sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
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09:37

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Paulo Mata
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| Escolta de um F-16 da Força Aérea Portuguesa a um B-52 na passagem por espaço aéreo islandês Foto: FAP |
A NATO deu conta em comunicado na manhã de hoje 11 de fevereiro de 2022, da chegada de Equipamento e pessoal de apoio da 5ª Bomb Wing, da base aérea de Minot, Dakota do Norte, EUA, chegaram ontem a Fairford no Reino Unido, para uma série de missões combinadas do U.S. European Command e U.S. Strategic Command com países Aliados da NATO.
"Com um ambiente de segurança global em constante mudança, é fundamental que os nossos esforços com os nossos aliados e parceiros sejam unificados", disse o general Jeff Harrigian, comandante do Comando Aéreo Aliado da NATO e comandante da USAFE-AFAFRICA. "Estamos na Europa a treinar e colaborar juntos, porque a integração consistente é como fortalecemos o nosso poder aéreo coletivo", acrescentou.
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| Foto: FAP |
Caças aliados do destacamento português na Islândia e da Royal Air Force juntaram-se aos quatro B-52 dos EUA para realizar manobras ar-ar e escoltar o bombardeiro até a base de Fairford, para executar a missão da Bomber Task Force (BTF) a 10 de fevereiro de 2022.
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| Caças Typhoon da RAF com um dos B-52 do destacamento Foto:RAF |
Na missão, os B-52 da USAF integraram-se ainda com Controladores Aéreos Avançados britânicos para realizar treino bilateral de Apoio Aéreo Próximo, em campos de tiro no Reino Unido. A intenção foi aumentar a prontidão e a interoperabilidade dos Controladores aliados responsáveis pela coordenação de ataques aéreos no apoio a forças terrestres.
Atividade de um dos B-52 sobre os campos de tiro de Holbeach e Tain no Reino Unido, ainda antes de aterrar em Fairford
A USAF tem vindo a realizar regularmente missões BTF em todo o teatro europeu desde 2018. Estes destacamentos visam manter a prontidão e a interoperabilidade dentro da Aliança Atlântica.
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| B-52 na aterragem em Fairford Foto: RAF |
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
às
18:45

18:45

António Luís
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Imagem de arquivo.
Quatro caças F-16 da Força Aérea Portuguesa (15101, 15106, 15107 e 15112) descolaram da Base Aérea de Monte Real, rumo à Base Aérea de Keflavique, na Islândia, onde efetuarão patrulhamento até finais de março, no âmbito da política da NATO de manter caças naquela ilha para patrulhamento e defesa do espaço aéreo naquela zona. Recorde-se que a Islândia não possui defesa aérea própria.
Este destacamento assume especial importância numa altura em que a tensão entre a NATO e a Rússia aumenta, na proporção das movimentações que se verificam na zona da fronteira russa com a Ucrânia.
A missão portuguesa é composta, igualmente, por 85 militares que apoiarão o destacamento e, simultaneamente com as missões de patrulhamento e defesa, treinarão destacamento, presença e operação em zonas/bases exteriores.
domingo, 17 de novembro de 2013
às
20:20

20:20

António Luís
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Ficam pois algumas imagens das rotinas diárias dos F-15C norte-americanos que agora estão encarregues da patrulha dos céus daquela zona tão fria mas tão estrategicamente crucial, do norte do globo.
O Tcor Mark Sadler e o capitão Garth Wolber, correm para o veículo que os levará, a todo o gás, para os seus F-15C. O alerta na Islândia funciona 24 sobre 24 horas e responde a qualquer ameaça ou intrusão não identificada naquele espaço aéreo. (Foto: Airman 1st Class Dana J. Butler)
Elementos do 493rd Expeditionary Fighter
Squadron preparam os F-15C para a descolagem, durante mais um scramble,
assegurando que os aviões estarão no ar em poucos minutos em totais
condições de operação. (Foto: Airman 1st Class Dana J. Butler)
Uma parelha de F-15C do 48th Air Expeditionary
Group prepara-se para descolar na pista do Aeroporto Internacional de Keflavick, no cumprimento da missão NATO de patrulhamento dos céus daquele país. Os F-15C americanos estão naquele país desde 28 de outbro passado. (Foto: Airman 1st Class Dana J. Butler).
A tripulação de um KC-135 Stratotanker do 351st Expeditionary Air
Refueling Squadron prepara-se para entrar no avião e descolar para apoio aos F-15C nas operações aéreas, nomeadamente o reabastecimento aéreo, crucila para manter as aeronaves no ar por mais tempo, dependendo da duração das missões de patrulhamento. (Foto: Airman 1st Class Dana J. Butler).
Fonte: USAF
Edição/Adaptação: Pássaro de Ferro
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