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domingo, 16 de março de 2014

USAF 2013 EM FOTOS - 3 (M1474 - 89PM/2014)















Fotos: USAF

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A NOITE DO SILENT HAWK (M974 - 121PM/2013)

Recriação artística do "Silent Hawk"

O rotor de cauda que sobrou do lado de fora do complexo habitado por bin Laden      Foto:Autor desconhecido

Cumpridos que estão dois anos sobre a operação "Lança de Neptuno", que culminaria com a morte de bin Laden, muito pouco se sabe sobre os dois principais helicópteros envolvidos na missão.
Não fora um deles ter-se acidentado no local e nada mesmo se saberia. Do que sobrou à destruição auto-imposta pelos SEAL que realizaram a operação, as autoridades paquistanesas encarregaram-se de ocultar e remover. 

Os destroços do Silent Hawk transportados tapados para fora do local   Foto:Autor desconhecido

Algumas fotos contudo escaparam ao controlo, bem como pequenas peças, que chegaram a ser vendidas por nativos que estiveram no local, como souvenirs...
Muita controvérsia se gerou acerca da informação (ou a falta dela) divulgada pelos meios oficiais americanos, que pediram inclusive a devolução dos restos do helicóptero aos EUA.
Da análise das fotos, pouco se pode identificar como sendo parte de um UH-60 comum, apesar do número de série identificado no local, corresponder de facto a um UH-60 fabricado em 2009.
Todos os elementos visíveis no entanto, apontam para o que se conhece da tecnologia stealth, desde as formas, aos elementos de proteção das partes móveis.
Segundo fontes paquistanesas, o Governo chinês manifestou interesse em ficar de posse dos destroços, mas estes seriam mesmo devolvidos aos EUA, cerca de duas semanas após a operação.

O helicóptero de ataque RAH-66 Comanche que foi oficialmente cancelado em 2004    Foto:Sikorsky
 
Certo é que os EUA chegaram a desenvolver um helicóptero "invisível", o RAH-66 Comanche, oficialmente cancelado em detrimento dos programas de VANTs (veículos não tripulados).
A sua tecnologia contudo, não foi com certeza desperdiçada e o chamado Silent Hawk será seguramente um seu parente próximo.




domingo, 14 de abril de 2013

BLACK HAWK NO BREU E UMA BALIZA... NA BÓSNIA (M951 - 34AL/2013)



«Em Agosto de 2000, o nosso batalhão tinha um companhia empenhada num determinado sector da BiH, e recebemos a indicação de que havia ocorrido uma avaria numa das nossas Chaimites, o que obrigaria à substituição de uma peça, por uma sobressalente, que dispúnhamos em depósito.
Para efectivar este desiderato, viriam militares do batalhão buscar a mesma, fazendo-se transportar em meios aéreos Norte Americanos e de noite.
Fui incumbido, pelas operações do batalhão, de proceder em conformidade, pelo que, após ter tido conhecimento da ordem de operações, coloquei a acção em marcha. Preparei três lanternas, com difusores coloridos (um verde e um azul, para a manobra, dado que a cor branca seria demasiado intensa para os goggles dos pilotos, e um vermelho, para a eventualidade de ter que cancelar a operação - a cor vermelha era a cor de "código" para os pilotos abandonarem imediatamente qualquer operação em que estivessem empenhados).
Após termos chegado à LDZ (Landing zone), montada a segurança e imposta a obrigatória disciplina de luzes (proibido usar máquina fotográfica, luzes de qualquer natureza, ou fumar, dado que qualquer chama que fosse efectuada, iria colocar em causa toda a operação).
À hora marcada, e após terem sido dadas todas as instruções ao pessoal, coloquei-me em posição, frente a uma das balizas do campo de futebol que utilizávamos como LDZ e, logo que ouvi o som de um heli a aproximar-se, comecei a "enxameá-lo", fazendo os sinais convencionados, com ambas as lanternas (verde e azul, claro).
Confesso que causa "muito respeito" termos um Black Hawk à nossa frente, praticamente sem o conseguirmos "ver", pois as turbinas e os rotores principais continuam a rodar à mesma velocidade, apenas controlados pelo ângulo do passo do rotor, imposto pelos pilotos.....
Dirigi-me ao héli que tinha à minha frente, (abordando a sua porta lateral de estibordo), por forma a dar cumprimento ao plano, a entrega do sobressalente, e só nesse momento, constatei que haviam aterrado, não um, mas dois hélis, dado que nenhuma luz é accionada de noite, quando se deslocam.
Mesmo estando num teatro de operações já sem conflitos armados, muitos dos desmobilizados mantinham em seu poder armas ligeiras, com as quais, poderiam, mesmo que só por diversão, alvejar aeronaves, pelo que os deslocamentos das mesmas, de noite, era efectuado na completa ausência de luzes.
Após concluída a operação, posicionei-me novamente em frente ao primeiro héli, (com as laternas a apontar para baixo), enquanto aguardava informação relativamente à autorização para descolagem. Os pilotos do primeiro héli não deverão ter achado a mínima piada à demora, e decidiram descolar sem que eu tivesse efectuado o sinal convencionado. Nesta altura, os pilotos deveriam estar mais que chateados, pelo que a descolagem foi feita de forma tão intensa, que literalmente me empurraram para dentro da baliza, com a deslocação de ar que provocaram...»

