quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

AVIÕES DE/NO BOLSO (M598 - 8AL/2012)

O Pássaro de Ferro, através do Paulo Moreno, apresenta mais um flashback, desta feita relativo a uma coleção de "calendários de bolso", cuja publicação ocorreu a meio da década de oitenta - 1986/87, por ocasião do 34º aniversário da Força Aérea.
São pequenas pérolas que retratam com apropósito uma época da Força Aérea Portuguesa (FAP), não só pelo retrato das aeronaves que operava, das quais restam o C-130 e o AL-III, mas por serem espécimes raros e na altura, meios para captar vocações na juventude.
Esta coleção que agora se publica, surge também um pára-quedista, uma força que na altura estava integrada na FAP e que fazia parte da noção de "ir para a Força Aérea".
Estas preciosidades surgiam num tempo em que era muito difícil e raro obter imagens das nossas aeronaves militares. Não existia internet e conceitos como spotting e dias a ele dedicados eram praticamente consideradas histórias de embalar meninos que gostavam de aviões... ou quase ficção científica, digamos.

 Os "Asas de Portugal", voando os lendários T-37C.

 Os A-7P Corsair II, as "grandes máquinas" da altura...

 O SA-330 Puma que "resistiu" até há poucos anos, sempre para que outros vivessem!
 O Fiat G-91. Um belo avião que marcou muitos militares, tanto em Portugal como em África!

 O Allouete III, um helicóptero sem fim!

 A nossa "fortaleza voadora". O C-130 Hércules.

Um avião que deixou tantas saudades e onde tantos pilotos aprenderam as regras da "caça"... T-33, no caso um RT-33A...

Os elegantes T-38, onde muitos pilotos ultrapassaram a barreira do som e o primeiro avião da FAP com afterburner...

 Um pára-quedista desce rumo ao solo.
 Parte de trás dos calendários. Recuar um quarto de século...


Por isso mesmo, quando conseguíamos coisas destas, era como se entrássemos nas unidades aéreas para ver e tocar as aeronaves. E trazê-las no bolso era o melhor dos mundos!
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Imagens da então "Central de Publicações da Força Aérea" - Coleção Paulo Moreno.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ABAIXO DE ZERO (M597 - 12PM/2012)

 
 Fotos: Robert Winn/US Navy

Hoje sem aviões mas com porta-aviões.
Imagens do USS Nimitz debaixo do gelo que tem dominado o hemisfério norte. Ainda que a vários milhares de quilómetros de distância da Europa, na Base naval de Kitsap em Bremerton, estado de Washington nos EUA, as temperaturas são igualmente baixas.
O USS Nimitz encontra-se atracado durante um ano, em trabalhos de incrementação de vida-útil.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

REAL THAW 2012 (5) (M596 - 11PM/2012)

Terminou mais uma edição do exercício Real Thaw, no qual foram testadas as capacidades operacionais das várias unidades da Força Aérea, em conjunto com as forças no terreno.
Tipificando os cenários de conflitos atuais como o Afeganistão ou a Líbia, onde é muitas vezes necessário resgatar elementos e forças amigas em zonas não controladas, realizaram-se inúmeras missões em vários pontos do país.
A missão que apresentamos representa um resgate a partir de um aeródromo em território inimigo, previamente controlado por tropas pára-quedistas:




Chegam também os Alouette III que a partir do ar estabelecem um perímetro de segurança que permita as ações que se irão desenrolar:



Bem mais acima, os F-16 garantem a necessária superioridade aérea, enquanto o C295 Persuader aterra na pista do aeródromo, vigiada por atiradores estrategicamente colocados:



Com a zona perfeitamente controlada por forças no terreno e aeronaves de proteção, chega o EH-101 Merlin que transportará os elementos a resgatar:
 



Após breves minutos no solo, o Merlin descola novamente, rente às copas das árvores de modo a proteger os tripulantes das forças inimigas durante a fuga através de zonas não controladas



As tropas pára-quedistas reembarcam no C295 que dá início à rolagem para descolar, protegido pelos snipers na porta de carga


