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quinta-feira, 30 de julho de 2020

F-16 DE SPANGDAHLEM COM NOVA "ROUPA" [M2164 – 82/2020]


Fotos: Boris Hermand


Aparentemente indiferente às notícias recentes, que dão conta da retirada de todos os caças da USAF de território alemão, envolvidos no programa anunciado pelo Pentágono, de redução de até 12.000 militares estadunidenses de terras germânicas, foi possível ver o primeiro F-16 de Spangdahlem com a pintura Have Glass V.

Foto: Boris Hermand

Esta pintura, destinada a reduzir a assinatura radar das aeronaves, tem vindo a ser implementada nas frotas F-16 da USAF e ANG, à medida que as células vão sendo submetidas a manutenção profunda.

F-16C n/c 960080 em Monte Real, ainda com a pintura "clássica" dos F-16 da USAF, em Fevereiro de 2019

A célula F-16C n/c 960080, que enverga a marca do 480FS (Warhawks), que estiveram em Portugal nos dois últimos anos em destacamento de treino em Monte Real, foi a primeira a receber a nova pintura, realizada nas instalações da SABCA, em Charleroi, Bélgica.

Após a pintura Have Glass V em Charleroi, Bélgica, 30 de Julho de 2020   Foto: Boris Hermand

Segundo informação recente e ainda não confirmada oficialmente, os F-16 do 480 FS deverão abandonar Spangdhalem e ser relocalizados em Aviano, Itália, onde se juntarão aos das esquadras 510 FS e 555 FS locais.

Os F-16 MLU da Força Aérea Portuguesa utilizam também tinta Have Glass, sendo contudo de geração II.

O brilho característico da pintura Have Glass II visível no dorso destes dois F-16AM da FAP



Agradecimentos: Boris Hermand




terça-feira, 5 de maio de 2020

DOGFIGHTS SOBRE O MAR EGEU [M2132 - 50/2020]

Mirage 2000-5 Mk.2 da Força Aérea Helénica (Polemiki Aeroporia)

Um vídeo filmado através da mira (Head Up Display-HUD) de um caça grego Mirage 2000-5 a interceptar um F-16C turco, foi tornado público esta terça-feira 5 de Maio de 2020.



O incidente alegadamente ocorreu sobre o Mar Egeu no passado domingo 3 de Maio, e terá envolvido pelo menos outro Mirage grego e outro F-16 turco. É possível ouvir o piloto grego, que perseguia o F-16 turco, a dizer "apanhei-o" o que significa que terá bloqueado o F-16 adversário, como alvo no radar (lock-on). É ainda possível ouvir um segundo piloto grego a dizer "chegou outro". Depois do recontro, os caças turcos ter-se-ão evadido, voltando a leste, para fora do espaço aéreo grego.

Não foi entretanto, possível confirmar se nesta intercepção se trata dos mesmos F-16 turcos que perseguiram  o helicóptero NH90, que transportava o ministro da Defesa grego Nikolaos Panagiotopoulos e o chefe do Estado-Maior da Defesa Nacional, general Konstantinos Floros, após uma visita às ilhas Oinousses, Agathonissi and Farmakonissi, também no passado domingo.


Fotos captadas dentro do NH90 que transportava o min. Defesa e Chefe de Estado Maior gregos    (c) FA Helénica

Já esta terça-feira, dois caças turcos realizaram um voo não autorizado sobre esta cadeia de ilhas do leste do mar Egeu. Essa violação específica do espaço aéreo da Grécia, que foi registada às 10h27 de hoje, vem numa longa sequência de provocações da parte turca.

O número de violações do espaço aéreo grego por aeronaves turcas aumentou acentuadamente em 2019, de acordo com um relatório recente do Estado-Maior da Defesa Nacional Helénico: “O número de violações do espaço aéreo nacional grego por aviões militares turcos chegou a 4811 em 2019, o maior número em um ano civil desde 1987. Houve 384 "dogfights" entre caças gregos e turcos no ano passado, enquanto apenas 13 incidentes desse tipo ocorreram em 2010 ”, afirma o relatório.

