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segunda-feira, 11 de junho de 2012

GEORGE BUSH AO CUBO (M665 - 58PM/2012)

Foto: Kevin Steinberger/US Navy
Foto: Carrel Regis/US Navy

No decorrer do dia de ontem, o antigo presidente dos EUA, George H. W. Bush, tal como o seu filho George W. Bush, visitaram o porta-aviões batizado com o nome do primeiro. 
Veterano da II Guerra Mundial enquanto aviador naval, George H. W. Bush, seria homenageado com a atribuição do seu nome ao último porta-aviões da classe Nimitz, ainda durante o mandato de seu filho na Casa Branca.
Na visita de promoção efetuada ao CVN-77,  conjuntamente com família e amigos, falou à tripulação do navio, em cerimónia realizada no hangar principal.
O USS George Bush, encontra-se presentemente a navegar em treinos de tripulação, ao largo da costa do estado do Maine , onde a família Bush possui casa.
Tal como anteriormente coberto em artigo do Pássaro de Ferro, o CVN-77 USS George Bush, é o mais recente super porta-aviões da US Navy em atividade.
Num acontecimento raro, pode por isso dizer-se que se reuniram os três George Bush.  

George H. W. Bush o porta-aviões                   Foto: Brian Brooks/US Navy





quinta-feira, 26 de abril de 2012

USS GEORGE H. W. BUSH (M638-39PM/2012)



O porta-aviões USS George H. W. Bush é o benjamim dos porta-aviões nucleares em uso pela marinha dos EUA (US Navy).
Construido pela Northrop Grumman Newport News, foi comissionado a 10 janeiro 2009 em Norfolk, Virginia, será o último da linhagem Nimitz, uma vez que os porta-aviões em construção nos EUA são agora da nova classe Ford.
O CVN-77 tem a particularidade de ter sido construído com metal reciclado das ruínas do World Trade Center, uma decisão simbólica tomada em 2001 quando foi assinado o contrato para a sua construção.
Batizado numa cerimónia a 7 de outubro de 2006, com o nome do 41º Presidente dos EUA, o USS George H. W. Bush tem ainda a particularidade de ter sido o primeiro navio da US Navy cujo batismo foi presenciado pelo presidente de que recebeu o nome, quando o seu filho era o Presidente em funções, a que não deverá ser alheia a coincidência.
George H. W. Bush, o homem, foi aviador naval durante a II Guerra Mundial, tendo voado nos torpedeiros Avenger, (cuja silhueta se encontra no brasão do navio) e  recebido várias condecorações pelas suas ações em batalha no Pacífico.
George H. W. Bush, o navio, cumpriu ainda apenas um destacamento, entre 11 de maio e 10 de dezembro de 2011, tendo participado no exercício Saxon Warrior no Atlântico e Operação Enduring Freedom no Mar Arábico.
Presentemente encontra-se em testes para certificação do convés de voo, antes de ser destacado de novo em missões operacionais.


Foto: Brian Brooks/US Navy

Foto: Brian Brooks/US Navy

Foto: Rachel Melchor/US Navy

Foto: Brian Brooks/US Navy

 As imagens apresentadas referem-se aos testes de certificação do convés de voo com aeronaves MV-22 Osprey, realizadas no Oceano Atlântico.

Foto: Brian Brooks/US Navy



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

PORTA-AVIÕES (M570 - 43PM/2011)


Foto: US Navy/John E. Woods

Foto: US Navy/Johnny Bivera

Foto: US Navy/John E. Woods

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/James R. Evans

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Foto: US Navy/Kerryl Cacho

Foto: US Navy/Kenneth Abbate

Foto: US Navy/Kenneth Abbate

Foto: US Navy/Will Tyndall

Foto: US Navy/Jesse L. Gonzalez

Foto: US Navy/Benjamin Crossley

Os porta-aviões são porventura das estruturas mais complexas construídas pelo homem. É mesmo um lugar-comum dizer que são pequenas cidades flutuantes. Cidades com habitantes altamente especializados e organizados como colmeias.

Ir de missão num porta-aviões é algo como viver numa cidade que é também uma máquina, que suporta outra máquinas menores que é preciso cuidar e manter a funcionar. Os dias são longos e os meses ainda maiores durante os destacamentos. Deixa-se tudo o que se conheceu a vida inteira para viver na nave-mãe isolados do mundo exterior.

Há que dizer que não são lugares bonitos. São vasos de guerra onde cada espaço tem uma utilização, cada pessoa tem uma função a desempenhar. No convés de voo essas funções são identificáveis pelas cores dos uniformes de trabalho.

Reina um caos organizado por essas cores, que dão sentido  aos gestos e aos rituais que se desenrolam. Amarelo: movimentação de aeronaves. Branco: segurança e inspecção de aeronaves. Verde: catapultas e cabos de travagem. Roxo: combustíveis. Castanho: crewchief de aeronave individual. Azul: elevadores e parqueadores de aeronaves. Vermelho: armas e munições. Prateado: bombeiros.

Podia até dizer-se que um porta-aviões não é um lugar bonito. Mas haveria de certeza quem não concordasse.

Foto: US Navy/James Evans

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