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terça-feira, 2 de abril de 2013

F-22 RAPTORs NA COREIA (M936 - 92PM/2013)


F-22 Raptor em reabastecimento aéreo  Foto:Andy Kin/USAF

Dia 31 de março de 2013: Os EUA anunciam, em comunicado o destacamento de F-22 Raptor (em número não revelado), o único caça de 5ª geração operacional no mundo,  desde a base americana de Okinawa no Japão, para a base de Osan, na Coreia do Sul. Tal como os B-52 de que demos notícia no Pássaro de Ferro e mais recentemente e bombardeiro "invisível" B-2 Spirit, oficialmente no âmbito de exercícios bilaterais com o o aliado de longa data. Mas na prática, no mesmo comunicado pode ainda ler-se "não conseguirão  (Coreia do Norte)  mais do que ameaças e provocações, que apenas isolarão ainda mais a Coreia do Norte e minarão  os esforços internacionais em assegurar a paz e estabilidade no nordeste da Ásia".
As tensões na região têm escalado, desde que o jovem líder norte-coreano Kim Jong-Un ordenou o retomar dos testes nucleares em fevereiro transato, violando ordens das Nações Unidas (UN) e ignorando mesmo avisos do seu maior aliado, a China.
O teste, terceiro na Coreia do Norte desde 2006, levou ainda a mais sanções das UN e por parte de vários países, o que causou ainda mais ameaças e uma "chamada às armas" por parte de Pyongyang.
No sábado passado, 30 de março de 2013, anunciaria oficialmente a entrada "em estado de guerra" com a Coreia do Sul, declaração desvalorizada por Seul e Washington.
Mas pelo sim, pelo não, os F-22 foram destacados...


Fonte: Reuters
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

terça-feira, 19 de março de 2013

B-52 SOBRE A PENÍNSULA COREANA (M917 - 80PM/2013)

Boeing B-52 Stratofortress em reabastecimento aéreo    Foto: Christopher Bush/USAF
Na sequência das ameaças nucleares da Coreia do Norte à sua congénere do Sul, os EUA confirmaram prontamente o seu apoio ao sistema anti-míssil dos seus aliados de longa data. 
As medidas contudo, não se limitaram a meras ações defensivas, como revelou o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, fazendo menção aos bombardeiros estratégicos B-52, de capacidade nuclear, que têm sobrevoado a península Coreana, integrados num exercício conjunto dos dois países.
Apesar de oficialmente em missões de treino, a presença dos B-52 é um sinal claro do empenhamento americano em marcar uma posição relativamente às ameaças de Pyongyang. Isso mesmo foi confirmado por um alto funcionário do Pentágono, que reafirmou ainda o empenhamento dos EUA em travar a Coreia do Norte, apesar dos fortes cortes em curso na Defesa.
Do lado de Seoul, a presença dos B-52 é considerada pelo Ministério da Defesa como "um sinal de que o guara-chuva nuclear norte-americano pode ser fornecido quando necessário", adiantando ainda que os B-52 carregam misseis ar-solo com 3000 km de alcance e acredita-se que ogivas nucleares".
Já os norte coreanos acusam os exercícios militares em curso de serem um obstáculo ao desenvolvimento económico da Coreia do Norte e por isso "um estado de hipertensão instalou-se nestas terras".

Canhão anti-aéreo Phalanx no contratorpedeiro USS Lassen durante o exerc. Foal Eagle  Foto:Ricardo Guzman/US Navy
 Um Super Lynx Mk.99 sul coreano aterra no contratorpedeiro ROKN Yul Gok Yi I   Foto:Ricardo Guzman/US Navy

O exercício Foal Eagle tem vindo a decorre desde o início do mês, tendo os B-52 voado a partir da base aérea de Andersen na ilha de Guam no Pacífico ocidental.


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