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terça-feira, 8 de julho de 2014

RNLAF TERMINA DESTACAMENTO NO AFEGANISTÃO (M1645 - 204PM/2014)

Foto: RNLAF

Os caças F-16 MLU da Força-Tarefa Aérea (ATF) da Real Força Aérea dos Países Baixos (RNLAF), efetuaram a 30 de junho o último voo operacional sobre o Afeganistão. Durante quase 12 anos estiveram a apoiar as tropas me terra da International Security Assistance Force (ISAF).

"Demos uma contribuição muito importante para um Afeganistão mais seguro e para garantir que as tropas no terreno fossem capazes de executar as suas funções eficazmente" disse o Ten.Gen Alexander Schnitger da RNLAF, em Mazar-e-Sharif.

Foto: RNLAF

A 30 de junho imediatamente após o  voo que selou o fim oficial da ATF,  todas as tropas destacadas estiveram presentes numa cerimónia na base aérea, que teve início com a habitual saudação com o canhão de água dos bombeiros, à última aterragem dos F-16 em Mazar-e-Sharif.

Apesar da ATF estar de regresso a casa, há ainda tropas dos Países Baixos no Afeganistão, nomeadamente unidades de logística e oficiais na sede da ISAF em Cabul.

Visão geral de implantação F-16 no Afeganistão

Manas, Bishkek (Quirguistão), outubro de 2002 - Outubro de 2003:
6 F-16, a partir da Primavera de 2003 4 F-16s
Manas, Bishkek (Quirguistão), setembro de 2004 - Novembro de 2004:
6 F-16
Aeroporto Internacional de Cabul, Cabul (Afeganistão), março de 2005 - novembro de 2006:
4 F-16, a partir de Maio 8, 2006 F-16
Kandahar Airfield, Kandahar (Afeganistão), Novembro de 2006 - Novembro de 2011:
6 F-16 (mais tarde quatro)
Mazar-e-Sharif (Afeganistão), novembro de 2011-junho 2014:
4 F-16 da ISAF


segunda-feira, 18 de março de 2013

EXPLICAÇÕES SOBRE UMA QUASE COLISÃO EM VOO (M915 - 78PM/2013)

Boeing 767
A 22 de janeiro passado ocorreu a 35.000 pés (cerca de 11.600 m) sobre Cabul no Afeganistão, um incidente envolvendo um Boeing 767 de uma companhia charter russa e um caça não identificado, que terão estado a escassos 100 pés (cerca de 30 m) de colidir em voo.
Segundo informação prestada então pela agência de transportes aéreos russa Rosaviatsia, foi o sistema anti-colisão do B767 da Nordwind Airlines, que seguia com perto de 300 passageiros a bordo a atravessar o espaço aéreo afegão, em viagem entre Bali (Indonésia) e Yekaterinburg (Rússia), que avisou os pilotos da colisão iminente, com o que foi descrito como uma "aeronave militar com as cores usadas pelos aviões da NATO".
No seguimento do pedido de explicações apresentado pelo Embaixador russo para a NATO Alexander Grushko, o incidente foi "exaustivamente analisado", tendo a NATO respondido "com  toda a seriedade" segundo palavras do mesmo embaixador, "com dados fornecidos suficientemente detalhados do sistema de controlo aéreo, sobre o que sucedeu sobre Cabul".
Apesar das explicações prestadas às autoridades russas, segundo a NATO nenhuma aeronave da sua responsabilidade se encontrava na zona, na altura do incidente.
Para o Embaixador russo "é uma página que pode ser virada".
Ficapor isso a dúvida para o público, sobre o que realmente sucedeu.





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