Mostrar mensagens com a etiqueta python. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta python. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

BÉLGICA ESCOLHE AIM-9X (M1196 - 286PM/2013)


Lançamento de AIM-9X por um F-16    Foto:Raytheon

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa do EUA anunciou o pedido fromal por parte da Bélgica, para a aquisição de 40 mísseis de largo ângulo de disparo AIM-9X-2 Sidewinder Bloco II, 36 mísseis de treino aéreo CATM-9X-2 Bloco II , 2 unidades de direcionamento CATM-9X-2, 10 unidades táticas de direcionamento AIM-9X-2 Bloco II, 4 mísseis de treino aéreo inertes, contentores, equipamento de teste e manutenção, sobressalentes e peças para reparações, treino e equipamento de pessoal, publicações e informação técnica e apoio do fabricante e Governo dos EUA.
O custo estimado é de 68 M USD.

A Componente Aérea Belga coopera com a Real Força Aérea Neerlandesa, que opera igualmente F-16 MLU em que serão usados os mísseis e tem também uma encomenda de AIM-9X-2 encaminhada. Ainda assim, um futuro contrato, necessitará de algum nível de apoio por parte do fabricante e do Governo americano. 

O pedido agora efetuado, vem aparentemente colocar um ponto final na discussão acerca do míssil ar-ar de curto alcance de nova geração a adquirir pelo país, aliás em situação semelhante à de muitas outras forças aéreas europeias, há já vários anos indecisas na escolha.


AIM-9X  montado num F/A-18     Foto: Raytheon

O AIM-9X Bloco II fabricado pela Raytheon, teria tornado o Top Gun num filme muito curto. É o míssil ar-ar de curto alcance americano mais evoluído, capaz de usar datalink, com manobrabilidade por controlo de vetorização de impulso e um sistema de busca de infra-vermelhos avançado, capaz de atingir alvos atrás da plataforma de lançamento. Além disso e ao contrário das anteriores versões, o AIM-9X pode ser usado contra alvos no solo. 
Até ao momento, apenas aeronaves de fabrico americano podem usar o modelo (F-15, F-16 e F/A-18), o que não tem impedido ainda assim, uma grande quantidade de pedidos de exportação, especialmente vindos do Médio Oriente.

A ser bem sucedido o negócio, a Bélgica tornar-se-á o 16º operador do AIM-9X, já em uso nos EUA, Austrália, Dinamarca, Finlândia, Polónia, Arábia Saudita, Marrocos, Singapura, Coreia do Sul, Suíça e Turquia e com encomendas de mais quatro países.

Os  principais concorrentes do AIM-9X no mercado mundial são o AIM-132 ASRAAM da britânica MBDA, o Python 5 da israelita Rafael, o multinacional IRIS-T e o russo R73/AA-11 Archer.

Fonte: Defense Industry Daily
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

sábado, 13 de outubro de 2012

"UAV DOWN"... À SEGUNDA (M728 - 94PM/2012)

Imagem do abate de um VANT sobre Israel a 6 de outubro de 2012      Foto: IDF/AP

Segundo notícias divulgadas pelo jornal "Times of Israel", o abate do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT ou UAV) detetado a sobrevoar espaço aéreo israelita, não foi o sucesso previamente anunciado.
Além de ter voado durante cerca de 30 minutos enquanto os caças o tentavam detetar, o primeiro míssil disparado não foi bem sucedido, tendo sido necessário um segundo para finalmente destruir a aeronave.
O VANT foi primeiramente detetado pelo sistema de defesa aérea israelita, provindo do Mar Mediterrâneo, tendo sido enviados dois F-16 de alerta para o intercetar. Após conseguir aquisição do alvo, o piloto disparou um Python 5, considerado atualmente o míssil ar-ar mais avançado do arsenal israelita. Apenas um segundo míssil no entanto, atingiria o alvo.
Acerca do assunto, um oficial da Força Aérea Israelita, comentou serem os VANTs alvos muito pequenos e por isso difíceis de atingir com precisão todas as vezes, mesmo com sistemas de defesa aérea avançados. Esta não é a primeira vez que drones são detetados a voar sobre Israel, tendo o Hezbollah lançado vários no passado, mas foi no entanto o primeiro a não ser abatido à primeira tentativa.
O Irão reclamou ter o VANT captado imagens das instalações nucleares israelitas em Dimona. Israel negou essa possibilidade, dada a natureza primitiva do drone, e por isso incapaz de efetuar transmissão de dados em tempo real. 
O Líbano é dado como sendo a origem mais provável do veículo.

 
Fonte: Times of Israel

ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>