Enquanto isso os sempre vigilantes Alouete III mantêm-se a proteger a zona




E depois do C295, os Alouette III são finalmente os últimos a partir.
Missão cumprida!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

REAL THAW (4) SPOTTERS DAY (M595 - 7AL/2012) Adendado

O Spotter Hélder Afonso respondeu ao repto lançado pelo Pássaro de Ferro para publicação de fotos resultantes do "Spotters Day" realizado ontem, dia 2 de Fevereiro.
A Base Aérea nº5 é o centro das operações, logo o lado mais visível deste exercício que, ao longo do tempo conquistou, pelo seu grau de exigência e realismo , um lugar nos exercícios militares táticos mais importantes que se realizam na Europa.

 Passagem da plataforma AWACS (Airborne Warning and Control System) Boeing E-3 Sentry.

 Resgate de um piloto de F-16 da sua aeronave, numa missão de treino dos OPSAS -  Operadores de Sistemas de Assistência e Socorro.

 Descolagem do F-16AM 15103 para mais uma missão de apoio aéreo.

 Descolagem do Eurofighter Typhoon espanhol.

 Um helicóptero EH-101 Merlin sobrevoa a pista da BA5 Monte Real

Um P-3C da Esquadra 601 "Lobos" na pista de Monte Real.

Adenda: Mais algumas imagens do dispositivo aéreo envolvido neste exercício, igualmente do Hélder Afonso, a quem o Pássaro de Ferro agradece a cedência das imagens! 

Imagem da Bravo de Monte Real, com os 4 Typhoon espanhóis, F-16 nacionais, EH-101, C-295 e C-130, aeronaves que participaram no RT2012.


Descolagem dos dois aviões da Força Aérea Portuguesa encarregues dos trabalhos "mais pesados", C-130 e C-295.

Este Falcon 20 inglês é o "elemento perturbador" do exercício, obrigando a que a inteligência supere a inteligência...

 Mais uma descolagem de um F-16AM português, o 15102, para uma missão no RT2012.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

REAL THAW 2012 (3) (M594 - 10PM/2012)



O Pássaro de Ferro apresenta imagens colhidas no aeródromo de Seia durante uma ação de resgate em que foram utilizados um C295 Persuader e dois EH-101, sob a proteção superior de F-16 Fighting Falcon.
A ação realizava-se em "território hostil" sendo visíveis na imagem elementos agressores, bem como a pronta resposta da Unidade de Proteção de Força, colocada à volta das aeronaves em salvaguarda da integridade de elementos resgatados e aeronaves. Um dos Merlins entretanto descola com snipers para garantir a partir do ar um perímetro de segurança alargado, enquanto as outras duas aeronaves permanecem na pista a terminar o embarque de passageiros a resgatar.

Agradecimentos: Sr. José Caeiro pela cedência das imagens

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

GREEN FLAG (M593 - 6AL/2012)

Cerca de 225 militares e 15 caças-bomberdeiros  F-15E Strike Eagle de Mountain Air Force Base, Idaho, estiveram em Barksdale Air Force Base - Louisiana, entre 12 e 28 de Janeiro passado, para participar no exercício "Green Flag".


O "Green Flag" é um exercício organizado peloAir Combat Command e prepara as esquadras de caça, de Operações Aéreas e os  "meteorologistas de combate" para a a ação, afirmou o tenente-coronel Pat McKeever da Esquadra de Treino e Combate 548, e comandante do destacamento aéreo. "O nosso pessoal da Força Aérea  recebe a experiência que necessita, trabalhando com o Exército e fazendo parte de cenários o mais realistas possível."


A unidade do exército norte-americano que integra o "Green Flag" é o Centro de Treino Conjunto de Prontidão em Fort Polk, Louisiana, que treina os soldados em ambientes de combate altamente realistas e multi-cénicos. Em 2011, mais de 1.042 missões do exercício foram cumpridas, envolvendo cerca de 1.125 militares da Força Aérea enviados para Barksdale para o treino conjunto e no total, mais de 32.000 soldados foram treinados. 
"Cerca de metade da esquadra esteve aqui já em  treino", disse o major Cody Hawkinson, da 391 FS.  "Este exercício ajuda a treinar tanto as forças no solo como as unidades aéreas. A nossa atenção está focada no treino do apoio aéreo."


