ilha Terceira, nos Açores, levou a Força Aérea a empenhar um helicóptero EH-101, em destacamento na Base Aérea Nº4 (BA4), nas Lajes, que descolou pelas 13H10, para recuperar um tripulante, com 51 anos de idade e de nacionalidade romena, vítima de um traumatismo facial, a bordo do porta-contentores CMA CGM FORT SAINT LOUIS, de pavilhão francês e com 197 metros de comprimento.
No local, a intervenção da tripulação do helicóptero e do recuperador-salvador possibilitou a recolha rápida do tripulante, que se encontrava consciente e em situação estável. Assim permaneceu até ser transferido para uma ambulância, às 17H10, que aguardava o EH-101 na BA4, transportando depois o tripulante até ao Hospital de Santo Espírito, em Angra do Heroísmo.

Fonte: RPFA

domingo, 11 de dezembro de 2011

O DIA DA INFÂMIA (M566 - 40PM/2011)





Seguindo uma política de expansionismo territorial com vista a suportar a pujança económica do país, que necessitava por um lado de matérias-primas para alimentar a sua indústria e por outro, de novos mercados para onde escoar a produção, o Japão foi alvo de vários embargos norte-americanos nos finais da década de 1930 e inícios dos anos 40, como represália às também várias invasões que o país do sol-nascente vinha perpetrando por todo o sudeste asiático.
A operação de 7 de Dezembro de 1941 seria preparada no mais alto sigilo, tendo a enorme esquadra japonesa conseguido atravessar a totalidade do Pacífico desde 26 de Novembro, sem ser detectada por voos de reconhecimento americanos e atacar sem declaração de guerra prévia, a base onde sabiam estarem atracados os mais valiosos vasos de guerra americanos.
Do ponto de vista dos EUA, uma série de más avaliações e decisões contribuíram para a magnitude da tragédia, quando havia já vários indícios de que um ataque contra as suas forças, estaria iminente. Julgava-se por um lado que o porto de Pearl Harbour, de águas pouco profundas, fornecia uma protecção natural contra ataques de torpedos, não tendo sido colocadas redes anti-torpedo uma vez que estas dificultavam as operações normais diárias.  Não tinham sido colocadas armas anti-aéreas em redor da base para evitar problemas com os proprietários dos terrenos adjacentes e por fim os reconhecimentos aéreos de longa distância não estavam a ser realizados por escassez de aeronaves. Na verdade, acreditava-se ser a distância um dissuasor suficiente para qualquer ataque significativo.
A Marinha Imperial Japonesa provou o contrário: baseados em 6 porta-aviões (Akagi, Hiryu, Kaga, Shokaku, Soryu e Zuikaku), a maior força naval reunida até então, quase meio milhar de aviões "Zero", Nakajima 97 "Kate" e Aichi   99 "Val",  afundaram ou inutilizaram os maiores navios de guerra americanos da época, neutralizando qualquer capacidade de reacção durante os seis meses seguintes, enquanto o Japão ocupava as Índias Holandesas e as suas reservas de petróleo, verdadeira razão do ataque a Pearl Harbour (como se vê as guerras pelo "ouro negro" vêm já de longe).
O índice de eficácia japonês foi assombroso, tendo surpreendido até os próprios japoneses. Um sistema de estabilização dos torpedos, evitava que estes se afundassem e detonassem ao serem largados em águas pouco profundas e a oposição aérea e  anti-aérea era quase inexistente.
8 couraçados, 6 cruzadores, 29 contratorpedeiros e 9 submarinos e cerca de 2500 vidas foram perdidos no porto de Pearl Harbour na manhã de 7 de Dezembro de 1941, contra apenas 29 aviões, 5 submarinos e 64 vidas das forças atacantes.
O presidente Franklin Roosevelt classificaria este acto no dia seguinte, ao declarar guerra ao Japão, como "o dia que viverá na infâmia" e como tal ficaria conhecido na história.
O Japão conseguiu atingir os seus objectivos e neutralizar a marinha americana pelo tempo necessário para se apossar da totalidade do sudeste asiático quase sem oposição.
Os porta-aviões americanos (Enterprise, Saratoga e Lexington), em exercícios fora de Pearl Harbour no dia do ataque e por isso intactos, foram a única ponta que ficaria solta e que lhes iria causar dissabores a médio prazo.

Do ataque a Pearl Harbour resultou uma forte união interna nos EUA, que relutava até então em entrar no conflito mundial. O gigante adormecido acordou por fim para uma guerra na qual já estava inserido, mas que teimava em recusar. Após os primeiros meses de vitórias, os japoneses pagariam bem caro a ousadia, num conflito longo e penoso, que acabaria apenas no uso de armas nucleares.
Do ponto de vista militar, resultou o emergir do porta-aviões como a peça principal de poderio naval, substituindo o couraçado e os cruzadores de linha na escala de importância, doutrina que ainda prevalece nos dias de hoje.

Deste episódio marcante da história norte-americana e mundial, foram produzidos 2 famosos filmes: "Tora! Tora! Tora!" de 1970 e reconhecido historicamente como sendo o mais fiel e já em 2001 "Pearl Harbour" que cruza um romance ficcional com episódios reais e excelentes imagens reconstituindo os acontecimentos de 7 de Dezembro de 1941 e meses subsequentes.

Passados 70 anos sobre a data de 7 de Dezembro de 1941, os Estados Unidos não deixam de prestar homenagem àqueles que pereceram e sobreviveram ao "Dia da infâmia".


À direita Frank Chebetar sobrevivente do navio USS Phelps (DD 360) afundado em Pearl Harbour a 7/12/1941        Foto:US Navy/Maria Melchor

John Busma sobrevivente do USS Medusa assinala a hora do ataque a Pearl Harbour   Foto: US Navy/Eli Medellin
Memorial USS Arizona  navio em que se perderam mais vidas       Foto: US Navy/Daniel Barker
Cerimónia a assinalar o 70º aniversário do ataque à base de Pearl Harbour   Foto: US Navy/Mark Logico

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A saga do Sabre 6

O último número da revista Air Magazine traz o meu artigo sobre a saga do Sabre 6, que em breve será também publicado na Mais Alto. Como a saga mete os franceses à mistura, acho que os leitores da revista vão gostar de saber da história. Mas fico contente de ver o artigo publicado em França. Aliás, outros trabalhos surgirão nesta revista no futuro.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

FLYING HIGH AGAIN (M564 - 39PM/2011)










Voou hoje, 6 de Dezembro de 2011, após sensivelmente 14 meses em que foi submetido a transformação MLU, o F-16 s/n 15115, que ostentou a famosa pintura "Sabre" que marcou os 50 anos da Base Aérea nº5.
Agora já sem as cores garbosas, das quais apenas sobrou um pequeno triângulo na base da deriva, elevou-se nos céus de Monte Real pela 15:03 horas, no amarelo típico dos F-16 recém-nascidos MLU.

E ainda se brevemente passará a usar o típico esquema cinza da frota nacional, o 15 será para sempre o Sabre!

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