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sábado, 14 de agosto de 2021

DESTACAMENTO C295 DA FAP- HÁ TRÊS MESES NO MALI [M2266 - 54/2021]


A assinalar três meses do destacamento da Força Aérea Portuguesa, na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA), com uma aeronave C295M da Esquadra 502 - Elefantes e elementos do NOTP - Núcleo de Operações Táticas de Projeção (ex-Unidade de Proteção Força), o Estado Maior General das Forças Armadas partilhou nas redes sociais imagens de algumas das atividades desenvolvidas, desde o início da missão.


Além da atividade operacional, as imagens divulgadas mostram ainda aspetos do dia a dia do destacamento, que envolvem ações de manutenção destinadas a manter a prontidão da aeronave, bem como atividades que visam a manutenção da segurança, capacidades, saúde e bem-estar dos seus militares, sob quaisquer condições atmosféricas.



Segundo pode ler-se ainda no texto que acompanha as fotos, "além de realizar voos de transporte de passageiros e carga, esta Força Nacional Destacada trouxe à MINUSMA uma capacidade de reconhecimento aéreo única a este teatro de operações, a qual tem sido elogiada" [internacionalmente].

O destacamento iniciado em Maio pretérito, tem a duração total de seis meses.


Fotos via EMGFA



sexta-feira, 23 de abril de 2021

ELEFANTES COM PARTIDA MARCADA PARA O MALI [M2253 - 41/2021]

Força Nacional Destacada da Esquadra 502 na MINUSMA       Foto: MDN

A Secretária de Estado de Recursos Humanos e Antigos Combatentes, Catarina Sarmento e Castro, participou hoje 23 de Abril de 2021, na cerimónia de entrega do Estandarte Nacional à Força Nacional Destacada para a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA). A cerimónia decorreu pelas 15h00 na Base Aérea nº6, no Montijo.

A partida para a missão de seis meses, está marcada para o dia 10 de Maio, com rotação dos elementos destacados, aos três meses.

O destacamento, que inclui uma aeronave C295M da Esquadra 502 - Elefantes e cerca de 67 militares da Força Aérea Portuguesa, vem na continuidade de várias contribuições portuguesas no Mali e República Centro Africana, de apoio à estabilidade na região do Sahel.



sábado, 15 de agosto de 2020

C295M DA FAP NO MALI [M2168 – 86/2020]

Foto: EMGFA

Foto: EMGFA

Foto: EMGFA

O Estado Maior General das Forças Armadas português actualizou hoje no seu sítio de internet e redes sociais, as informações e imagens sobre o destacamento português no Mali.

A participação portuguesa em 2020 na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali (MINUSMA) ficou definida  em Fevereiro, tendo sido consubstanciada a 15 de Julho com um destacamento de 63 militares e uma aeronave C-295 (n/c 16702 da Esquadra 502), da Força Aérea Portuguesa no Mali.

Foto: EMGFA

Foto: EMGFA


Desde então, têm efectuado voos de transporte aéreo táctico em suporte à missão das Nações Unidas, nomeadamente, transporte de tropas para assegurar as rotações dos contingentes no teatro de operações e transporte de carga, contribuindo para o apoio logístico das restantes forças.

Foto: EMGFA

Foto: EMGFA

Foto: EMGFA

Os voos têm sido realizados de Bamaco para Mopti, Timbuctu e Gao, aeródromos que servem os aquartelamentos da MINUSMA. ​

O destacamento português tem como missão providenciar a capacidade de transporte aéreo táctico às Nações Unidas e à MINUSMA, bem como a protecção do Campo Bifrost, através da equipa de “Force Protection”.


Foto: EMGFA

Foto: EMGFA



sexta-feira, 22 de maio de 2020

DESTACAMENTO DE C295 NO MALI ADIADO PARA JULHO [M2139 - 57/2020]

O Gen. CEMFA Joaquim Borrego na visita aos treinos da Esquadra 502 na BA6 - Montijo        Foto: FAP

Apesar da sessão da Comissão de Defesa Nacional (CDN) de passada terça-feira 19 de Maio de 2020 ter sido dominada pelas questões relacionadas ou decorrentes da pandemia de COVID-19, dois temas relacionados com meios da Força Aérea foram aflorados pelo ministro da Defesa, logo no início.

Na sua alocução, João Gomes Cravinho deu conta do adiamento do início do destacamento do C295M da Esquadra 502 da Força Aérea Portuguesa no Mali, de 15 de Maio para o início de Julho.

