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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

VERBAS APROVADAS PARA AQUISIÇÃO DOS BLACK HAWK DE EMERGÊNCIA MÉDICA [M2675 - 01/2026]

UH-60 Black Hawk da Força Aérea Portuguesa

O Ministério da Defesa autorizou a Força Aérea Portuguesa (FAP) a assumir um encargo plurianual, no valor máximo de 32M EUR, destinado à aquisição de quatro helicópteros Black Hawk para evacuação e emergência médica. A decisão, formalizada através de Portaria publicada em Diário da República no passado dia 5 de janeiro, enquadra‑se no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no investimento dedicado ao reforço da capacidade aeromédica nacional.

A medida dá continuidade ao princípio estabelecido em 2015 pelo Grupo de Trabalho para os Meios Aéreos em Missões de Interesse Público, que recomendou a concentração dos meios aéreos na Força Aérea como operador único. Segundo o relatório então produzido, esta centralização permite maior flexibilidade operacional, economias de escala e uma utilização mais eficiente dos recursos, contrastando com o modelo anterior baseado na locação e dispersão de operadores. Lembramos que a Força Aérea tem já contratada a aquisição de dois lotes totalizando nove helicópteros Black Hawk para combate a incêndios e mobilidade aérea na Esquadra 551 - "Panteras", aos quais se junta agora este terceiro lote de mais quatro.

A aquisição dos novos helicópteros visa reforçar a capacidade nacional de evacuação aeromédica, garantindo meios próprios capazes de responder de forma sustentada às necessidades do Serviço Nacional de Saúde e das missões de interesse público. A introdução destas aeronaves deverá também contribuir para uma gestão mais equilibrada da frota, facilitando a regeneração de tripulações e a manutenção logística.

O financiamento é integralmente assegurado pelo PRR, através da Componente C01 — Serviço Nacional de Saúde, com contrato celebrado entre a Estrutura de Missão “Recuperar Portugal” e o Ministério da Defesa Nacional. A Força Aérea é a entidade beneficiária e responsável pela execução física e financeira do investimento.

O concurso público destinado à aquisição dos referidos helicópteros encontra-se a decorrer até ao dia 19 de janeiro de 2026, para uma execução de contrato de apenas seis meses, de modo a poder usufruir das verbas do PRR, que terminam a 31 de agosto de 2026.



terça-feira, 28 de maio de 2013

EVACUAÇÕES MÉDICAS EM FALCON 50 E C295M (M1017 - 156PM/2013)


 Falcon 50 da Esq 504 empenhado na missão de transporte de doentes     Foto: Força Aérea

Nos últimos dois dias (27 e 28 de maio) a Força Aérea realizou várias missões de interesse público com recurso aos destacamentos aéreos da Esquadra 502, na Madeira e nos Açores, e à aeronave FALCON 50 da Esquadra 504, a partir de Figo Maduro.

No total foram efetuadas cinco evacuações médicas, tendo uma delas sido de longa distância e por isso empenhado o FALCON 50.

A aeronave C-295M transportou três doentes, do Aeródromo de Manobra Nº3, Porto Santo, para o Aeroporto da Madeira, e daí em ambulância para o hospital do Funchal. Nos Açores, uma das tripulações de alerta efetuou a evacuação médica de uma doente, da ilha Terceira para S. Miguel.

As missões efetuaram-se ao longo do dia, noite e madrugada, num elevado estado de prontidão, que permitiu que fossem realizadas em tempo útil e com sucesso. As esquadras de voo totalizaram cerca de sete horas de voo.

Fonte: Força Aérea

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

EVACUAÇÃO MÉDICA EM KAMOV KA-32 (M858 -39PM/2012)


Kamov Ka-32 no heliporto do hospital da Universidade de Coimbra
Realizou-se esta tarde mais uma evacuação aero-médica do hospital da Guarda, para o hospital da Universidade de Coimbra num Kamov Ka-32 em operação pela EMA.
Enquanto persiste a incerteza sobre o futuro destes meios aéreos, tanto relativamente ao operador, como aos fins para que é usado, continuam a prestar serviço ao país.
É certo que sendo um excelente meio para o combate a incêndios, para o transporte de doentes estão longe de ser ideais, devido à baixa velocidade de cruzeiro, elevado consumo de combustível e condições de cabine para pacientes e acompanhantes médicos.
Aguarda-se decisão política.


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