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quinta-feira, 20 de junho de 2013

C-130J SUL COREANOS COM NOVAS CORES (M1047 - 174/PM2013)


C-130J Super Hercules da ROKAF     Foto:Andrew McMurtrie/Lockheed Martin

O primeiro C-130J Super Hercules da Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) estreou recentemente o novo esquema oficial de pintura de camuflagem tricolor, quando saiu para a luz do dia, da unidade de produção da Lockheed. 
O C-130J (número de série 5730)  começa agora a fase de testes de voo, estando prevista a sua entrega para 2014. 
A ROKAF é um operador da família Hercules desde 1988, quando adquiriu 12 C-130H, que estão também em fase de modernização até 2016. 
Tem atualmente quatro C-130J encomendados, sendo um dos quais, a unidade agora apresentada.


Fonte: Lockheed Martin
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

EXERCÍCIO TEAM SPIRIT 81-91 (M721 - 91PM/2012)

Durante os anos da Guerra Fria, uma das preocupações estratégicas era a de poder operar com meios aéreos, em caso de destruição das bases fixas.
Aeronaves foram desenhadas de modo a poder operar a partir de pistas mal preparadas ou trechos de estrada, sendo o expoente máximo o Harrier britânico, mas também aeronaves como o A-10 americano, ou o Viggen sueco, entre muitas outras propulsionadas a hélice.
O exercício Team Spirit levado a cabo entre 1981 e 1991 na Coreia do Sul, foi talvez o expoente máximo desta doutrina, proporcionando imagens que, descontextualizadas poderão ter tanto de inaudito como de bizarro.

Em 1981 F-4 Phantom II americanos e coreanos, F-15 da USAF e um OV-10 Bronco


Os F-15 também possuem características que lhes permitem operar em auto-estradas

Para o A-10 foi um requisito de produção a operação em pistas não preparadas

"Cleared to take-off"

"Apron alpha"

Vista aérea do "aeroporto"

Municiamento do famoso canhão do A-10 o GAU-8 Avenger

Os OV-10 Bronco na época totalmente operacionais

Um C-130 durante largada de carga LAPES atualmente em desuso

Um A-10 no runway "19"

Os mirones apreciam o momento

Mais um C-130 a fazer-se à SCUT

Um F-5F da casa também não tem medo das portagens...


Fotos: Autor(es) desconhecido(s)
Fonte: http://blog.daum.net/lcs5801/8739163

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

F-16 COM "V" DE VIPER (M601-14PM/2012)


Foto: Lockheed Martin

A Lockheed Martin revelou ao mundo no Airshow de Singapura uma nova versão do F-16. O F-16V irá incorporar novidades como um radar AESA (Active Electronically Scanned Array), computador de missão atualizado e melhoramentos no cockpit. Melhorias sugeridas pela US Air Force (USAF) e por vários clientes à volta do globo. Com quase 4500 F-16 produzidos, este afigura-se como um passo natural na evolução do caça de 4ª geração mais bem-sucedido do mundo. 
O Programa Fighting Falcon tem vindo a evoluir continuamente desde os primeiros F-16A/B, mais tarde com os F-16C/D e depois os caças de Bloco 60, à medida que as exigências dos clientes foram mudando.

Os radares AESA oferecem melhorias operacionais significativas e a Lockheed Martin desenvolveu uma solução inovadora para reequipar a preços acessíveis os F-16 existentes. 
A configuração F-16V é uma opção para aviões de nova produção, mas os elementos do upgrade vão estar também disponíveis para a maior parte dos modelos de produção anteriores. 
A designação "V" foi tomada a partir de "Viper", o nome apócrifo pelo qual o F-16 sempre foi conhecido entre os pilotos desde os primeiros dias.

"Acreditamos que o F-16V irá satisfazer as necessidades emergentes dos nosso clientes e prepará-los para uma melhor interoperação com os caças de 5ª Geração, como o F-22 e o F-35" referiu George Standridge, vice presidente da Lockheed Martin para o desenvolvimento de negócios.

O F-16 está atualmente em utilização em 26 países e o Programa tem-se caracterizado por uma cooperação  internacional sem precedentes entre governos, forças aéreas e indústria aeroespacial.

Para já os clientes desta nova versão, que não deverá diferir muito dos modelos Bloco 60, serão a Coreia do Sul e a USAF, que pretende modernizar entre 300 a 350 F-16C, devido às demoras previstas para a total operacionalidade do F-35, que obrigarão a frota F-16 a voar por alguns anos mais.




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