Portugal comprometeu-se em disponibilizar uma aeronave C295M e 70 elementos, durante seis meses, no âmbito da  MINUSMA (Missão das Nações Unidas para a estabilização do Mali), tal como o Pássaro de Ferro oportunamente noticiou. Contudo, a pandemia de COVID-19 levaria ao adiamento da data de início do destacamento português. A aeronave a mobilizar contudo, não será para missões de informação, vigilância e reconhecimento, ao contrário do que foi em Janeiro ventilado, mas sim de transporte táctico.

A Esquadra 502 tem contudo vindo a realizar a preparação para as condições que poderão vir a enfrentar, nomeadamente com aterragens em pistas não preparadas, reacções a ameaças e utilização de contramedidas electrónicas. Os treinos foram realizados em conjunto com o Núcleo de Operações Táticas de Projeção da Força Aérea, responsável por garantir um perímetro de segurança ao redor da aeronave. O General CEMFA Joaquim Borrego, acompanhou um destes treinos, no qual se inteirou dos preparativos em curso.




Também na apresentação à CDN de 19 de Maio, o ministro da Defesa referiu ainda que "estão a ser finalizados os termos do concurso" para a aquisição de helicópteros de evacuação, prevista na Lei da Programação Militar.
Recordamos que a falta de helicópteros de uso táctico para apoio das missões das Forças Nacionais Destacadas em África, vem sendo extremamente penalizante, tendo estas que se apoiar em operadores terceiros.


domingo, 19 de janeiro de 2020

C295M NO MALI EM MAIO DE 2020 [M2085 – 03/2020]

O sensor FLIR vigilância do C295M da FAP debaixo do nariz da aeronave

Apesar de não ter meios de asas rotativas disponíveis para poder reforçar a missão na República Centro Africana, Portugal irá  aumentar o contingente na missão das Nações Unidas no Mali (MINUSMA), com 70 militares e um avião C295M, a partir de Maio, e até Outubro de 2020.

A revelação foi feita pelo ministro da Defesa João Gomes Cravinho na sexta-feira, 17 de Janeiro, em Paris, onde esteve numa conferência com a sua homóloga francesa Florence Parly, com quem se encontrou depois, em reunião bilateral.

"A partir de maio e até outubro teremos mais cerca de 70 portugueses da Força Aérea, que estarão lá [no Mali] com a aeronave C295, que é muito competente para a recolha de informações, equipada de muitos sensores que permite desenvolver uma visão integrada e completa num espaço imenso" referiu o governante, complementando ainda que esse contingente poderá ser aumentado em 2021, para depois prosseguir: "É absolutamente fundamental estarmos presentes no Sahel. Não podemos deixar que a degradação da situação securitária no Sahel continue, porque o resultado terá um impacto na Europa. (...) Seria uma irresponsabilidade virarmos costas. (...) É uma área em que tenho colaborado com a minha colega francesa e espanhola, na tentativa de sensibilizar os outros países europeus, quantos às necessidades de fazer face aos desafios no Sahel" rematou.

Portugal tem actualmente 19 militares no Mali, 17 integrados na missão de Treino da União Europeia e dois na missão integrada das Nações Unidas, de estabilização do país.

A Força Aérea Portuguesa dispõe de uma frota de doze C295M em três versões diferentes: PG01, 02 e 03. Sendo a versão PG01 a básica de transporte (aeronaves 16701 a 07), a aeronave a destacar no Mali deverá ser do modelo PG02 (n/c 16708 a 10) ou PG03 (16711 e 12), uma vez que se trata dos modelos com capacidades ampliadas em termos de sensores de vigilância. Todas as versões contudo, possuem, ou podem ser equipadas com meios de defesa electrónica adicionais, para fazer face às ameaças que poderão encontrar durante o destacamento.

O Mali e os países do Sahel estão numa situação de deterioração da segurança preocupante para comunidade internacional. Segundo a ONU, mais de 4000 pessoas foram mortas em ataques terroristas em 2019 no Burkina Fasso, Mali e Níger, onde os jihadistas têm intensificado as acções. O número de pessoas deslocadas aumentou 10 vezes, aproximando-se já de um milhão. Esta instabilidade na região, aliada à situação na Líbia, ameaça aumentar o número de migrantes, que tentam entrar ilegalmente na União Europeia através do Mediterrâneo, com todas as consequências sociais e humanitárias que o fenómeno acarreta. Portugal tem participado aliás assiduamente, tanto com meios aéreos (C295M e P-3C Cup+) como marítimos, também na vigilância do Mediterrâneo, contra o tráfico humano e outras operações ilegais.

Apesar de no passado dia 13, o Presidente francês, Emmanuel Macron, ter anunciado o envio de mais 220 soldados para o Sahel, para fortalecer a força militar francesa na Operação Barkhane, os EUA no sentido inverso, admitiram reduzir a sua presença militar em África, o que pode colocar em risco a situação, na luta contra os grupos jihadistas.

