domingo, 26 de novembro de 2006

MONTE REAL

F-16A 15106 - (c) A. Luís

F-16A 15108 (c) A. Luís
Regressei hoje à BA5 integrado num grupo de cerca de 20 entusiastas da causa do ar.
Já aqui escrevi que, apesar de ser a Base Aérea portuguesa que melhor conheço e onde já por inúmeras vezes me desloquei, tanto em trabalho como em passeio, é sempre com um "frio na barriga" que a ela regresso, quase como se fosse a primeira vez.
Estar perto dos aviões é sempre emocionante e, tantas vezes, apodera-se de nós um sentimento irracional, que não se domina. Sente-se!
A visita ficou marcada por um excelente briefing dado pelo Comandante da Esquadra 201, o meu amigo João, que com uma clareza e simpatia enormes, traçou o retrato do binário homem-máquina, muito para além de apenas uma conversa técnica sobre os aviões e que só engrandece os militares que operam, neste caso, os F-16 da FAP.
Este tipo de iniciativas aproximam a sociedade civil do meio militar. E são importantes porque, por estes dias, os militares são olhados (ainda mais) de lado e até com alguma repulsa por, numa época de crise a aperto de cinto, serem um despedício de fundos e dinheiros úteis para desenvolver o país.
Ora, no meio militar e em Monte Real, operam-se aviões topo de gama, os melhores da sua categoria e assume-se liderança em processos tecnológicos e operacionais normalmente "dados como exclusivo" apenas aos paises "ricos".
Ainda que fosse apenas por issso (e felizmente que não é) já valia a pena ter orgulho na FAP e no pessoal, todo o pessoal, que opera e voa os F-16.

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