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terça-feira, 1 de julho de 2014

BIRMÂNIA PODE SER O PRIMEIRO CLIENTE DO FS-1/JF-17 (M1635 - 75AL/2014)


«Myanmar (Birmânia) pode ser o primeiro comprador do caça sino-paquistanês que mais ninguém quer.
A Voz da Rússia cita o jornal Burma Times, que diz que há negociações entre a China e o Paquistão para a aquisição e montagem do caça sino-paquistanês FS-1 em Myanmar.
A confirmar-se, será a primeira vez que o Paquistão e a China conseguem vender o FS-1, fabricado pela companhia chinesa Chengdu Aircraft Corporation em cooperação com o Paquistão em finais dos 1990 e início dos 2000.
'Alguns peritos viram no FS-1 uma futura estrela do mercado mundial de armamentos e o coveiro do MiG-29. Porém, desde o momento da produção em série em 2007 e até hoje, este avião não conseguiu chamar a atenção de nenhum comprador, além do Paquistão, praticamente privado de qualquer opção'.
A Voz da Rússia diz que no passado vários países apareceram como possíveis compradores do FS-1, incluindo o Zimbabué, o Egito, o Azerbaijão ou o Sudão, mas que não foi assinado qualquer contrato.»


Fonte:TSF

sexta-feira, 18 de abril de 2014

DINAMARCA LANÇA CONCURSO PARA SUBSTITUIÇÃO DOS SEUS F-16 (M1542 - 56AL/2014)

F-16AM da Dinamarca

Recentemente a Dinamarca lançou o concurso para vários fabricantes de aeronaves, com vista à substituição da sua frota de caças F-16AM/BM .
A nota do concurso foi enviada para quatro líderes de mercado da aviação militar, a saber : Boeing -F/A-18F Super Hornet, Eurofighter Typhoon - do consórcio europeu, o F- 35A da Lockheed Martin e a sueca Saab - JAS-39 Gripen. Nesta lista, note-se a clara ausência da Dassault Aviation, que poderia concorrer com o Rafale.
Uma primeira decisão pode ser tomada em meados de 2015, com vários critérios essenciais a ter em conta, tais como a modernização dos equipamentos de meia-idade e o custo de manutenção e operação. Além disso, o fabricante que ganhar a compra terá de ser capaz de cooperar com empresas dinamarquesas, numa estratégia para salvaguardar alguns aspetos da indústria daquele país nórdico.
De acordo com autoridades dinamarquesas, a nova unidade da Força Aérea Real da Dinamarca pode entrar em serviço nos anos 2020/2024, altura em que o F-16 terá atingido os 45 anos...
A Dinamarca é uma das partes envolvidas no programa "Joint Strike Fighter" desde 2002. Na verdade, o país participa nos voos de teste e desenvolvimento do F-35.
Sendo um signatário de "Nível 3", a Dinamarca não tem obrigação de comprar o F-35, o que se pode vir a revelar ser uma vantagem, dado o alto custo do aparelho (F-35) e respetiva implementação.
A Real Força Aérea da Dinamarca tem uma frota de 36 caças F- 16AM para missões operacionais  e 10 F -16BM mais vocacionados para a formação de pilotos de caça.

Fonte: DA
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


terça-feira, 8 de abril de 2014

OMÃ RECEBE PRIMEIRO F-16 DA SEGUNDA ENCOMENDA (1515 - 41AL/2014)

Parelha de caças F-16C Block 50, já operados por Omã.

Omã recebeu o primeiro caça F-16 da sua segunda encomenda, durante uma cerimónia que teve lugar no dia 03 de abril passado, nas instalações da Lockheed Martin, em Fort Worth. O avião integrará o efetivo da força aérea daquele sultanato, lá mais para o final deste ano.
Em 2002, o Sultanato de Omã tornou-se o 23º membro da família F-16 e agora junta-se a um conjunto de 15 países que encomendaram caças F-16 adicionais para a sua defesa aérea. Os novos caças F-16 serão afetados à atual frota de caças F-16 da Força Aérea de Omã ​​para, defender as fronteiras do país.

