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terça-feira, 26 de março de 2019

MARROCOS AVANÇA PARA F-16V [M2030 - 17/2019]

F-16C Bloco 52 da Real Força Aérea de Marrocos


O Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda de 25 F-16C/D Bloco 72, bem como a actualização de 23 células existentes para o mesmo padrão, também designado F-16V.

Os caças novos e respectivo equipamento associado estão avaliados em 3790M USD, enquanto os kits de upgrade somam um total de 985M USD.

O Governo de Marrocos requisitou 25 Lockheed Martin F-16C/D Bloco 72, 29 motores Pratt & Whitney F100-229 , 26 radares APG-83 AESA, 26 computadores de missão modulares, 26 sistemas d einformação link 16, 26 sistemas de navegação GPS Grumman LN260 e 40 capacetes JHMCS, entre outros sub-sistemas.
O armamento incluído na encomenda contempla ainda 30 canhões General Dynamics M61 Al Vulcan 20mm; 40 mísseis AMRAAM Raytheon AIM-120C-7; 60 bombas de pequeno diâmetro Boeing GBU-39/B; 12 bombas General Dynamics MK82, além de 26 targeting pods Lockheed Martin AN/AAQ-33 Sniper.

O pacote para upgrade da frota existente inclui o mesmo número de sistemas, e ainda 26 sistemas de gestão de guerra electrónica Harris AN/ALQ-213, 26 sistemas AIFF e 26 sistemas de auto-protecção electrónica AN/ALQ-211.

Marrocos terá ainda requisitado seis pods de reconhecimento DB-110 de aplicação na estação ventral da fuselagem.

"Esta proposta de venda irá contribuir para a política externa e segurança nacional dos EUA, ao ajudar a melhorar a segurança de um aliado maior não-NATO, que continua a ser uma importante força de estabilidade no Norte de África" pode ler-se no memorando do Departamento de Estado.
"A venda proposta contribuirá para as capacidades de auto-defesa de Marrocos. A compra irá aumentar a interoperabilidade com os EUA e melhorar a capacidade de Marrocos integrar operações conjuntas, tal como sucedeu em missões contra o ISIS no Iraque e Síria".

A Real Força Aérea de Marrocos opera actualmente 15 F-16C e 8 F-16D Bloco 52, tendo perdido um F-16C a 10 de Maio de 2015 em combate no Iemen.



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

IRST JÁ VOA NO F/A-18 (M1431 - 49PM/2014)

O pod IRST no suporte ventral do F/A-18F para o primeiro voo     Foto: US Navy

A Marinha dos EUA (US Navy) testou pela primeira vez no dia 11 de fevereiro passado, na base aérea de Edwards, o sistema Infrared Search and Track (IRST) num Boeing F/A-18 Super Hornet, que permitirá encontrar alvos difíceis de detetar a longas distâncias ou debaixo de intensas contramedidas eletrónicas, através do seguimento de fontes de calor.

A Boeing e a Lockheed Martin estão a desenvolver e integrar o IRST, uma modernização essencial para as capacidades de combate dos Super Hornet da US Navy.

"Adicionar um sistem de infravermelhos avançado ao Super Hornet alarga consideravelmente as capacidades de combate da Marinha" disse o Cap. Frank Morley, gestor do Programa F/A-18. "Combinado com o radar avançado (NR: AESA) do Super Hornet e as capacidades eletrónicas de empastelamento de radar do Growler, o IRST permitirá à frota dominar os céus em todos os ambientes".

"Continuamos a desenvolver a aeronave (F/A-18) para bater futuros adversários" disse Tim Adrian, gestor do programa IRST para o F/A-18. "Quando o radar não é uma opção, esta modernização permite ao operador localizar alvos e lançar a arma mais adequada à missão".

O IRST está a ser desenvolvido através dum contrato de 135M USD assinado em 2011, estando atualmente prevista a sua utilização operacional para 2017. A tecnologia foi primeiramente testada no avião King Air de testes da Boeing, o que permitiu reduzir custos e avançar a tecnologia antes da instalação no Super Hornet.

