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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

SUPER TUCANO PARA O COMBATE AO ESTADO ISLÂMICO (M1772 - 15PM/2015)

Embraer EMB-314 Super Tucano      Foto: Embraer

Os Emirados Árabes Unidos estão em fase de conclusão de uma encomenda de 24 Embraer EMB-314 Super Tucano, para serem usados em missões de patrulhamento de fronteiras e contra-insurgências. 

A 2 de janeiro, o comandante da Aeronáutica brasileiro, Gen. Juniti Saito, anunciou o início das negociações com os EAU pelos Super Tucano, tendo revelado que eram pretendidos seis aviões para entrega imediata. Segundo o mesmo, a entrega imediata das aeronaves não representa problemas de maior, estando então em discussão questões logísticas. 

Sabe-se agora contudo, que um número não especificado será para fornecer à Força Aérea do Iraque, segundo revelou a mesma fonte que divulgou igual oferta de Mirage 2000, tal como ontem noticiámos. Este facto poderá explicar a pretensão da entrega imediata das seis unidades mencionadas pelo Gen. Saito.

"Os EAU oferecem ao Iraque até ao fim do mês, também algumas unidades da aeronave brasileira Super Tucano, para patrulhamento de fronteiras e contra-insurgência.(...) Esperamos finalizar a encomenda antes do fim do mês" disse a fonte citada pela Defense News.

O negócio foi avaliado em cerca de 400M USD para a totalidade das aeronaves, uma vez que cada unidade está cotada em cerca de 15M USD e levando ainda em conta os habituais pacotes de formação e peças suplementares normalmente associados. 
Não há por enquanto números oficiais.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

IRAQUE: F-16 OU MIRAGE(M) (M1769 - 12PM/2015)

Mirage 2000-9 dos Emirados Árabes Unidos      Foto:USAF/Lawrence Crespo

O Iraque pode vir a receber uma frota de dez Mirage 2000-9 dos Emirados Árabes Unidos já em março, de acordo com uma fonte governamental dos EAU. A decisão vem no seguimento de uma visita do Primeiro-ministro iraquiano ao Abu Dhabi em dezembro passado, durante a qual foram discutidos “mecanismos para melhorar a cooperação entre os dois países, para secar as fontes de terrorismo”.

Ainda segundo a mesma fonte, “os EAU estão a tentar fortalecer a segurança no Iraque de norte a sul, mas especificamente nas áreas de Bagdade a Erbil. (...) Especialmente Erbil, porque é aí que se encontram muitos interesses estratégicos dos EAU, relativamente a investimentos em petróleo e gás, bem como outros”.

Os EAU têm 36 caças multimissão Mirage 2000-9, que incorporam já muita da tecnologia do Rafale, incluindo aviónicos modulares, glass cockpit compatível com óculos de visão noturna (NVG) e sensores avançados, além do sistema de navegação e ataque desenvolvido pela Thales e a Dassault, também similar ao do Rafale.

Já em 2014, os EAU terão oferecido um número não especificado dos mesmos Mirage 2000-9 ao Egito. Aparentemente o interesse dos Emirados em desfazerem-se destes caças adquiridos em dois lotes (o primeiro em 1986 posteriormente modernizado e o segundo em 2003), está ligado à possibilidade de aquisição de 40 novos caças Rafale.

Um F-16 iraquiano aterra em Tucson       Foto:Jordan Castelan/USAF

Já por parte do Iraque, o interesse em caças  modernos intensificou-se especialmente depois da decisão dos EUA em novembro passado, de adiar a entrega dos primeiros oito F-16 iraquianos, destinados inicialmente à base aérea de Balad, a norte de Bagdade. Preocupações de segurança, relacionadas com a instabilidade que grassa no pais, causada principalmente pelas ações do Estado Islâmico, levaram a que os F-16IQ fossem “desviados” para a base aérea de Tucson, no Arizona, EUA, onde os pilotos iraquianos designados para voar os aparelhos, estão em treino já desde 2012.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

C-17 PARA O KUWAIT (M1382 - 17PM/2014)

C-17 Globemaster III com as cores Kuwaitianas em Long Beach     Foto:Michael Carter

A Boeing ainda não anunciou oficialmente nenhuma encomenda do Kuwait, mas o fotógrafo de aviação Michael Carter registou um C-17 pintado com o mesmo esquema de pintura de alta visibilidade usado pelos C-130 daquele país do Golfo Pérsico, à saída das instalações da Boeing em Long Beach, Califórnia. O número de cauda é KAF-342.
A Agência de Cooperação para a Defesa e Segurança (DSCA) que regula a exportação de material militar dos EUA, havia entretanto notificado o Congresso em abril de 2013, acerca desta possibilidade.

Já no Reino Unido, pondera-se a aquisição de uma nona unidade do C-17 Globemaster III, o que deixaria a Royal Air Force muito perto da dezena de aparelhos inicialmente prevista. Entretanto a Boeing reservou treze unidades "por encomendar", a produzir até 2015, para quando está previsto o encerramento da linha de montagem. O representante do fabricante para África e Médio Oriente Paul Oliver referiu que os aparelhos estão "reservados para três potenciais clientes", sendo que o interesse dos Emirados Árabes Unidos, Árabia Saudita e Kuwait  é conhecido publicamente.