A Turquia reclama soberania sobre várias pequenas ilhas do leste do mar Egeu desde 1996, tendo-se agravado as reclamações turcas desde que Erdogan ascendeu ao poder em Ancara.

Reportagem sobre o alerta da Força Aérea Helénica na ilha de Skyros

Apesar da base dos Mirage 2000 gregos ser em Tanagra, no continente, a Força Aérea Helénica tem alertas permanentes em bases avançadas nas ilhas de Skyfos (de onde descolaram para a intercepção de 3/5/2020) e Limnos, onde se vão revezando com destacamentos de outras Esquadras de F-16, na missão de Quick Reaction Alert (QRA). Dependendo do estado de alerta, o tempo de resposta de nestas ilhas pode baixar até aos 2 minutos, o que exige ter pilotos permanentemente dentro dos caças, com o motor em marcha.




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

QUATRO DÉCADAS DE ESQUADRA 347 - GRÉCIA (M1870 - 07/2017)



A Esquadra 347 - Perseu, da Força Aérea Helénica celebrou no passado dia 3 de Fevereiro de 2017, o seu 40º aniversário. Na cerimónia realizada para marcar o evento na base aérea de Nea Agchialou onde se encontra sedeada, estiveram presentes altas individualidades das Forças Armadas gregas e elementos integrantes da Esquadra, do passado e do presente.

Apresentação da pintura comemorativa no F-16C da Esq.347

Individualidades da FA Hellenica com um TA-7 anteriormente operado pela Esq. 347 em fundo

A comemoração incluiu ainda uma exibição estática de aeronaves e uma exposição fotográfica, tendo o ponto mais alto na apresentação de uma pintura comemorativa, na cauda e num dos depósitos de combustível externo, de um dos F-16 operados pela Esquadra 347.



Vídeo dos trabalhos de pintura do depósito externo:

347 SQN 40 years External Tank Painting from Hellenic Air Force on Vimeo.


A pintura congrega elementos gráficos relativos a Perseu, personagem da mitologia grega e símbolo da Esquadra.

A Esquadra 347 foi a primeira a receber o F-16C Bloco 50 na Força Aérea Helénica em 1997, tendo anteriormente operado o A-7H Corsair II a partir das bases aéreas de Souda e Larissa até 1992, quando foi temporariamente desactivada.

Vídeo com imagens históricas da Esquadra 347:


Fotos da exposição fotográfica:



Fotos: Esquadra 347


quarta-feira, 9 de julho de 2014

ISRAEL LANÇA OPERAÇÃO "PROTECTIVE EDGE" SOBRE GAZA (M1648 - 207PM/2014)

F-16C da esquadra "First Jet"           Foto: Guy Ashash

A Força Aérea Israelita (FAI) deu início no dia 7 de julho à Operação "Protective Edge", com vista a eliminar alvos "terroristas" na Faixa de Gaza. A operação foi despoletada pelo lançamento intenso de rockets contra comunidades israelitas no sul do país, incluindo Ashdod e Gan Yavne.

Este episódio próximo que despoletou a Operação Protective Edge, vem no seguimento de várias semanas de tensão na região, que incluíram o assassinato de três adolescentes israelitas.

Todas as bases aéreas israelitas estão por isso em alerta e "preparadas para uma intensa campanha na Faixa de Gaza, se for necessário", segundo se pode ler no site oficial da FAI.

Ataque a um alvo visto pelo sensor do caça    Imagem: FAI

Desde o início da operação, mais de 550 alvos foram atingidos na Faixa de Gaza, incluindo 31 túneis, 60 lançadores de rockets e 11 casas de membros relevantes do Hamas, alegadamente centros de comando do grupo. Ainda segundo a FAI, não foram atingidos civis nos ataques, tendo os alvos sido designados de modo calculado, anteriormente ao início da operação.

