Mostrar mensagens com a etiqueta BA6 - Montijo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BA6 - Montijo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de março de 2018

AS BROCHURAS [I] - (M1954 - 14/2018)


Há umas décadas, umas três, mais coisa menos coisa, quando a Internet era uma espécie de quimera ou, quando muito, não passava de assunto sussurrado dirigido a "uma rede secreta desenvolvida pelos americanos para as suas forças armadas", possuir uma brochura sobre aviões era algo demasiado precioso para sequer pensar em outra coisa.
Não me lembro bem as circunstâncias em que esta brochura me chegou às mãos, mas sei que trinta e tal anos depois, ela continua nas minhas mãos, num estado de conservação que, não sendo o melhor, ainda não a compromete.
A imagem ilustra a primeira de várias páginas dedicadas às aeronaves que - na altura - estavam baseadas na Base Aérea nº6, no Montijo., no caso, a lendária 301 - Jaguares, equipada na altura com os vetustos e veneráveis Fiat G-91 R3.
É, portanto, uma brochura, com boas fotografias, agrafadas ao centro. Fotografias as cores que fizeram as minhas delícias durante uma série de anos.
No presente, dada a banalização no acesso a tudo e a mais alguma coisa e à sua respetiva democratização, com tudo o que de bom e mau o conceito ou conceitos acarretam, estas brochuras parecem obra do século passado - e em bom rigor, são... -, onde tudo era mais lento, onde as coisas aconteciam mais devagar, quando olhávamos mais e melhor para elas, porque era difícil lá chegar e o olhar era direto, sem intermediários. Atacava os sentidos!
Agora passamos os olhos, não raras vezes através de um dispositivo que apontamos para tudo o que mexe e não mexe, que guardamos num virtual zelo de bytes e para onde, manifestamente, parecemos não olhar com olhos de ver.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

65 ANOS DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA- BA6 ABERTA (M1905 - 42/2017)


No passado dia 25 de junho, iniciou-se a já habitual abertura das bases aéreas à população, inseridas nas comemorações de mais um aniversário - o 65º - da arma aérea nacional portuguesa.
Coube à Base Aérea nº6, no Montijo a honra de ser a primeira a abrir as suas portas.
A exposição estática de aeronaves, atividades das especialidades, aeromodelismo e uns quantos (poucos) voos das aeronaves baseadas naquela unidade, animaram o dia.
Ficam alguns registos captados pelo Paulo Fernandes, "enviado especial" do Pássaro de Ferro ao evento.
EH101 Merlin

C-130H ainda com marcas visíveis da sua passagem pelo Mali.

O C-130H que, ao que tudo indica, será substituído pelo KC-390...

A sempre presente EHM e os seus Lynx MK95.

O "Bisonte".

C295 à vertical.

Ver aviões. Estar perto deles...

Aeromodelismo. A aviação é uma paixão fiel, quase canina!

Passagem de um C-130H da Esquadra 501.

 Fotos: Paulo "Oneshootland" Fernandes
Edição: Pássaro de Ferro

domingo, 27 de novembro de 2016

MISSÃO PORTUGUESA DE NOVO NO MALI (M1863 - 43/2016)


Descolou, no dia 27 de novembro de 2016, da Base Aérea N.º 6, no Montijo, uma aeronave C-130H com um conjunto de militares da Força Aérea e do Exército, rumo ao Mali.
Os familiares e amigos puderam despedir-se dos militares que partiram e que vão passar o Natal fora de Portugal e longe dos seus. 


A cerimónia de despedida foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares do Estado Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), Vice-Almirante Fernando Pires da Cunha, e contou também com a presença do Comandante Aéreo, Tenente-General
Joaquim Borrego, bem como de outras altas entidades militares.


O contingente que partiu hoje constitui o grosso das tropas que vão cumprir a missão MINUSMA naquele país africano, sob a égide da Organização das Nações Unidas.
Nos últimos dias já tinham descolado outros dois grupos de militares, que constituíram o grupo avançado. No voo de hoje seguiu ainda uma equipa médica da Força Aérea, que voltará ainda este domingo e que é responsável por acompanhar e fazer regressar um militar português que adoeceu no terreno.