A Esquadra 502, que opera o C295M na Força Aérea Portuguesa, já anteriormente esteve destacada no Mali, tal como o Pássaro de Ferro então deu conta, em artigo publicado na revista Sirius.


HELICÓPTEROS TÁCTICOS PRECISAM-SE [M2084 – 02/2020]

EH101 Merlin da FAP com camuflagem táctica

No início da semana transacta, durante a presença em Portugal de Mankeur Ndiaye, representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a República Centro-Africana, ficou conhecida publicamente a vontade daquela organização no reforço do contingente luso na missão MINUSCA (Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana).

"Vou tentar ver com o senhor ministro o que podemos fazer em conjunto para reforçar os meios de intervenção da MINUSCA, incluindo com meios aéreos", referiu a 13 de Janeiro de 2020, à margem de uma conferência no Instituto de Defesa Nacional, sublinhando ainda que "os meios aéreos são muito importantes", antes da reunião marcada para o final da tarde do mesmo dia, com o ministro da Defesa Gomes Cravinho.

Esta necessidade, não é de agora, e tinha já sido aliás, identificada várias vezes pelas chefias portuguesas. As forças nacionais destacadas na RCA têm sido até ao momento apoiadas por helicópteros de várias proveniências, mas com cada vez maior dificuldade em termos operacionais, pelas mais diversas razões. A última, terá sido a queda de um dos três helicópteros senegaleses, que apoiavam a Força de Reacção Rápida portuguesa até Outubro passado, quando os restantes dois se encontravam já com problemas na sua operação.

É nesta sequência de eventos, que surge a solicitação do representante da ONU, do reforço da força portuguesa, que diz o mesmo interlocutor "faz a diferença no terreno". Esta necessidade é agora ainda mais premente, devido à necessidade de realização de eleições: "Insistimos na necessidade da mobilização dos recursos, porque sem recursos não poderemos organizar as eleições" disse a propósito.

No entanto, depois de décadas de avanços e recuos, as Forças Armadas portuguesas encontram-se, por motivos diversos, desfalcadas de meios de asas rotativas que possam colmatar esta necessidade.

O Exército chegou a ter nove helicópteros EC635 prontos, que foram, na época, recusados por falta de certificação para uso militar. Seguiu-se a participação no programa NH90, que acabaria cancelada em 2012, pelo Governo de então, bem como a Unidade de Aviação Ligeira do Exército, que era suposto vir a operar esses meios aéreos.

Já relativamente aos meios da Força Aérea, a substituição do Alouete III - usado intensamente em combate no Ultramar - só foi concretizada in extremis, e devido à descontinuação do apoio do fabricante do modelo. O seu sucessor - o AW119 Koala - embora excelente na instrução de pilotagem, para que foi adquirido, é uma versão civil, não tendo, tal como o EC635, certificação para uso em operações militares. Resta por isso o EH101 Merlin, que substituiu na FAP o SA-330 Puma, este último também usado nas guerras de África, a par com o Alouette III.

Causará alguma estranheza a razão pela qual esta frota não tem sido considerada para o uso em teatro de guerra pelas forças portuguesas, quando Reino Unido e Itália já o fizeram no Médio Oriente e a Dinamarca recentemente destacou duas unidades no Mali.


Os AW101 Merlin dinamarqueses na Operação Barkhane no Mali

A frota de EH101 da Força Aérea Portuguesa é constituída por doze células EH101 Merlin, cujas funções têm sido maioritariamente a Busca e Salvamento (SAR). Possuem contudo certificação para uso militar, sendo essa mesmo a razão da sua camuflagem táctica. Podem levar até três atiradores (um em cada um das portas laterais e outra na traseira). Quatro células (n/c 19609 a 19612) são do modelo EH101-516, específicas para as funções de Combat Search and Rescue (CSAR), possuindo sistemas adicionais de ajuda a sobrevivência em combate (Defensive Aids Suite – DAS), incluindo Receptor de Alerta Radar (Radar Warning Receiver – RWR), Sistema de Alerta Míssil (Missile Warning System –MWS) e Sistema Dispensador de Contramedidas (Counter Measures Dispensing System – CMDS).

EH101-516 Merlin da FAP em treino de operações tácticas

As razões para a sua não utilização em teatro de guerra poderão apenas, por isso, estar dependentes dos problemas de operacionalidade que têm afectado a frota, seja devido às dificuldades de manutenção, seja por falta de tripulações qualificadas, o que causou já mesmo constrangimentos ao funcionamento dos três alertas de SAR, que a Esquadra 751 assegura em Portugal continental e nas ilhas.