De acordo com o Tenente-Coronel Pat McKeever, a experiência adquirida é muito importante . As duas forças (Exército e Força Aérea) são capazes de entrar, aprender e trabalhar arduamente em conjunto para se prepararem para possíveis cenários de ação/intervenção. Através deste exercício, as duas forças são capazes de compreender plenamente o que é trabalhar uns com os outros e assim gerar mecanismos de ação conjunta e coordenada. "Esta é a única hipótese que temos para treinar com o Exército", disse McKeever. "A Comunicação e integração podem ser um desafio e é por isso que a praticamos/treinamos. É um exercício muito complexo devido à variedade de missões atribuídas. A capacidade de ganhar experiência é o que motiva as tripulações porque eles nunca sabem quando é que a sua primeira ação de combate vai acontecer... Pode ser já amanhã e por isso tem de estar preparadas!
Independentemente do seu sucesso, os erros proporcionam a oportunidade de treino adicional, no sentido de os corrigir. Só assim se alcança o sucesso.


O Exercício Green Flag é o equivalente nos EUA ao exercício Real Thaw atualmente a decorrer em território nacional.

Fonte: USAF

domingo, 29 de janeiro de 2012

EUROFIGHTERS AUSTRÍACOS EM OPERAÇÃO NA... SUÍÇA (M592 - 5AL/2012)

Termina hoje (29 de Janeiro de 2012) mais um "Fórum Económico e Social" em Davos, na Suíça. Este encontro teve inicio  no passado dia 24 e no que toca às medidas de segurança que o rodearam e no que diz respeito ao espaço aéreo circundante, teve como protagonistas os caças Eurofighter Typhoon austríacos. Estas aeronaves patrulharam novamente o céu na zona dos Alpes, durante os dias desta reunião que, pelo seu caráter económico e global, suscita sempre algumas animosidades que prefiguram potenciais ações de contestação. Eventuais ataques por via aérea são sempre tidos em conta no mapa das possibilidades, sobretudo depois do 11 de Setembro de 2001.
A operação conhecida como "Dédalo 12" manteve então quatro aeronaves Eurofighter Typhoon da Áustria, destacadas para proteger a área numa zona de interdição temporária sobre Áustria Ocidental e Davos (já em território Suíço) em particular. O Eurofighter operou juntamente com aeronaves de treino turbo-hélice PC-7 Pilatus da Força Aérea Austríaca e helicópteros OH-58 Kiowa, estabelecendo proteção do espaço aéreo mencionado contra potenciais "ameaças aéreas", nos dias em que decorreu o fórum.

Parelha de caças Typhoon austríacos em voo sobres os Alpes

Esta tarefa, levada a cabo em coordenação com as autoridades suíças, demonstra a interoperabilidade bem cimentada do sistema de defesa aérea alpino e tem por base a experiência bem sucedida de operações anteriores, incluindo o Campeonato Europeu de Futebol de 2008, realizado justamente na Áustria e Suíça, bem como as reuniões do Fórum Económico Mundial que se têm realizado em Davos, nomeadamente no passado ano de 2011.

Fonte: Eurofighter

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

REAL THAW 2012 (2) - (M591 - 9PM/2012)

