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sábado, 2 de março de 2019

F-16 FAP - MEDIDAS DE TRANQUILIZAÇÃO NATO NA POLÓNIA [M2027 - 14/2019]

O destacamento luso em Malbork, Polónia          Foto: FAP

A Força Aérea Portuguesa tem desde o início do mês de Março destacados na base de Malbork na Polónia, quatro F-16, conjuntamente com cerca de 70 elementos das Esquadras 201 e 301 da Base Aérea nº5 - Monte Real.

Foto: FAP

O destacamento está enquadrado nas "Medidas de Tranquilização" da NATO, para como os seus membros da Europa de Leste, na sequência da invasão da Crimeia por parte da Rússia.

Foto: FAP

Comandados pelo TCor. João Rosa, irão realizar missões ar-ar e ar-solo conjuntamente com as forças do país anfitrião e outras estacionadas na região, proporcionando "aumento de flexibilidade e excelentes oportunidades de treino".
O treino deverá envolver ainda países parceiros da NATO como a Suécia e a Finlândia, durante o período de cerca de dois meses que durará permanência do destacamento português na região.
O Comando Táctico será assegurado pelo Centro Combinado de Operações Aéreas em Uedem, Alemanha.
O destacamento teve ainda o apoio logístico de um C-130 Hercules da Esquadra 501 - Bisontes.




segunda-feira, 23 de abril de 2018

KOALA AGUARDA PELO TRIBUNAL DE CONTAS PARA SUBSTITUIR ALOUETTE (M1967 - 27/2018)

Leonardo AW119 Koala


O AW119 Mk.II Koala da Leonardo, aguarda pela aprovação do Tribunal de Contas, para substituir o lendário helicóptero Alouette III na Força Aérea Portuguesa.

Ao concurso lançado em Maio de 2017, corresponderam Airbus Helicopters e Leonardo com o H125 Ecureuil e AW119 Koala. Tendo a proposta da Airbus sido eliminada - não se conhecendo oficialmente as razões para tal ter sucedido - ficaria a Leonardo sozinha na corrida para o fornecimento de cinco a sete unidades de um helicóptero ligeiro, que permitisse substituir o Alouette na missão primária de formação de pilotos na Força Aérea Portuguesa, e secundárias de busca e salvamento, apoio a incêndios e evacuações sanitárias.

Em Novembro, já depois do prazo de 31 de Outubro, definido para a escolha do modelo vencedor, o Ministério da Defesa rejeitou o recurso da Airbus, confirmando o modelo da Leonardo como único concorrente a preencher todos os requisitos concursais. O vencedor do concurso contudo, não chegaria a ser divulgado oficialmente, julgando-se então que a razão pudesse ser a vontade expressa pelo Governo, de adquirir mais meios para o combate a incêndios, ainda no rescaldo da tragédia de Outubro de 2017, que poderia ditar uma redefinição dos parâmetros do concurso.

Sabe-se agora, segundo notícia veiculada no dia de ontem pelo Correio da Manhã, que o contrato estará mesmo assinado desde 27 de Dezembro de 2017, mas o Tribunal de Contas devolveu o processo ao Ministério da Defesa, há já "mais de duas semanas", solicitando documentação adicional. Será esta a razão para não ter havido um anuncio oficial do substituto do Alouette.

O concurso previa 28 meses para o fornecimento de todas as unidades. Contudo, as duas primeiras estavam previstas chegarem ainda antes do final de 2018, situação que poderá agora ficar comprometida, devido às tramitações em curso.

Segundo a opinião de elementos ligados à avaliação das propostas, o modelo da Leonardo era mesmo o mais forte e o que reunia mais consensos, independentemente da desclassificação do H125 da Airbus.

A Força Aérea utiliza já doze EH101 Merlin e a Marinha cinco Lynx Mk.95 (actualmente em modernização),  modelos igualmente da Leonardo.






quinta-feira, 22 de março de 2018

VENDA DE ALPHA JET À VISTA? - Delegação nigeriana visita BA11 (M1960 - 20/2018)

Delegação nigeriana acompanhada por elementos do Comando da BA11 junto ao monumento ao Alpha Jet      Foto: FAP

A Força Aérea Portuguesa  divulgou a notícia da visita de uma delegação militar nigeriana, em visita à Base Aérea nº 11 - Beja, que se encontra a decorrer desde ontem, 21 de Março de 2018.