A missão prolongar-se-á por seis meses, sendo composta por cerca de 60 militares (que serão sucessivamente rendidos) e uma aeronave C-130H, da Esquadra 501 – “Bisontes”.



O destacamento fica enquadrado no contexto de Força Nacional Destacada na dependência do EMGFA.
Texto e imagens: FAP

sexta-feira, 20 de março de 2015

ELEFANTES - 60 ANOS - Pintura comemorativa II (M1811 - 15AL/2015)

Para além do Miguel Garrana Amaral, criador da pintura, um conjunto de militares da BA6 contribuiu para este notável trabalho, nomeadamente o 2º Sargento Margaça, o 2º Sargento Galvão e o Sargento Ajudante Alexandre, bem como a toda a Esquadra de Estruturas da EMMA, da Base Aérea nº 6.












O Pássaro de Ferro agradece, uma vez mais, ao Miguel Garrana Amaral, autor da pintura,  a cedência para publicação, destas imagens.

ELEFANTES - 60 ANOS - Pintura comemorativa I (M1810 - 14AL/2015)

Publicamos três imagens do "making of" na pintuta do C295 16705, comemorativa dos 60 anos da Esquadra 502 - Elefantes.
A cerimónia de apresentação da pintura comemorativa nesta aeronave decorre neste momento, na BA6 - Montijo.
Cortesia do seu autor, Miguel Garrana Amaral, a quem o Pássaro de Ferro agradece.
Mais logo, apresentaremos mais.




quarta-feira, 19 de março de 2014

ELEFANTES COM FLARES (M1479 - 94PM/2014)

Foto: Esq. 502
Foto: Esq. 502
Foto: Esq. 502

Guerra Electrónica (G.E.) - "É o conjunto de ações que compreende a utilização da energia eletromagnética para destruir, neutralizar ou reduzir a capacidade de combate do inimigo; tirar proveito do uso do espectro electromagnético pelo inimigo; e assegurar o emprego eficiente das emissões eletromagnéticas próprias."

Foto: Esq. 502
Foto: Esq. 502

Os C295M da Esquadra 502 - Elefantes estão equipados com diversos sistemas de proteção electromagnética, como RWR (Radar Warning Receiver)  para alerta de iluminação da aeronave por radares inimigos; MWS (Missile Warning System) para detecção de mísseis activos contra a aeronave; CMDS (Countermeasures Dispense System) que consiste na ejecção de Chaffs e Flares para protecção directa da aeronave contra mísseis com guiamento radar e infravermelho; e ECM (Electronic Countermeasures) que permite “bloquear” os radares das aeronaves e dos próprios mísseis, aumentando as probabilidades de sobrevivência.

C295M da Esq.502 equipado com pod ECM sob a asa

Com um espetro alargado de missões, aqueles em que a G.E. tem mais expressão são o Transporte Aéreo Tático e a Vigilância e Reconhecimento. Estas funcionalidades enquadram-se na realidade actual respondendo às necessidades de segurança em tempo de paz no que diz respeito ao combate ao terrorismo e crime organizado, através da cooperação e coordenação com outras entidades, civis ou militares.

Fonte: Esquadra 502
Adaptação: Pássaro de Ferro


domingo, 2 de março de 2014

RARIDADES DO A-7P (M1451 - 27AL/2014)

Partilhamos com os leitores do Pássaro de Ferro, algumas fotografias raras dos míticos A-7P ainda em operação.
Foram encontradas na rede social "Facebook", sendo que algumas delas estão com autor referenciado, outras não, embora indiquemos quem as partilhou.




Nesta série, vemos o A-7P 5503 e o TA-7P 5549, numa visita à Alemanha, antiga RFA - algures na segunda metade  da década de oitenta. Crédito nas imagens.



O A-7P 15524 - que se encontra presentemente junto à Porta d'Armas da BA5 e o TA-7P 15546. Fotos partilhadas por Renato Gomes.



Nesta série de fotos, podemos ver dois A-7P em passagem pela BA6 - Montijo, onde também se vislumbram diversos Fiat G-91, alguns ainda com o esquema de pintura em tons de cinza. Fotos partilhadas por Renato Gomes.

ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>