Mostrar mensagens com a etiqueta major alvega. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta major alvega. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O TENENTE ALVEGA



O intrépido herói Major Alvega, já antes aqui falado pelo nosso camarada Rui "Corsario de segunda" Ferreira, foi companheiro de aventuras imaginárias nos verdes anos de muitos de nós, que nascemos nos anos 60 ou 70.
Não havia playstations, só havia dois canais de TV (que durante muito tempo abriam emissão só às 18:00 horas). Não havia internet. Não havia clubes de vídeo.
O futebol via-se na TV uma vez por festa e aos domingos à tarde ouviam-se os relatos no "transístor".

Isto tudo só para contar que descobri uma foto de um manequim representando um piloto da Esquadra 301 "Jaguares", na época ainda a voar o Fiat G-91, e o nome do piloto era nem mais nem menos que Alvega. No caso e olhando às divisas, o Tenente Alvega.
Ninguém diria que depois de tanta aventura na II Guerra Mundial ao serviço da RAF, um seu descendente voaria o G-91 na FAP.

O sentido de humor de quem caracterizou o boneco fez-me sorrir e lembrar da quantidade de livrinhos que li da colecção "Falcão", que incluía as aventuras do "Major Alvega". Das tardes em que não dava para ir dar uns pontapés na bola para a rua, ou noites em que a única TV da casa estava "democraticamente" confiscada. E o Major Alvega e a imaginação eram suficientes.

Ao contrário de algumas pessoas que com o passar dos anos começam naturalmente a ensaiar um discurso "bota-de-elástico", não acho que "antes é que era bom". Era diferente.

E às vezes sente-se a falta disso que era diferente. Só isso.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Boulton-Paul Defiant







Lá está, mais uma história nos livros, em que um heroi qualquer (pois não era o Alvega), pertencia a uma esquadrilha da RAF que operava, primeiro de dia e depois mais tarde de noite, estes estupendos aparelhos que aliavam as características de um caça, á capacidade adicional de tiro, conferida através de um artilheiro por trás do piloto.
Um design clássico para a época, mas muito bonito, e com um nome fabuloso.
Imaginem o que seria, chegarem ao baile lá da paróquia na Inglaterra em plena guerra, e quando as miúdas vos perguntavam que avião voavam e voçês, deixavam as moçoilas a tremer dos joelhos quando as surpreendiam dizendo um nome que não era curriqueiro como um banal Spitfire ou Hurrincane, mas um nome estranho de sotaque quase francês (se não o é?): Boulton-Paul Defiant.
Ah, devia ser de gritos! Nem gastavam as senhas dos nylons, nem dos chocolates. Era tiro e queda...







ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>