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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

1000 HORAS DE VOO EM COMBATE (M1404 - 29PM/2014)

Chegada da missão em que o Maj "Dozer" ultrapassou 1000 horas de voo em combate   Foto: Michael Means/USAF

O Maj. "Dozer" (nome fictício) da Força Aérea dos EUA (USAF) oficial de sistemas de armas do 335º EFS, ultrapassou as 1000 horas de voo em ambiente de combate a 12 de janeiro de 2014, completando 176 missões desde a Primavera de 2004.

"Significa que já ando nisto há algum tempo e não posso negar que sou um dos mais antigos" disse Dozer a propósito.

Foto: Michael Means/USAF
"A milésima hora de combate de Dozer é um testamento da sua contribuição permanente, tal como da comunidade do F-15E, ao longo dos últimos 10 anos - desde a manutenção que mantêm os aviões a voar, aos tripulantes que os usam em combate" referiu TCor Todd Dyer, comandante do 355 EFS. "Não há muitos aviadores de caça que possam reivindicar tal façanha".

Foto: Michael Means/USAF

Dozer segue a mesma linha de pensamento, dizendo que tal marco foi um esforço de equipa: "Por cada hora que passei no ar, a nossa manutenção passou centenas de horas a trabalhar para manter os aviões no ar. Fazem um trabalho extraordinário e nós colocamos as nossas vidas nas mãos deles, de cada vez que descolamos". Continuando depois o raciocínio:"Há coisas que damos por garantidas, tais como as forças de segurança, que nos mantêm a nós e aos nossos aviões seguros, a logística que mantém stocks de peças e combustível disponíveis para os aparelhos, as equipas médicas que cuidam da nossa saúde, ou até as equipas de suporte à missão, que nos mantêm alimentados e nos pagam. Eu não teria uma única hora de combate sem a ajuda de toda a equipa."

O Maj. "Dozer" no backseat do F-15E      Foto: Michael Means/USAF

Dozer, natural de Beezer no Texas, está colocado na base aérea de Seymour-Johnson na Carolina do Norte e tem um total de mais de 2200 horas de voo na sua carreira de 13 anos.

"Adoro o meu trabalho, proteger as tropas no terreno e aprender sempre alguma coisa nova ou que se pode melhorar" continuou Dozer. "Estou rodeado de pessoas altamente motivadas, inteligentes e talentosas, que impõem a elas próprias os mais altos standards."

Foto: Michael Means/USAF

Para além de ter atingido esta importante marca, Dozer é visto dentro da sua unidade como muito mais do que apenas um oficial de sistema de armas: "Dozer é uma mais-valia extraordinária para os seus chefes" diz Dyer. "Ele também desempenha funções de assistente de Oficial de Operações, analisador de voo e comandante de missão - ele faz tudo."

Os cumprimentos do Comandante do 355 EFS à base do destacamento algures na Ásia  Foto: Michael Means/USAF


Fonte: USAF
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


domingo, 15 de dezembro de 2013

50 ANOS DAS EXÉQUIAS FÚNEBRES DE KENNEDY (M1324 - 388PM/2013)


O sobrevoo de caças no funeral de J.Kennedy   Foto: USAF

A 25 de novembro de 1963 uma procissão solene levou o presidente dos EUA, John Kennedy até ao local de descanso eterno, no cemitério de Arlington. Enquanto os familiares tomavam posição à beira da sepultura, um contingente de 50 caças atravessaram o céu sombrio, iluminando-o com as suas próprias chamas.

Desse 50 aviões, 30 F-105 do 4ª TFW pertenciam à base da USAF de Seymour Johnson. Depois, 20 F-4B da US Navy  completaram os sobrevoos, com o Air Force One a encerrar a parada.

De acordo com o Dr. Roy Heidicker, historiador da 4ª TFW, colocar tantos aviões no ar de uma vez, foi uma maneira adequada de prestar honras a um homem que foi roubado ao país cedo demais.

"Foi uma época em que, como nação, o nosso "coração coletivo" deixou de bater por um momento" disse. "O funeral e tudo o que o acompanhou, incluindo o sobrevoo, foi extremamente importante para ajudar a nação no processo de recuperação da perda. Os aviadores que participaram, contribuíram de um modo especial para a melhorar o estado de espírito da nação".

As aeronaves de Seymour Johnson não são estranhas a cerimónias fúnebres, tendo sido chamadas também a participar nas exéquias de Gerald Ford e Ronald Reagan.

"De um ponto de vista operacional, é necessário um grande esforço para colocar no ar tantas aeronaves de uma só vez" disse o Cor. Michael Koscheski, comandante do 4º Grupo de Operações. "Os pilotos, mecânicos e todos envolvidos, fizeram parte de um dos momentos mais significativos da história dos EUA. O F-105 era um avião fantástico e tenho a certeza que aquela passagem foi uma fonte de orgulho para todos na USAF envolvidos".

Segundo o Dr. Heidicker, a morte de John Kennedy, foi um dos três momentos "onde estavas quando aconteceu" da história recente dos EUA, a par com o 11 de setembro e o ataque a Pearl Harbour.

"Era o homem que guiou o país através de tempos extraordinários, como a crise dos mísseis de Cuba. (...)Foi um tremendo herói de guerra por direito próprio, com comandante do PT-109 (NR: contratorpedeiro afundado em combate na II Guerra Mundial no Pacífico) e era para todos os efeitos um homem admirável. Um tributo especial era necessário e a 4ªTFW foi essencial para esse acontecimento notável." terminou.

Fonte: USAF
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


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