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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

SUECA SAAB VAI CO-PRODUZIR O BOEING T-7A RED HAWK - [M2092 – 10/2020]

Foto: Boeing

O gigante sueco vai participar na produção do novo jato de treino avançado para a USAF, ao abrigo de uma parceria com o construtor norte americano.
O trabalho de produção da Saab será realizado em West Lafayette, Indiana, nos Estados Unidos.
"Em pouco mais de um ano desde que assinamos o contrato de [desenvolvimento de engenharia e fabricação], estamos a iniciar a produção da nossa parte do jato T-7A", diz o executivo da Saab, Jonas Hjelm. E adianta: "Esta conquista é possível devido à grande colaboração entre a Saab e a Boeing, e é uma honra fazer parte desse programa para a Força Aérea dos Estados Unidos".
A Boeing ganhou um contrato de 9,2 biliões de dólares em setembro de 2018 para fornecer à USAF, 351 aeronaves T-7A, 46 simuladores e equipamento terrestre associado.
O motor que equipa estes aviões é o General Electric F-404.
Estas aeronaves e equipamento destinam-se a substituir a frota de Northrop T-38 Talon que, recorde-se, entrou ao serviço em 1961.

terça-feira, 1 de julho de 2014

BIRMÂNIA PODE SER O PRIMEIRO CLIENTE DO FS-1/JF-17 (M1635 - 75AL/2014)


«Myanmar (Birmânia) pode ser o primeiro comprador do caça sino-paquistanês que mais ninguém quer.
A Voz da Rússia cita o jornal Burma Times, que diz que há negociações entre a China e o Paquistão para a aquisição e montagem do caça sino-paquistanês FS-1 em Myanmar.
A confirmar-se, será a primeira vez que o Paquistão e a China conseguem vender o FS-1, fabricado pela companhia chinesa Chengdu Aircraft Corporation em cooperação com o Paquistão em finais dos 1990 e início dos 2000.
'Alguns peritos viram no FS-1 uma futura estrela do mercado mundial de armamentos e o coveiro do MiG-29. Porém, desde o momento da produção em série em 2007 e até hoje, este avião não conseguiu chamar a atenção de nenhum comprador, além do Paquistão, praticamente privado de qualquer opção'.
A Voz da Rússia diz que no passado vários países apareceram como possíveis compradores do FS-1, incluindo o Zimbabué, o Egito, o Azerbaijão ou o Sudão, mas que não foi assinado qualquer contrato.»


Fonte:TSF

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CHINÊS J-16 EM TESTES DE VOO (M1424 - 24AL/2014)

Imagem, de fraca qualidade, de um J-16 em vôo. Créditos na foto.

O caça chinês Shenyang J-16, uma espécie de sucedâneo do russo SU-30, entrou na sua fase de testes de voo, dando continuidade ao seu desenvolvimento, com vista a equipar a Força Aérea do país mais populoso do mundo.O Su- 30MKK é o primeiro verdadeiro caça-bombardeiro "multirole" na família Sukhoi Flanker . A China adquiriu um total de 100 exemplares do original russo entre 2001 e 2004, incluindo 24 aparelhos da variante MKK2 de raíz naval.
 A aeronave está equipada com contramedidas eletrónicas sofisticadas (ECM) e capacidade aumentada para aquisição de alvos e orientação das armas e, paralelamente, é capaz de operar uma ampla gama de armas ar -ar e ar -superfície .
O Su-30MKK/J-16 tem um raio de combate de 1.600 km sem necessidade de reabastecimento aéreo. Este é aumentado para 2.600 km com um reabastecimento, ou 3.500 km, com dois. Isso permite que a aeronave para atingir áreas cruciais para a geoestratégia chinesa.
 
Outra vantagem distintiva da aeronave é a sua capacidade C4ISR (Command, Control, Communications, Computers, Intelligence, Surveillance and Reconnaissance) sofisticado, que permite que a aeronave possa operar sozinha, ou como um posto de comando aéreo para outras aeronaves de combate - aliás dando sequência à forma como o Su-30 foi originalmente proposto para a Força Aérea Soviética.
O J-16 é apenas um exemplo mais da indústria chinesa de aviação militar, que se encontra em plena expansão, e que está a executar em simultâneo, pelo menos cinco ou seis programas de desenvolvimento de aeronaves de combate de 4ª e 5ª geração. 
Num mundo e num quadro económico em que os orçamentos militares estão a sofrer sucessivos cortes, este surto de desenvolvimento da indústria de armamento e aviação militar chinesa - que acompanha a "explosão do seu crescimento económico - contraria a restante tendência, apresentando-se, atualmente como incomparável, sob todos os aspetos.

