segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Pássaro de Natal...
terça-feira, 25 de dezembro de 2007 às 09:05
Caí ao chão, onde ainda me encontro, fiquei sem palavras.
Finalmente, um emblema de piloto de A-7P!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
O HOMEM DO FALCÃO
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007 às 12:15
Tarde, mas ainda assim lhe presto a minha homenagem, pela dedicação que entrega à causa do ar e dos aviões, ele que tem a suprema sorte de neles voar, rasgar o céu, subir mais alto, descer, raspar o chão, o mar e as coisas cá de baixo...
Nós, de pés assentes em terra, quando muito invejamos a sorte dele.
Mesmo assim, sobra muita, talvez toda a admiração.
Kiak!
sábado, 15 de dezembro de 2007
A-7P SEMPRE - Linha da Frente 304, Agosto 1989
sábado, 15 de dezembro de 2007 às 18:15
Foram por mim obtidas em 26 de Agosto de 1989, de manhã, junto da actual Porta d'Armas da Base Aérea nº 5, num local que na altura tinha uns pinheiros e dava escancarado para grande parte da então placa da Esquadra 304 - Magníficos, numa viagem que eu e o Paulo Mata (a quem agradeço o scanning das fotos) fazíamos rumo à Nazaré.
Pelos 7 aviões alinhados na placa, auguravam-se bons movimentos por aquela altura.
Para os curiosos (e há-os) e porque as fotografias não o permitem perceber, aqui ficam as matrículas que metodicamente registámos nas nossas agendas:
5544, 5514, 5503, 5521, 5520, 5516 e 5523.
A "clandestinidade" da fotografia percebe-se pela pressa que não permitiu ao fotógrafo tornear a presença da vedação, mesmo que a objectiva da máquina fotográfica permitisse encaixá-la num buraco da rede e assim limpar a imagem... Tudo para que não fosse aparecer por ali e como bem disse o Paulo Mata, um 'circunspecto Polícia Aéreo' a fazer as perguntas costumeiras!...
A história do A-7P também de faz assim!
-
Adenda: Aqui ao lado, 36 segundos de "Rolling F-16´s..."
domingo, 9 de dezembro de 2007
OS GUARDAS DO CÉU
domingo, 9 de dezembro de 2007 às 18:15
Conheço pessoas que questionam e zombam da importância desta missão.
Para lhes explicar a sua real importância, estabeleço a comparação com as patrulhas da polícia, aquelas que, apenas por as vermos, nos transmitem a "sensação" de que há alguém a zelar pela segurança dos espaços públicos das nossas aldeias, vilas ou cidades.
No céu, é a mesma coisa.
A segurança aérea, sobretudo no pós 11 de Setembro é vital para a nossa segurança comum...
Alguns desses cépticos, perante esta evidência, refugiam-se ou no silêncio anuente ou duvidam de novo, alegando que não é por haver patrulhas policiais que o crime desaparece ou a segurança se faz sentir...
Concordo. A omnipresença ainda pertence ao domínio metafisico, mas o facto de sabermos que a guardar os céu está alguém pronto a enfrentar todas as ameaças, já nos faz sentir, nem que seja um pouquinho só, mais seguros...
Adenda 1: Aqui ao lado, na janela vídeo, podem ver um "teste" de 11 segundos...
Adenda 2: Adicionado o blogue Medic17 - Divagações de um Piloto de Helicópteros, impressivamente escrito na primeira pessoa!
sábado, 1 de dezembro de 2007
PARA QUE OUTROS VIVAM - 2
sábado, 1 de dezembro de 2007 às 22:45
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Pássaro metálico, mas não de ferro...
segunda-feira, 26 de novembro de 2007 às 01:04