Apesar de não terem sido revelados mais pormenores sobre a motivação da visita, àquela que foi a base do sistema de armas Alpha Jet, recentemente desactivado na Força Aérea Portuguesa, e sendo igualmente a Força Aérea Nigeriana um dos utilizadores do mesmo tipo de aeronave, será possível que ambos os factos estejam relacionados.

Aliás, o Estado Português colocou à venda em 2014, dez células de Alpha Jet A, já então retiradas de serviço activo na FAP.

Embora a Nigéria utilize maioritariamente o modelo E (de origem francesa), muitos dos sistemas são comuns também ao modelo A (de origem alemã). Em 2015 a Nigéria  adquiriu igualmente quatro células do modelo A, no caso a partir de um fornecedor nos EUA.


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

FALCON DEFENCE 2017 - F-16 PORTUGUESES NA ROMÉNIA (M1922 - 59/2017)

TCor João Rosa (esq) com um piloto da Esq. 301 à chegada à base aérea de Borcea, Roménia 

Caudas de dois F-16MLU portugueses com o romeno n/c 1603 (ex-FAP 15124) em fundo


A Força Aérea Portuguesa tem destacados na Roménia desde o dia 18 de Setembro de 2017, quatro F-16AM (n/c 15104, 15107, 15114, 15141) e um contingente de cerca de 70 militares de apoio às operações na base aérea de Borcea.

Manutenção e aprontamento dos F-16 portugueses para as missões na Roménia

idem

Os Crew Chiefs sempre atentos ao dar a partida aos caças

O destacamento, previsto para durar dois meses, faz parte das medidas de tranquilização da NATO aos aliados do bloco de Leste, implementadas após a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014.

Durante o destacamento, os pilotos portugueses pertencentes às Esquadras 201 e 301 irão executar missões de treino de suporte às políticas da NATO, que incluem missões conjuntas com a Força Aérea, Exército e Marinha romena, bem como com CF-188 canadianos, igualmente destacados na Roménia. Algumas destas missões terão ainda a participação de um avião de alerta aéreo e controlo (AWACS) E-3A Sentry da NATO.


Os objectivos do exercício passam pela consolidação da interoperabilidade dentro das forças aliadas, com a vantagem de praticar simultaneamente a projecção de forças longe e operação longe da base de origem, como referiu o Tenente-coronel João Rosa, chefe do destacamento lusitano.

TCor João Rosa à direita acompanhado por um dos pilotos da Esquadra 201 - Falcões
Em paralelo com o destacamento dos F-16 portugueses na Roménia, realizou-se a 28 de Setembro, a entrega do último lote de três F-16, de um total de 12 vendidos por Portugal ao mesmo país.  No âmbito do mesmo contrato de venda dos caças, e além de ter treinado pilotos e mecânicos romenos em Monte Real, a Força Aérea Portuguesa irá fornecer até Setembro de 2018 apoio técnico para a instalação e operação deste sistema de armas na Roménia.

Embora não declarado oficialmente, este destacamento aparenta ser um apoio mais à operacionalização completa do sistema de armas F-16, no país dos Cárpatos, opinião aliás partilhada pela imprensa local.

Linha da frente do destacamento nacional na base aérea de Borcea onde operará até meados de Novembro


Fotos: Alf. Pires/Força Aérea Portuguesa


quinta-feira, 20 de junho de 2013

ALOUETTE III: 50 ANOS SOBRE O PRIMEIRO VOO NA FAP (M1045 - 172/PM2013)



Na data em que se assinala a realização do primeiro voo do ALOUETTE III (ALIII) em território português, 18 de junho, arrancaram oficialmente as comemorações dos 50 anos de operação deste helicóptero na Força Aérea Portuguesa.
Em sessão solene presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José Pinheiro, na qual estiveram presentes várias gerações de militares que fazem parte da longa história de sucesso do ALIII, foram destacados os momentos mais marcantes do percurso histórico desta “máquina”, realçada a sua importância e focadas as áreas de missão que de forma tão nobre, eficiente e segura continua a desempenhar na Força Aérea.
O Coordenador Geral das Comemorações dos 50 anos do ALIII, Tenente-General Alfredo Cruz, na sua alocução aos presentes referiu que “esta cerimónia, para além de comemorar esta efeméride, é também uma singela homenagem aos heróis que pereceram voando os ALOUETTE III. É igualmente um reconhecimento a todos aqueles que durante 50 anos revelaram uma enorme dedicação, grande coragem e capacidades de sacrifício notáveis, dignificando de forma exemplar a Força Aérea e a Pátria Portuguesa.”
No âmbito das comemorações, e por ocasião desta cerimónia, foi inaugurada a exposição fotográfica intitulada “Comemorações dos 50 anos do ALOUETTE III”, que em breve irá estar patente ao público nos eventos comemorativos do 61º aniversário da Força Aérea na região de Leiria.
Para além dos eventos que decorrerão em Leiria, também as Bases Aéreas vão estar abertas ao público, iniciando-se já no próximo domingo, dia 23 de junho, o Dia de Bases Abertas no Montijo. 

