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O Esquadrão Grifo, 2º/3º GAV, sedeado na Base Aérea de Porto Velho, Rondónia, Brasil, realizou nos dias 26, 27 e 28 de junho uma Operação Continuada. O objetivo da atividade foi voar com as aeronaves de caça leve A-29 Super Tucano um grande número de missões operacionais, ininterruptamente. A primeira descolagem para um ataque simulado próximo da fronteira com a Bolívia, ocorreu no nascer do sol do dia 26.
“É muito importante para a manutenção operacional do esquadrão uma atividade como esta. Tanto a equipa de manutenção, como os pilotos foram exigidos ao máximo, por 60 horas. Trabalhámos no limite da fadiga”, afirma o Tenente Rafael Borba, piloto do Esquadrão Grifo.
Foto: Ten Dianezi
A Operação Continuada ocorreu durante a Manobra Mapinguari, tradicional exercício em sede planeado e executado pela própria unidade aérea. Das 6:30h do dia 26 até as 18:30h do dia 28, foram voadas um total de 153 horas em missões de ataque, reconhecimento armado, reconhecimento visual, apoio aéreo aproximado e controlo aéreo avançado, nas aeronaves de caça A-29.
Foto: Ten Dianezi
“Este tipo de operação é imprescindível para garantir um aumento da operacionalidade das nossas tripulações. Realizámos voos que normalmente não temos a oportunidade de fazer, como ataques simulados a pelotões de fronteira, distantes mais de 200 milhas da nossa base”, completou o piloto.
Fonte: Agência Força Aérea/2º/3ºGav Adaptação: Pássaro de Ferro
Um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) intercetou, na manhã de quinta-feira (23/5), um avião de pequeno porte não identificado pelos radares a cerca de 200 km da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O acionamento ocorreu por volta das 9 horas. O helicóptero de ataque AH-2 Sabre (Mi-35) do Esquadrão Poti (2º/8º GAV) descolou em menos de 10 minutos da Base Aérea de Porto Velho (BAPV).
“Fizemos um reconhecimento à distância e a foto-filmagem da aeronave para averiguação de dados, além de um acompanhamento por dez minutos. As informações foram repassadas para o controlo de defesa aérea e, depois de analisadas, a aeronave seguiu sua rota normalmente, pois não foram constatadas irregularidades”, ressalvou o piloto do helicóptero.
“Esse tipo de missão, de policiamento aéreo, é rotineira para o Esquadrão Poti na Amazónia Ocidental. O Sabre já foi utilizado na Rio + 20 e será empregado também nos próximos grandes eventos programados para o Brasil”, explicou o chefe da secção de operações do esquadrão.
O policiamento do espaço aéreo brasileiro faz parte da Operação Ágata 7, do Ministério da Defesa, que tem o objetivo de combater o tráfico de ilícitos na região de fronteira.
No Brasil , país com extensas fronteiras com países tradicionalmente produtores de drogas ilegais, em grande parte localizadas em áreas remotas e de selva, a vigilância por meios aéreos é de primordial importância. Existem por isso unidades dedicadas a intercetar os designados slow movers (aeronaves de pequeno porte e baixa velocidade) em que se deslocam muitas vezes os traficantes, que de outro modo poderiam ser difíceis de intercetar por meios mais poderosos, como os caças a jato. As diferenças de performance para os comummente designados caças, obrigam por isso ao uso de aeronaves específicas, como helicópteros armados (no caso os Mi-35) ou aviões a hélice como os A-29 Super Tucano.
A legislação brasileira foi também adaptada para fazer face a este tipo de situações, através do que é conhecido com a "Lei do Abate", datada de 2004, que define os procedimentos a adotar.
Com o aumento de situações do tipo em Portugal, predominantemente com procedência do norte de África, seria talvez de ponderar também a adaptação da legislação e meios existentes no país, em concordância.
Outros casos similares ocorridos:
Vídeo de aeronave intercetada por Super Tucano da FAB e obrigada a aterrar
Vídeo de abate de aeronave por Tucano Colombiano
Fonte: Agência Força Aérea Adaptação: Pássaro de Ferro
F-35A da Real Força Aérea Norueguesa O (ainda) ministro da Defesa, Nuno Melo, disse em entrevista ao Público e Rádio Renascença, que a sub...
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