Certo é que, na Lei da Programação Militar (LPM) até 2030, está inscrita uma verba de 53M EUR para " cinco helicópteros de evacuação". Este valor é, à primeira vista, compatível com o modelo AW139 da Leonardo, empresa que terá sido sondada para apresentar propostas, que preencham os requisitos portugueses. A urgência na aquisição dos helicópteros, para utilização imediata em teatro de guerra, parece contudo, não ser compatível com aeronaves novas, aconselhando eventualmente a escolha de aeronaves em segunda mão, escolha essa que estará também a ser estudada pelas chefias militares e Ministério da Defesa.

Com a constante sangria de oficiais, sargentos  e praças da Força Aérea, resta saber se haverá igualmente pessoal para os operar.


domingo, 27 de novembro de 2016

MISSÃO PORTUGUESA DE NOVO NO MALI (M1863 - 43/2016)


Descolou, no dia 27 de novembro de 2016, da Base Aérea N.º 6, no Montijo, uma aeronave C-130H com um conjunto de militares da Força Aérea e do Exército, rumo ao Mali.
Os familiares e amigos puderam despedir-se dos militares que partiram e que vão passar o Natal fora de Portugal e longe dos seus. 


A cerimónia de despedida foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares do Estado Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), Vice-Almirante Fernando Pires da Cunha, e contou também com a presença do Comandante Aéreo, Tenente-General
Joaquim Borrego, bem como de outras altas entidades militares.


O contingente que partiu hoje constitui o grosso das tropas que vão cumprir a missão MINUSMA naquele país africano, sob a égide da Organização das Nações Unidas.
Nos últimos dias já tinham descolado outros dois grupos de militares, que constituíram o grupo avançado. No voo de hoje seguiu ainda uma equipa médica da Força Aérea, que voltará ainda este domingo e que é responsável por acompanhar e fazer regressar um militar português que adoeceu no terreno.



A missão prolongar-se-á por seis meses, sendo composta por cerca de 60 militares (que serão sucessivamente rendidos) e uma aeronave C-130H, da Esquadra 501 – “Bisontes”.



O destacamento fica enquadrado no contexto de Força Nacional Destacada na dependência do EMGFA.
Texto e imagens: FAP

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

C-130 LEVAM BRINQUEDOS PARA O MALI (M1716 - 106AL/2014)

C-130H-30 da Esquadra 501 - Bisontes

Durante os últimos dias, a azáfama informativa foi dominada pelas interceções de bombardeiros russos um pouco pela Europa e, no que mais no toca, junto à costa ocidental portuguesa, empenhando caças F-16 e um mediatismo subitamente crescente e por vezes surpreendente
A movimentação foi grande, o acontecimento justificou conversas e opiniões várias, todas assentes no "brilho" da atualidade e no inusitado dos acontecimentos, devidamente enquadrados na situação geoestratégica e geopolítica presente.
No entanto, as missões da Força Aérea Portuguesa, felizmente, estão longe de ser apenas protagonizadas pelos caças e pela eficácia rápida com que respondem aos "apelos" mais súbitos.
Os mais pesados C-130H estão, de outras formas e noutras latitudes, a cumprir missões cuja honradez e grandeza não se questionam e não são, seguramente, menos importantes para o nosso bem-estar.

 Foto: Força Aérea Portuguesa.

«Aproveitando a substituição do destacamento no Mali, um C-130H partiu no dia 11 de outubro da Base Aérea n.º 6 (BA6) com cerca de 750 quilos de artigos para ser oferecido à população daquele país, nomeadamente roupa e calçado para criança e adulto, produtos de puericultura e brinquedos.
Esta campanha solidária, da iniciativa da Esquadra 501 – Bisontes e orientada pelo Gabinete de Ação Social da BA6, teve a participação ativa do Grupo Sócio-Caritativo da Paróquia do Samouco, que doou parte do material. A recolha ficou completa com o contributo dos militares e civis da Unidade, bem como de ex-Bisontes.
O Mali é considerado um dos países mais pobres do mundo, situação agravada por uma guerra civil que se prolonga há vários anos. Numa missão ao serviço das Nações Unidas (MINUSMA), desde 29 de agosto que a Esquadra 501 se encontra destacada com uma aeronave C-130 no apoio ao processo de paz. Até ao momento, já foram efetuadas mais de 165 horas de voo, transportadas mais de 1100 pessoas e 144 toneladas de material.

"Onde necessário, Quando necessário".»

Edição: Força Aérea Portuguesa/Pássaro de Ferro

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