Fonte: Força Aérea

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

EXERCÍCIO REAL THAW E SPOTTERS DAY (M866 - 46PM/2012)



Tal como é sabido, o exercício de Apoio Aéreo Aproximado "Real Thaw" (RT13), de organização pela Força Aérea Portuguesa terá a sua quinta edição entre 11 e 22 de fevereiro de 2013.
Participação também do Exército, Marinha a nível nacional, bem como forças de Estados Unidos da América,  Holanda,NATO e duas aeronaves da COBHAM de guerra eletrónica.  

Assim e à semelhança de anos anteriores o exercício será coordenado a partir da base aéera nº5 em Monte Real, mas com ações aéreas e terrestres a desenvolverem-se pelo centro-norte do país, nomeadamente  Seia, Trancoso, Guarda, Celorico da Beira, Pinhel, Meda e Lamego.

O exercício tem como principais objetivos treinar, qualificar e aprontar as forças participantes para as exigências que estrategicamente se apresentam hoje a Portugal e às Alianças Internacionais de que o país faz parte.

Comunicação social deverá fazer a necessária acreditação no site do evento:
http://www.emfa.pt/realthaw

Entusiastas/spotters deverão fazer a inscrição também no site (participação tem o custo de 25 euros e é limitada às primeiras cinquenta inscrições).
Página direta para inscrição no spotters day:
http://www.emfa.pt/www/po/registo/preRegisto-17 



Fonte: Força Aérea
Adaptação: Pássaro de Ferro




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

70.501 HORAS DE BISONTES (M843 -25PM/2012)



Foi hoje apresentada oficialmente a pintura comemorativa do número simbólico 70.501 horas de voo, da Esquadra 501 - Bisontes.
Numa iniciativa louvável, que congregou três entidades patrocinadoras privadas: jornal Take-Off, ANA e Associação Portugal Spotters, de modo a poder comemorar condignamente o notável número atingido pelos Bisontes através da pintura alusiva, aos convidados foi ainda oferecida a oportunidade de integrar um voo de treino da Esquadra, precisamente a bordo da aeronave decorada a propósito.



Além dos Bisontes estão por isso de parabéns, as equipas que executaram o trabalho e os patrocinadores, ficando para a posteridade mais um notável trabalho gráfico de Miguel Amaral, bastante ativo nos últimos tempos entre aviões, stencills e latas de tinta.

Representantes da Esquadra 501, patrocinadores e equipa de execução da pintura

Utilizando cinco C-130 Hercules desde 1977 e um sexto a partir de 1992, pode afirmar-se sem qualquer dúvida, que a Esquadra 501 é a mais internacional das esquadras da Força Aérea, estando as 70.501 horas de voo agora comemoradas, espalhadas praticamente por todo o globo.



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

MINISTRO DA DEFESA CONFIRMA INTENÇÃO DE VENDA DE F-16 (M825 -11PM/2013)

Lockheed Martin F-16 MLU da Força Aérea

O Ministro da Defesa Aguiar-Branco confirmou hoje, aquando da sua presença na inauguração das instalações da Polícia Marítima em Ponta Delgada, a intenção de alienar parte da frota F-16 ao serviço da Força Aérea.
Tal como o Pássaro de Ferro havia informado oportunamente, quando vieram a lume notícias que davam o negócio como fechado, primeiro com a Roménia e depois com a Bulgária, as negociações decorrem ainda com estes dois países. Tal como então noticiado também, Aguiar-Branco afirmou estar ainda em aberto o número final de F-16 a vender, que acrescentou hoje, deverá estar entre as 9 as 12 unidades.
Ainda segundo o titular da pasta da Defesa, a venda dos caças deverá beneficiar tanto a Força Aérea como o país.
Portugal tem atualmente uma frota  de 35 F-16 MLU, devendo esse número ser de 39 em meados do corrente ano, com a conclusão da modernização das últimas 4 unidades.