 
O cenário desenvolvido para o exercício Real Thaw 2012 cria uma situação geo-política fictícia e com propósitos unicamente centrados na condução de um exercício para fins de treino específicos.
Deste modo, foram criados três países fictícios ocupando unicamente o espaço geográfico de Portugal continental. A norte, um país confinado pela fronteira natural de Portugal a norte e com a fronteira a sul delineada por uma linha imaginária traçada entre Sabugal, a este, e Figueira da Foz a oeste e que se designará para o presente fim como o país A. Mais abaixo, um segundo país, o país B, que outrora pertencera ao primeiro mas que após algumas disputas étnicas se tornou independente e ocupando uma pequena área junto à fronteira natural de Espanha e entre o Sabugal a norte e Monfortinho a sul. Finalmente, um terceiro país a sul, o país C, estendendo-se até o Algarve e caracterizado por políticas progressistas e abertas, típicas do mundo ocidental.
O país A apresenta um sistema político-militar com algumas semelhanças com outros reais e que normalmente potenciam situações de crise e conflito, devido ao seu autoritarismo, tentativa de limpeza étnica e dificuldade em aceitar e aplicar internamente os princípios das sociedades modernas e desenvolvidas.
O início da crise regional começa precisamente por decisões políticas exacerbadas no que diz respeito ao acesso aos recursos naturais disponíveis na zona em ambos os lados dos países A e B. Por outro lado, a fronteira física que ficou estabelecida após a independência do país B do país A, não reflecte verdadeiramente a distribuição étnica da região pelo que se poderá encontrar uma mistura das etnias destes dois países em ambos os lados da fronteira.
No seguimento das políticas expansionistas do país A, a minoria étnica do país B a viver no primeiro, sente-se perseguida e violada nos seus mais elementares direitos de cidadania pelo que se começa a gerar um conflito entre as autoridades do país A e a minoria étnica do país B a viver no primeiro.
As condições de segurança rapidamente se degradam provocando a deslocação forçada daquela minoria para o país B a fim de escapar à perseguição de que era alvo pelas forças militares e militarizadas do país A. Esta situação vai provocar o aparecimento de campos de refugiados junto da fronteira sem as condições mínimas de higiene pelo que acabam por aparecer os primeiros focos de doenças relacionados por má nutrição e falta de higiene.
Para agravar esta situação, existe ainda um terceiro fator destabilizador no cenário representado por um grupo armado de libertação, constituído por membros da etnia do país A e apoiados pelas autoridades deste país. Este grupo socorre-se de extremistas radicais a viverem no país B e cuja objectivo passa por sustentar a política do seu país de origem, pelo que desenvolvem acções terroristas separatistas no território do país B.
Esta situação de crise humanitária chamou a atenção da comunidade internacional, nomeadamente das Nações Unidas (UN), pelo que foram tomadas medidas no sentido de encontrar uma solução para o problema. Na sequência de várias resoluções emitidas pelas UN, foi implementada uma zona de exclusão, livre da influência das autoridades do país A e destinada a permitir uma zona de segurança para os refugiados. Adicionalmente, foi solicitada à NATO a responsabilidade de constituir e enviar para a região uma força militar no sentido de implementar e cumprir as resoluções das UN. Assim, esta força internacional constituída essencialmente por meios aéreos (representada pelos participantes do exercício) destacou para o país C (representado pela Base Aérea de Monte Real) de onde começará a operar a fim de cumprir as missões que lhe forem atribuídas.
Deste modo, os militares são essenciais não só para garantir que exista auxílio imediato às populações afectadas pelo conflito, como para garantir as condições securitárias para que as Organizações Não Governamentais (ONG's) possam prestar também o auxílio necessário.
A partir daqui serão planeados e executados diariamente vários tipos de missões como extracção de não combatentes e apoio sanitário e logístico, com recurso a largada de tropas aerotransportadas, transporte táctico por helicópteros e protecção armada facultada pelos aviões de combate F-16 e helicópteros ALLIII.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

F-35 COMPLETA PRIMEIRO VOO NOTURNO (M590 - 8PM/2012)