O King Air de testes da Boeing    Foto:Boeing

"O sucesso deste primeiro voo e dos voos de testes anteriores realça a maturidade da próxima geração de sistemas IRST, que a Lockheed Martin e a Boeing fornecem agora à US Navy, para apoiar os objetivos dos Grupos de Combate de Porta-aviões" disse a propósito Ken Fuhr diretor de programas de asas fixa da Lockheed Martin Missiles and Fire Control.

Fonte: Boeing
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ARGENTINA PROCURA KFIRs EM ISRAEL (M1385 - 20PM/2014)

IAI Kfir C10 da FA Colombiana    Foto:USAF

Com o negócio para a aquisição de Mirage F1M espanhóis dado como cancelado, a Argentina está atualmente a negociar com Israel a compra de18 Kfir Bloco 60.

Esta última atualização do caça envolve revisão total do motor General Electric J79, o reequipamento do aparelho com o novo radar AESA da Elta Systems EL/M-2052 e novos aviónicos incluindo ecrãs multi-funções (MFDs).

Segundo o site infodefensa.com o negócio rondará os 500M USD, com a entrega imediata de seis aeronaves e montagem das restantes doze na Argentina, com transferência de tecnologia. E é esta segunda parte do negócio que está a levantar algumas dúvidas, quanto à capacidade da Fábrica Argentina de Aviones para realizar as modificações necessárias.

Entretanto, Londres já fez chegar a Tel-Aviv as suas preocupações com o território insular das Falklands/Malvinas, reclamado pela Argentina à longos anos. O Ministério da Defesa britânico terá por isso exigido saber em detalhe a eletrónica com que serão fornecidos os caças.
A exploração de petróleo nas Falklands/Malvinas, veio aguçar ainda mais as pretensões argentinas e as preocupações britânicas.











SINGAPURA MODERNIZA F-16 (M1383 - 18PM/2014)

F-16C/D da FA de Singapura     Foto: RFA Australiana


Os detalhes fornecidos pela Agência de Cooperação para a Defesa e Segurança (DSCA) sobre o pedido oficial de Singapura para a modernização da sua frota de F-16C/D Bloco 52, permitem trazer mais luz sobre o contrato de quase 2500M USD, deixando no entanto ainda algumas dúvidas.

As modernizações incluídas permitirão levar as 60 células para o standard F-16V, a um custo de 40,5M USD por aeronave, o que significa cerca de 2/3 do preço de F-16E/F Bloco 60 novos.
Os trabalhos e melhoramentos incluem:
-70 radares AESA (não definidos)
-70 capacetes JHMCS
-70 sistemas GPS/Inércia LN-260 
-70 AIFF APX-125
-1 interface AIS para atualizações de software
-1 CPNIs
-Remodelação de infraestruturas
-voos de experiência na nova configuração; voos de entrega; JMPS; computadores modulares  de missão; MFDs, rádios; comunicações seguras; gravadores de vídeo; manutenção de software; manutenção reparação e devolução de peças; equipamento de apoio; sobressalentes, equipamento de testes; equipamento de suporte a motores; publicações e documentação técnica; equipamento de treino e treino de pessoal.

Dentro do mesmo pedido encontra-se ainda um pacote de armamento de teste:
-3 AIM-9X Bloco II Captive Air Training Missiles
-3 TGM-65G Maverick para teste e integraçaão
-4 GBU-50  para teste e integração (de 2000 lb guiadas por laser)
-5 GBU-38 JDAM para teste e integração (de 500 lb guiadas por GPS)
-3 CBU-105 (D-4)/B para teste e integração (anti-carro guiadas por GPS)
-4GBU-49 Paveway para teste e integração (de 500 lb guiadas por GPS/laser)
-2 DSU-38 buscadores de laser para teste e integração
-6 GBU-12 Paveway II unidades de controlo (usadas em bombas  de 500 lb guiadas por laser)

As entidades executantes não são mencionadas, pelo que ainda estarão por escolher por Singapura. Em termos de prioridades, o estado da frota de F-16 e respetivas modernizações, significam que o país não está "com especial urgência" de tomar uma decisão relativamente ao F-35, segundo declarou o ministro da Defesa, apesar da aeronave de 5ª Geração estar em "séria consideração".

Fonte: Defense Industry
Tradução: Pássaro de Ferro
 

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