Mostrar mensagens com a etiqueta meios aéreos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta meios aéreos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

PRIMEIRO BLACK HAWK PORTUGUÊS JÁ VOA - actualização com vídeo [M2426 - 58/2023]

Primeiro UH-60A Black Hawk destinado a Portugal      Foto: Arista via FAP

A Força Aérea Portuguesa divulgou a primeira imagem do futuro UH-60 Black Hawk que irá equipar aquele ramo das Forças Armadas.

Adquirido pelo Estado Português através da Arista Aviation Services, através de concurso público no ano de 2022, realizou ontem, 16 de agosto de 2023, o primeiro voo, no Aeroporto Municipal de Enterprise, no Alabama.

O voo, efetuado com uma tripulação da Arista Aviation Services (AAS), teve a duração aproximada de 30 minutos e foi o primeiro após o longo e complexo processo de recondicionamento e modernização do helicóptero, permitindo verificar o bom funcionamento dos seus principais sistemas.

A Força Aérea acrescentou ainda, na notícia que acompanhou a divulgação da imagem, que outros voos de experiência se seguirão, nos quais serão testados todos os sistemas e equipamentos do helicóptero por forma a garantir a aeronavegabilidade da aeronave. Estes testes antecedem o processo de aceitação que decorrerá durante o mês de setembro.

O aparelho, com o número de cauda 29801, é o primeiro de seis helicópteros UH-60 adquiridos pela Força Aérea Portuguesa à AAS, financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência, e que visam dotar o Estado Português de meios próprios para o combate aos incêndios rurais.

Já o segundo helicóptero, com o número de cauda 29802, encontra-se na fase final do processo de modificação e tem o seu primeiro voo agendado para o início de setembro.

Actualização 20/08/2023: Vídeo da Ace Aeronautics, empresa que instalou o painel de instrumentos Garmin G5000H nos Black Hawk portugueses




segunda-feira, 10 de julho de 2023

BLACK HAWKS E KOALAS EM SETEMBRO [M2420 - 52/2023]

UH-60A renovados pela Arista nos EUA       Foto de arquivo da Arista
Setembro promete ser mês de novidades nas frotas de helicópteros da Força Aérea Portuguesa. De acordo com declarações da ministra da Defesa, a disponibilização dos dois primeiros UH-60 Black Hawk, bem como dos dois novos AW119 Koala, estão aprazadas para o nono mês do calendário de 2023. 

Questionada em Comissão de Defesa Nacional em Junho pretérito, sobre os atrasos na entrega dos helicópteros, adquiridos ao abrigo do programa de dotação de meios próprios do Estado para o combate a incêndios florestais, Helena Carreiras revelou que a demora se deve aos "problemas que vivemos das cadeias logísticas". Relativamente aos Black Hawk, fez questão de frisar ainda, que o atraso na entrega dos mesmos não causou impacto no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), uma vez que não estava previsto integrarem o dispositivo de 2023.

Segundo a calendarização prevista, os Koala deveriam ter sido entregues ainda em 2022, depois de accionada a clausula de opção do contrato inicial em 2021, enquanto a chegada dos dois primeiros Black Hawk estava previsto acontecer durante o primeiro trimestre de 2023, segundo as condições do concurso de aquisição.

Os dois novos helicópteros ligeiros Koala juntar-se-ão assim aos cinco já em operação pela Esquadra 552, enquanto os Black Hawk, usados de médio porte, deverão previsivelmente integrar uma nova Esquadra de voo, a completar com mais quatro células fornecidas pela Arista dos EUA até 2025. De notar que o concurso destinado à aquisição dos restantes quatro helicópteros ligeiros no quadro acima, ficou sem propostas, não tendo sido adjudicada a sua compra, desde então.

No sentido inverso e durante a mesma sessão, Helena Carreiras foi ainda interpelada acerca da situação da frota Kamov ex-ANEPC e doada à Ucrânia, ao que a governante respondeu estar o processo de entrega pendente das autoridades ucranianas.




quarta-feira, 14 de abril de 2021

KAMOV DE COMBATE A INCÊNDIOS EM "DILIGÊNCIA TÉCNICA" [M2250 - 38/2021]

Kamov Ka-32 da então EMA

A frota Kamov Ka-32 que transitou da extinta Empresa de Meios Aérea (EMA), e que se encontra imobilizada desde 2018, está a ser objeto de uma "diligência técnica" por parte de representantes do fabricante.

A informação foi avançada pelo ministro da Administração Interna, durante a sessão de ontem, 13 de Abril de 2021, da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, em resposta a interpelação do deputado Duarte Marques do PSD, sobre o futuro da frota de helicópteros bombardeiros pesados de combate a incêndios, de origem russa.

Segundo palavras de Eduardo Cabrita, "desde 2018 que a responsabilidade do futuro dos Kamov pertence à Força Aérea"  e que "neste momento está a ser feita uma diligência técnica com a presença em Portugal dos representantes da empresa fabricante, (...) que foi solicitada pelo Ministério da Defesa Nacional".

Da frota de seis Kamov Ka-32 adquirida em 2006, um sofreu um acidente em 2012, dois foram submetidos a manutenção em 2015 não tendo regressado à operacionalidade, enquanto os restantes três ficaram imobilizados desde o início de 2018.

Ainda segundo Eduardo Cabrita, a aquisição de novos meios aéreos destinados ao combate a incêndios florestais anunciada a 4 de Março passado, é independente do destino dos Kamov.





quinta-feira, 4 de março de 2021

GOVERNO ANUNCIA AQUISIÇÃO DE 14 MEIOS AÉREOS PARA COMBATE A INCÊNDIOS [M2230 - 18/2021]

Avião bombardeiro pesado tipo "Canadair"

Em Conselho de Ministros de hoje, 4 de Março de 2021, presidido pelo Presidente da República, foi aprovado um conjunto de diplomas com vista à reforma do setor florestal, no quadro da valorização do território nacional, entre os quais está a aquisição de meios aéreos próprios do Estado, conforme pode ler-se no comunicado emitido:

"Resolução que aprova a aquisição de meios aéreos próprios e permanentes do Estado, incluindo 6 helicópteros ligeiros, 6 helicópteros bombardeiros médios e 2 aviões bombardeiros anfíbios pesados, e a locação dos meios aéreos para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para o período de 2023 a 2026. Por esta via, assegura-se a estabilização dos meios aéreos afetos ao dispositivo de meios aéreos de combate aos incêndios rurais, que passarão a assentar numa conjugação entre meios próprios e locados."

Segundo o ministro da Administração Interna Eduardo Cabrita, explicou no final da reunião, parte desta compra será feita com recurso à famosa “bazuca” europeia, num “investimento de 156 milhões de euros”. Os fundos virão na realidade do Plano de Recuperação e Resiliência (a "bazuca") que prevê 70 milhões de euros para financiar a capacidade aérea do combate aos incêndios e do REACT, outro programa europeu criado como resposta de emergência para a pandemia. Já os dois aviões Canadair, serão pagos com recurso ao mecanismo europeu de Proteção Civil que vai permitir financiar a compra destas aeronaves a 90%, segundo explicou Eduardo Cabrita.

Para o período até 2023, o ministro afirmou que está garantido o aluguer de 60 meios aéreos  “sem necessidade de contratos adicionais." 

Desde 2017 que a Força Aérea ficou definida pelo Governo, como a entidade a gerir os meios do Estado para o combate aos incêndios florestais.






ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>