Fonte: Lockheed Martin
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

GOVERNO DAS FILIPINAS COMPRA 12 AVIÕES FA-50 GOLDEN EAGLE (M1442 - 26AL/2014)

Antevisão artística do FA-50 (em 1º plano) da Força Aérea das Filipinas.

Coreia do Sul e Filipinas terão chegado a uma cordo para o fornecimento de 12 aviões FA-50 Golden Eagle ao governo de Manila, num negócio que rondará os 420 milhões de dólares. Este montante não contempla material de apoio/spares para as aeronaves, sendo que há por isso o risco de a frota poder, a prazo enfrentar problemas de operação. O governo filipino alega que conseguirá obter peças através dos Estados Unidos, sendo que, por isso, teve de optar por uma solução que fosse imediatamente mais barata.
Os primeiros 2 FA -50 serão entregues, previsivelmente, até setembro de 2015.
O FA-50 pertence à família T-50, de origem sul coreana, que lançou no mercado um avião de treino com possibilidade de efetuar missões de ataque, sendo que, para muitas forças aéreas não propriamente abastadas, estes aviões se podem apresentar como uma boa solução para resolver vários problemas.
 
Depois, o timming deste avião está muito favorecido, uma vez que surge numa altura em que muitas frotas de aviões equivalentes estão no limiar ou já para além dos 30 anos, logo a carecerem de substituição.
O governo e a indústria sul coreana estão, por isso, num crescendo de expectativas, esperando poder fazer mais  e melhores negócios com as aeronaves desta categoria, assim elas comecem a provar realmente o seu valor e eficácia no desempenho das respetivas missões.
Curiosamente, esta notícia, hoje conhecida, sucede - cerca de meio ano - a esta que aqui demos...

Esquema estrutural do FA-50 e possibilidades do seu emprego tático.

             Fonte: DID 
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

domingo, 3 de novembro de 2013

ISRAEL COMPRA SEIS V-22 AOS EUA (M1251 - 88AL/2013)

MV-22 Osprey dos USMarines. 
Brevemente será possível observar este tipo de aeronave com as cores de Israel. Créditos na imagem.

O governo dos Estados Unidos concordou recentemente com a venda de seis aparelhos Bell Boeing V-22 a Israel, muito embora oficiais norte-americanos não adiantem a versão a ceder ao estado hebraico. 
O Secretário de Estado da Defesa, Chuck Hagel confirmou há dias (em 31 de outubro) a venda, alegando que os EUA e Israel, em conjunto terão que se precaver contra as ameaças no médio oriente, resultantes da instabilidade latente na região, nomeadamente nos países vizinhos de Israel, como são os casos do Egito e Síria.
Segundo Hagel e tendo em conta a urgência manifestada por Israel, os V-22 serão entregues no prazo de dois anos, não levantando o político americano "segredo" sobre qual a versão a entregar, se a MV-22 que é usada pelos USMarines ou a mais avançada, CV-22, usada na USAF.

Fonte: Flightglobal
Edição e adaptação: Pássaro de Ferro

terça-feira, 22 de outubro de 2013

FRANÇA PRECISA DE VENDER RAFALE'S COM URGÊNCIA (M1223 - 84AL/2013)


A França está a defenir o seu orçamento de defesa para os anos 2014 a 2019 e em virtude disso precisa de incrementar as suas exportações em material de defesa.
Para atingir as metas desejadas pelo governo gaulês, 7 dos 11 aviões que seriam para entregar em 2016 já deveriam ter sido entregues ou pelo menos o quanto antes.
Esta situação prefigura a necessidade urgente de  até meados do próximo ano a França conseguir um contrato para fornecimento imedeiato de aviões que depois seriam equipados conforme o cliente quisesse.
O Rafale é o avião que neste momento preenche os desejos da França para atingir esse desiderato. Há alguns clientes em carteira, digamos, mas as necessidades face aos orçamentos de defesa que sofrem grandes cortes com as crises instaladas nas economias ocidentais, adensa a necessidade de vender para faturar e compensar o emagrecimento orçamental.

Fonte: DID
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

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