Autor: Leitor identificado

quinta-feira, 11 de abril de 2013

RECORDAÇÕES DA BÓSNIA - II (M948 - 33AL/2013)














Segunda edição dedicada à memória fotográfica do leitor Miguel Laranjeira. Desta feita, um pequeno "walkaround" em torno de um UH-60 norte-americano ao serviço da SFOR e estas últimas relativas a um Mi-8 checo, aterrando algures em território Bósnio.
Mais uma vez, o Pássaro de Ferro agradece ao Miguel Laranjeira pela cedência das imagens!

Imagens: Miguel Laranjeira
Texto: Miguel Laranjeira/Pássaro de Ferro 


RECORDAÇÕES DA BÓSNIA - I (M947 - 32AL/2013)




A última grande operação militar em solo europeu ocorreu na sempre problemática zona dos Balcãs, sobretudo depois da implosão da República Federativa da Jugoslávia, que viria a dar origem a uma série de novos países. A coligação multi-nacional que foi constituída para intervir no conflito, era formada por diversos países da NATO. Portugal integrou essa força no período de estabilização.
As zonas que permaneceram mais instáveis foram o Kosovo e a Bósnia Herzegovina e foi justamente aqui que a força portuguesa, integrante da SFOR - Stabilisation Force permaneceu em ações de estabilização de paz, depois de "sanado" o conflito armado que estabeleceu os novos equilíbrios.
Estas fotografias foram, pois, obtidas em plenas operações e revelam o dia a dia naquela zona. Estão datadas do ano 2000. Há 13 anos, portanto.


Importa referir que esta série de imagens foi obtida em Setembro de 2000, aquando da visita ao acantonamento português, do Comandante do Contingente Norte Americano.



As seguintes foram fotografias foram tiradas na "landing zone" afecta ao contingente português, no âmbito de exercícios de deployment de carga, dado que o Batalhão Português tinha na altura, a missão de reserva da SFOR, podendo, em caso de necessidade, ser "deployed" para qualquer zona do território.
De notar, a semelhança de procedimentos com o C130, com um dos artilheiros de metralhadora, ligado ao helicóptero por cabo, a confirmar a entrada em funcionamento de todos os motores do UH-60 Black Hawk e superfícies de voo..... 





O Pássaro de Ferro agradece ao Miguel Laranjeira pela cedências das imagens que ilustram esta e a seguinte edição do Pássaro de Ferro, bem com as suas "notas" que ajudam à localização no tempo e no espaço destas preciosas imagens.

Imagens: Miguel Laranjeira
Texto: Miguel Laranjeira/Pássaro de Ferro


sexta-feira, 16 de março de 2012

CONTRASTES (M618-24PM/2012)


UH-60 Black Hawk desembarca tropas algures nas terras áridas do Afeganistão          Foto: US Army

UH-60 Black Hawk nas montanhas geladas que cobrem grande parte do país             Foto: US Army


O Afeganistão é uma terra de contrastes. Desde as temperaturas tórridas e o pó sujo das planícies às temperaturas negativas e alvura da neve nas montanhas. Verões quentes e invernos frios. Uma constante no entanto ao longo dos séculos: a guerra e a violência que grassam no país sem que se vislumbre o fim. Os EUA invadiram o país em 2001 para depor o regime talibã, como resposta aos ataques de 11 de setembro. Se o objetivo imediato foi conseguido, como corolário viram-se a braços com as mesmas dificuldades que a União Soviética e o Reino Unido no século XX encontraram no país, numa guerra sem quartel e impossível de ganhar. Mesmo se Barack Obama anunciou a intenção de gradualmente abandonar a ocupação militar do país, uma solução estável no terreno, está longe de ser realidade.
Os últimos incidentes envolvendo militares norte-americanos em atitudes insultuosas para com os afegãos e os massacres que se vêm sucedendo, começam a ter demasiados paralelismos com o que foi o amargo fim da guerra americana no Vietname. 

E mesmo se as terras áridas do médio oriente contrastam com o que foram os combates na selva do sudeste asiático, Cabul começa a parecer-se cada vez mais com Saigão.

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