quarta-feira, 13 de abril de 2011

REAL THAW 2011 - BALANÇO (M492-13PM/2011)






 



Após duas semanas de intensas operações, que se desenrolaram entre 28 de Março e 8 de Abril no interior centro-norte do país, terminou o Real Thaw, edição de 2011.
Durante esse tempo, F-16, C-130, C295, EH-101 e Alouette III da FA, F-18 espanhóis, C-130 belgas, Falcon 20 britânicos e FACs (Forward Air Controller) norte-americanos, desenharam e intervieram num cenário de crise militar e humanitária de acordo com os dias de hoje e com o que se vai passando por teatros onde as Forças Armadas Portuguesas têm presença, ou podem vir a ter em futuros mais ou menos próximos.
O Real Thaw é actualmente o único exercício do tipo na Europa, permitindo treinar acções de Apoio Aéreo Aproximado (Close Air Support) com extremo realismo e eficácia, envolvendo forças de todos os ramos das Forças Armadas, tal como em operações reais.
É por isso com ambição que a Força Aérea tem vindo a promover o Real Thaw entre as suas congéneres europeias, de modo a tornar-se numa alternativa válida ao norte-americano "Green Flag" onde anualmente várias forças aéreas europeias se deslocam com custos adicionais, monetários e logísticos. A calendarização normal (primeiro trimestre) pretende ainda fornecer aos países da Europa central/norte soluções para os treinos, numa época do ano em que nesses países as operações aéreas são complicadas devido às condições meteorológicas.
Além das condições excepcionais de clima e espaço aéreo em Portugal, uma organização ao nível do que melhor existe internacionalmente, tem levado o Real Thaw a crescer em todos os aspectos desde a primeira edição em 2008.
Sendo este ano atípico em termos de forças (as operações na Líbia forçaram a alguns cancelamentos ) e calendário (devido ao FORCEVAL o Real Thaw passou de Jan/Fev para Mar/Abril), estão já no entanto confirmadas presenças adicionais em quantidade e qualidade para 2012, dando corpo ao desígnio a que a FA se propôs, de tornar o Real Thaw no maior e melhor exercício de Apoio Aéreo Aproximado na Europa.
Apesar das contingências referidas, pode dizer-se que a edição de 2011 se saldou com um enorme sucesso.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

REAL THAW 2010 - BALANÇO (M355-6PM/2010)









  
  




Entre os dias 18 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2010 decorreu na Base Aérea nº5, Monte Real, o exercício Real Thaw 2010.
Este exercício, com génese na Esquadra 301 - Jaguares, vem ao encontro das necessidades de treino Operacional das Esquadras de Monte Real (E201- Falcões e E301 – Jaguares), na sua constante preparação e adaptação ao contexto internacional e aos possíveis cenários de aplicação do avião F-16AM.
Este exercício, que vai já na sua terceira edição, tem contado desde o início com a participação de esquadras estrangeiras a operar em F-16AM, correspondentes aos países pertencentes às European Participating Air Forces (EPAF), nomeadamente a Dinamarca e a Bélgica.
Os cenários criados variaram entre missões de Close Air Support (CAS) até missões mais complexas, como Composite Air Operations (COMAO), Personnel Recovery, Slow Mover Protection, High Value Airborn Protection (HVAA), Anti- Surface Warfare (ASUW), de dia e de noite e em quaisquer condições atmosféricas.
Este exercício tem tido igualmente a participação de outros meios da Força Aérea, como o ALIII (a Esq.552 tem vindo a participar neste exercício desde o seu início e na maioria das missões voadas), EH-101, C-295, C-130, bem como do Control and Reporting Center (CRC), das equipas Tactical Air Control Parties (TACP), Unidade de Protecção da Força /UPF) e o apoio logístico da Base Aérea nº5 e do Comando Aéreo da Força Aérea.
Este exercício tem crescido de ano para ano, com cada vez mais apoio do Comando Aéreo da Força Aérea, principalmente dos seus meios de Intel, Planos e Operações.
O Real Thaw não teria o sucesso que tem tido se não fosse a ligação e participação de forças do exército e da Marinha Portuguesa, numa cooperação estreita e num ambiente táctico realista.


Em resumo, foram executadas 483 saídas com 768h e 20m de voo das quais 163h e10m à noite em apenas 3 semanas de Operação.

Texto: Maj PILAV Luís  Morais

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