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domingo, 16 de março de 2014
quinta-feira, 2 de maio de 2013
A NOITE DO SILENT HAWK (M974 - 121PM/2013)
quinta-feira, 2 de maio de 2013 às 08:58
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Recriação artística do "Silent Hawk" |
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O rotor de cauda que sobrou do lado de fora do complexo habitado por bin Laden Foto:Autor desconhecido |
Cumpridos que estão dois anos sobre a operação "Lança de Neptuno", que culminaria com a morte de bin Laden, muito pouco se sabe sobre os dois principais helicópteros envolvidos na missão.
Não fora um deles ter-se acidentado no local e nada mesmo se saberia. Do que sobrou à destruição auto-imposta pelos SEAL que realizaram a operação, as autoridades paquistanesas encarregaram-se de ocultar e remover.
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Os destroços do Silent Hawk transportados tapados para fora do local Foto:Autor desconhecido |
Algumas fotos contudo escaparam ao controlo, bem como pequenas peças, que chegaram a ser vendidas por nativos que estiveram no local, como souvenirs...
Muita controvérsia se gerou acerca da informação (ou a falta dela) divulgada pelos meios oficiais americanos, que pediram inclusive a devolução dos restos do helicóptero aos EUA.
Da análise das fotos, pouco se pode identificar como sendo parte de um UH-60 comum, apesar do número de série identificado no local, corresponder de facto a um UH-60 fabricado em 2009.
Todos os elementos visíveis no entanto, apontam para o que se conhece da tecnologia stealth, desde as formas, aos elementos de proteção das partes móveis.
Segundo fontes paquistanesas, o Governo chinês manifestou interesse em ficar de posse dos destroços, mas estes seriam mesmo devolvidos aos EUA, cerca de duas semanas após a operação.
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O helicóptero de ataque RAH-66 Comanche que foi oficialmente cancelado em 2004 Foto:Sikorsky |
Certo é que os EUA chegaram a desenvolver um helicóptero "invisível", o RAH-66 Comanche, oficialmente cancelado em detrimento dos programas de VANTs (veículos não tripulados).
A sua tecnologia contudo, não foi com certeza desperdiçada e o chamado Silent Hawk será seguramente um seu parente próximo.
domingo, 14 de abril de 2013
BLACK HAWK NO BREU E UMA BALIZA... NA BÓSNIA (M951 - 34AL/2013)
domingo, 14 de abril de 2013 às 19:00
«Em Agosto de 2000, o nosso batalhão tinha um companhia empenhada num determinado sector da BiH, e recebemos a indicação de que havia ocorrido uma avaria numa das nossas Chaimites, o que obrigaria à substituição de uma peça, por uma sobressalente, que dispúnhamos em depósito.
Para efectivar este desiderato, viriam militares do batalhão buscar
a mesma, fazendo-se transportar em meios aéreos Norte Americanos e de
noite.
Fui incumbido, pelas operações do batalhão, de proceder em
conformidade, pelo que, após ter tido conhecimento da ordem de
operações, coloquei a acção em marcha. Preparei três lanternas, com
difusores coloridos (um verde e um azul, para a manobra, dado que a cor
branca seria demasiado intensa para os goggles dos pilotos, e um
vermelho, para a eventualidade de ter que cancelar a operação - a cor
vermelha era a cor de "código" para os pilotos abandonarem imediatamente
qualquer operação em que estivessem empenhados).
Após termos chegado à LDZ (Landing zone), montada a segurança e imposta a
obrigatória disciplina de luzes (proibido usar máquina fotográfica,
luzes de qualquer natureza, ou fumar, dado que qualquer chama que fosse
efectuada, iria colocar em causa toda a operação).
À hora marcada, e após terem sido dadas todas as instruções ao
pessoal, coloquei-me em posição, frente a uma das balizas do campo de
futebol que utilizávamos como LDZ e, logo que ouvi o som de um heli a
aproximar-se, comecei a "enxameá-lo", fazendo os sinais convencionados,
com ambas as lanternas (verde e azul, claro).
Confesso que causa "muito respeito" termos um Black Hawk à nossa
frente, praticamente sem o conseguirmos "ver", pois as turbinas e os
rotores principais continuam a rodar à mesma velocidade, apenas
controlados pelo ângulo do passo do rotor, imposto pelos pilotos.....
Dirigi-me ao héli que tinha à minha frente, (abordando a sua porta
lateral de estibordo), por forma a dar cumprimento ao plano, a entrega
do sobressalente, e só nesse momento, constatei que haviam aterrado, não
um, mas dois hélis, dado que nenhuma luz é accionada de noite, quando
se deslocam.