Fonte: Defense News
Edição: PFerro/2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

RAFALE EM FORÇA NA ÍNDIA (M1354 - 100AL/2013)


Depois de goradas as expectativas no Brasil, o Rafale parece "vingar-se" na Índia onde se prepara para assumir grande parte das despesas na defesa aérea daquela nação.
Está portanto a Dassault Aviation, em preparação para o fornecimento de  126 caças Rafale à Índia. Estão em estudo as falhas/lacunas naquele sistema de defesa e o fornecimento dos caças Rafale visará, por isso, a sua colmatação, no sentido de dotar a Índia de um eficaz e fiável sistema de defesa aérea assente no Rafale e na sua capacidade multi task. O Ministério da Defesa da Índia e a Dassault estão em pleno processo negocial e não há ainda números relativos a este negócio.
No ano passado, (ver notícia) a Índia selecionou o Rafale, que eliminou cinco outros concorrentes após uma "luta" de cinco anos para a escolha de um novo caça para a arma aérea indiana..
Juntas, a HAL e a Dassault trabalharão para produzir na Índia um total de 108 caças. Os restantes 18 serão fornecidos diretamente da França.
Uma das contrapartidas deste acordo consiste na França atestar as capacidades da indústria aérea indiana e proporcionar, por isso, oportunidades de  negócios vantajosos para o governo indiano.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

MAIS UMA VIDA PARA O MÍTICO IAI KFIR (M1138 - 67AL/2013)


Um Kfir C10 da Força Aérea da Colômbia, que incorpora já algumas das valências previstas para o "Bloco 60". O C10 foi uma das revelações do Red Flag 2012. Créditos na imagem.

Foi recentemente revelado por um quadro da IAI - Israel Aeronautics Industry que estará em curso a operação para dar resposta a uma "encomenda não identificável" de um lote de caças-bombardeiros IAI KFIR, na versão "Block 60". O contrato começa por prever um protótipo e só então se seguirá a produção.
Esta modernização parte de células Kfir C7 , incluindo reforços e componentes que garantam a vida útil de 8.000 horas de voo ou 40 anos. O motor será o General Electric J79 - com zero horas e cuja primeira grande revisão foi fixada nas 1600 horas de operação, ou oito anos. O avião terá alguns melhoramentos aerodinâmicos, mantendo-se os canard's tradicionais, um pára-brisas inteiriço e a opção por uma sonda fixa para reabastecimento aéreo .
Quanto ao equipamento do "novo Kfir " confirma-se a implementação do radar multimodo AESA/Elta EL/M-2052, capaz de detectar simultaneamente alvos em ar-ar e ar-terra, com capacidade BVR (Beyond Visual Range) e capacidade para detetar e gerir até 64 alvos em simultâneo,  apresentandos num radar de qualidade de imagem fotográfica, múltiplos modos de mapeamento e capacidade de detecção mar. O bloco 60 possui três displays multifunções policromados AMLCD, o piloto usa um capacete com sistema de visão integrada, ambiente Link 16 e um sistema de protecção electrónica avançada fornecida.  
A capacidade de armamento consiste em armas ar -ar BVR Derby, mísseis de curto alcance Python 5, uma grande variedade de mísseis e bombas guiadas e o designador de alvos, o pod Litening AT.
No Red Flag 2012, os Kfir C10 da Colômbia tiveram um excelente desempenho, facto que gerou a curiosidade e interesse de vários países, que solicitaram informações sobre o IAI Kfir. Consta que o desempenho dos C10 colômbianos em missões ar -ar e ar-terra foi excelente, tendo obtido ótimos  resultados, superando outras aeronaves mais recente e dadas como mais capazes e avançadas. De acordo com a IAI, o Bloco 60 do Kfir fornece entre 80 e 120% dos recursos dos caças de terceira e quarta geração, mas com bastante menor custo.

Fonte: Várias
Edição: Pássaro de Ferro

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