O aparecimento de uma versão aperfeiçoada do míssil Strela (SA-7), na Guiné, em 1973, abalou a estratégia portuguesa naquele território baseada no uso do poder aéreo. A utilização de mísseis terra-ar pela guerrilha provocou profundas alterações no emprego da aviação e na eficácia das operações aéreas. Aproveitando as vantagens tácticas da nova arma, os guerrilheiros lançaram várias operações de grande envergadura e a guerra entrou numa fase muito delicada. Surpreendida, inicialmente, a Força Aérea tomou rapidamente várias contramedidas que reduziram a eficácia do míssil. Que impacto teve, verdadeiramente, na atividade aérea e qual o efeito das contramedidas adoptadas são questões que sempre me intrigaram. Acabei hoje um trabalho sobre o assunto que espero publicar nos próximos meses.
domingo, 5 de maio de 2013
ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS
-
Foto: Marinha Portuguesa A Marinha Portuguesa deu hoje um passo decisivo no seu processo de modernização com a cerimónia de flutuação do fut...
-
Tecnam P-Mentor Ilustração: Tecnam A Força Aérea Portuguesa (FAP) irá modernizar a sua capacidade de instrução básica através da aquisi...
-
F-35A da Real Força Aérea Norueguesa O (ainda) ministro da Defesa, Nuno Melo, disse em entrevista ao Público e Rádio Renascença, que a sub...
-
F-35A Lightning II Portugal poderá dar um passo decisivo para a modernização da sua Força Aérea, se avançar com a intenção de adquirir o ca...
-
Porta-aviões Príncipe das Astúrias Foto: Jack Bahm/DoD Tal como o Pássaro de Ferro oportunamente noticiou , o porta-aviões espanho...
CRÉDITOS
Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.


00:31
Jose Matos

Posted in:
0 Comentários:
Enviar um comentário