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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ARGENTINA PROCURA KFIRs EM ISRAEL (M1385 - 20PM/2014)

IAI Kfir C10 da FA Colombiana    Foto:USAF

Com o negócio para a aquisição de Mirage F1M espanhóis dado como cancelado, a Argentina está atualmente a negociar com Israel a compra de18 Kfir Bloco 60.

Esta última atualização do caça envolve revisão total do motor General Electric J79, o reequipamento do aparelho com o novo radar AESA da Elta Systems EL/M-2052 e novos aviónicos incluindo ecrãs multi-funções (MFDs).

Segundo o site infodefensa.com o negócio rondará os 500M USD, com a entrega imediata de seis aeronaves e montagem das restantes doze na Argentina, com transferência de tecnologia. E é esta segunda parte do negócio que está a levantar algumas dúvidas, quanto à capacidade da Fábrica Argentina de Aviones para realizar as modificações necessárias.

Entretanto, Londres já fez chegar a Tel-Aviv as suas preocupações com o território insular das Falklands/Malvinas, reclamado pela Argentina à longos anos. O Ministério da Defesa britânico terá por isso exigido saber em detalhe a eletrónica com que serão fornecidos os caças.
A exploração de petróleo nas Falklands/Malvinas, veio aguçar ainda mais as pretensões argentinas e as preocupações britânicas.











segunda-feira, 25 de novembro de 2013

MIRAGE F1 NA ARGENTINA: SIM, NÃO, TALVEZ... (M1288 - 357PM/2013)

Mirage F1M do Ejercito del Aire

Apesar das notícias que têm dado como certa a aquisição de 15 Mirage F1 pela Argentina, utilizados pelo Ejército del Aire espanhol até junho passado, o negócio poderá não se concretizar, segundo revelou o diário argentino ABC Hoy, no passado dia 22 de novembro.

O referido jornal explica que os caças destinados à VI Brigada Aérea da Força Aérea Argentina, num negócio estimado em 100 M EUR, poderão afinal não interessar, por motivos técnicos. 
Alegadamente as aeronaves estarão muito próximo de completar as horas de voo previstas antes de realizar manutenção profunda e o Governo espanhol não está disposto a realizar as referidas inspeções periódicas, para ampliar a vida útil dos aparelhos, pelo que "a compra não se realizará".

No mesmo artigo, refere-se ainda que altos quadros da Força Aérea Argentina e do Ministério da Defesa, estarão a analisar a possibilidade de adquirir caças Kfir de origem israelita, também em uso na América do Sul, concretamente na Colômbia e Equador.

O Ministério da Defesa espanhol por enquanto não comenta a situação "a pedido do comprador", referindo apenas que a operação continua em negociações.


sábado, 2 de fevereiro de 2008

Kfir - O Mirage kitado



“O Mirage III foi desenhado com vista a ser vendido às forças aéreas que, não dispondo de abundantes meios económicos, estavam desejosas de apresentar uma imagem de modernidade”.

Era mais ou menos assim que começava o fascículo da mítica (quiçá já lendária) enciclopédia de aviação militar “Aviões de Guerra”.

E a verdade é que desse ponto de vista a Dassault acertou em cheio na mouche e os Mirage III venderam-se como pasteis de nata acabados de sair do forno.

No entanto, as linhas modernas do aparelho, não faziam contudo mais do que esconder uma aeronave medíocre em muitos aspectos.

Mas como muitas vezes a necessidade aguça o engenho, depois da Guerra dos seis dias, e do embargo decretado pela França à venda de material militar a Israel, este país viu-se obrigado a encontrar alternativas para um avião que apesar de vitorioso, tinha incontestáveis pontos fracos.

E foi assim que nasceu o Kfir, cujas semelhanças com o Mirage III não foram apenas mera coincidência. Os pontos fracos do avião francês foram corrigidos no seu irmão bastardo (nomeadamente com um novo motor, aviónicos modernizados e correcção aerodinâmica) sendo o resultado um caça-bombardeiro que continuaria a garantir vitórias às Forças Israelitas por quase duas décadas mais. As características conseguidas com esta aeronave refinada, despertaram até o interesse dos EUA, que a usaram nalguns dos seus “Aggressor Squadron” na década de 80.

Em finais dessa mesma década chegou até a falar-se na aquisição de Kfirs por parte de Portugal, numa altura em que os A-7P estavam já rodeados de polémica e se falava em possíveis substitutos.

Segundo constou na altura, pressões anti-semitas inviabilizaram o negócio, embora tudo não tenha passado de rumores, tanto a aquisição como as razões para a sua não concretização e ficando apenas como mais uma história, da qual poucas pessoas saberão realmente a verdade.

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