Ainda a Índia é reportada como interessada em expandir a sua encomenda de Globemasters, mas é pouco provável que tome decisões em tempo útil de se tornar um candidato ao referido lote de aeronaves. Há no meio de todo o processo também o fator bluff, quando Oliver diz que "não sabe qual o cliente que vai ficar descalço", embora a frase possa conter também uma verdade subjacente.

Fonte: Defense Industry
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro



sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

EMIRADOS ÁRABES DESISTEM DO TYPHOON (M1336 - 397PM/2013)

Eurofighter Typhoon

A BAE Systems comunicou que os Emirados Árabes Unidos, com que esteve em negociações para o fornecimento de caças Typhoon, desistiu do negócio.

Apesar de confessar serem notícias "desapontantes para receber mesmo antes do Natal" segundo um diretor da fábrica da empresa em Warton, acrescentou contudo que "apesar de ser uma perspetiva interessante, não fazia parte do plano de negócio da empresa".

Num comunicado oficial, a BAE Systems comunicou: "Os EAU informaram que decidiram não prosseguir com estas intenções por agora". Um porta-voz acrescentou ainda que a decisão não terá qualquer impacto nos postos de trabalho da fábrica de Warton, uma vez que tal como referido, o contrato ainda não fazia parte do plano de negócios da empresa.

Já um representante do sindicato de trabalhadores, referiu que a acontecer o acordo, poderia ser um importante "modificador do panorama", no que respeita a recrutamento e futuro a longo prazo da unidade de produção.

No ano transato, a BAE Systems perdeu igualmente um contrato para o fornecimento de 126 Typhoon à Índia (contrato ganho pela francesa Dassault com o Rafale), um dos maiores contratos de fornecimento de caças dos últimos anos.

Fonte: BBC
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

MÉDIO ORIENTE INVESTE EM ARMAMENTO (M1275 - 345PM/2013)

F-16E Bloco 60 dos EAU     Foto: Autor desconhecido

Apesar dos cortes com gastos na defesa por todo o ocidente, os países do Médio Oriente continuam a investir em novos armamentos e capacidades, particularmente em aviões de combate e transporte, sistemas de mísseis de defesa e tecnologia de guerra eletrónica.
Ao mesmo tempo, as empresas de armamento olham para as diversas frotas operadas no Médio Oriente, como forma de manter as linhas de produção abertas, principalmente depois de clientes grandes como os EUA terminarem as aquisições.

Por outro lado, o receio dos aliados árabes dos EUA, de que as restrições orçamentais do Pentágono venham a ter impacto na presença das suas forças na região do Golfo Pérsico, tem levado os países da zona a investir mais nas suas próprias forças armadas. 
E se por um lado, a contração das forças americanas deixa um vazio que é necessário preencher, por outro a situação é reforçada pela vontade dos americanos de vender armamento de última geração e armas guiadas de precisão aos países do Médio Oriente. É que os muitos milhões perdidos no passado pelas empresas americanas para as europeias, devido às restrições colocadas pela Casa Branca, começam a falar mais alto e a exigir nova abordagem ao mercado. E a Feira Internacional de Aviação a decorrer atualmente no Dubai, pode muito bem ser o ponto de viragem.

Mirage 2000 dos EAU: o material europeu por vezes ultrapassa a concorrência americana
Só os Emirados Árabes Unidos (EAU) procuram entre 48 a 60 novos F-16 bloco 60, para juntar aos já em uso no país, tendo confirmado já uma encomenda de 25 unidades. O Catar pretende substituir a sua frota de Mirage 2000 e o Kuwait os seus F/A-18 Hornet. O Barain, conforme ainda recentemente noticiámos, pretende modernizar a frota de F-16, estando a substituição dos F-5 também em estudo, por um caça de nova geração.
Mesmo o mercado dos aviões de treino, tradicionalmente dominado pela britânica BAE Systems, atualmente é disputado pela Alenia Aermacchi com o M-346 e o T-50 da KAI, em busca de um contrato nos países da região.

C-17 Globemaster III dos EAU

No mercado dos aviões de transporte, a Arábia Saudita pode muito bem ser o cliente que a Boeing necessita para manter aberta a linha de produção do C-17, quando o encerramento está previsto para 2015. Já na Europa, a Airbus procura clientes para o novo A400M, numa região ainda muito dominada pela família C-130 da Lockheed Martin.

Mesmo o segmento dos aviões de alerta aéreo antecipado/guerra eletrónica/vigilância têm potenciais clientes na zona, com interesse demonstrado pelo E-2 e P-8 americanos, o S-2000 dos suecos da Saab e até VANTs como o Predator.

Nos helicópteros, o MH-60 está em avaliação para aquisição por parte dos EAU e Catar.
Até ao próximo dia 21 deverá haver avanços na frente oriental.







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