Foto: Guy Ashash
Início de mais uma missão em Ramat David       Foto: Guy Ashash

A maioria das esquadras da FAI têm estado envolvidas nas missões de ataque: "durante o último dia, a Esquadra cumpriu oito missões, incluindo o ataque a lançadores de mísseis, túneis, infraestruturas terroristas e também casas" disse o TenCor Oren, comandante da esquadra "First Jet" da base aérea de Ramat David, que opera F-16C/D. "No que nos diz respeito, apenas usámos uma fração das capacidades operacionais potenciais, e mediante ordens recebidas, somos capazes de aumentar a nossa atividade. A nossa missão é parar o lançamento de rockets para o Estado de Israel, pelo que dependemos da política ditada pelo Governo, em resposta ao outro lado".

Armamento visível nas asas deste F-16C da Esq. First Jet             Foto: Guy Ashash
Também a esquadra "Hornet" de helicópteros de combate da base aérea de Ramon, tomou parte nos ataques a alvos na Faixa de Gaza:"recebemos os alvos que já conhecíamos, pelo que pudemos planear os ataques da melhor maneira" explica o 1ºTen Nadav, piloto de Apache Longbow. "Além disso sabemos os pontos exatos no alvo que temos que atingir e é desse modo que temos conseguido evitar baixas civis".

Foto: Guy Ashash

Muita dessa informação é fornecida pelos VANT Heron-1, que estão a operar 24 horas por dia, 7 dias por semana, a partir da base aérea de Palmachim, identificando e verificando os alvos, antes e depois dos ataques.

Imagens divulgadas durante o dia de hoje pela transmissora palestiniana Marah FM, ainda que sem fonte nem data confirmada, mostram vítimas mortais e feridos civis, contrariando a versão israelita de que apenas alvos militares têm sido atingidos.


quinta-feira, 27 de março de 2014

NOVOS CAPACETES PARA PILOTOS DA ANG (M1498 - 110PM/2014)

O novo capacete HMIT em uso nos F-16 Bloco 30 da 177FW da ANG       Foto: 177FW

Para os pilotos, voar a 30.000 pés de altitude, a velocidades de mais de 1000 mph (1600 km/h), nem sempre é uma tarefa fácil. Mas para os pilotos de F-16 Bloco 30 da 177 FW da Air National Gurad (ANG), as suas fuções são agora cumpridas de modo mais eficiente, graças à nova tecnologia dos seus capacetes.

O Maj. Tom Still da 177 FW disse a propósito: "(O novo capacete) ajuda-nos. Acelera o processo quando estamos a voar as nossas missões."

O Helmet Mounted Integrated Targeting (HMIT) permite aos pilotos selecionar alvos no ar ou na superfície, apenas olhando através de um monóculo de vidro. O SMor Jason Gioconda explicou:"todas as imagens estão à frente deles (pilotos) todo o tempo".

As imagens projetadas no monóculo do HMIT      Foto: 177FW
"Antes, se eu visse um possível alvo e quisesse ter informação acerca, por exemplo, da altitude, velocidade, par ao conseguir saber, teria que manobrar o meu avião para o apontar ao alvo e ter informação do radar, o que demoraria sempre algum tempo. Agora, se eu vejo um alvo através do HMIT, basta "bloquear" o alvo o que é um processo bastante rápido" disse o Maj. Still.

O Maj. Still refere que tecnologia já está em uso na 177 FW há alguns meses. " Podemos voar com eles à noite, com os NVG (óculos de visão noturna), enquanto antes, com o anterior JHMCS não o poderíamos fazer. Por isso agora temos toda a informação no nosso visor, não só de dia, mas também de noite, o que é uma capacidade muito "fixe" de se possuir" explica o Maj. Still.

Fontes oficiais dizem que cerca de 30 pilotos estarão a usar esta nova tecnologia, que se diz custar 80.000 USD por unidade, assim que todos os F-16 sejam equipados com a tecnologia necessária para ligar os capacetes.

"Ainda estamos a meio da modernização, mas em breve todos os pilotos aqui em Atlantic City serão qualificados e estarão a usar o novo capacete diariamente." terminou Still.

Os pilotos da 177FW foram os primeiros de F-16 nos EUA a receber os novos capacetes comprados com as verbas aprovadas pelo Congresso, mas outras unidades se seguirão.



NBC40.net


Fonte: NBC40
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro

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