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quinta-feira, 11 de julho de 2013

TRIPULAÇÃO DE F-16I SUFA RESGATADA (M1071 - 195PM/2013)

F-16I Sufa

Dois tripulantes de um F-16I Sufa da Força Aérea de Israel foram resgatados no Mar Mediterrâneo após se ejetarem da aeronave em que voavam. O caça caiu quando estava cerca de 50km de distância da costa da Faixa de Gaza na tarde do dia 7 de julho de 2013.

Ambos os tripulantes estão bem, tendo sido resgatados por um Sikorsky CH-53 Sea Stallion da unidade de resgate 669, após permanecerem aproximadamente 50 minutos na água.

CH-53 da FAI      Foto: anónimo

Segundo as autoridades israelitas, a queda da aeronave deveu-se a uma falha na turbina do F-16I. Antes da ejeção o piloto ainda realizou várias tentativas para recolocar o motor em marcha, contudo sem sucesso.

A Força Aérea de Israel suspendeu temporariamente os voos com os F-16I e Boeing F-15I, uma vez que ambos os modelos estão equipados com os motores Pratt&Whitney F100-229.

Fonte:C&R Editorial
Adaptação: Pássaro de Ferro

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PAQUISTÃO: FORÇA AÉREA EM ESTADO CRÍTICO (M949 - 101PM/2013)

Chengdu F-7 de fabrico chinês     Foto: PAF
Uma dúzia de aeronaves militares paquistanesas sofreram acidentes nos últimos dezoito meses aproximadamente. O nível de incidência dos acidentes, levanta sérias preocupações acerca da "saúde" das frotas de aviões usadas, bem como da proficiência dos mais de 3000 pilotos que os voam.
Um grande número de aviões voados pela Força Aérea Paquistanesa aproxima-se do cinquentenário, tendo sido colocados na linha da frente recentemente, para ajudar a combater uma insurgência interna de forças Talibãs. 
O Paquistão voltou-se para a China e EUA na tentativa de modernizar a sua Força Aérea, mas constrangimentos económicos têm encolhido o orçamento, que assim se tem revelado incapaz de manter as cerca de 900 aeronaves em níveis de segurança mínimos. Os problemas orçamentais têm também afetado o treino dos cerca de 3000 pilotos que os voam, com efeitos visíveis e traduzidos em números de acidentes.

Mirage V      Foto: PAF
Cerca de metade dos 13 aviões acidentados desde maio de 2011 eram Mirage com quase cinquenta anos, comprados a preço de saldo a forças aéreas que os haviam retirado de serviço. Segundo um antigo oficial da FA Paquistanesa, eram ainda plataformas bastante confiáveis mas "com a intensidade do ambiente operacional de combate os problemas tendem a aparecer". Os Mirage IIII e 5 constituem cerca de um quarto dos 520 caças em serviço.
Destroços de um F-7    Foto:Autor desconhecido
Outros modelos acidentados incluem os F-7 (Mig-21 chineses) e JF-17. A aquisição de material chinês e mesmo o desenvolvimento do JF-17 com a China, ocorreram devido às flutuações nas relações com os EUA, que levaram ao cancelamento por vários anos de material militar, nomeadamente vários lotes de F-16 mais modernos. Ainda assim, além dos F-16 adquiridos na década de 80, modelos mais recentes do F-16 acabariam por ser entregues, que adicionados aos primeiros totalizaram as 77 unidades, mas dificuldades com a aquisição de peças sobressalentes nos últimos dois anos (principalmente devido às tensões pós-operação bin Laden) voltaram a colocar esta frota em estado crítico.
Entretanto, o programa JF-17 com a produção dos aviões no Paquistão, destinados a substituir grande parte dos Mirage, ainda estão longe de o poder fazer.
Apesar do orçamento da Defesa levar 20% do Orçamento de Estado, os dias são sombrios, na sétima maior Força Aérea do mundo.


Fonte: National Post
Tradução e Adaptação: Pássaro de Ferro


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