Falemos agora da mulher que é mais dedicada como obreira e, numa segunda fase é a mais delicada e consiste em encher, com o auxílio de uma simples pinça, os espaços deixados vazios na armadura, com os fios de ouro adelgaçados até à espessura de um cabelo, fios que a filigraneira (enchedeira) hábil e paciente enrola em "esses" e em espirais, a que chamam de rodilhões ou crespos.
Procede-se finalmente à fixação dos diversos elementos até então apenas ajustados, soldando-os sobre um carvão ou na piruca ou aranhola. Depois é já a fase de acabamentos, recozer, limpar, corar, brunir - e decoração da peça. »
Aqui há dias vi concluir um trabalho de largos meses (as primeiras peças são sempre assim), de um filigranista que, quis o acaso, é irmão de um amigo destas andanças dos aviões, que conheci no meio do vicio do plástico, mas que tem também dos ditos pássaros de ferro. Gondomar não é só terra de nabos, é a terra por excelência de uma das nobres artes que, como tudo o resto, parece estar a cair em desuso em face do "compro tudo feito", Made in China. O mercado da ourivesaria dita outras leis, e os bons artesãos, gente de outra fibra, criados em gerações que só parecem existir na memória de alguns, apenas encontram trabalho nesta área como complemento a outra actividade profissional qualquer. Ainda assim, mantem-se fieis ao saber de experiência feito de muitos anos a dar vida a obras de arte apartir de materias que ao pincípio nada parecem ser nobres, mas que no final nos deixam de rastos de tão belos que são.
Há alguns anos atrás eu e outros amigos, e também o aludido irmão, fizemos pressão meses a fio, se calhar até mais que isso, para conseguir que o Sr. Joaquim Santos, que é de quem estamos a falar, produzisse uma peça para uma ocasião especial de uma das associações de que sou membro, a AEFA. Muita pressão e entusiasmo depois ele lá deu por concluida a sua obra, um T-6 á escala 1/100 (aproximadamente), que era um regalo para os olhos e serviu de forma soberba o propósito da homenagem que queriamos fazer.
Muito tempo passou até que conseguissemos igual proeza, mas desta feita um Lockheed T-33A, que foi há pouco dias ofertado também ele a um amigo.
Aqui vos trago essa peça, também ela de rara beleza, na mais pura tradição da filigrana gondomarense.


sexta-feira, 23 de novembro de 2007
PARA QUE OUTROS VIVAM
sexta-feira, 23 de novembro de 2007 às 16:25
É o título de uma grande reportagem da TSF que irá para o ar, hoje depois das notícias das 19h.terça-feira, 20 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
MONTE REAL - JULHO DE 1988, A OUTRA METADE DA ESTÓRIA
sábado, 17 de novembro de 2007 às 17:19


Terei assim que corrigir vários pontos na referida estória, começando por reenquadrá-la no dia 5 de Setembro de 1988 e não em Julho como mencionado. Merece-me ainda reparo o facto de termos realmente chegado a ver A-7s no ar, embora isso tenha acontecido enquanto percorríamos os tais
O terceiro reparo tem a ver com o Mirage belga que estava estacionado na placa da 304 e do qual vimos a substituição de motor, que era um Mirage 5 e não um Mirage III, conforme mencionado.
Recordo-me da especulação que movemos à volta da presença do dito Mirage, pelo facto da sua camuflagem ser perfeitamente idêntica à dos nossos A-7: que era um destacamento para ficar em Portugal e por isso aquela camuflagem, que teria tido uma emergência no ar e sido obrigado a aterrar em LPMR, etc. Nunca o chegámos a saber mas o mais certo é que tenha sido um avião que não teria regressado à Bélgica de um squadron exchange, devido à avaria.
Sei também que comprei na Figueira da Foz da parte da manhã, um kitt de um T-33 à escala 1/72, que ainda hoje possuo.
Estas correcções foram possíveis porque ao contrário do nosso comandante do Pássaro eu pude fazer batota e não me socorrer apenas da minha memória. As correcções vieram de uma agenda onde já na altura apontava os acontecimentos aeronáuticos que visualizava, numa espécie de génese de spotting. Embora por aqueles dias estivesse longe de saber o que isso era.
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Jose Matos







