Mostrar mensagens com a etiqueta base aerea 6. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta base aerea 6. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 22 de maio de 2020

DESTACAMENTO DE C295 NO MALI ADIADO PARA JULHO [M2139 - 57/2020]

O Gen. CEMFA Joaquim Borrego na visita aos treinos da Esquadra 502 na BA6 - Montijo        Foto: FAP

Apesar da sessão da Comissão de Defesa Nacional (CDN) de passada terça-feira 19 de Maio de 2020 ter sido dominada pelas questões relacionadas ou decorrentes da pandemia de COVID-19, dois temas relacionados com meios da Força Aérea foram aflorados pelo ministro da Defesa, logo no início.

Na sua alocução, João Gomes Cravinho deu conta do adiamento do início do destacamento do C295M da Esquadra 502 da Força Aérea Portuguesa no Mali, de 15 de Maio para o início de Julho.

Portugal comprometeu-se em disponibilizar uma aeronave C295M e 70 elementos, durante seis meses, no âmbito da  MINUSMA (Missão das Nações Unidas para a estabilização do Mali), tal como o Pássaro de Ferro oportunamente noticiou. Contudo, a pandemia de COVID-19 levaria ao adiamento da data de início do destacamento português. A aeronave a mobilizar contudo, não será para missões de informação, vigilância e reconhecimento, ao contrário do que foi em Janeiro ventilado, mas sim de transporte táctico.

A Esquadra 502 tem contudo vindo a realizar a preparação para as condições que poderão vir a enfrentar, nomeadamente com aterragens em pistas não preparadas, reacções a ameaças e utilização de contramedidas electrónicas. Os treinos foram realizados em conjunto com o Núcleo de Operações Táticas de Projeção da Força Aérea, responsável por garantir um perímetro de segurança ao redor da aeronave. O General CEMFA Joaquim Borrego, acompanhou um destes treinos, no qual se inteirou dos preparativos em curso.




Também na apresentação à CDN de 19 de Maio, o ministro da Defesa referiu ainda que "estão a ser finalizados os termos do concurso" para a aquisição de helicópteros de evacuação, prevista na Lei da Programação Militar.
Recordamos que a falta de helicópteros de uso táctico para apoio das missões das Forças Nacionais Destacadas em África, vem sendo extremamente penalizante, tendo estas que se apoiar em operadores terceiros.


segunda-feira, 25 de junho de 2018

AEROPORTO NO MONTIJO NÃO AGRADA A GREGOS NEM TROIANOS (M1977 - 37/2018)

C295 e C-130 são duas das frotas a ser afectadas pela adaptação da BA6 a aeroporto civil

À medida que a decisão de tornar a Base Aérea nº6 (BA6) localizada no Montijo, o aeroporto secundário de Lisboa se vai afigurando cada vez mais firme dentro dos círculos políticos, vão-se multiplicando as vozes críticas em relação a esta solução, vindas dos mais diversos quadrantes.

Seja pelos custos da relocalização das Esquadras de voo da Força Aérea e Marinha actualmente sedeadas no Montijo (501 - C-130; 502 - C295; 504 - Falcon 50, 751 - EH101; EHM - Lynx), seja por questões de operacionalidade dessas mesmas Esquadras, questões ambientais, ou pura e simplesmente técnicas, a solução Portela + Montijo está longe de ser consensual.

Certo é que, os custos associados à transformação da BA6 em aeroporto civil, serão muito mais elevados, do que à primeira vista poderia parecer. Há quem defenda até que modernizar a linha de caminho de ferro, para o já existente aeroporto de Beja, fica muito mais barato que a adaptação da base Montijense.

Depois da Força Aérea ter alertado para os inconvenientes do ponto de vista da aviação militar, conhece-se agora a posição da Associação de Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA) que dá o ponto de vista da aviação civil, relativamente ao aproveitamento do Montijo, como complemento ao aeroporto da Portela.

Trata-se de uma apresentação, elaborado pela APPLA em parceria com o Eng. José Furtado, especialista na concepção e construção de aeroportos, à Assembleia da República numa iniciativa da Comissão de Economia, que aqui disponibilizamos. Pela proveniência e informação técnica que contém, vale a pena ler com atenção e  reflectir.

Com tantos e tão fortes argumentos contra, convém saber a quem (ou se) realmente interessa a adaptação da BA6 a tráfego civil.

Porque a factura, todos sabemos no fim quem paga.



















quarta-feira, 7 de novembro de 2012

ESQ 502 TERMINA OPERAÇÕES FRONTEX 2012 (M751 - PM111/2012)


Realizou-se no dia 5 de novembro, na Base Aérea Nº6 – Montijo, a cerimónia de receção dos militares que participaram, no presente ano, nas operações da Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-Membros da União Europeia (FRONTEX).

Vista da "bolha" de observação de um C295
A Força Aérea Portuguesa participou, pelo segundo ano consecutivo, com uma aeronave C295M, pertencente à Esquadra 502, e cerca de 60 militares das áreas de operações, manutenção e apoio em quatro operações distintas da agência FRONTEX – HERMES (Itália), AENEAS (Itália), INDALO (Espanha) E POSEIDON (Grécia) – de julho a outubro de 2012, com a principal missão de controlar os fluxos de migração irregular a partir do norte de África.

Alguns dos militares da Esquadra 502 que participaram nas operações             Foto: Força Aérea

Nas quatro operações, o destacamento nacional perfez 101 missões de vigilância marítima numa área próxima dos 4 200 000 km2, onde percorreu 111 045 km num total de 409 horas de voo, que resultaram na identificação e monitorização de 11 736 embarcações, das quais 27 foram alvo de interceção por indícios de atividade ilegal.

Fonte: Força Aérea  

ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>