Foto: Tom Reynolds/Lockheed Martin

Ultimamente as notícias sobre diversas etapas do F-35 Lightning II têm sido recorrentes no Pássaro de Ferro. Tal como uma criança a dar os primeiros passos, ou a dizer as primeiras palavras, também os novos aviões queimam etapas na sua progressão até terem a confiança (merecerem a confiança) para seguir em frente. Poder-se-á questionar o porquê da insistência no F-35. Para essa questão pode responder-se que é por ser o "herdeiro" natural dos nossos F-16. Apesar de não haver ainda qualquer indício de que os venha a substituir em Portugal.
Mas também porque não é todos os dias que se pode apreciar a evolução de um avião de caça com pedigree (goste-se ou não da silhueta) e porque, tal como na alegoria anterior, da evolução de uma criança, é bom ter no álbum de fotos os momentos mais importantes. Fotos que dentro de alguns anos serão históricas, como hoje o são as dos protótipos e primeiras unidades do F-16 ou de F-15.
Depois e por último, porque tão cedo não se vislumbram novos descendentes da nobre linhagem de aviões de caça norte-americanos. Basta dizer que o F-16 que começa a conhecer o seu sucessor, voou pela primeira vez há 38 anos. 
E os UAVs andam aí...

Foto: Tom Reynolds/Lockheed Martin

O primeiro voo noturno na história do Programa Lockheed Martin F-35, foi completado no dia 18 de Janeiro de 2012 na Base Aérea de Edwards, Califórnia. Tripulado pelo piloto de testes da Lockheed Martin Mark Ward, o protótipo AF-6, um F-35A (de descolagem e aterragem convencional - CTOL), descolou às 17:05 (PST) e aterrou depois do ocaso Às 18:22. A missão consistiu numa série de  aproximações à pista em ambiente de penumbra e escuridão. O piloto efetuou adicionalmente uma avaliação do sistema de iluminação do cockpit do F-35, que o mesmo classificou como "o melhor que já vi". Estes testes abriram agora caminho para reabastecimento noturno e voo em formação, mais tarde em 2012.


Foto: Tom Reynolds/Lockheed Martin

Foto: Darin Russell/Lockheed Martin
Fonte: Lockheed Martin

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

REAL THAW 2012 (1) - (M589 - 4AL/2012)

Tem início hoje mais uma edição do exercício militar tático "Real Thaw 2012".
Este exercício tem vindo a assumir crescente importância no aspeto do treino operacional na Força Aérea, estabelecendo relações com os outros ramos das forças armadas, Marinha e Exércio, no sentido da abrangência de meios e cenários que, pela sua tipologia e substância,  prefiguram situações de atuação e intervenção enquadráveis nas missões em que as forças armadas nacionais tem sido envolvidas, seja  através da nossa presença na União Europeia, seja no âmbito da NATO.



 Os F-16 vão ser peça importante no exercício, através das Esquadras 201 - Falcões e 301 - Jaguares.

Já não se trata apenas de treino puro e simples do emprego/largada de armamento, digamos, mas da "constituição" de cenários em que forças de resgate são enviadas para teatros complexos e que, nas situações de intervençao atual, de certo modo "abafam" os conceitos de "guerra aberta". Tudo isto torna o exercício de enorme importância para os militares envolvidos, no sentido de serem executados os melhores procedimentos e táticas relativamente às situações reais que possam vir a ocorrer em diversas partes do mundo.
Este exercício pretende, então, atingir três requisitos principais, estabelecidos pelo Comando Aéreo e expostos no "Press Kit" disponibilizado aos meios de comunicação social:
  • proporcionar um ambiente operacional o mais realístico possível e típico dos teatrosde operações atuais nos quais os militares portugueses possam vir a participar.
  • proporcionar treino adequado aos vários participantes tendo em consideração os diversos tipos de meios (aéreos, terrestres e marítimos) e respetivos requisitos de treino.
  • proporcionar a interoperabilidade entre países e respetivos meios.
Participarão para além das forças armadas nacionais, meios e militares de Espanha, Holanda, Estados Unidos e Inglaterra.
As ações realizar-se-ão, sobretudo, nas áreas de Monte Real e Penamacor e serão acompanhadas por um site criado para o efeito e também aqui no Pássaro de Ferro.




EH-101, C-295, C-130 e P-3C serão outras das aeronaves da Força Aérea envolvidas no Real Thaw 2012.

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CRÉDITOS

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