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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ILUSTRES VISITANTES NA BA5 (M464-5AL/2011)

A Base Aérea nº5, em Monte Real (BA5), sempre foi, como ainda é, uma das mais visitadas unidades aéreas militares nacionais.
A sua importância estratégica no quadro da defesa aérea nacional sempre foi primordial e mantém  ainda hoje esse estatuto, eventualmente reforçado, dada a sua "exclusividade" na operação dos F-16MLU, no que isso tem de relevante, sob todos os pontos de vista.
Mas frequentemente a base é demandada por diversas aeronaves, seja em escalas técnicas, seja em Squadron Exchange com as esquadras aí sediadas, ou exercícios multi-nacionais, sobretudo com esquadras EPAF que operam a plataforma F-16.
O Pássaro de Ferro apresenta mais algumas imagens "vintage", de aeronaves fotografadas na BA5, no final da década de oitenta/inicio dos anos 90, por Paulo Moreno e, no caso do F-104 e Tornado, por um ex-militar da base, identificado como "Leonel".





Algumas fotos de F-16A e F-16B holandeses da Esquadra 313, num Squadron Exchange com a Esquadra 304 - Magníficos, visível numa linha da frente mista, na placa da antiga 304, junto da actual entrada da base.
Numa das fotos, vê-se um F-16B ao lado de um seu "congénere" bilugar, um TA-7P.

 Um Fokker F-27 holandês, estacionado na Bravo, de apoio aos F-16 então presentes na BA5

Um par de F-104 italianos, estacionados na Alfa 1, equipados com dois depósitos suplementares, sob as asas,  para além dos habituais "tip's" na ponta das asas. Esta foto evidencia uma das alcunhas do velho e mítico F-104, o de "míssil tripulado".

domingo, 12 de dezembro de 2010

MEMÓRIAS DE MONTE REAL (M446-49AL/2010)

Uma vez mais, o Pássaro de Ferro publica algumas fotos que, pelo seu valor histórico e independentemente da sua qualidade nem sempre muito elevada, são autênticos tesouros para todos os aficionados pela causa dos aviões. São fotos obtidas na Base Aérea nº5, em  Monte Real, em diversos locais da base, Alfa 1, Bravo 1, etc.
Eram tempos necessariamente diferentes dos actuais, agora marcados pela globalização e por uma certa ideia de "formatação" que atinge, também a aviação militar.
São imagens do final da década de setenta, início da de oitenta, já com 30 ou mais anos, portanto e que atestam bem o quão diferentes eram as forças aéreas de então e quão diversas eram as visitas à BA5, bem diferentes das de hoje, quase todas sedimentadas na presença frequente de F-16 das EPAF.
São fotos cedidas por Carlos Costa ao Paulo Moreno que, uma vez mais, as cede ao Pássaro de Ferro.



 F-5 - Holanda



 F-104 - Holanda

 Fokker F-27 - Holanda

 Alpha Jet - Alemanha.


 C-160 Transall - Alemanha

F-104 - Bélgica

Mirage III - Bélgica

 Harrier T4 - Reino Unido

Hawker Siddley Gnat T1 - Reino Unido

 Jaguar- Reino Unido

Nota: Os nossos leitores que eventualmente consigam localizar com mais precisão estas fotos no tempo, podem fazê-lo na caixa de comentários, na página Facebook, ou enviando email para um dos endereços  na lateral direita do Pássaro de Ferro.

domingo, 18 de julho de 2010

SEMPRE O A-7P - 2ª Série (M401-30/AL2010) - Adendado

O Pássaro de Ferro apresenta mais uma série de fotografias cedidas pelo Paulo Moreno, recorde-se, obtidas em 1991, altura em que os céus nacionais ainda eram dominados pelo A-7P.
Nesta primeira imagem, vemos a placa Bravo 1, frente à manutenção, onde se podem ver várias aeronaves. O TA-7P 5546, um Fiat G-91 e a parte de trás de um outro A-7P. Notar o 5546 equipado com um dispositivo utilizado em testes de motor, colocado na entrada de ar, por forma a evitar a sucção de objectos estranhos para o motor P&W TF-30 P408.

Outra foto do mesmo local, agora de um outro ângulo, notando-se mais uma vez que TA-7P 5546 foi rebocado para a Bravo 1, depois de ter realizado testes de motor.
Ao olharmos para o Corsair II, percebemos a origem naval do aparelho, sendo que algumas vezes, por questões de espaço e arrumação, mesmo em terra, as asas eram dobradas, conforme atestam as fotografias.
Até nisso o A-7P se diferenciou dos jactos que, então, eram operados na Força Aérea. Era sempre impressionante observar a sua silhueta sombria, fosse de asas estendidas, fosse com elas dobradas.

Vista da Bravo 1, notando-se um A-7P (5519), estacionado ao lado de 3 aparelhos Fokker F-27 Holandeses, que estavam a dar apoio à presença na BA5 de um destacamento de caças F-16 da Esquadra 313.
Esta foto revela também uma situação impensável no presente, isto é, a operação dos F-16 seria impossível na Bravo 1, com esta cheia de detritos e sujidade, como se vê nesta imagem, resultantes de obras na zona da manutenção de aeronaves, como bem adendou em comentário o Paulo Mata.

Foto da antiga placa da Esquadra 304 - Magníficos, onde se podem contar 5 F-16 Holandeses, da Esquadra 313, alinhados com alguns A-7P. Notar a diferença de silhuetas dos dois aparelhos, denunciadora de duas gerações e de dois tipos de aeronave, tão míticos quanto distintos.

Saída do A-7P 5536 da Linha da Frente da então placa da Esquadra 304 - Magníficos. Nota-se ainda estacionado o 5531 e um outro A-7P.
Nesta fotografia, vê-se também que a dada altura da operação dos A-7P, uma das estações das asas foi retirada das aeronaves, conforme já aqui foi abordado.


Dois pormenores do A-7P 5522, mais uma vez obtidos nos abrigos Alfa 1

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