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quinta-feira, 10 de abril de 2014

MIG-25 SÍRIOS PODEM ESTAR DE NOVO NO ATIVO (1520 - 45AL/2014)

 A imagem revela alguns aviões colocados em descampado e, aparentemente, inoperacionais.

Um vídeo gravado na Síria , revelou que alguns dos MiG- 25 "Foxbat" poderão estare operacionais.
A Força Aérea Arabe da Síria (SAAF - Syrian Arab Air Force)) adquiriu um número desconhecido de MiG- 25s - um dos aviões militares mais rápidos de sempre - no final da década de 70 , em quatro variantes: MiG- 25P e intercetores MiG- 25PD (o primeiro foi posteriormente atualizado para o PD padrão para se tornar o MiG- 25PDS ), e os bombardeiros de reconhecimento MiG- 25RB e de treino MiG- 25PU .
Pensava-se que os aviões haviam sido retirados do serviço em 2011, uma vez que imagens de satélite os apresentavam em zonas não protegidas, parados durante largos meses.
Contudo, imagens de satélite da base obtidas em 3 de novembro passado, mostram 28 MiG- 25, a maioria dos quais em áreas de estacionamento ao redor da pista, sendo que 12 foram rebocados para o deserto, sugerindo que foram de facto abandonados .
No entanto, um vídeo divulgado por um grupo rebelde em 8 de agosto de 2012 sugeriu que alguns MiG- 25 podem estar operacionais na Base Aérea de Tadmur/Palmyra. 
O vídeo mostra dois MiG-25PD/PDS aparentemente operacionais e um outro, de treino, MiG- 25PU na pista de uma base do grupo identificad como "Tad" .
Esta afirmação foi confirmada por dois vídeos lançados em março, sendo que ambos mostraram um solitário MiG- 25 voando sobre Uqayribat, uma cidade 60 km ao norte da Base de Tiyas.
Embora não esteja claro qual a variante de MiG -25, ele pode ser visto no vídeo do grupo que alegou que a aeronave avistada acabava de voltar de uma missão de bombardeamento, o que significa que poderia ser um MiG- 25RB, que tem, ainda assim, uma limitada capacidade de ataque ao solo.

Imagem de um Mig-25RB sírio, aparentemente operacional.

Parece então um dado adquirido que a SAAF nunca retirou formalmente os seus MiG- 25, com a maioria deles simplesmente ser posta de lado, por falta de combustível, destinado a outras prioridades. 
Como seus SU-22, SU-24 e MiG-23 fmuito desgastados pelo uso frequente e atingidos esporadicamente por defesas aéreas rebeldes, a arma aérea Síria começou  a utilizar com mais frequência aeronaves menos adequadas para as missões ar-sol, como o MiG-23MF/ML, MiG -29 e agora até mesmo MiG- 25RB.
É por isso plausivel que o MiG- 25 irá retornar a atividade, a fim de proteger SAAF de aviões de ataque ao solo voando perto da fronteira com a Turquia, na sequência do abate de um MiG- 23 por um  F-16 turco. 
Assim, aviões MiG-25PD/PDS armados com mísseis R- 40RD e R- 40TD podem fazer com que a força aérea turca pense duas vezes antes de se envolver com  aviões sírios novamente.

Fonte: JanesWD
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O PRINCÍPIO DO FIM

Mig-29 nas cores da RDA


Mig-29 incorporado na Luftwaffe ainda com camuflagem original


Mig-29 com camuflagem final da Luftwaffe


XB-70 Valkyrie: bombardeiro estratégico dos EUA concebido para ataque nucelar. Nunca chegou a a entrar em serviço.



