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sexta-feira, 14 de abril de 2017

PRIMEIRO DESTACAMENTO OPERACIONAL DO F-35 NA EUROPA - Actualizado (M1889 - 26/2017)

O F-35 em treino com caças europeus como os Typhoon da imagem, deverá vir a acontecer a curto prazo
Tal como tínhamos comentado recentemente no Pássaro de Ferro, depois do primeiro destacamento operacional do F-35B fora dos EUA (mais concretamente no Japão), aguardava-se para breve a mesma situação com o F-35A na Europa.

Ontem 13 de Abril de 2017, o Pentágono anunciou finalmente o primeiro destacamento "de um pequeno número" de F-35A, a versão de aterragem convencional do Joint Strike Fighter, para exercícios de treino com os Aliados NATO.

Os caças de 5ª Geração pertencem à 388 FW de Hill, Uta, e partirão ainda este fim-de-semana dos EUA, mas o "roteiro" que irão cumprir na Europa não foi revelado.

"Este destacamento de treino significa um marco importante na progressão natural do programa F-35, permitindo à Força Aérea [dos EUA] demonstrar as suas capacidades operacionais do caça de 5ª Geração. (...) Também irá ajudar no aperfeiçoamento dos requerimentos para eventualmente basear o F-35A na Europa, o que está marcado para o início dos anos 2020", pode ler-se no comunicado de imprensa do Departamento de Defesa dos EUA.

Apesar de, tal como referido, não ter sido revelado o destino dos primeiros Lightning II deste destacamento, através deste comentário permite deduzir que uma das paragens deverá ser na base britânica de Lakenheath, onde está previsto virem a ficar baseada a primeira esquadra permanente de F-35A da USAFE.
É possível, ainda assim, que o destacamento passe por mais países, para participar em exercícios que irão decorrer nas próximas semanas.

Actualização 15/04/2017

F-35A Lightning II do 34th FS na aterragem em Lakenheath, Reino Unido      Foto: Eric Burks/USAF
Foto: Matthew Plew/USAF

Tal como referido ontem, confirmou-se a base aérea de Lakenheath como o primeiro destino do primeiro destacamento operacional dos F-35A Lightning II na Europa. O comunicado oficial da USAFE confirma de igual modo a participação em vários exercícios a decorrer em países aliados, durante as próximas semanas, no âmbito das medidas de asseguramento da Defesa da Europa.


Foto: 100th ARW

Foto: 100th ARW

Fotos do reabastecimento em voo por um KC-135 da 100th ARW de Mildenall, USAFE       Foto: 100th ARW



Durante o voo ferry desde Hill no Utá, foram transferidos quase 200.000 kg de combustível pelos reabastecedores aéreos que apoiaram o voo.
Os destacamento, composto por seis F-35A foi ainda acompanhado por um C-5 Galaxy e um C-17 para transporte de equipamento e pessoal.


Vídeo da chegada a Lakenheath

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE F-16 PELA PRIMEIRA VEZ EM EGLIN (M823 -10PM/2013)

Foto:USAF

Pela primeira vez o teste e desenvolvimento do software operativo (Operational Flight Program -OFP) dos F-16 será levado a cabo na Base Aérea de Eglin, na Flórida, EUA.
Os OFPs, também conhecidos como "Tapes", tinham até agora sido desenvolvidos pela Lockheed Martin e pela Unidade de Manutenção de Software 309th na base de Hill, Utah. Os testes de desenvolvimento (DT) e testes operacionais (OT) do próximo OFP, a Tape M7, serão contudo levados acabo  através do 40th Flight Test Squadron em Eglin, significando também a primeira vez que são efetuados por uma unidade de testes da USAF.
A mudança destina-se a proporcionar precisamente que os testes de desenvolvimento e os testes operacionais sejam conduzidos na mesma base: "Isto permite não só o contacto diário entre os pilotos de DT e OT, mas também que os pilotos de OT participem em missões de DT com os seus camaradas" disse Beau Booth o especialista de projeto para o OFP M7 do 40th Sqd.

O OFP de uma aeronave, é o que nos computadores normais é conhecido como Sistema Operativo. Durante a fase de DT/OT versões primárias do software são utilizadas, com capacidades limitadas. São testadas em voo para assegurar as funcionalidades básicas e posterior ampliação pelos engenheiros que efetuam a programação.

Anteriormente, o número de saídas durante as fases DT/OT era limitado:"apesar da abordagem anterior ser correta, resultava num pequeno número de oportunidades para encontrar falhas no sistema" diz Booth. Presentemente já se realizaram 41 voos de teste, enquanto pelo método anterior teriam sido realizados apenas 13."A capacidade de realizar um programa de tetses DT/OT integrado, permite-nos testar um OFP mais profundamente, rapidamente e barato do que alguma vez antes" concluiu.

Para mais informação sobre o desenvolvimento dos OFPs, o Pássaro de Ferro recomenda o artigo do seu arquivo de imprensa:


Fonte:USAF
Adaptação:Pássaro de Ferro



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