Mesmo estando num teatro de operações já sem conflitos armados,
muitos dos desmobilizados mantinham em seu poder armas ligeiras, com as
quais, poderiam, mesmo que só por diversão, alvejar aeronaves, pelo que
os deslocamentos das mesmas, de noite, era efectuado na completa
ausência de luzes.
Após concluída a operação, posicionei-me novamente em frente ao
primeiro héli, (com as laternas a apontar para baixo), enquanto
aguardava informação relativamente à autorização para descolagem. Os
pilotos do primeiro héli não deverão ter achado a mínima piada à demora,
e decidiram descolar sem que eu tivesse efectuado o sinal
convencionado. Nesta altura, os pilotos deveriam estar mais que
chateados, pelo que a descolagem foi feita de forma tão intensa, que
literalmente me empurraram para dentro da baliza, com a deslocação de ar
que provocaram...»
Autor: Leitor identificado
quinta-feira, 11 de abril de 2013
RECORDAÇÕES DA BÓSNIA - II (M948 - 33AL/2013)
quinta-feira, 11 de abril de 2013 às 21:00
Segunda edição dedicada à memória fotográfica do leitor Miguel Laranjeira. Desta feita, um pequeno "walkaround" em torno de um UH-60 norte-americano ao serviço da SFOR e estas últimas relativas a um Mi-8 checo, aterrando algures em território Bósnio.
Mais uma vez, o Pássaro de Ferro agradece ao Miguel Laranjeira pela cedência das imagens!
Imagens: Miguel Laranjeira
RECORDAÇÕES DA BÓSNIA - I (M947 - 32AL/2013)
às 11:09
A última grande operação militar em solo europeu ocorreu na sempre problemática zona dos Balcãs, sobretudo depois da implosão da República Federativa da Jugoslávia, que viria a dar origem a uma série de novos países. A coligação multi-nacional que foi constituída para intervir no conflito, era formada por diversos países da NATO. Portugal integrou essa força no período de estabilização.
As zonas que permaneceram mais
instáveis foram o Kosovo e a Bósnia Herzegovina e foi justamente aqui
que a força portuguesa, integrante da SFOR - Stabilisation Force
permaneceu em ações de estabilização de paz, depois de "sanado" o conflito armado
que estabeleceu os novos equilíbrios.
Estas
fotografias foram, pois, obtidas em plenas operações e revelam o dia a
dia naquela zona. Estão datadas do ano 2000. Há 13 anos, portanto.Importa referir que esta série de imagens foi obtida em Setembro de 2000, aquando da visita ao acantonamento português, do Comandante do Contingente Norte Americano.
As seguintes foram fotografias foram tiradas na "landing zone" afecta ao contingente português, no âmbito de exercícios de deployment de carga, dado que o Batalhão Português tinha na altura, a missão de reserva da SFOR, podendo, em caso de necessidade, ser "deployed" para qualquer zona do território.
De notar, a semelhança de procedimentos com o C130, com um dos artilheiros de metralhadora, ligado ao helicóptero por cabo, a confirmar a entrada em funcionamento de todos os motores do UH-60 Black Hawk e superfícies de voo.....
sexta-feira, 16 de março de 2012
CONTRASTES (M618-24PM/2012)
sexta-feira, 16 de março de 2012 às 08:14
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UH-60 Black Hawk desembarca tropas algures nas terras áridas do Afeganistão Foto: US Army |
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UH-60 Black Hawk nas montanhas geladas que cobrem grande parte do país Foto: US Army |
O Afeganistão é uma terra
de contrastes. Desde as temperaturas tórridas e o pó sujo das planícies às
temperaturas negativas e alvura da neve nas montanhas. Verões quentes e
invernos frios. Uma constante no entanto ao longo dos séculos: a guerra e a
violência que grassam no país sem que se vislumbre o fim. Os EUA invadiram o
país em 2001 para depor o regime talibã, como resposta aos ataques de 11 de
setembro. Se o objetivo imediato foi conseguido, como corolário viram-se a
braços com as mesmas dificuldades que a União Soviética e o Reino Unido no
século XX encontraram no país, numa guerra sem quartel e
impossível de ganhar. Mesmo se Barack Obama anunciou a intenção de gradualmente
abandonar a ocupação militar do país, uma solução estável no terreno, está longe de ser realidade.
Os últimos incidentes
envolvendo militares norte-americanos em atitudes insultuosas para com os
afegãos e os massacres que se vêm sucedendo, começam a ter demasiados
paralelismos com o que foi o amargo fim da guerra americana no Vietname.
E mesmo
se as terras áridas do médio oriente contrastam com o que foram os combates na selva do sudeste
asiático, Cabul começa a parecer-se cada vez mais com Saigão.
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