Mostrar mensagens com a etiqueta fogos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fogos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 26 de março de 2014

PROTEÇÃO CIVIL SEM PILOTOS PARA OS KAMOV (M1497 - 109PM/2014)

Kamov Ka-32A11BC da extinta EMA

Com o anúncio de extinção da EMA, que deverá estar liquidada em outubro, são vários os pilotos Comandante que têm abandonado Portugal rumo ao estrangeiro em busca de um emprego estável.
Em janeiro passado a EMA contava com nove pilotos de Kamov, número considerado suficiente para as operações de inverno, mas já em fevereiro, com o início da liquidação da EMA, quatro pilotos pediram para sair, pelo que a empresa estatal não tem agora tripulações suficientes para garantir a mais exigente época de verão.

Perante este cenário o Estado acaba de abrir candidaturas para pilotos Comandante de helicópteros pesados Kamov, mas o problema é que em Portugal são muito poucos os pilotos com qualificações para tal, o que constitui um sério risco para o preenchimento dos quadros. E sem pilotos, poderá estar em causa a utilização dos cinco helicópteros Kamov Ka-32 operacionais, para a época de combate a incêndios.

Uma das condições para concorrer é ter no mínimo 2500 horas de voo nos Ka-32, o que restringe em muito o número de candidatos elegíveis.

Fonte: RTP
Adaptação: Pássaro de Ferro

quarta-feira, 10 de julho de 2013

C-130 DA USAF NO COMBATE AOS FOGOS NOS EUA (M1069 - 193PM/2013)

Foto: Rick Sforza/USAF

Quatro C-130 da Força Aérea dos EUA (USAF) ajudam as autoridades locais a combater os fogos calamitosos que grassam no estado do Arizona.

"Eles estão a levar os aviões até ao limite das performances" disse Ann Skarban, porta-voz da 302 Air Lift Wing. "Estão a voar devagar, baixo e pesados. Estão a trabalhar em linhas de contenção para quebrar ou parar as frentes de fogo", acrescentou.

Foto: Thomas Doscher/USAF

Os C-130 tipicamente largam retardante à velocidade de 120 nós (aprox. 200 km/h) disse Dave Carey, engenheiro de bordo do 731 Air Lift Squadron. O retardante é largado ao longo do perímetro do fogo, ou contornando-o, ajudando assim os bombeiros no solo, ao conter o avanço das chamas.

O uso dos C-130 equipados com sistema MAFFS (Modulad Airborne Fire Fighting System) está a ser comandado pelos Serviços Florestais e a operar a partir do aeroporto Mesa-Gateway em Phoenix.
Com este sistema, as aeronaves são capazes de largar 3000 galões (cerca de 11.000 litros) de água ou retardante em menos de 5 segundos e cobrir uma área de 400 m de comprimento, por 30 de largura.

Foto: Stephen Collier/USAF

Assim que uma carga de retardante é largada, em terra podem começar a encher um novo módulo, o que é conseguido em menos de 12 minutos. A quantidade de retardante aplicada na água, varia com determinados fatores, como a pressão do ar, o terreno, altitude e peso, referiu ainda Dave Carey. Por exemplo,  altitudes e temperaturas mais altas resultam em pressão atmosférica mais baixa, o que torna mais difícil manobrar a aeronave, especialmente um C-130 carregado com milhares de litros de combustível. Continuando depois: "controlamos sempre o volume que carregamos, porque nem sempre podemos carregar completamente o tanque, devido às restrições comentadas. Temos ainda que contar com restrições na razão de subida, para o caso de perdermos um motor. Temos que ser capazes de sair do local também nessas condições" continuou. A pressão e volume de retardante, controlados por uma válvula e um computador de bordo, variam ainda com o tipo de terreno e vegetação afetados pelo fogo, explicou ainda Carey. "Se a vegetação for muito densa, vai requerer muita pressão para conseguir penetrar na floresta, enquanto que se for vegetação rasteira típica de pradaria, pode utilizar-se uma pressão mais baixa. Com uma pressão elevada, a descarga dá-se muito mais rapidamente" concluiu.

Uma manobra de descarga típica é feita num corredor sobre a zona de incêndio a combater, seguindo cerca de 300 m atrás de um avião ligeiro, que estabelece o ponto de início, paragem e a pressão para a descarga do retardante.

Além dos quatro C-130 mobilizados para combater os fogos que afetam o sudoeste dos EUA neste início de mês de julho de 2013, quatro outros estão também em uso por unidades da Guarda Aérea Nacional na Carolina do Norte e Wyoming.

Fonte: Military.com
Tradução e adaptação: Pássaro de Ferro


ARTIGOS MAIS VISUALIZADOS

CRÉDITOS

Os textos publicados no Pássaro de Ferro são da autoria e responsabilidade dos seus autores/colaboradores, salvo indicação em contrário.
Só poderão ser usados mediante autorização expressa dos autores e/ou dos administradores.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons
>