Mig-25 Foxbat: Caça soviético construído exclusivamente para fazer face à ameaça que representava a perspectiva do XB-70


Cemitério de aeronaves da Uniao Soviética /Rússia. Pode distinguir-se a deriva de um Mig-21 e vários Mig-25



Agora que se apagam as luzes sobre as comemorações da queda do Muro de Berlim, decidi escrever no Pássaro de Ferro algumas linhas sobre o tema. Quem me conhece sabe que não sou pessoa de alinhar em histerismos colectivos, nem de explorar o óbvio, como muitas vezes se assiste na comunicação social, recalcando certos temas até à exaustão. A queda do Muro de Berlim (que em rigor dever-se-ia chamar derrube), e pese embora a quantidade de vezes que fomos bombardeados com o tema nos últimos dias, teve contudo uma importância demasiado grande no mundo para poder ignorar a efeméride das duas décadas decorridas sobre a data em que ocorreu.
Mais a mais, quando proporcionou no mundo da aviação de que se fala neste blogue, cenas completamente impensáveis para quem nasceu e cresceu sob o status quo da Guerra Fria.

E é por isso que dizer que a queda do Muro de Berlim significou a libertação de um povo separado artificialmente, seria pouco, quando o que representou realmente foi a queda de toda uma ideologia, que tal como um castelo de cartas, foi arrastando os regimes próximos geográfica ou ideologicamente.
O argumento de que o Muro foi construído para que os ocidentais não se evadissem para o bloco de Leste (na RDA era chamado “Muro de protecção anti-fascista”), se alguma vez convenceu alguém, ficou então perfeitamente visível na nudez do seu conteúdo.

Regressando à aviação, foram os acontecimentos de 9 de Novembro de 1989 que proporcionaram quase de repente visões de Migs com a cruz de ferro da (antiga) República Federal Alemã, mais tarde em operações da NATO e por fim, antigos países do Pacto de Varsóvia passarem para a égide da organização de que foram inimigos figadais por várias décadas.
Milhares de aeronaves que foram construídas sempre com o mesmo princípio estratégico ficaram quase de repente obsoletas, vazias de inimigo e de sentido, de ambos os lados do Muro.

Não vivi o 25 de Abril de 1974 para poder descrever o que significa a libertação de um povo (nasci escassos 3 meses depois) e vivi à distância a queda dos regimes socialistas diametralmente opostos ao nosso, mas comuns na repressão dos respectivos povos, reféns de ideologias impostas. Poderíamos até aprender algo com alguns desses países, que vivendo décadas num regime social e económico totalitário, se adaptaram à economia de mercado melhor que nós, que teimamos muitas vezes em viver na subsídio-dependência do Estado.

Terminando a hipérbole e regressando ao Muro de Berlim, dizer que o mundo não voltou a ser o mesmo desde o dia que este foi deitado abaixo, seria ainda assim um eufemismo, para a profundidade das mudanças que aportou ao palco mundial. Mesmo se o princípio do fim da Cortina de Ferro começou realmente no Verão anterior, foi sem dúvida a queda do Muro que o oficializou. E as Portas de Brandeburgo voltaram novamente a ser um símbolo de abertura. Sem uma irónica parede barricada na frente.

Vivemos agora num mundo perfeito? Garantidamente que não.
Cabe-nos aprender dos erros do passado para que seja melhor o futuro.

Portas de Brandeburgo com o Muro de Berlim na frente


Portas de Brandeburgo nos dias de hoje

PS: Quem nunca viu o filme Goodbye Lenin, pode alugá-lo em qualquer clube de vídeo. É uma caricatura mordaz mas fiel de quem viveu e acreditou no regime socialista e se confronta com as mudanças pós queda do Muro. E mais não conto.


sexta-feira, 6 de julho de 2007

OS JARDINS SUBMERSOS DA BABILÓNIA









Fotos: Master Sgt. T. Collins, USA

A busca desenfreada efectuada pelas forças dos Estados Unidos no Iraque, na procura de armas de destruição maciça, deu em nada, conforme é publicamente sabido. E as tão faladas “informações seguras” que serviram de motivo para a invasão, serviram também para a demissão do director da CIA ao revelaram-se totalmente infundamentadas.

Ainda assim, as ditas buscas não revelaram armas biológicas ou nucleares, mas revelaram algumas pérolas, como este Mig-25, submerso nas areias do deserto.

Se a intenção era voltar a utilizá-lo, saiu completamente gorada, uma vez que o processo usado para o tentar salvar, o danificou para além do admissível a uma futura utilização.

Ficou a intenção.

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